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Chumbo Grosso - Filme 2007 - AdoroCinema

Chumbo Grosso (Hot Fuzz, 2007)

OK.RU / UPTOBOX / DRIVEGOOGLE

Três anos depois do mega sucesso de "Todo mundo quase morto", uma paródia inglesa sobre zumbis estrelada por Simon Pegg e dirigida por Edgar Wright, a dupla escreve o roteiro de "Hot fuzz" e repete o sucesso de crítica e público. Dessa vez, a brincadeira é com filmes de serial killer, especificamente "Pânico", e também, elementos de "O exorcista". Edgar Wright também dirigiu "Baby driver" e "A última noite no Soho", e prima pela sua edição acelerada, criatividade na narrativa e muitos elementos pop. Olivia Colman estava em início de carreira e faz o papel de uma policial bem no estilo "Loucademia de polícia". Simon Pegg é o policial Nicholas Angel, um dos melhores da corporação em Londres. Enciumados, os superiores o enviam para a pequena cidade de Sandford, a contragosto de Nicholas, pois nada acontece na cidade. Chegando lá, ele é obrigado a fazer dupla com o policial Danny (Nick Frost), um alcólatra infantilizado e viciado em filmes policiais. Crimes começam a acontecer na cidade, com um serial killer eliminando pessoas influentes da cidade. Não é um filme para crianças, apesar de ser uma comédia, por conta de suas cenas de violência, exageradas para entrar no universo do gore. Mas o elenco é simplesmente genial: além de Pegg e Frost, Bill Nighy, Olivia Colman, Martin Freeman, Timothy Dalton, Jim Broadbent, Paddy Considini. A curiosidade é que Considini viria a dirigir em 2011 o drama violento "Tiranossauro", com Olivia Colman, e foi um filme que trouxe Colman ao estrelato.

Pusher 3 - Nicolas Winding Refn - Blu-ray Disc - www.mymediawelt.de - Shop  für CD, DVD, BLU-RAY, Filme, Serien, Blockbuster, Musik, Spiele

Pusher III - O Anjo da Morte (2005)

OK.RU

Escrito e dirigido por Nicolas Winding Refn

Quando Milo, um influente traficante, tem um problema com o seu carregamento de heroína, procura a ajuda de seu velho amigo Radovan.

Pusher II (2004) - IMDb

Pusher II - Mãos de Sangue (2004)

OK.RU

Escrito e dirigido por Nicolas Winding Refn

Após passar meses na prisão, e ser liberado novamente da cadeia, Tonny está de volta às ruas e decide endireitar sua vida, mas encontra enorme dificuldade graças aos velhos amigos e ao grupo de criminosos que seu pai, Smeden lidera. Tomando todas e se drogando com frequência, Tonny acaba se perdendo cada vez mais. Odiado pelo pai e considerado um retardado pelos amigos, as coisas pioram ainda mais quando Tonny descobre ter um filho.

Pusher (1996) - IMDb

Pusher (1996)

OK.RU

Dirigido por Nicolas Winding Refn

Frank e o seu amigo Tonny percorrem as ruas da Dinamarca vendendo e usando drogas, arrumando brigas, transando com mulheres e buscando negociações cada vez maiores. Uma dessas negociações dá errado e Frank contrai uma dívida alta com outro traficante. Sem ter como pagar e conhecendo como as coisas funcionam entre os traficantes, Frank corre contra o tempo e adota medidas desesperadas para tentar salvar a própria vida.

A Maquina Do Tempo 1960 Blu Ray Dublado E Legendado | MercadoLivre

A Máquina do Tempo (The Time Machine, 1960)

ULOZTO / MEGA / MEDIAFIRE SENHA: teladecinema.net / OK.RU

George Pal (1908-80) foi um produtor e diretor do cinema americano. Nascido em 1 de fevereiro em Cegled, atual Hungria, trabalhou na sua terra natal e na Alemanha como cenógrafo. Na América, fez desenhos animados para a Paramount, depois animação de bonecos (a que chamou de Puppetons) Dirigiu pelo menos 48 curtas. Passou a produzir depois de 1950 (filmes como "A Selva Nua"/"Naked Jungle", 1954, de Byron Haskin; "Houdini, o Homem Miraculoso"/"Houdini", 1953, de George Marshall, entre outros). Também dirigiu a partir de 1958. Mas continuou fiel ao seu cinema fantástico, que utiliza recursos de animação e trucagens. Morreu de enfarto em 2 de maio, em Los Angeles.

Este talvez seja seu filme mais conhecido, muito mais admirado e querido do que a refilmagem. Talvez um pouco ingênuo para as platéias sofisticadas de hoje, ainda assim é uma adaptação eficiente do livro de H. G. Wells, o escritor que foi um dos pais do gênero ficção científica.

O elenco é fraco (a coitada da estrelinha Yvette Mimieux faz um papel quase mudo e o australiano Rod Taylor sempre foi meio canastrão), os recursos são limitados (quase tudo feito em estúdio), mas o filme tem ainda certo charme.

Os Rapazes da Difícil Vida Fácil (1980) - IMDbImagemImagem

Os Rapazes da Difícil Vida Fácil (1980)

ULOZTO

Direção de José Miziara

João (Ewerton de Castro) canta em uma cantina pra juntar dinheiro e casar com Carla (Sílvia Salgado). O jeito ingênuo dele desperta o interesse de Mdme. Gilberto (Elizabeth Hartmann), dona de um bordel masculino. O rapaz deita na cama, faz a fama e ganha muito dinheiro. Ele esconde a sua ocupação e desperta a curiosidade da noiva, dos familiares e dos amigos, e todos começam a segui-lo. E a confusão está só por começar.

