Scene 1 Bruna Ferraz, Big Macky
Scene 4 Babalu, Larissa Mendes, Big Macky
Scene 5 Milena Santos, Big Macky
Scene 2 Monica Mattos, Junior Carioca
Scene 5 Milena Santos, Peterson Carioca
Scene 3 Milena Santos, Junior Carioca
Scene 2 Milena Santos, Vitor Gaucho
Scene 1 Milena Santos, Ed Junior
Scene 4 Milena Santos, William Carioca
Scene 2 Milena Santos, Dhones Portella
Scene 3 Milena Santos, Capoeira, Igor Pikachu, Tony Tigrao, William Carioca
Scene 1 Milena Santos, Jay Brown
Scene 3 Milena Santos, Carlos Bazuca
Scene 3 Ariane Manzolli, Érica Vieira, Jessica Oliveira
Scene 1 Mayara Rodrigues, Roge
Scene 3 Ellen Padilha, Érica Vieira, Jessica Oliveira MEDIAFIRE 01 - 02
Scene 4 Jessica Oliveira, Ricardo Ramos MEDIAFIRE 01 - 02
Scene 1 Crisbel, Suzanna Holms
Scene 1 Crisbel, Edu Costa, Wesley
Scene 2 Crisbel, Mayka Carvalho, Guille
Scene 5 Sandie, Sharon Fresan, Don Picone, Rodrigo
Scene 3 Crisbel, Juliana Di Primo
Scene 4 Crisbel, Suzanna Holms
Scene 5 Crisbel, Juliano Ferraz
Scene 1 Camilla De Castro, Crisbel, Fabio Scorpion
Scene 1 Crisbel, Juliano Ferraz
Scene 2 Crisbel, Leonardo Martins, Roge
Scene 2 Erika Martinelli, Big Macky
Elenco: Laura Gemser, Gabriele Tinti, Maria Piera Regoli, Riccardo Salvino, Roger Browne, Paola Senatore, Lars Bloch
Foi o segundo da série a ser dirigido por Joe D'Amato, e o primeiro a apresentar cenas de sexo depravado (uma cena controversa mostra uma mulher nua masturbando um cavalo) e de violência extrema (com imagens snuff simuladas), não algo que se encontra nos filmes franceses.
A repórter Emanuelle investiga uma rede de prostituição de luxo e acaba envolvida em diversas aventuras sexuais, viajando de Nova York para Veneza, na Itália, onde participa de uma grande orgia na mansão de um nobre. De volta aos Estados Unidos, acaba envolvendo-se com uma quadrilha que produz snuff movies – filmes em que mulheres são estupradas e mortas de verdade diante das câmeras.
Dirigido por Lars von Trier
Casal (Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg) devastado com morte do único filho muda-se para uma casa no meio da floresta para superar o episódio. Mas os questionamentos do marido, psicanalista, sobre a dor do luto e o desespero de sua esposa desencadeiam uma espiral de acontecimentos misteriosos e assustadores. E as consequências dessa investigação psicológica são as piores possíveis.
Direção: Pier Giuseppe Murgia
Um casal adolescente está literalmente vivendo e aprendendo junto: morando em uma região paradisíaca, eles levam uma rotina feliz e de intensas descobertas amorosas e sexuais. Mas tudo o que eles construíram pode desmoronar quando uma nova amiga chega para confundir a relação dos dois.
Dirigido por Tinto Brass
É a história sensual de homens e mulheres que olham e são olhados: Dodo, um jovem professor univesitário, Sylvia, a sua esposa bonita mas infiel, Alberto, o pai libidinoso de Dodo, e Fausta, a desinibida empregada doméstica do Alberto. Dodo, o voyeur do filme, espia as relações sexuais entre seu pai e a empregada, e você, espectador voyeur, espiará também os encontros entre Dod e sua esposa promíscua.
PIXELDRAIN / ARCHIVE.ORG
Direção de Tinto Brass
Paprika é o nome de guerra de uma garota que aceita se prostituir apenas para conseguir dinheiro e financiar o namorado num novo negócio. Inicialmente tímida e pouco experiente, logo ela se torna uma das estrelas do prostíbulo. O problema é que ela acaba se apaixonando por um dos clientes.
Neste filme, uma série de cartas que as mulheres publicam frequentemente em determinados jornais italianos são visualizadas por Tinto Brass. Dando um toque de erotismo, sensualidade no único filme que ele é o ator principal e também diretor.
