Scene 1 Emanuelle Diniz, Yumi Saito, Alexandre Frota
Scene 2 Yumi Saito, Alexandre Frota
Scene 3 Emanuelle Diniz, Alexandre Frota
Scene 5 Emanuelle Diniz, Rodrigo
Scene 1 Emanuelle Diniz, Loupan
Scene 3 Emanuelle Diniz, Dhones Portella, Mauro Araujo
Scene 3 Ane Ferrari, Emanuelle Diniz, Mark Ashley Password - nikola[/c ]
Scene 1 Yumi Saito, Pit Garcia
Scene 2 Emanuelle Diniz, Vinny Burgos
Scene 4 Nikki Rio, Peterson Carioca
Scene 1 Emanuelle Diniz, Vitor Gaucho
Scene 3 Mayara Rodrigues, Roge
Scene 2 Agatha Meirelles, Janaina Paes, Karine Muller, Sara Lemos, Don Picone, Pit Garcia
Scene 3 Emanuelle Diniz, Patricia Kimberly, Raissa Prado, Suzana Scott, Don Picone, Pit Garcia
Scene 4 Emanuelle Diniz, Big Macky
Mônica Mattos, Emanuelle Diniz e Jenisser (Yasmin) apostam entre si quem consegue fazer dupla penetração anal. Quem não conseguir perde o cachê para outra.
Scene 2 Emanuelle Diniz, Nacho Vidal
Scene 2 Emanuelle Diniz, Peterson Carioca / 1FICHIER
Scene 3 Emanuelle Diniz, Marcio Pittbull / 1FICHIER
Scene 3 Emanuelle Diniz, Franco Roccaforte
Scene 1 Emanuelle Diniz, Junior Carioca
Scene 2 Bruna Ferraz, Vitor Gaucho
Scene 3 Marcia Imperator, Yumi Saito, Pit Garcia
Scene 4 Marcia Imperator, Sabrina Lins, Carlos Bazuca
Scene 1 Marcia Imperator, Kid Bengala
Scene 3 Larissa Mendes, Kid Bengala
Scene 2 Marcia Imperator, Pit Garcia / 1FICHIER
Scene 3 Jessy Key, Pamela Butt, Kid Bengala
Scene 1 Bruna Ferraz, Marcia Imperator, Roge
Scene 4 Marcia Imperator, Veronica Bella, Adriano Fischer, Falcon
Scene 4 Marcia Imperator, Patrick
Scene 4 Marcia Imperator, Oliver
Scene 1 Marcia Imperator, Maximus
Scene 2 Marcia Imperator, Roge
Scene 4 Marcia Imperator, Patrick
Márcia Imperator, Carlos Bazuca / BRUNA FERRAZ
Scene 1 Valeria Azevedo, Kid Jamaica / 1FICHIER
Scene 2 Valeria Azevedo, Kid Jamaica, Vinny Burgos
Scene 4 Valeria Azevedo, Carlos Bazuca
Scene 3 Yumi Saito, Kid Bengala
Scene 4 Valeria Azevedo, Vitor Lion
Scene 1 Valeria Azevedo, Vitor Lion
Scene 1 Valeria Azevedo, Hugo Ferrari / 1FICHIER
Scene 2 Yumi Saito, Peterson Carioca / DEPOSITFILES
Scene 3 Amanda, Vinny Burgos
Scene 5 Valeria Azevedo, Marcelo Ribeiro
Dirigido por: Victor Wagner Conde
ELENCO: Alessandra de Lima ...Judite, Claudia Belle ...Neia, Ditinha Fonseca ...Ditinha, Elizangela Soares ...Nalama, Elson Pinto ...Pinto Mole, Janaina Diniz ...Fofoqueira 2, Karina de Lima ...Fofoqueira 1, Nathaniel dos Santos ...Bruno, Nené Alves ...Amarildo, Roy Boy ...Gigolalaf, Tiririca Cover ...Capataz, Vera Lydia ...Dona Mamma
Pai de família apaixonado pela novela que acompanha sem perder nenhum capítulo, adormece e sonha estar casado com uma mulher que a muito não faz sexo com ele. Este deseja se divorciar para finalmente casar com sua empregada, mas um cláusula de seu casamento diz que o divórcio só poderá acontecer, caso um dos dois seja pego traindo seu parceiro.
Scene 1 Abele, Dhones Portella
Scene 2 Milly Amorim, Vinny Burgos
Scene 3 Bruna, Dino Miranda
ELENCO: Graziela Alves, Jaqueline, Dhones Portella, Vinny Burgos, Cleo Menezes, Shanna Vieira, Mariana Moreno, Kojac, Babalu, Jax, Neto
ELENCO: Raiza Venturini, Gabriela Muniz, Rogê, Falcon
DIREÇÃO: Nagisa Oshima
Japão, 1936. Sada (Eiko Matsuda), uma ex-prostituta, inicia um tórrido caso com Kichizo (Tatsuya Fuji), seu atual patrão. O que parecia uma diversão inconsequente logo transforma-se em uma intensa relação regida pela obsessão do prazer. Para os amantes não existem fronteiras na busca do mais completo êxtase. É o amor louco.