 Jogo das Decapitações - Filme 2013 - AdoroCinema

Jogo das Decapitações (2013)

OK.RU

Dirigido por Sérgio Bianchi

Leandro (Fernando Alves Pinto) é filho de Jairo Mendes (Paulo César Pereio, quando velho, e João Velho, quando jovem), um cineasta marginal, e de uma Marília (Clarice Abujamra), uma ex-militante. Em seu mestrado, ele pesquisa sobre a ditadura militar no Brasil e acaba se deparando com a obra do pai, censurada em 1973. Paralelamente a isso, o personagem principal encontra Rafael (Silvio Guindane), um jovem niilista que muda sua perspectiva do contexto político.

 TUDO DE BOM "O FILME" - REBECA NEMER - YouTube

Tudo de Bom, O Filme (2009) 

YOUTUBE / OK.RU

Depois da excelente aceitação do filme “Sou Diferente”, Rebeca Nemer participa desta vez de um disputado e hilário concurso musical da televisão, em que o vencedor ganhará a gravação de um DVD. Nesta grande comédia musical encontraremos velhos conhecidos como Vareta, Pipoca e muitos outros. Mas também há gente nova no pedaço... isso mesmo! Você acha que já a conhece de algum lugar né? Conhece mesmo, já deve ter tido vários pesadelos com ela. O nome dela? Beca, a Feia. Realmente é um nome um tanto óbvio. Mas ela tem algo além da feiúra. Ela quer destruir o sonho da Rebeca. Se bem que sozinha, será difícil conseguir... ué... ela não está sozinha? Vareta e Pipoca? E quem são essas... bailarinas anãs? É isso mesmo? Bom, a Rebeca que se cuide, e pra saber se esse pessoal vai conseguir acabar com o sonho dela, só mesmo assistindo esse filme que é TUDO DE BOM!!! Até no nome.

Maldita Coincidência (1979) - IMDb

Maldita Coincidência (1979)

OK.RU

Dirigido por Sérgio Bianchi (estréia)

O filme se passa no ano de 1974 e a história acontece dentro de um casarão abandonado no centro de São Paulo, que mais do que uma simples locação, pode ser considerado um personagem principal e indispensável na composição do longa. Os habitantes desse casarão são jovens dos mais diferentes estilos e tribos, desde os hippies até os militantes, gays e aqueles que eram tachados como doidos, e dentro daquele local misterioso, dividem experiências, histórias e uma nova filosofia de vida que era compartilhada pela juventude dos anos 70. Todo enredo gira em torno da maneira como essa juventude da época revolucionou o jeito de enxergar o mundo e das mudanças geradas por esse novo pensamento. Dentro desse casarão, distantes de todos os outros tipos de convivência em sociedade, como a cidade, escolas, família e trabalho, esses jovens se ocupam em discutir sobre diversos assuntos como liberdade, drogas, novas maneiras de se relacionar, marginalidade, entre outros.

Filme brasileiro

Mãe e filha (2011)

OK.RU

Vencedor de vários prêmios no Festival do Ceará de 2011, entre eles de melhor filme, roteiro e som, e também de melhor fotografia no Festival do Rio 2011, o filme é um tour de force do cineasta cearense Petrus Cariry. Ele escreveu, produziu, dirigiu, fotografou, fez a câmera e ainda editou. Mais autoral, impossível. E isso me faz pensar que existem filmes que parecem ter sido feitos apenas para serem exibidos em Festivais e ganhar prêmios. Porque o juri de Festival adora filmes assim: cabeça, hermético, recheado de simbolismos. Em uma cidade do interior do Ceará, Cococi, uma mulher retorna para casa 20 anos depois. Ela vem cumprir uma promessa que havia feito para sua mãe, antes de ir para a cidade grande: de que traria seu filho para conhecer a avó. Porém, o filho está morto, mas sua mãe o trata como se estivesse vivo. Entre fantasmas do passado e rusgas mal resolvidas, as duas passam momentos de solidão e silêncio tentando entender o que as afastou. Impossível assistir ao filme e não me lembrar de "O céu de Suely". Além de escalar a mesma atriz, a extraordinária Zezita Matos, que fez a avó de Suely no filme de Karin Ainouz, o filme tem como tema principal a volta para casa e o reencontro com o passado. É como se Suely voltasse para sua casa 20 anos depois. A mesma falta de comunicação, o mesmo rancor guardado dentro delas. A influência de Tarkovsky na narrativa também é evidente. Planos muito longos, contemplativos, onde nada acontece. A vida pautada pelo tédio e pelo nada. Acordar, comer, dormir. Esperando o dia da morte. As atuações aqui das duas atrizes, Zezita e Juliana Carvalho, são excessivamente dramatizadas, quase épicas e pomposas. Isso faz com que o filme saia do naturalismo. O filme também se utiliza do universo fantástico, ao apresentar os 4 cavaleiros do Apocalipse, na pele de 4 cangaceiros. Achei essa simbologia exagerada, assim como os planos lentos, desnecessários, de imagens de animais, cenários e etc. Parecem ter sido gravadas em vídeo e ficou uma textura que briga com a do filme. Um plano longo de 2 cães brigando, a mãe degolando uma galinha e ela se debatendo até morrer são momentos desnecessários. É um filme de ritmo extremamente lento, cansativo. A dramaturgia deu lugar às imagens que são belas em sua maioria, mas vazias. No final das contas, apenas um filme sobre reencontro mãe e filha, em 80 minutos de projeção, mas que de conteúdo tem muito pouco. Curiosidade: logo no prólogo inicial, achei que estava vendo "Post Tenebra Lux", o filme de Carlos Reygadas que ganhou Melhor Direção em Cannes 2012. A narrativa e a estética são muito semelhantes.