Mulheres lindas, cenas provocantes e muito excitantes fazem deste um dos melhores de Tinto.
Direção de Tinto Brass
Descoberta a admiração secreta de sua esposa para o seu futuro genro – Laszlo, Nino toma consciência da diminuição de sua libido, e resolve manipular a aproximação entre eles através de seu diário, que é lido às escondidas por sua esposa. Esta, sempre muito recatada, vai, aos poucos, cedendo aos seus desejos sexuais e deixando para trás seu comportamento contido, tanto nos encontros com Laszlo, quanto com seu marido. Nada é capaz de deter sua libertação sexual, nem mesmo a filha, noiva de Laszlo.
Dirigido por: Tinto Brass
Mulher insatisfeita com o marido, não consegue mais ter orgasmos com ele, depois de 4 meses de casamento. Aconselhada por uma amiga ela sai numa aventura pra salvar seu casamento. Esse truque acende a fúria do marido mas ao mesmo tempo se torna um novo estímulo para os dois.
Direção: Tinto Brass
Carla é uma garota de vinte anos, com corpo escultural, alegre, de uma sensualidade exuberante. Quando decide alugar um apartamento para Matteo, o homem por quem está apaixonada, ela conhece Moira, a proprietária da agência, que irá incluir Carla em diversos eventos eróticos. Matteo não sabe de nada, embora suspeite de Carla. E mesmo que ele enlouqueça de ciúme ao imaginar sua garota nos braços de outro, este mesmo ciúme o torna cada vez mais apaixonado por ela.
Direção: Tinto Brass
Miranda é a bela e sensual proprietária da pousada à espera de seu marido desaparecido na guerra. Entre seus vários pretendentes, um alto diplomata, um caminhoneiro, o treinador americano e Toni. Miranda se apaixona por Toni e decide se casar com ele. De agora em diante a pousada será chamada de “Miranda.”
Direção de Tinto Brass
Março de 1945. Asolo, Itália. Um carro aguarda do lado de fora. Livia (Anna Galiena), a sensual esposa de um oficial militar do alto escalão, entra sorrateiramente e o carro parte para Veneza, uma cidade devastada moralmente pela guerra. Lá, pretende encontrar seu jovem amante Helmut (Gabriel Garko), um tenente alemão atraentemente pervertido. Enquanto seus olhos percorrem a estrada, sua mente percorre excitantes lembranças de seus encontros secretos e sua violenta paixão. Quando chega a Veneza, porém, outra surpresa a aguarda...
Diretor: Tinto Brass
Em um estranho encontro entre a cumplicidade e a fraude, subterfúgio e traição, mentiras e a injúria, FAÇA ISTO relata em seis episódios, escolhidos entre o que causa alegria e o jocoso conceito de sexualidade e erotismo característico dos filmes do diretor, para quem estes são fontes de prazer e de alegria de viver. O texto é ambientado em um contexto europeu de situações, lugares, circunstâncias e assim por diante desprovido de aspectos irônicos ou cômicos, de qualquer forma moldando uma simpática espiada nos mais novos e os mais interessantes fatos neste campo, salientando um desejo oprimindo e sempre mais realçado do que o erotismo das mulheres em si. Então, enquanto as histórias lidas aqui são certamente sobre casais, é a mulher a verdadeira protagonista destes episódios.
Preparem a artilharia: esse filme será o mais discutido por um bom tempo no circuito cinéfilo: "É Bom? É Ruim? Odiei! Um saco! Não teve nenhuma sacanagem! Obra-prima! Lars Von Triers é um gênio!". Tudo isso eu ouvi na saída da sessão do filme mais aguardado dos últimos tempos. Mas um conselho: Vá sem expectativa alguma. Só assim você irá apreciar o filme. O excesso de marketing definitivamente irá frustrar toda uma galera que anseia ver cenas tórridas de sexo explícito entre atores famosos. Sim, Shia La Beouf tem uma cena de sexo explícito: close de seu pênis penetrando na jovem atriz Stacy Martin. Mas será que era real, ou digital? Mas o que menos existe no filme é tesão. É um filme frio, que alterna drama com momentos genuínos de comédia, através de diálogos inspiradíssimos entre Charlotte Gainsbourg e Stellan Skarsgård. Como não poderia deixar de ser, em se tratando de Von Triers, o filme é dividido em 4 capítulos. O mais genial sem dúvida é o de Uma Thurman, a Sra H. Ela está sensacional como a esposa traída que vai até o apartamento da amante e bota toda sua ira para fora. A narrativa e a linguagem do filme se aproximam muito do cinema de Peter Greenaway, principalmente de "Afogando em números": matemática, filosofia, sexo, morte, obsessão, tudo embalado em visual estilizado, câmeras lentas, filtros pastéis e música clássica e rock pesado. É um filme para se deglutir aos poucos. Ele é verborrágico, a personagem de Gainsbourg não para de falar um minuto, relatando todas as suas aventuras sexuais. Não é filme para qualquer um. É arte conceitual. Entediante em boa parte do tempo. Divertido em outros. Passam-se as horas, lembranças do filme vêm vindo, e a gente vai gostando um pouco mais. No momento, fico na indecisão sobre o filme que vi.