Scene 1 Louise Mignon, Monica Mattos, Jazz Duro
ELENCO: Britney, Carol Sampaio, Dhones Portella, Erica Vieira
Elenco: Isabelle Dumas, Jean Barcelona, Welington, Suzani, Roberto, Patricia Prado
Scene 4 Nikki Rio, Vitor Gaucho
Scene 1 Nikki Rio, Alex Ferraz
Scene 1 Nikki Rio, Alex Ferraz
Scene 1 Monica Mattos, Carlos Bazuca
Scene 2 Nikki Rio, Henry, Pit Garcia
Scene 4 Yumi Saito, Vitor Lion, Vinny Burgos
Scene 5 Nikki Rio, Andre Garcia
Scene 4 Mayara Rodrigues, Nikki Rio, Pit Garcia
Scene 3 Nikki Rio, Carlos Bazuca, Roge, Vitor Gaucho
Scene 3 July Paiva, Monica Mattos, Rocky Oliveira
ELENCO: Cris Taylor, Lanna, Lu, Selma Santiago, Luiz, Renato Werneck, Sandro Rosa
Dirigido por: Carlo Mossy
Elenco: Adrianne Adams, Bianka Leik, Daffene Dean, Rony Ram
Fotógrafo convida três modelos, uma delas virgem, para uma orgia. Muito sexo anal e lesbianismo, numa produção nacional acima da média para o longínquo ano de 1991 – quando Panteras e Brasileirinhas ainda nem sonhavam em nascer. A fita alardeia o “rompimento explícito, ao som de Mozart, do hímen de uma virgem legítima”. Hehehe. Que fanfarrão, heim? À de Mozart, cuja “Eine Kleine Nachtmusik” toca como música de fundo de exceção (aliás, a trilha sonora é um primor de quebra de direitos autorais), não há “virgens legítimas” e muito menos hímens para serem vistos na fita. Mas tudo bem, pelo menos o elenco é bem legal e relativamente bonito (especialmente para quem gosta de atrizes mais cheinhas e 100% naturais), e o sexo é bastante quente (destaque para a mina que é enrabada na janela).
Uma garota (Ljana Carrion) é sequestrada por um traficante de drogas (Vinnie Bressan) a mando de um senador corrupto (Coffin Souza), que pretende realizar uma festa com a presença de um padre (PC) e um médico (Gurcius Gewdner) dementes, utilizando a garota como diversão.
Com direção e roteiro de Petter Baiestorf, da Canibal Filmes, veterana produtora independente de filmes bagaceiros, Arrombada – Vou Mijar na Porra do Seu Túmulo!!! é um média metragem que certamente tem um título sonoro e que chama a atenção, mas a história é apenas um clichê, dessa vez explorando violência sexual, sadismo e alguns elementos repulsivos inseridos intencionalmente para causar desconforto no espectador como coprofagia e necrofilia, além de uma dose de crítica social, principalmente denunciando os péssimos políticos que dirigem nosso país e os padres aproveitadores e falsos.
ELENCO: Agatha Cristine, Karine Muller, Mariana Moreno
Scene 5 Lily Santos, Juliano Ferraz
Diretores: Tom Camps, Mário Lima, Antonio Campos
ELENCO: John Dickman, Evelyn, Sharon Fresan, Ed Hector, José Mojica Marins, Leonardo Martins, Vivian Mello, Josy Nunes, Danny Padilha, Paloma Perez, Ângelo Torres
Dr. Bartolomeu da Cunha cura seus pacientes dos mais diversos distúrbios sexuais, pela módica soma de quinhentos reais. José Mojica Marins encarna o tal doutor, responsável pelo desenvolvimento de uma fórmula mais poderosa que o Viagra para despertar a sexualidade nas pessoas. Acompanhado por sua equipe de médicos devidamente treinados, o Dr. Bartolomeu cuida de casos extremos de frigidez, lesbianismo reprimido e até virgindade tardia. Ao utilizar da própria fórmula no tratamento de uma severa impotência, Dr. Bartolomeu prova a eficácia de seu tratamento e liberta suas fantasias reprimidas.