Lp Infantil Plunct Plact Zum | MercadoLivre

Plunct, Plact, Zuuum (1983)

OK.RU

Proibidos de fazer as coisas que amavam, as crianças Aretha, Bruno Netto, Fabiano Vannucci, Marinela Graça Mello e Paulo Vignolo planejam se mandar. Eles encontram um titereiro que passa a lhes contar histórias. Assistem então à chegada de um Ovni, montado com lixo e tesouro. Assim, começa a aventura da turma, com o apoio de um estranho ser que viaja dentro de um carrinho de bebê. No caminho, as crianças conhecem um burocrata que exige os documentos da nave, o Planeta Doce e o Planeta Formigueiro.

Vhs - Tungo De Dungo - Daniel Azulay - Dublado | MercadoLivre

Tungo de Dungo - Uma Aventura na Terra (1987) 

 Vamos desenhar com Tungo de Dungo

OK.RU

 Dirigido por: Hélio D'Andréa

Garoto alienígena vai parar no Jardim Zoológico, onde encontra desenhista que lhe ensina a retratar os animais da Terra.

E Então Veio Lola - 2010 | Filmow

E Então Veio Lola (And Then Came Lola, 2009)

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Direção: Ellen Sedler e Megan Siler

Comédia romântica, inspirado no filme alemão "Corra Loa Corra", de Tom Twyker.
Lola é uma fotógrafa talentosa, porém desorganizada e vive atrasada. Numa tarde, sua namorada liga para ela, pedindo que ela lhe faça um favor: buscar as fotos em uma loja de impressões e trazer para a reunião urgente que ela tem com uma empresária. Lola se apressa, mas vários acontecimentos de percurso a fazem se atraSar, e correr contra o tempo, antes que sua namorada perca o negócio.
A grande diferença entre essa refilmagem e o original alemão é que no filme de Tom Twyker, o espectador sentia a urgência através da montagem, da trilha sonora e do plot: uma vida que poderia ser salva caso Lola chegue a tempo. Aqui em "E Então Veio Lola", o fato da namorada perder um negócio não é nada que justifique uma tensão.
As diretoras mostram um universo homossexual nesse filme ambientado em São Francisco. Todos os que andam na rua, frequentam os ambientes, são gays. Não se vê um único ser hetero na história, nem mesmo na figuração. Esse mundo cor de rosa é desenvolvido com uma fotografia colorida, figurino hype e trilha sonora pop rock.
Assim como em "Corra Lola corra", aqui se misturam as linguagens de animação e fotografia. Aliás, copia descaradamente a cena da escadaria do prédio de Lola. E para ilustrar as situações, dando um caráter mais dinâmico e moderno, fotos dão explicações e cenas, sempre com duplos sentidos.
O filme é amador, assim como as interpretações, todas muito posadas e fakes. O mundo lésbico parece ser tão poderoso, que todas se mostram impostadas e altivas.
Um passatempo apenas para quem tem curiosidade de ver uma versão gay e pop do filme de Twyker. A vantagem é que o filme é curto,

Ilegal (Illégal, 2010)

OK.RU

Direção: Olivier Masset-Depasse

Drama belga sobre imigração ilegal. Tania é uma russa que mora ilegalmente na Bélgica com o seu pequeno filho Ivan. Ela recebe uma carta intimação, dizendo que deve abandonar o País. Para evitar a deportação, Tania queima suas digitais com ferro, e vive na marginalidade. Passam-se os anos, e no dia da comemoração do aniversário de seu filho, agora com 13 anos, Tania é presa por fiscais da imigração. Ela é enviada até um centro de detenção de imigrantes ilegais. Lá, ela se recusa a dizer o seu nome e descendência, e se torna uma presidiária sem nome. Ela trava amizades com outros presos, e mantém estreita relação de identificação com uma das carcereiras, que encontra nesse emprego a única forma de sobreviver mantendo seus filhos. Tania evita ser deportada para fora do país, e ao mesmo tempo, evita que seu filho vá trabalhar para um mafioso russo local.
Bom drama, com tintas realistas, com muito uso de câmera na mão e fotografia em tons frios. O filme procura fazer um registro do cotidiano de Tania no cárcere e sua relação com outros presos, se tornando em certo ponto um filme de presídio, abusando de certos clichês (os policiais maniqueístas, malvados).
A performance de Anne Coesens é tocante. Esposa do cineasta, ela defende com garra o seu personagem, variando nas emoções, ora de felicidade, ora de sofrimento extremo. O diretor espertamente evita o melodrama no filme, tratando-o mais como um filme hiper-realista.
Participou do Festival de Cannes, na Mostra quinzena dos realizadores, em 2010.

Tudo Por um Cavalo (1988) — The Movie Database (TMDB) 

Tudo Por um Cavalo (1988)

ULOZTO

DIREÇÃO: JUAN BAJON

Sandra e Ronaldo, ex-casal na vida real, falam sobre suas carreiras e relembram as cenas mais marcantes que fizeram em filmes hardcore, "se apresentando" com cavalos, como em "Meu Marido, Meu Cavalo". ), em que Ronaldo teve que comer feno, usar sela e relinchar.

Tudo Dentro (1984) - Elenco & Equipe — The Movie Database (TMDB)

Tudo Dentro (1984)

OK.RU / ULOZTO

Dirigido por: Fauzi Mansur

Rui decide valorizar seu motel e para isso cria uma fórmula na qual acredita oferecer surpresas para seus clientes, surpresas estas apresentadas na recepção do motel. Convida para ajudá-lo uma recepcionista, que passa a nutrir grande simpatia por ele. René, com uma luneta, acompanhado pela recepcionista, maneja um bote inflável no lago que margeia o motel e, espreita através da mesma e por espelhos adequadamente colocados nos vitrais dos chalés as diversas situações que se desenrolam a partir das surpresas oferecidas para os clientes.