Na boa, esqueçam o Volume 1. Com exceção da cena antológica com Uma Thurman, todo o volume 1 foi para mim bastante frustrante. Mas vendo o Volume 2, me redimi completamente. Que porrada! O primeiro investia no humor. Aqui, é só pancadaria. Sadomasoquismo e violência ao extremo. Em alguns momentos, me vi assistindo ao "Paixão de Cristo", do Mel Gibson, com aquelas cenas hiper-violentas de chicoteadas arrancando pele e vísceras. Aqui, Joe (Charlotte Gainsbourg), não satisfeita com o sexo tradicional, cai de cara no mundo underground do sadomasoquismo e bondage. Chicotadas, porradas, socos, fistfucking, golden shower, vale-tudo nesse mundo sombrio. Tenho ceretza de que muita gente vai fechar os olhos e achar tudo repulsivo e odioso. Lars Von Trier retoma o tema da misoginia em seus filmes. Agredido pela crítica e público pelo ódio demonstrado aos personagens femininos de seus filmes, aqui ele abusa. Charlotte Gainsburg dá vida a um personagem que vai ao extremo. Realmente, tenho que tirar meu chapéu para ela. Nào existe atriz no mundo que vá a fundo como ela: ela faz sexo oral em pênis ereto, transa com mulher, mostra close de sua vagina, fica nua sem pudor algum, se masturba de verdade. É muito foda! Tem uma cena antológica no filme: uma discussão entre 2 africanos nus e de pênis eretos, com o rosto de Joe entediada. Outro momento marcante: uma retomada do prólogo de "Anticristo", inclusive Trier usa a mesma música na trilha. Para quem ficou aflito no filme anterior, esse aqui será repetição da dose. O início é chato, com aquele discurso chato de Seligman (Stellan Skarsgård) , falando de religião, matemática, etc. Mas depois o filme engrena. Não é para qualquer um esse filme. É punk mesmo!
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Direção: Carlos Reygadas
Marcos e sua mulher uma monótona vida distante dos padrões de beleza: são gordos, feios, velhos e visivelmente infelizes. O casal decide roubar o bebê de uma amiga, que morre pouco tempo depois. Marcos hesita em se entregar à polícia. Num outro lado da cidade, Ana, filha do patrão de Marcos, prostitui-se por prazer. Perseguido pela sua consciência, Marcos confessa-se a Ana na esperança de se sentir melhor. No entanto, o resultado desta confissão não será o esperado...
Diretor: Jean-Jacques Beineix
No sul da França, Zorg (Jean-Hughes Anglade) trabalha como zelador e dá manutenção para 500 bangalôs, além de tomar conta deles. Ele leva uma vida quieta e calma, escrevendo no tempo de folga. Um dia Betty (Béatrice Dalle) entra em sua vida. Ela é uma mulher jovem e bela, mas também dona de um temperamento imprevisível e instável. Após uma briga com o chefe de Zorg, ela põe fogo no bangalô onde moram. Betty e Zorg rumam para Paris, onde decidem começar um vida nova. Lá ambos vão trabalhar como garçons no restaurante de Eddy (Gérard Darmon), um amigo. Betty, que viu um manuscrito de Zorg, crê que ele seja um grande escritor e não aceita que ele sirva mesas ou faça biscates. Assim datilografa o texto e manda para todos os editores da cidade, mas vários recusam dizendo que aquilo é um lixo, o que deixa Betty inconformada. Quando morre a mãe de Eddy, que morava a 900 quilômetros de Paris, Betty, Zorg e Lisa (Consuelo De Havilland), a namorada de Zorg, também vão ao enterro. Após o funeral Eddy propõe, que Zorg e Betty fiquem no lugar, tomando conta de uma loja de pianos da sua falecida mãe. Os dois aceitam prontamente, pois adoram o lugar, mas nem tudo sai como o esperado em razão do temperamento difícil de Betty estar saindo do controle.