ELENCO: Adriana, Rogê, Hugo, Pierre, Tony Tigrão
ELENCO: Aloan, Elektra Blond, Vivian Fernandes, Jorginho, Neto, Renato Vasconcelos, Vinny Burgos, Yuri Machado
Scene 3 Erika Dallavechia, Edu Costa
Scene 2 Erika Dallavechia, Kid Bengala
A SOBRINHA (1996)
ELENCO: Deyse Severo, Luciana Mendes, Michele Napoleão
Scene 5 Ellen Padilha, Shorty Mac
Direção: Richard de Castro
ELENCO: Nathalia Brunieri, Dino Miranda, Agatha Rangel, Dani
Scene 4 Ellen Padilha, Juliano Ferraz
Direção: Richard de Castro
Scene 1 | Thaina Perez, Dhones Portella | ||
Scene 2 | Viviane de Araujo, Vinny Burgos | ||
Scene 3 | Milena Santos, Giovane Souza |
Direção: Richard de Castro
Scene 1 | Bianca Brasil, Jax | ||
Scene 2 | Erica Vieira, Dhones Portella | ||
Scene 3 | Carol Sampaio, Isabela, Jax, Jorginho, Neto |
Escrito e dirigido por Catherine Breillat, baseado em seu romance de 2001 Pornocratie
"sequência" de Romance X (1999)
Uma mulher conhece um homem numa boate gay, sente-se atraída por ele e tenta se aproximar, mas é rejeitada. No banheiro, ela corta os pulsos com uma lâmina de barbear e só não morre porque o homem surge para salvá-la. Ele a leva para casa dela. A mulher o convida para vir mais vezes. Ele não quer. Ela oferece dinheiro para que venha... e ele aceita. Assim, durante quatro noites, o homem é apresentado a diversos aspectos do sexo feminino e estas sessões acabam o impressionando a ponto dele ficar sinceramente interessado na mulher.
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Direção: Laurent Bouhnik
Para quem achou "Ninfomaníaca" um explicitamente erótico mas sem tesão, pesado e depressivo, "Q" pode ser a alternativa. Nesse filme francês, acompanhamos vários personagens desajustados, sempre com um ponto em comum: sexo. Cecile perdeu seu pai e transforma seu luto em prazer sexual. Assumindo a postura de uma ninfomaniaca, ela sai transando loucamente. Outros personagens cruzam seu caminho e entre momentos de incerteza na vida e futuro incerto, a cama ou o banheiro são o lugar ideal para terapia. Sexo oral, masturbação, penetração, banho coletivo, vale-tudo nessa busca pelo uma luz no fim do túnel. Mas atenção: o sexo aqui também não tem a intenção de provocar excitação na platéia. Filmado de forma fria, escura, não há como ninguém se excitar vendo as cenas despudoradas interpretadas por atores franceses em busca de um lugar ao sol. Sexo, sexo, sexo. No entanto, faltou um bom roteiro e uma boa direção. O filme segue sem ritmo, chato, perdido.
ELENCO: Sônia Braga, Humberto Carrão, Fernando Teixeira, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Carla Ribas, Zoraide Coleto, Pedro Queiroz, Tavinho Texeira, Buda Lira, Paula de Renor, Germano Melo, Julia Bernat, Allan Souza Lima, Bárbara Colen, Thaia Perez, Joana Gatis, Clarissa Pinheiro, Daniel Porpino, Lula Terra, Rubens Santos, Valdeci Junior, Andrea Rosa, Arly Arnaud, Leo Wainer, Bruno Goya
A produtora Video Filmes de Walter Salles é um grande apaixonado por cineastas que falam sobre a memória. Foi assim com o chinês Jia Zheng Ke, e agora com Kleber Mendonça e seu poema sobre o passado, presente e futuro intitulado "Aquarius". O prédio que dá nome ao filme se localiza no bairro nobre de Boa Viagem, e fica de frente pra praia. Clara (Sonia Braga), é uma escritora aposentada e de classe média alta: possui 5 apartamentos e tem boa aposentadoria. Mas ela não quer sair do apartamento onde mora, mesmo que a construtora lhe ofereça uma boa soma em dinheiro. Todos os outros moradores, que saíram do prédio, reclamam com Clara, pois não podem receber o dinheiro enquanto ela não sair de lá. Mas ela se recusa: o apartamento é o seu mundo. Lá ela tem recordações da vida inteira: os fantasmas do passado, as ftos, os milhares de Lps e a companhia de sua empregada que está com ela há quase 20 anos. O filme discute o tempo todo a dicotomia velho X Novo. Clara transa com um michê novo. O jovem Diego (Humberto Carrão) praticamente preside a empresa de sua família. Os filhos de Clara a acham retrógada e antiquada. Só quem entende Clara é a sua empregada, brilhantemente interpretada por uma atriz que não consegui achar o nome. Tecnicamente impecável, e com uma trilha sonora de encher os olhos (Roberto Carlos, Maria Bethânia, Queen, Paulinho da Viola, Taiquara, etc), "Aquarius" é um bom filme que faz uma metáfora sobre o abuso do Poder e sobre a morte do passado. Reminiscentes como Clara, que briga com unhas e dentes para defender o que é seu, brigam o tempo todo com pessoas que desconhecem o sentido da palavra humanismo. O filme recentemente ficou envolvido em polêmica por causa de cenas de sexo (um pênis ereto, sexo grupal e sexo oral), e ganhou grande repercussão. Confesso que achei o filme longo e com personagens em excesso. Mesmo assim, merece ser visto. Nem que seja pela atuação irrepreensível de Sonia Braga, na melhor interpretação de sua carreira.