Cine Belas Artes | Pânico 6 (Sala 01) - Cine Belas Artes

Pânico VI (Scream VI, 2023)

OK.RU

DIREÇÃO: Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett

Uma franquia de terror que chega ao número 6, das duas uma: ou ela tem potencial para ir muito além de dois dígitos, ou ela está avisando que está na hora de parar. "Pânico 6" cria fôlego novo, assim como a franquia de "Sexta feira 13", saindo de sua cidade original e embarcando os personagem na Big Apple, Nova York (o filme foi todo rodado em Quebec). Mas a única diferença de Woodsboro para esse filme é que aqui, tem a melhor sequência do filme, num vagão do metrô. O Restante poderia ser em Woodsboro que não faria diferença. Talvez a diferença mais notável seja a falta de Dewey e Sidney Prescott no filme, afinal, ambos eram a cara da franquia: o primeiro porque morreu no filme anterior, e Sidney (Neve Campbell) porquê não acertou o cachê e foi retirada. O filme parece um reinício da franquia, pois o protagonismo agora é dos sobreviventes do anterior: as irmãs Sam (Melissa Barrera) e Tara (Jenna Ortega), e os irmãos Mindy (Jasmin Savoy Brown) e Chad (Mason Gooding). Dos originais, ainda temos Gale Winters (Courteney Cox), e o retorno da melhor personagem do filme para mim, a policial do FBI, Kirby (Hayden Panettiere). Além desses, temos o detetive Bailey (Dermot Mulroney) e outros que estão ali, obviamente, só para morrer nas mãos de Ghostface, que persegue a todos em NY, cidade aonde Sam foi para estudar. O que mantém a franquia ativa e em interesse é que a cada filme, nunca sabemos quem é o assassino, geralmente algum fã ou alguém em busca de vingança. O filme é um bom passatempo, com um roteiro repleto de situações que o espectador precisa passar por cima e não querer pensar demais. A violência é maior aqui, com detalhes de facadas e etc, além do 3D. Jenna Ortega é a grande estrela da vez: após seu mega sucesso de Wandinha, era de se esperar que a personagem de Sam crescesse aqui.

 Guia Romântico para Lugares Perdidos (2022) DVD-R AUTORADO

Guia Romântico Para Lugares Perdidos (Guida romantica a posti perduti, 2020)

ASSISTA ONLINE (DOWNLOAD)

"Guia Romântico para Lugares Perdidos" une uma blogueira de viagens cheia de medos e de ansiedade nas alturas a um apresentador alcoólatra numa viagem a espaços abandonados. No entanto, no longa dirigido por Giorgia Farina, na Festa do Cinema Italiano, os vizinhos Allegra (Jasmine Trinca, "O Franco-Atirador") e Benno (Clive Owen, "American Crime Story - Impeachment", "Sin City") se conhecem da pior forma possível, incluindo socorro de ambulância e parada no hospital para os devidos cuidados. 

Para Allegra o incidente implica no rompimento com o namorado apaixonado, Michele (Andrea Carpenzano) e Benno se sente forçado a encarar a reabilitação. Num trato inimaginável entre vizinhos, Benno, um americano, que mesmo morando tantos anos na Europa, ainda não consegue ser fluente em italiano, embora entenda o idioma e arranhe no francês, segue viagem no próprio carro azul, levando Allegra no banco de carona. 

Assim, os novos amigos vão rumo a autodescoberta que pede afastamento das mentiras que ambos insistiam em alimentar para manter as aparências para seus parceiros, ainda mais que Benno é casado com a enfermeira Brigitte (Irène Jacob). Nessa jornada em dupla, os dois conseguem se reconciliar com o passado, enquanto tentam lidar com seus problemas. Para tornar a trama ainda mais divertida, Benno leva Maurice, um cachorro lindo e muito fiel.

No processo de conexão entre os protagonistas e de cada um deles com a própria história, o longa de 1h46 cresce de modo agradável e extremamente envolvente na telona, apresentando uma bela fotografia enquanto o público é levado junto na viagem que inclui visita a um parque aquático abandonado. O filme gera curiosidade quanto ao desfecho da amizade entre os dois. Embora faça refletir sobre o autoconhecimento, o texto de "Guia Romântico para Lugares Perdidos" é leve e faz rir por vezes.

A Hora Mais Escura Dublado

A Hora Mais Escura (Zero Dark Thirty, 2012)

OK.RU / UPTOBOX / DRIVEGOOGLE

Uma pergunta que fica, após assistir ao filme: Porquê a academia preferiu indicar David O. Russell, de "O lado bom da vida", e ignorou o excelente trabalho de direção de Kathryn Bigelow? Nossa, mas não dá nem pra começar a fazer qualquer tipo de comparação. A direção de Bigelow é segura, tecnicamente impecável, tensa, inteligente, primorosa. O roteiro de Marc Boal é genial, dsenvolvendo a personagem de Jessica Chainstain de forma brilhante: assim como o espectador, a personagem de Chainstain vai sendo apresentada ao universo machista dos soldados e agentes da CIA e da Força especial de Guerra. Um mundo à parte, brutal, sem piedade, onde qualquer indicio de humanidade se esvai. O filme foi duramente criticado por suas cenas de tortura física e moral que acontecem na 1ª parte do filme. Segundo o filme, até um pouco depois do atentado de 11 de setembro, a tortura era permitida para se obter confissões. Mas logo depois, o Governo deu pra trás, devido a pressões de grupos humanistas, e a tortura foi proibida. Aí é que a personagem de Chainstain ganha força. Qualquer tipo de investigação tem que ser feita na base de intuição. O filme é longo, quase 160 minutos, tem uma narrativa fria, lenta, em linguagem que mistura documental com ficção. Algumas cenas são verdadeiramente vibrantes: a explosão no restaurante, o atentado contra agentes da CIA e o desfecho, que dá nome ao filme. O elenco é excelente, com uma hegemonia raras veze vista. Uma ótima decisão de Bigelow de não ter escalado atores famosos, pois aí se confere mais credibilidade. Sobra a Chainstain esse posto de nome forte do elenco. Ela, indicada ao oscar, está perfeita, durona na medida certa. A cena final dela é emocionante. Um filme que pode encher o saco de muita gente que espera apenas um filme de ação.