Uma única cena resume esse polêmico filme escrito, dirigido e protagonizado por mulheres: Trine Dyrholm, a mais famosa, premiada e cultuada atriz dinamarquesa do mundo, pratica sexo oral real no jovem ator Gustav Lindh. Uma intensa e provocativa cena de sexo explícito, com Anne sua personagem, de quatro, se entregando a todos os prazeres sexuais a um menor de idade. Assim é "Rainha de Copas", um filme controverso, que discute o papel da mulher dentro e fora das telas em uma época onde o movimento feminista #MeToo dita as regras de comportamento. A roteirista, a diretora e a atriz Tryne Dyrholm entenderam a importância dessa cena explícita para a personagem e para o filme. Sem essa visceralidade, o filme perderia o seu foco, que é o tesão, a imoralidade e o abuso de Poder acima de qualquer regra. Anne (Tryne), é uma advogada de sucesso, casada com Peter, médico, e pais de 2 gêmeas adolescentes. Anne defende menores de idade de abusos sexuais e violência doméstica. Um dia, o filho de Peter, Gustav, de 16 anos, vai morar na casa deles. Anne é receptiva, mas aos poucos, vai se sentindo atraída sexualmente pelo enteado, até assediá-lo. Anne, em crise de idade, quer se sentir desejada novamente. Mas a paixão vai enfrentar grandes desafios para a moral de Anne, que agora, encarna o papel de algoz e predadora sexual. Muita coragem da diretora May el-Toukhy realizar um filme onde se inverte o papel do assediador, em tempos de feminismo. Importante entender que o papel de abuso do Poder independe do gênero. O filme, controverso aonde é exibido, ganhou o Grande Prêmio do público em Sundance 2019 e foi a escolha da Dinamarca para representar o País em uma vaga ao Oscar de filme estrangeiro. Dirigido com muita maestria, com sofisticação e jamais caindo no melodrama, o filme ainda reserva poderosas performances tanto de Tryne, uma atriz que admiro bastante, quanto do jovem Gustav Lindh. Ambos se expõe em cenas de sexo explícito, mas uma cena tão bela e forte, que é impossível pensar apenas na sacanagem, e sim, nos personagens. Uma crítica: a duração do filme, longo demais, com quase 130 minutos de duração. Poderia ter meia hora a menos.
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Diretor: John Cameron Mitchell
Uma terapeuta de casais confessa a seus clientes homossexuais que, apesar da profissão, nunca conseguiu sentir um orgasmo. Para ajudá-la, os rapazes a levam até Shortbus, uma casa de amor livre.
Ótimo drama do cineasta filipino Brillante Mendoza, que em 2009 ganhou Palma de Ouro em Cannes de melhor direção por KINATAY.
Aqui, ele retrata o cotidiano de uma família no centro de Manilla, dona de um antigo cinema, que agora só passa filmes pornôs. O prédio é grande, e por lá, circulam todos os tipos de marginais da sociedade: bandidos, michês, gays, travestis, camelôs. A família administra além do cinema, um restaurante no próprio local, além de morarem lá. As cenas são surreais: o filho pequeno convive com frequentadores praticando sexo, travesti pratica sexo oral no projecionista, e por aí vai. Apesar de todas as perversões, o filme mostra uma sociedade decadente, desprovida de amor e esperança. Um filme sombrio e ao mesmo tempo alegre. Algumas cenas são antológicas, como por exemplo a van repleta de gays estacionando em frente ao cinema, e entrando na sala de exibição, como se fosse uma excursão, Genial!
Filme mexicano ganhador da CAMERA D'ÒR em Cannes 2010, esse drama barra pesada narra a história de uma mulher solitária, jornalista, que vive sozinha, e passa as noites em busca de sexo fácil, trazendo os homens até sua casa. Até que um dia conhece Arturo, e passa a conviver com ele uma relação masoquista.
Dirigido por Michael Rowe, o filme tem um ritmo muito lento, assim como a vida da protagonsita. Nada acontece, apenas observamos seus momentos cotidianos, de ficar espiando os vizinhos, etc.