Retrato cruel da juventude Sérvia, dirigido pela atriz Maja Milos. Jasna (Isidora Simijonovic) é uma adolescente de 16 anos que mora com seu pai em estado terminal, sua mãe que vive cobrando atitude por parte dela, e com sua irmã caçula. Nesse ambiente de pouco amor, ela encontra refúgio com as amigas, fora de casa. Jasna perambula por festas, baladas, regadas a muito sexo, drogas e diversão inconsequente. Até que ela conhece Djole, por quem se apaixona, e que faz dela um mero objeto sexual. Devastadora visão da juventude pós-guerra da Sérvia, mostrando a cidade destruída não somente em termos materiais, mas também psicológicos. Os personagens são todos fora de rumo, desesperados, fugindo de sua realidade da forma que podem. A coragem da atriz Isidora Simijonovic em se expôr por completo, participando de cenas de sexo explícito (em sua maioria, conforme os créditos, usando dublê), vomitando, cheirando, enlouquecendo, dá ao filme uma dinâmica muito poderosa dessa personagem. Nào é a toa que ela ganhou vários prêmios de interpretação. A juventude retratada não quer estudar, não quer trabalhar, se droga, bebe o dia todo, usam celulares para gravarem vídeos (inclusive, o celular é usado como narrativa no filme). O ritmo é lento, o filme é longo, a frieza da narrativa pode incomodar muita gente. Mas é um retrato poderoso de uma geração, assim como foi "Cristiane F" nos anos 80.
Direção: Petter Baiestorf
Elenco: Cesar Coffin Souza, Gurcius Gewdner, Jorge Timm, Lane ABC, Ljana Carrion, Petter Baiestorf
VADIAS DO SEXO SANGRENTO não pode ser acusado de propaganda enganosa: há sacanagem e violência em doses cavalares, embora os efeitos especiais sejam muito toscos para realmente chocar o espectador; assim, este acaba divertindo-se com os exageros (tipo tripas arrancadas pelo ânus). Baiestorf atenta ao bom gosto e aos bons costumes a cada segundo: entre masturbação (masculina e feminina), lesbianismo, estupro, necrofilia, uma garota mijando num cara (de verdade), linguagem chula, jatos de esperma e de sangue e nudez total (masculina e feminina), há um pouco de tudo para incomodar qualquer tipo de espectador, e a edição brilhante consegue condensar milagrosamente tamanha quantidade de barbaridades em meros trinta minutos!
Dirigido por Alexandre Stockler
Elenco: Caio Blat, Rodrigo Bolzan, Cainan Baladez, Renata Airoldi, Luiz Araújo, Bárbara Paz, Lavínia Pannunzio, Nany People, Cláudia Schapira, Carla Trombini
Cristiano, Francisco e Gabriel são três jovens de classe média que moram em São Paulo, com a típica alienação juvenil dos dias de hoje. Todos com muitas frases feitas na cabeça e nenhum senso de realidade. Assim que terminam o ensino médio, saem pela noite paulistana em busca de diversão. Faz um retrato dos dilemas de uma juventude dos anos 90 e focaliza uma geração diante de um dilema: de um lado uma necessidade quase fisiológica de se divertir; de outro, uma preocupação contínua de se estabelecer em uma sociedade que oferece cada vez menos oportunidades. Na noite de horrores na qual os garotos mergulham, o entretenimento confunde-se com a violência, assim como a preocupação de se estabelecer na sociedade confunde-se com a tragédia humana. Na tentativa de se divertirem a "qualquer custo", acabam estuprando e matando uma adolescente. A partir daí, eles passam a tentar encobrir os crimes e, quanto mais eles tentam resolver os problemas, mais eles se complicam.