Rabo de Arraia (1996) » Free Porn Download Site (Sex, Porno Movies, XXX  Pics) - ALL-SEXY

Rabo de Arraia (1996)

ULOZTO

DIREÇÃO: Gregório de Mattos

  • Scene 1. Gracie Dantas, Kamila Torres, Giba, Mike Jackson
  • Scene 2. Viviane, Jordan de Souza
  • Scene 3. Ana Bella, Viviane, Edmau
  • Scene 4. Viviane, Jordan de Souza

O Sol Tornará a Brilhar - 25 de Fevereiro de 2008 | Filmow

O Sol tornará a Brilhar (A Raisin in The Sun, 2008)

YOUTUBE

Diretor: Kenny Leon

Os sonhos podem fazer valer a pena viver, mas eles também podem ser estilhaçados por decisões erradas. Esta é a encruzilhada em que se encontra a família Younger quando seu pai morre e recebem US$10.000 do seguro de vida. Será que devem comprar uma casa nova para a família? Talvez uma loja? Ou pagar pela escola de medicina? Apesar da escolha ser difícil, a vida no lado sul de Chicago na década de 1950 é mais difícil ainda.

Filme Estrada Para A Gloria | MercadoLivre 📦

Estrada para a glória (Glory Road, 2006)

OK.RU

DIREÇÃO: James Gartner, baseado no livro Glory Road, de Don Haskins e Daniel Wetzel

O filme, que se passa em 1966, conta a história do primeiro time de basquete formado apenas por negros como titulares. Em um momento de grande discriminação racial, o treinador Don Hanskins os avalia por suas habilidades, e luta para o fim do preconceito racial, levando o time à vitória. Baseado em fatos reais.

Dvd Amaldiçoados (2004) | MercadoLivre

Amaldiçoados (Cursed, 2005)

MEDIAFIRE / UPTOBOX / DRIVEGOOGLE

Reencontro do diretor Craven com seu roteirista e criador da série "Pânico", Kevin Williamson. Mas ambos estão fora de forma, numa fita prejudicada por efeitos especiais banais (é muito pobre a concepção visual dos lobisomens, que mais parecem ursos e sempre tem um ar fake). Também o diretor Craven errou a mão fazendo certos personagens como comédia, inclusive o vilão maior e que seria surpresa.

Como é de hábito com Kevin (que também fez "DawsonŽs Creek") ele não resiste em colocar um personagem que se revela gay e acaba sendo mostrado com simpatia e participando meio gratuitamente da ação principal. Fora disso, é uma fita de monstro de rotina, desperdiçando um bom elenco (Joshua Jackson, faz o interesse romântico da heroína, dono de um museu de terror).

 Sem Vaselina (1985) — The Movie Database (TMDB)

Sem Vaselina - 1985

OK.RU / ULOZTO

Dirigido por: José Miziara

capa-do-filme-antes-que-termine-o-dia - Verdade Luz

Antes que Termine o Dia (If Only, 2004)

OK.RU / UPTOBOX

Diretor: Gil Junger

Ian (Paul Nicholls) e Samantha (Jennifer Love Hewitt) formam um casal feliz e cheio de planos para o futuro. Enquanto Samantha busca demonstrar seu amor a todo momento, Ian procura voltar sua atenção para a carreira e os amigos. Após um dia em que tudo deu errado, eles terminam o namoro. Entretanto um acidente faz com que a vida deles mude de rumo. No dia seguinte Ian percebe que acordou novamente no dia anterior, tendo a chance de refazer tudo o que tinha feito antes, só que agora da forma correta.

Houve uma Vez Dois Verões – Wikipédia, a enciclopédia livre

Houve uma Vez Dois Verões (2002)

OK.RU

Produção da Casa de Cinema de Porto Alegre e primeiro longa de Jorge Furtado (“O Homem que Copiava”), “Houve Uma Vez Dois Verões” foi premiado no Cine Ceará e no Grande Prêmio de Cinema Brasileiro. A história traz Chico (André Arteche), um rapaz que acredita que um dia encontrará o grande amor de sua vida, e Roza (Ana Maria Mainieri), uma jovem que só pensa em conseguir dinheiro suficiente para realizar sua sonhada viagem para a Austrália. Eles se encontram por acaso e, juntos, vivem uma intensa paixão. Porém, várias reviravoltas do destino atravessam o relacionamento deles. Além do humor afiado e espirituoso típico de Furtado, o destaque também vai para a trilha sonora de surf rock de Leo Henkin, guitarrista do grupo gaúcho Papas da Língua. Há também participação de Cássia Eller, que gravou especialmente para o filme “Nasci pra Chorar”, versão de Erasmo Carlos para “Born to Cry”.

Foto do filme Uma História a Três - Foto 3 de 9 - AdoroCinemaJordana Brewster in The Invisible Circus : r/sumthingtocumto

Uma História a Três (THE INVISIBLE CIRCUS, 2001)

OK.RU / DRIVEGOOGLE / ULOZTO

DIREÇÃO: Adam Brooks

O ano é 1977. Phoebe O’Connor (Jordana Brewster) vive com sua mãe, Gail (Blythe Danner). Ela acaba de se formar no colegial e está pronta para ingressar na faculdade, mas sente cada vez mais uma obsessão pela figura de sua irmã, Faith (Cameron Diaz), que se suicidou em Portugal seis anos antes. As circunstâncias da morte de Faith sempre estiveram envoltas em mistério e Phoebe resolve partir para a Europa a fim de descobrir o que realmente aconteceu com a irmã, munida apenas dos cartões-postais os quais Faith enviava para sua família durante sua estada na Europa.