O filme tem cenas fortes, e é apenas para quem tem mente aberta para filmes nada convencionais, e que não se preocupam em ver a degradação humana.
DIREÇÃO: TINTO BRASS
Numa cidade do interior, em época indeterminada, uma jovem que está para se casar está ansiosa para perder a virgindade. Mas o noivo quer esperar (e prefere freqüentar prostíbulos) enquanto ela passa por várias situações eróticas (trio de soldados, comerciante que lhe dá carona, o amante da mãe que é fanático por erotismo).
Dirigido por Julio Medem
Lucia (Paz Vega) é uma jovem garçonete em meio a uma relação ardente e conturbada com um escritor chamado Lorenzo (Tristán Ulloa). Mas ele desaparece às vésperas de uma viagem do casal para uma ilha no mediterrâneo, há muito esperada. Perturbada, Lucia parte só. Sob o sol tropical, numa idílica pousada, ela mergulha em si mesma e no tempo para decifrar suas paixões encontrando a cada dia rascunhos de lembranças perdidas e de personagens do romance de sua vida.
Direção: Tinto Brass
Diana é uma mulher feliz ao lado do marido Paolo. Mas dada sua paixão selvagem por sexo, frequentemente ela se arrisca em aventuras eróticas com outros parceiros - o que Diana não omite de Paolo. Ao contrário: ela conta tudo nos mínimos detalhes justamente para impulsionar sua relação com o marido. Mas quando Diana conhece o poeta Alphonse, Paolo pela primeira vez sente-se enciumado e passa a rejeitar a mulher. Diana parece não se importar com isso e mergulha numa orgia sexual que inclui a própria irmã e alguns amigos.
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Direção: Srdjan Spasojevic
Na Sérvia, o ator pornô apostentado Milos (Srdjan Todorovic) tem uma vida tranquila com sua amada esposa Marija (Jelena Gavrilovic) e seu pequeno filho Peter, que só lhe dá orgulho e alegria. A família vem enfrentando problemas financeiros e por isso Milos decide voltar à ativa. Ele recebe uma proposta para participar de um filme pornô experimental e é apresentado ao diretor Vukmir (Sergej Trifunovic). O ator assina um contrato às escuras, sem saber que o iria participar de um filme snuff, repleto de pedofilia, necrofilia, tortura física e mental. Ele tentará proteger a sua família e a si mesmo quando perceber no que está envolvido, mas nem todos os filmes tem um final feliz.
Decidi rever esse polêmico filme, depois de tê-lo visto em 2010. Lembro que na época foi um escândalo e foi proibido em mais de 46 países. Revendo agora, vejo o quanto o marketing sobre o filme acabou afastando o projeto de sua verdadeira premissa. Segundo o roteirista e diretor Srdjan Spasojevic, o filme é para ser visto como uma metáfora sobre os horrores da Guerra da Sérvia, que matou milhares de civis. Mas o filme foi vendido como "o filme de terror mais chocante de todos os tempos", e isso atiçou a ânsia dos fãs do gênero para assistir. O que foi visto não era um terror sobrenatural ou slasher ou splatter e sim, um festival de horrores de depravação, fetiches sexuais e tabus envolvendo necrofilia, pedofilia e a lenda urbana dos snuff movies. E por mais que envolva atores consagrados do cinema iuguslavo, como Srdjan Todorovic no papel do protagonista Milo (ele atuou em "Undergournd", obra-prima de Emir Kusturika) e Sergej Trifunovic, do cult dinamarquês "o cidadão do ano", contracenando com Stellan Skaasgard, no papel do cineasta Vukmir, é justamente nas atuações do elenco e nos efeitos especiais que o filme falha bastante. Tudo sôa muito falso: as atuações são canastras, os efeitos práticos são mal feitos e mais: o filme não tem ritmo, não tem suspense, não tem um roteiro que sustente a atenção do espectador. Mas o que faz com que as pessoas assistam ao filme? Bom, quem assiste ao filme, vai pela polêmica, que de fato, existe. Não as cenas de gore, que são banais porque já foram vistas em centenas de outros filmes: decapitação, tiros, espancamentos, enforcamento, etc. Mas tudo o que envolve sexo no filme, é depravado, doentio. Tem uma cena de estupro com um bebê recém nascido, que o cineasta do filme chama de novo gênero, "newporn baby"; tem cenas de sexo envovendo menores de idade; tem uma cena bizarra onde o protagonista enfia seu pênis ereto no olho de um homem e o mata (cena mega trash, diga-se de passagem); tem cena de incesto. O portagonista é um ator pornô aposentado, que recebe uma proposta financeira irrecusável para sustantar sua família para sempre: fazer parte de um filme de arte pornográfico. Mas a um custo muito alto que ele só irá descobrir depois.