Direção: Gregório de Mattos
Fátima Toledo pelo visto andou praticando seu método de direção de atores na Áustria. A atriz Maria Hofstätter apanha o filme quase que todo, se pune, se chicoteia, se arrasta pelo chão, num processo de atuação que me deixou muito chocado. Sou muito fã dos filmes extremamente crus e hiper-realistas de Ulrich Seidl. Desde o seu 1º filme, "Dog days", passando por "Import Export", "Paraiso: Amor", Ulrich tem incomodado platéias e críticos com suas cenas de extrema violência física e psicológica, sexo explícito, em tramas que geralmente abordam o universo feminino, de mulheres maduras que sofrem de depressão e que desejam desesperadamente tentar fugir da rotina exasperante. "Paraíso: fé", é o terceiro de uma trilogia, que começou com "Amor", e prosseguirá com "Esperança". O filme narra a história de Anna, uma enfermeira católica que faz parte de um grupo de religiosos fervorosos que pregam a palavra de Deus, e cuja intenção é trazer a religião de volta na vida das pessoas. Quando ela tira férias do trabalho, ela resolve visitar os vizinhos e fazer com que eles se convertam ao catolicismo. Assustada com a falta de fé das pessoas, Anna se pune, como forma de se sacrificar pelos pecados dos homens. Um dia, porém, seu marido muçulmano e aleijado retorna para casa, e tenta Anna a voltar aos tempos de esposa que divide os prazeres da carne. Não é um filme fácil de ser visto: é lento, quase muito pouca coisa acontece em cena, e o que se vê são várias cenas onde a personagem apanha o tempo todo. A fotografia, a cargo do americano Edward Lachman ("As virgens suicidas", "Eu não estou aqui") e Wolfgang Thaler é estonteante. Existe uma cena de tempestade cuja côr é algo indescritível de tão bela. Ulrich sempre expõe o sexo de forma crua, feia, suja, sem tesão. Aqui, temos uma cena de orgia num parque, onde Anna irá flagrá-los em pleno ato. É uma cena repugnante, onde os atores praticam sexo real, explícito. Um filme pouco recomendável para pessoas sensíveis, principalmente os religiosos.
Direção: Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez
ELENCO: Eduardo Chagas, Phedra de Córdoba, Silvio Eduardo, Hugo Faz, Isabel Friosi, Henrique Mello, Felipe Moretti, Suzana Muniz, Stephane Sousa
Direção, Roteiro: Daniel Nolasco
Elenco: Leandro Faria Lelo ... Sandro Karnas, Allan Jacinto Santana ... Ricardo Cardoso, Renata Carvalho ... Paula Astorga, Rafael Theophilo ... Maicon Machado, Del Neto ... David Machado, Larissa Sisterolli ... Larissa Machado, Marcelo D'Avilla ... Dog / Sorveteiro, Leo Moreira Sá ... Cezar Migliorin, Candy Mel ... Rita de Cássia, Conrado Helt ... Ramon / Batalha, Gabryel Batista ... Peter Schenkenberger, Norval Berbari ... Zé da Lina, Klisman Borges ... Danny Di Cioccio, Branca Cardoso ... Suzana Faiad, Tothi Cardoso ... Bill Clayton, Roberto de Souza ... Dom / Dick Fisk, Isabella Cecília do Nascimento ... Margot Cardoso, José Milson Fabiano ... Locutor da Love Songs, Bruno Fernandes ... Al Parker, Anna Vitória Almeida Franca ... Maria Alice Cardoso, Guilhermina Guinle ... Madame G, Rogério Nogueira ... Roberto Okun, Wilker Rodrigues ... Casey Donovan / Homem Na Farmácia, Sajoão ... Peter Berlin, Marcelo Souza e Silva ... Augusto Astorga, Thiago Silva ... Thiago Silva, Geovaldo Souza ... Locutor da Rádio Cidade
Que prazer que dá em assistir a um filme que ousa, que quer fazer arte unindo erotismo e cinema de transgressão. Em um lago frequentado por homossexuais em busca de sexo fácil, Franck conhece Michel. O tesão por ele é imediato, mas não é fácil se aproximar de Michel. Uma noite, Franck o vê matando o seu parceiro afogado no lago. Mesmo assim, ele insiste em se aproximar dele, sem temer ser a próxima vítima. Mais polêmico do que as cenas de sexo explícito, que inclui sexo oral e close em pau gozando, é essa visão suicida e perversa dos gays. A fotografia do filme é um deslumbre, principalmente na escolha de se fazer cena completamente escura nas noturnas, provocando uma atmosfera de suspense absurda. O brilho do sol refletido na superfície da água do lago também remete a um Paraíso dantesco, onde uma hora pode-se gozar, na outra morrer. Alain Guiraudie ganhou o prêmio de DIreção em Cannes 2013 na Mostra um Certo Olhar. Aliás, um prêmio merecidíssimo. Guiraudie usa a rotina (o plano do carro chegando é o mesmo durante o filme todo) marcando o tédio da vida dessas pessoas solitárias e infelizes. Os atores se entregam ao filme, passando quase que o filme inteiro nús, despojados, sem qualquer constrangimento. Quanto as cenas explicitas, acredito terem usado dublês para os atores principais. A narrativa do filme vai de um ritmo lento até chegar ao nível do insuportavelmente tenso no seu desfecho. Um brilhante exercicio de transformação de gênero de filme. A figura do detetive remete ao seu filme anterior, "O rei da fuga", debochando um pouco da figura policial. Além do humor do detetive, tem-se o humor do frequentador que sempre quer fazer parte das orgias, sem sucesso. As cenas de trepadas são muito bonitas e bem armadas.