O Massacre De Rosewood/ Dublado/ Vhs | MercadoLivre

O Massacre de Rosewood (Rosewood, 1997)

OK.RU

Direção: John Singleton

No início de janeiro de 1923, na Flórida, a comunidade negra de Rosewood é atacada, queimada e tem parte da população morta por brancos de uma cidade vizinha em um espaço de quatro dias. Tudo isto pelas falsa alegações de uma mulher branca (Catherine Kellner), que foi espancada pelo amante (Robert Patrick) também branco mas teve medo de contar ao marido (Loren Dean) e achou mais "conveniente" dizer que tinha sido atacada por um negro. O xerife (Michael Rooker) tem dúvidas quando a veracidade dos fatos, mas é uma verdade que convêm, pois permite aos brancos darem vazão ao seu enorme preconceito. Mas um negro, que tinha chegado recentemente em Rosewood e pretendia se estabelecer por lá após ter lutado na Grande Guerra, decide combater os agressores e salvar quantos negros forem possíveis. Para isto pede auxílio ao único comerciante branco de Rosewood, que não sabe se fica com os brancos ou com a verdade.

Ponto de Encontro - 11 de Maio de 1996 | Filmow

Ponto de Encontro (Trees Lounge) - 1996

OK.RU / MEGA SENHA: pde

Diretor: Steve Buscemi

Tommy (Steve Buscemi) é um jovem mecânico alcoólatra que está desempregado, sua namorada o deixou e passa a maior parte de seu tempo no bar Trees Lounge, em uma cidade pequena. Ele vagueia por sua vida, ainda apaixonado por sua ex, desesperado por algum tipo de significado além do bar, algum tipo de significado para sua vida.

Othello (1995) - IMDb

Othello (1995)

OK.RU

Os anos 90 redescobriram Shakespeare. Ao menos no cinema, a metade da década presenteou os cinéfilos com várias adaptações da obra do bardo, que iam desde versões clássicas - como aquelas comandadas por Kenneth Branagh, que deu início ao movimento com seu "Henry V" ainda em 1989 - até subversões bem-sucedidas - caso da lisérgica visão de "Romeu + Julieta" dirigida pelo australiano Baz Luhrmann e que deu o empurrão definitivo na carreira de Leonardo DiCaprio. Dentre tantas opções, porém, um dos maiores destaques foi o lançamento de "Othello", dirigido por Oliver Parker. Menos por suas inúmeras qualidades, porém, o que mais chamou a atenção da crítica e do público foi o fato de, pela primeira vez na história do cinema, o protagonista - o famoso mouro de Veneza - ter sido interpretado por um ator negro, Laurence Fishburne. Até então, nomes consagrados como Orson Welles já haviam emprestado seu talento para o papel, mas por melhores atores que fossem, nenhum deles injetou ao trágico soldado tanta verdade quanto Fishburne, que parece ter nascido para interpretá-lo.

Vindo de uma indicação ao Oscar por seu desempenho como Ike Turner em "Tina" (92), Laurence Fishburne empresta a seu Othello uma fúria visceral e uma ternura apaixonada que somente um ator de grandes recursos consegue transmitir sem parecer inverossímil ou incoerente. Sua transformação de doçura em ira homicida acontece diante dos olhos do espectador de forma orgânica, ainda que seja extremamente difícil a qualquer roteirista de cinema fazer com que todas as intrigas criadas por Shakespeare - que funcionam às mil maravilhas em um palco - soem críveis a um público tão acostumado às modernidades do cinema hollywoodiano. Por isso, não deixa de ser louvável também o trabalho de Oliver Parker - que depois adaptaria Oscar Wilde em "O marido ideal" (99), "Armadilhas do coração" (01) e "O retrato de Dorian Gray" (09) - em não deixar que o ritmo de teatro clássico afugente a plateia. Temperando a história de ciúme, inveja e violência com algumas doses de sensualidade e dirigindo seu elenco com segurança, ele consegue melhores resultados, por exemplo, que Richard Loncraine, que apesar do trabalho irretocável de Ian McKellen, deixou sua versão de "Ricardo III" um tanto confusa para a audiência do século XX.

E o roteiro de Oliver Parker não tem nada de confuso, deixando tudo o mais simples possível sem fugir do texto original. Othello (Laurence Fishburne) é um general de Veneza valorizado por seus talentos e sua seriedade profissional. Porém, quando ele promove o jovem Cássio (Nathaniel Parker, irmão do diretor) a seu braço-direito em detrimento de Iago (Kenneth Branagh), que ambicionava o cargo, ele sem querer arma sua própria derrota pessoal. Consumido pela inveja de Cássio e pelo ódio pelo chefe - que vê nele um homem de absoluta confiança - Iago dá início a uma bem urdida intriga que põe em dúvida a fidelidade da esposa de Othello, a bela Desdêmona (a francesa Irène Jacob em seu primeiro filme em língua inglesa). Torturado pela desconfiança de um caso de sua mulher - branca, nobre, de boa família e boa educação - com Cássio, o imponente Othello se deixa levar pelas mentiras de Iago, o que conduz todos a uma tragédia.

Traduzindo em belas imagens um dos textos mais poderosos de Shakespeare, Oliver Parker tem também como seu maior trunfo no trabalho espetacular de Kenneth Branagh, o irlandês que substituiu Laurence Olivier como o embaixador não-oficial das obras do dramaturgo no cinema. Às vésperas de lançar uma versão definitiva de "Hamlet" - com o texto integral e quase quatro horas de duração - Branagh está absolutamente brilhante na pele do invejoso Iago, um dos papéis mais complexos do teatro mundial. Sua experiência nos palcos permite a ele que transforme em suas as palavras do vilão, dando a cada uma delas o peso próprio, a intenção adequada e o ritmo correto. Assim como é Iago quem comanda a ação da história, é o ator quem conduz o filme, apesar das grandes atuações de Fishburne e Jacob. Toda vez que está em cena ele mostra porque o bardo ainda é tão essencial, atual e imprescindível.