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Realizado por Bernardo Bertolucci. O filme é baseado no romance The Holy Innocents, de de Gilbert Adair
O sonhador narra a história de Matthew, um estudante americano natural de San Diego que está na França em 1968 em um intercâmbio. Em suas idas à Cinemateca, ele conhece os gêmeos Isabelle e Theo. Eles compartilham da mesma paixão pelo cinema e isso faz com que eles se aproximem cada vez mais, certo dia os gêmeos o convidam para um jantar na casa deles e lá ele conhece sua mãe, uma inglesa, casada com um intelectual poeta francês. Nessa noite Matthew dorme na casa deles e descobre que Isabelle e Theo tem um estranho tipo de relacionamento. No dia seguinte os pais dos gêmeos saem para uma viagem e Isabelle e Theo convidam Matthew para passar um tempo com eles em sua casa. Eles vão ficando cada vez mais íntimos e iniciam uma série de jogos psicológicos e sexuais envolvendo a temática do cinema. A trama se passa na Revolução Estudantil que ocorria em Paris no final da década de 1960.
Direção: Kevin Alber
Elenco: Simone de Morais, Francielle Soares, Juliana Batista
A bela fotógrafa de moda Emmanuelle (Ludmilla Ferraz) chega às praias do Brasil para filmar, onde vai trabalhar com algumas das melhores supermodelos do Rio de Janeiro. Enquanto no trabalho, Emmanuelle chama a atenção de um diretor de videoclipes, e em pouco tempo, os dois embarcam em um romance fumegante.
Eu sou aficionado por filmes Austríacos. Desde o filme de terror clássico "Angst", até as obras-primas de Ulrich Seidl, um dos diretores mais viscerais que conheço, autor da trilogia "Paraíso Fé, Esperança e Amor", além de "Import Export"e "Dias de cão". O que existe em comum em todos os filmes? O mundo cão, a realidade nua e crua e pessoas comuns que em suas rotinas, se expõe de forma brutal para os espectadores. Sexo explicito e violência são elementos comuns a todos os filmes. Os atores são muito intensos e se entregam por inteiro aos personagens. Em "Antares", acompanhamos 3 histórias que se passam em um conjunto habitacional do subúrbio da Austria, frequentado pela classe média baixa. Assim como nos filmes de Robert Altman, as histórias se entrecruzam. Uma hora um personagem é protagonista de uma trama, em outro ele vira figurante. Mas talvez a melhor comparação seja com "Amores perros". A premissa é a mesma: um acidente de carro junta todos os personagens. Na 1ª história, uma família feliz. Mas a aparição surpresa de um ex-amante na cidade faz com que a esposa, uma enfermeira, traia seu marido e se coloca em grande conflito quanto à sua felicidade. A 2ª história é sobre uma caixa de supermercado que mente pro namorado que está grávida, somente para poder manter a relação. Extremamente ciumenta, ela bota tudo a perder. Até sua vida. Na 3ª história, um corretor de imóveis tenta reatar sua relação com a esposa, mas devido à sua violência, ela o recusa. A direção de Götz Spielmann favorece o ator em relação à parte técnica. Os movimentos de câmera são raros, vez ou outra rola uma pan. Os atores são as verdadeiras estrelas do filme. Muitas cenas de sexo, nudez total e despojamento de todo o elenco para as cenas exigidas. A costura das histórias é muito bem feita, a montagem cria uma expetativa muito grande em relação às cena,s que revistas por outro ângulo, tomam um novo significado. O filme ganhou alguns prêmios em Festivais internacionais, e é uma pena que filmes assim não encontrem mercado exibidor. É um filme triste, que mostra personagem sempre no limite, um futuro pouco promissor, e as imagens dos prédios do condomínio mais parecem uma grande prisão, sufocando os personagens.