O cineasta paulista Gustavo Vinagre cresceu em São José dos Campos, mas foi estudar Roteiro na escola de Cuba. Após passar anos por lá, voltou para sua cidade e se assustou com a cidade. Vítima da especulação imobiliária, São José dos Campos mudou radicalmente, e com esse crescimento, as pessoas também mudaram. Gustavo resolveu colocar um projeto de curta no Catarse e para sua surpresa, os temas eram tantos, que o curta virou um média de 50 minutos. Misturando a linguagem do documentário com o de ficção, Gustavo se escalou para o elenco, e incluiu, entre outros, seu namorado, o também cineasta Caetano Gotardo, diretor do interessante "O que se move". Gustavo interpreta um jovem de classe média, que mora com a sua mãe, e que passa os dias perambulando pelas ruas com um amigo, com quem transa em lugares públicos. Eles também transam a três com um peão de obra; Gustavo transa com o pai do amigo, e para finalizar, os 2 amigos estupram um corretor de imóveis, interpretado por Caetano. Todas essas cenas, encenadas com sexo real, explícito. Costurando o filme, alguns personagens dão depoimentos, entre eles, um amante de filmes de terror que vai citando filmes famosos. Dito assim, o filme parece uma colcha de retalhos, E é. Muitas das situações são aleatórias, mas no final me pareceu que Gustavo quis, além de criticar o avanço imobiliário (que inclusive dá nome ao filme, pois um grande empreendimento se chamará de "Nova Dubai"), retratar a solidão e a falta de perspectiva de jovens na grande cidade. O sexo é visto como fetiche (incesto e estupro), e a violência está em cena explicita ou implicitamente. Não é um filme que a gente possa indicar para qualquer cinéfilo, tanto por conta das cenas de sexo explícito, quando pela aparente falta de lógica da trama. O elogio fica por conta da coragem do cineasta em se expôr de forma tão aberta, o que me fez lembrar de Edgar Navarro, mítico cineasta baiano do underground, que surge em cena defecando no filme "O rei do cagaço".
Direção: Damien Odoul
O ator Mathieu Amalric protagonizou nesse filme francês várias cenas de sexo explícito, que inclui masturbação, sexo oral, etc. E nem por isso ele deixou de fazer outros trabalhos. Pelo contrário, ganhou respeito da crítica européia. O cinema francês, em relação a erotismo e despojamento de seus atores, está anos luz a frente do cinema nacional. Nesse flme-ensaio, Almaric interpreta um homem em crise com sua namorada, que cobra uma gravidez. Irritado, ele a dispensa e junto de seu amigo videasta, resolve buscar sexo fácil e promíscuo com outras mulheres. Usando depoimentos de seu amigo, que entrevista mulheres aleatoriamente na rua, fazendo seus relatos sexuais e fetiches, Richard O. (uma alusão ao erotismo fetichista de "A história de O", clássico dos anos 70) entra em contato com cada uma deles e se oferece para objeto sexual. Descontínuo e elipsado, o filme percorre a linguagem de um filme de arte para expôr a vida sexual desse homem em conflito consigo e com a sociedade francesa. O filme tem um ritmo lento, as cenas de sexo são escuras e sem tesão, estando mais para sexo grotesco do que sensual. Vale como curiosidade para assistir a um filme onde um ator celebridade como Mathiew Almaric protagoniza cenas de sexo reais sem qualquer pudor. Tudo pela arte.