Garotos Perdidos 3 A Sede Dvd Original Novo Lacrado | MercadoLivre

Garotos Perdidos: A Sede (Lost Boys: The Thirst, 2010)

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Dirigido por Dario Pian

Nova aventura dos irmãos Frog na caça por vampiros. Desta vez, os garotos enfrentam um exército de vampiros, que estão tentando dominar o planeta através de uma nova droga, derivada do sangue de vampiros.

 Garotos Perdidos A Tribo Dvd Original Lacrado | MercadoLivre

Garotos Perdidos 2 - A Tribo (Lost Boys: The Tribe, 2008)

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Dirigido por PJ Pesce

Finalmente, temos uma continuação de "Os Garotos Perdidos", de 1987, um terror "cult" de Joel Shumacher. Infelizmente, foi feita com baixo orçamento diretamente para Home Vídeo, enquanto estão sendo planejadas outras.

É provável que o público do original tenha envelhecido e se desinteressado pela curiosidade de reencontrar Corey Feldman novamente no personagem de Edgar Frog, o caçador de vampiros que se baseia em histórias em quadrinhos.

Foi feito por um diretor de fitinhas de ação com ênfase no "gore" (violência explícita), sem nenhuma das qualidades do original. Mas tem a curiosidade de trazer uma pontinha rapidíssima de Corey Haim, do filme original e que habitualmente faz parceria na vida real com Feldman, como o vilão Angus, o meio irmão de Kiefer Sutherland (astro do original), filho de Donald e Francine Racette.

Dvd Lacrado Os Garotos Perdidos Corey Haim Jason Patric | Parcelamento sem  juros

Os Garotos Perdidos (The Lost Boys, 1987)

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Filmes com vampiros já chegam a formar um sub-gênero no cinema mundial. Filmes com adolescentes idem. A grande novidade de "Os garotos perdidos", filme de Joel Schumacher, é a união desses dois ingredientes em uma mistura que, ao contrário do que poderia se esperar, não desandou. Ao unir elementos clássicos da mitologia vampírica - sem desrespeitá-la como a série "Crepúsculo" veio a fazer recentemente -a uma trama de aventura com toques cômicos, o diretor acertou em cheio, conquistando o público-alvo com a despretensão esperada em um filme que coloca até mesmo a oscarizada Dianne Wiest em meio a sangue, efeitos visuais e piadas adolescentes.

Wiest, veterana de filmes de Woody Allen, vive Lucy, uma mulher recém-separada que abandona Nova York em companhia dos dois filhos e volta a viver na cidade litorânea onde mora seu pai. Enquanto luta para recomeçar sua vida, sendo inclusive cortejada por seu chefe, ela não percebe que seu filho mais velho Michael (Jason Patric), sentindo-se deslocado, está envolvido com a misteriosa Star (Jamie Gertz), integrante de uma esquisita gangue liderada pelo sinistro David (Kiefer Sutherland). Só quem percebe que coisas estranhas estão acontecendo é seu caçula, o nerd Sam (Corey Haim), que, com a ajuda de dois vendedores de histórias em quadrinhos - batizados como Edgar e Alan, em homenagem ao escritor Allan Poe - passa a desconfiar que um bando de vampiros anda atacando a cidade e já contaminou seu irmão. Para salvar a vida de Michael, Sam e seus dois amigos têm que descobrir, então, quem é o vampiro-chefe.

O grande lance de “Garotos perdidos”, típico produto dos anos 80 - desde o visual até a trilha sonora, que se apropria inclusive de uma canção do The Doors em uma regravação do Eccho & The Bunymen - é a sua auto-ironia. Fica claro que o roteiro nunca se leva muito a sério, mesmo em cenas bastante inspiradas, como o primeiro encontro de Michael com sua nova turma de amigos, assustadora mas bastante leve. A dupla Corey Haim e Corey Feldman funciona às mil maravilhas em momentos cômicos e os efeitos visuais e de maquiagem são bastante realistas.

“Os garotos perdidos” - título inspirado em "Peter Pan" - é o produto de uma época, e como tal merece ser visto. Quem gosta de filmes com vampiros pode se incomodar com algumas liberdades, mas no geral é um filme de terror assustador de menos e engraçado demais. Sua continuação, lançada direto em DVD há poucos anos, merece ser totalmente ignorada.

Rabo I (1985)

OK.RU / ULOZTO

Diretor: José Miziara

Garçom imagina a conversa de quatro mulheres. Filme com gays, travestis e uma cena de zoofilia com o cachorro Carlão.

Jorge, um brasileiro (1988)

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Aventura dramática dirigida pelo mineiro Paulo Thiago e baseada em livro de sucesso de Oswaldo França Júnior. Narra a odisséia de um caminhoneiro (boa composição de Carlos Alberto Riccelli, sempre um ator subestimado) que, a pedido do patrão que ele ingenuamente considera como amigo, arrisca a vida conduzindo um comboio de cinco caminhões com uma carga destinada à refinaria do governo. E que, no processo, questiona a vida que tem levado à sombra do rico empresário.

Tem uma primeira parte extremamente irregular, muito atrapalhada pela presença do americano Dean Stockwell (o ex-ator infantil de "Marujos do Amor", com Gene Kelly e Sinatra, e muito lembrado por "Paris, Texas", de Wim Wenders), cuja presença é justificada pelo filme ter tido uma versão internacional falada em inglês.