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Diretor: Clement Virgo, baseado no romance homônimo de 2001 de Tamara Faith Berger
Leila (Lauren Lee Smith) é uma jovem que adora sexo, se relacionando com os homens através de encontros casuais e sempre de forma breve. Uma noite, em uma festa lotada, ela encontra-se com David (Eric Balfour). Mais tarde Leila e um homem transam atrás da casa, com David e sua namorada observando sua performance de longe. David também transa com a namorada, sendo que seu olhar e o de Leila se cruzam enquanto ambos estão fazendo sexo com outra pessoa. Pouco depois David e Leila começam a namorar e, em seu relacionamento, eles começam a ter necessidades e desejos que vão além do lado físico.
Direção: Mladen Djordjevic
De tempos em tempos, o cinema oferece uma iguaria extremamente bizarra, desconhecida por quase todo mundo e que vira uma iguaria cult. Antes mesmo da polêmica de "A serbian film", o cinema sérvio produziu esse obscuro "Vida e morte de uma gangue pornô". Como em "A serbian film", censurado em vários países, aqui o foco também é a extrema violência como metáfora para a Guerra da Sérvia, que assolou o País e o destruiu a décadas atrás. Marko é um jovem recém-formado no curso de cinema. de família humilde, ele quer dinheiro para produzir um documentário. Sem chances de captar, ele se junta a um diretor de filmes pornô. Após desavenças, Marko foge, levando consigo alguns atores pornôs, e outros tipos marginalizados. eles formam um grupo de teatro pornô. Sem dinheiro, eles resolvem assumir a nova faceta do grupo: produzir "snuff movies", filmes onde a violência e morte são reais. Sexo explícito, violência extrema e alguma dose de humor e bizarrice, que inclui um boquete na genitália de um cavalo, esse filme com certeza não é recomendado para espectadores comuns. A produção é amadora, apesar da boa atuação de alguns atores. No geral, o filme tem um clima bem melancólico, na linha dos filmes de Dusan Makavejev, cineasta Yuguslavo que tinha temas em comum, só não apelando pro explícito, em títulos como "Montenegro, pérolas e porcos" e "Coca cola kid". Aos curiosos, o filme é um verdadeiro cabide de fetiches.
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Direção: Catherine Breillat
Jovem bonita e sexy vive série de encontros sexuais com estranhos, para vingar-se da indiferença e da frieza do marido que, apesar de dizer que a ama, a ignora sexualmente. Cenas de sexo explícito.
Scene 2 Cinthia Santos, Carlos Bazuca DEPOSITFILES 01 / 02
Scene 1 Mayara Rodrigues, Asante Stone
Scene 4 Cinthia Santos, Nat Turnher
Scene 1 Cinthia Santos, Tony Tigrao
Scene 1 Cinthia Santos, Loupan
Scene 1 Yumi Saito, Carlos Bazuca
Scene 2 Cinthia Santos, Loupan
Scene 1 Cinthia Santos, Justin Slayer
Scene 1 Cinthia Santos, Igor Pikachu
Scene 4 Cinthia Santos, Kid Jamaica
Scene 5 Carol Sampaio, Milly Amorim, Alex Ferraz, Jay Brown
Scene 2 Carol Sampaio, Kid Bengala
Scene 3 Carol Sampaio, Igor Pikachu, Tony Tigrao
Scene 3 Carol Sampaio, Capoeira, William Carioca
Scene 3 Carol Sampaio, Ed Junior
Scene 2 Carol Sampaio, Tony Tigrao
Scene 2 Carol Sampaio, William Carioca
Scene 1 Carol Sampaio, Roge, Vitor Gaucho
Scene 3 Carol Sampaio, Junior Carioca
Scene 6 Carol Sampaio, Fred Navas
Scene 2 Carol Sampaio, Jay Brown
Scene 4 Carol Sampaio, Dhones Portella
Scene 4 Carol Sampaio, Tony Tigrao
Scene 1 Carol Sampaio, Andre Garcia
Scene 1 Carol Sampaio, Vitor Lion
Scene 1 Carol Sampaio, Jay Brown
Scene 1 Ju Pantera, Milena Santos, Don Picone
Scene 4 Pamela Butt, Don Picone
Scene 5 Carol Sampaio, Don Picone
Scene 1 Babalu, Lorena Aquino, Dhones Portella, William Carioca
Scene 2 Carol Sampaio, Dhones Portella, William Carioca
Scene 4 Carol Sampaio, Carlos Bazuca
Scene 5 Pamela Butt, Vinny Burgos
Adriana Lux, Emanuelle Diniz, Lady Mai, Lesly Kiss
Scene 4 Emanuelle Diniz, William Carioca