Vencedor do prêmio Especial do Júri no Festival Vitória Cine Vídeo 2014, "Batguano" é um cinema que renova a linguagem do cinema novo e do cinema marginal. Inspirado em Sganzerla e até mesmo na filmografia iconoclasta de Godard, Tavinho Teixeira mistura tudo nesse liquidificador cultural: ícones pop, músicas de Nino Rota, sexo explícito, ficção científica, back projection e muita libertinagem e fetiche. Experimental de cabo a rabo, é um filme que busca teorizar sobre o envelhecimento e a decadência do corpo e da mente. Em um futuro, Batman (Everaldo Pontes) e Robin (Tavinho Teixeira) são um casal gay, aposentados e já sem ânimo para nada. Isolados em um trailer por conta da peste Batguano (as fezes dos morcegos em contato com as fezes humanas dizimaram parte da população), Batman e Robin vivem fazendo pegação em áreas gays. Batman se mantém dirigindo filmes pornôs, onde ele protagoniza cenas de sexo com um Minotauro (Everaldo se expõe com muita liberdade. praticando sexo oral no outro personagem) e Robin vive se pegando com michês e levando surra deles. É difícil explicar o que é o filme, e assistindo, o espectador se deixa levar pelo forte conteúdo visual. A direção de arte é bem caprichada, apostando na sociedade distópica e decadente. A fotografia de Marcelo Lordello (fotógrafo de "eles voltam") bota o filme em tons frios, acertando na atmosfera a qual o filme se propõe. Tavinho Teixeira é um cineasta que se aproxima de Caetano Gotardo e de Gustavo Vinagre, cineastas de "Nova Dubai", filme experimental onde também os cineastas atuam e se expõem em seus fetiches, praticando sexo explícito em cena. Essa é a luta desses autores, que buscam em seus filmes uma forma de mostrar que ainda pulsa Cinema em suas veias. A cena onde Batman e Robin ligam o Batmóvel e por trás vemos um Back projection, é antológica.
Direção: Pascal Arnold e Jean-Marc Baar
Comédia dramática sobre um adolescente pêgo em sala de aula se masturbando. A partir desse fato, o filme destrincha a vida sexual de todos os integrantes da família do rapaz. Jean Marc Baar é mais conhecido como ator dos filmes "Europa", de Lars Von Trier e "Imensidão azul", de Luc Besson. Aqui, ele resolve co-dirigir esse filme de forte contexto sexual, recheado de cenas de sexo explícito envolvendo atores de várias faixas etáreas. Cenas de masturbaçao, penetração, sexo oral, bacanal. O roteiro é bem raso, acompanhamos a rotina de cada pessoa da família em suas inseguranças acerca de sua sexualidade. O avô que transa com uma prostituta; o irmãos mais novo que quer perder a virgindade; o irmão mais velho que só faz sexo a três; os pais que tentam recuperar o tesão que tinham há anos atrás; e a irmã que se excita ouvindo sacanagem. Como o próprio titulo diz, são crônicas de uma família que se expõe em seus tabus, taras e fetiches. O elenco inteiro, de 18 aos 70 anos, faz cenas de sexo explícito, algo que para os franceses não é um tabu.
Premiado nos Festivais de Berlin e Cannes, "Fat girl" é um filme cruel, brutal e com os 10 minutos finais mais bizarros, violentos e estranhos que já vi em um filme, vindos de uma forma totalmente inesperada, como se o filme mudasse radicalmente de gênero. Catherine Breillat é uma escritora francesa e uma das diretoras mais polêmicas do mundo, com filmes repletos de cenas de sexo explícito, perversão, misoginia e fetiches. Breillat maltrata todos os personagens de seus filmes, sem nenhum pudor. O filme faz parte do rigoroso e restrito catálogo do selo Criterion, dedicado a filmes que são relevantes para a história do cinema. É impressionante pensar que esse filme tão cruel tenha feito tanto a cabeça de jurados e de críticos mundo afora. Se forem procurar a opinião do público, é unânime que todos ficaram chocados com o final e por isso, odiaram o filme. E é curioso como os europeus não têm problemas com a sexualidade em seus filmes: aqui, cenas de sexo explícito envolvendo menores de idade sem nenhum censura. Breillat teve a idéia do roteiro quando esteve em uma praia e viu uma menina obesa simulando atos sexuais sozinha com um corrimão. A atriz estreante que interpreta Anaïs (Anaïs Reboux), tinha 12 anos na época e simula cenas de sexo, fica nua e enfrenta uma cena violenta. Sua irmã na história é Elena (Roxane Mesquida), 15 anos. Ambas passam um final de semana numa casa de praia no interior. Anais é obesa, Elena é toda linda. Anais sente ciúmes de Elena porquê ela conhece um belo estudante italiano, por quem se apaixona. O rapaz quer de qualquer forma desvirginar Elena, mas ela resiste. A cena do italiano tentando convencer Elena a fazer sexo é longa, mas bastante despojada e naturalista. É uma cena de uns 10 minutos, só do rapaz tentando convencer. As atrizes estão estupendas no filme, esbanjando bastante talento e emoções afloradas de desejo, tesão e muito rancor. O italiano Libero De Rienzo também está ótimo e seu personagem é bastante complexo, alternando sedução, carisma e malandragem."Fat girl", é um filme que fala sobre bullying, sobre desejos ocultos, sobre desamor. Toda a família, pais e irmã, desdenham de Anais, que se refugia na comida. Só é difícil indicar o filme para ser visto. Não é para qualquer um, pois afeta bastante a auto-estima de quem o assiste.
Direção: Sean Bake
Bom drama americano independente, com 2 excelentes atrizes: Dree Hemingway, e Basidka Johnson. A 1ª com 21 anos, a 2ª com 85 anos. O filme narra a amizade entre uma garota que faz filmes pornôs, e uma senhora viúva, logo após da garota comprar um objeto na casa da senhora e descobrir que dentro tinha 10 mil dólares. Um filme sensível, e que contém inusitadamente cenas de sexo explicito. A atmosfera do filme traz um frescor do filme independente, que admiro bastante. O filme tem uns 20 minutos a mais, porém compensa admirar o trabalho dessas duas mulheres. Ah, tem também o cachorrinho Starlet, páreo duro pro cachorro de "O artista".
Direção: José Gaspar
Elenco: Carlinha, Rafaela, Sheila Rio, Sharon, Lua Ester, Yasmin, Pequena, Crisbel, Angela, Debora
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Dirigido por Virginie Despentes e Coralie Trinh Thi, baseado no romance homônimo de Virginie Despentes, publicado em 1994
Manu e Nadine são duas jovens mulheres, que após passarem por situações traumáticas, são marginalizadas pela sociedade ao embarcarem em uma jornada destrutiva de sexo e violência. Quebrando normas e matando homens, elas provocam controversas cenas pela estrada da França.
Direção: Patrice Chéreau
Jay (Mark Rylance) e Claire (Kerry Fox) formam um casal que vive uma relação passional, se encontrando todas as quartas-feiras à tarde por um único motivo: sexo. O casal segue um ritual: tiram as roupas, fazem amor, se vestem e partem sem dizer uma só palavra. Sempre se sentem um pouco embaraçados, mas nada têm a dizer um ao outro e também nada sabem sobre suas vidas. Um dia, Jay decide conhecer melhor sua parceira. Ele a segue e descobre que ela é uma atriz, casada e com um filho. Seu marido é um simpático taxista, com quem Jay faz amizade. Ao saber do fato, Claire desaparece. Mas Jay não se conforma e parte em sua procura.
Dirigido por: Bo Arne Vibenius
Garota é violentada quando criança e perde a fala. Na adolescência, ela vai ser enganada por um pilantra que a vicia em heroína e a prostitui, controlando-a através do vício. Depois de passar por todo tipo de sofrimento, a jovem consegue um treinamento em tiro e artes marciais, partindo finalmente para a vingança. Foi o primeiro filme a ser banido da Suécia - país de sua produção - por causa de suas cenas de sexo e violência.
Dirigido por: Joe D'Amato
Ah, o que seria de nós Cinéfilos, sempre em busca de pérolas do cinema, sem os clássicos cults italianos dos anos 70 e 80? "Pornô Holocausto" é literalmente o que o titulo sugere, para não deixar dúvidas. É um filme de sexo explícito + filme de terror, pegando carona na obra-prima "Canibal Holocausto". E sendo de um Cineasta italiano, no caso Joe D'amato (hoje renomado cineasta de filmes eróticos), é um festival de cenas trash, toscas e que irão direto para o compêndio de cenas mais bizarras da história do cinema. Uma expedição de cientistas segue até uma ilha no Caribe, onde em 58 aconteciam testes com bombas nucleares. Os cientistas ouviram relatos de crustráceos gigantes na ilha e vão até lá investigar. entre uma cena e outra, rola muita trepada: hetero, lésbico, menage. No menage, há um fato curioso que um dos homens olha para a câmera durante a cena e ninguém cortou esse plano. Hilário! Súbito, um ser radioativo aparece e vai matando um por um. Os homens, ele mata na hora. As mulheres, ele estupra e as mata com seu sêmen radioativo. Esse filme é um Festival de atrocidades cênicas que me fizeram rir várias vezes. Os piores atores do mundo, a trilha sonora mais escrota, a direção mais bisonha, o roteiro mais sem noção e a maquiagem mais pavorosa. Mas a junção disso tudo culmina em um clássico que somente os bons entendedores de filmes cult curtirão.
Dirigido por Tinto Brass
Elenco: Vanessa Negrini, Luci Brando, Rodrigo Vieira
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Dirigido por Michael Winterbottom
ELENCO: Kieran O'Brien, Margo Stilley
O filme narra uma moderna história de amor, ao longo de um período de doze meses em Londres, de um jovem casal: Matt, um climatólogo britânico, e Lisa, uma estudante de intercâmbio americana. A história é construída a partir de uma reflexão pessoal da perspectiva de Matt. O principal interesse do casal é a paixão pela música ao vivo, sendo que eles frequentam shows de rock juntos. O filme retrata o casal ou Matt sozinho, assistindo a nove músicas, intercaladas por cenas de sexo explícito.