Stockwell parece meio perdido no papel do patrão, e ainda é dublado em português (por Odilon Wagner) de uma forma ostensiva, que torna suas cenas artificiais e falsas (apesar de Thiago, numa entrevista avaliar de forma otimista que isso mal se percebe).

Mas a partir do início da viagem em busca da carga, o filme ganha fôlego e vida, com Riccelli entrando em conflito com seus colegas, se apaixonando por uma garota (Denise Dummont, em sua última aparição no cinema brasileiro antes de ir para os EUA), e aos poucos entendendo o modo como é manipulado pelo pretenso amigo, explorado e usado para gerar lucro.

A crítica social nunca é panfletária ou chata, o elenco de coadjuvantes é muito bom e a produção (quase toda em locação) é cuidada. A trilha musical de Túlio Mourão inclui uma canção cantada por Milton Nascimento.

Glória Pires, então já famosa pelas novelas da TV, tem o nome em segundo lugar nos créditos, mas na verdade faz o papel pequeno e sem oportunidades da namorada.

O Velho - Filme 2021 - AdoroCinema

O Velho (2021)

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Diretor: Daniel Talento

Já perto dos 80 anos e uma década após se entregar à polícia e confessar ter matado 45 pessoas, o assassino em série O Velho finalmente decide conceder sua primeira entrevista a um repórter de um jornal de bairro. Ele revela que cometeu os crimes porque considerava as vítimas inúteis e elas não contribuíam para a melhoria do planeta. Após estabelecer uma relação de amizade com O Velho, o jornalista se questiona se ele seria capaz de matar.

Johnny Love - Filme 1987 - AdoroCinema

Johnny Love -Pra Onde Os Sonhos Vão Te Levar (1987)

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Dirigido por João Elias Junior

Um acidente automobilístico une as vidas do fotógrafo Johnny e da cantora Juliana. Juntos eles fazem de tudo para levar o conjunto de rock de Juliana ao estrelato. Filme musical típico dos anos 80, vindo na onda de Bete Balanço.

Papo de Cinema: O ÚLTIMO DRAGÃO (The Last Dragon) 1985 - MEMÓRIA MAGAZINE

O Último Dragão (The Last Dragon, 1985)

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DIREÇÃO: Michael Schultz

O estudante de artes marciais Leroy Green (Taimak) está numa busca para obter a indefinida e toda poderosa força conhecida como “O Brilho”. Durante o caminho ele terá que combater o terrível Shogun do Harlem – um lutador de kung-fu também conhecido como Sho´ nuff (Julius J. Carry III) – e salvar a bela cantora (Vanity, a protegida do cantor Prince) de um obcecado empresário musical. Combinando música pulsante, coreografias sensacionais e ação ininterrupta, O Último Dragão é diversão de primeira, com fantástica trilha sonora da Motown, incluindo música de Stivie Wonder, The Temptations, Vanity e DeBarge interpretando seu grande sucesso “Rhythm of the Night”.

O Último Pistoleiro (The Shootist, 1976)

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Diretor: Don Siegel, baseado em livro publicado em 1975, de Glendon Swarthout.

John Bernard Books (John Wayne), famoso pistoleiro perto dos sessenta anos, descobre que tem câncer em estágio terminal e volta à sua cidade natal. Com apenas mais dois meses de vida, ele vai morar com Bond Rogers (Lauren Bacall) e Gillom (Ron Howard). A ideia era descansar, mas a presença de Books agita a cidade e o pistoleiro logo cogita antecipar seu fim, partindo de forma mais dramática e condizente com sua trajetória.

Stephanie Beacham Caroline Munro - Dracula a D 1972 | xHamster

Drácula no Mundo da Minissaia (Dracula A.D. 1972)

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 Dirigido por Alan Gibson

Hyde Park, Londres, 1872. Uma luta sem tréguas acontece entre Lawrence Van Helsing e seu arqui-inimigo, o Conde Drácula (Christopher Lee). Van Helsing consegue destruir seu inimigo, que vira pó, mas em razão dos ferimentos sofridos acaba morrendo. Alguém pega o anel de Drácula e recolhe um pouco de suas cinzas em uma ampola. Exatamente 100 anos depois alguns jovens, comandados por Johnny Alucard (Christopher Neame), fazem uma missa negra, sendo que uma das participantes era Jessica Van Helsing (Stephanie Beacham), descendente do caçador de vampiros. Como ela, quase todos estavam ali de brincadeira, mas quando a cerimônia toma um rumo inesperado a maioria foge e não vê que Johnny ressuscitou Drácula, que imediatamente suga todo o sangue de Laura Bellows (Caroline Munro), a única do grupo além de Johnny que não partira. Johnny, com prazer, vê o mestre se saciar com sangue de Laura. Drácula agora quer se vingar dos descendentes de Van Helsing, sendo que o único que pode enfrentá-lo é o professor Van Helsing (Peter Cushing), o avô de Laura, que é um estudioso do assunto.

Ânsia de Amar – Os Relacionamentos de Dois Homens com Mulheres ao Longo de  Trinta Anos | Blog dos Maníacos por Filmeann margret nude scenes videos - celebsroulette.comThousands of nude Celebrity pictures & videos at MrSkinPicture of Ann-Margret

Ânsia de Amar (Carnal Knowledge, 1971)

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Dirigido por Mike Nichols

O filme causou polêmica na década de 1970, pela sua linguagem obscena, cenas de nudez e sexo. Tem como curiosidade a boa performance como ator do músico Art Garfunkel, que já havia trabalhado com o diretor em seu anterior e mais conhecido filme, The Graduate, de 1967. Naquela ocasião, Garfunkel, ao lado de seu parceiro Paul Simon, haviam juntos composto a trilha (banda) sonora do filme.

Final dos anos 40. Jonathan (Nicholson) e Sandy (Garfunkel) são os melhores amigos de faculdade e discutem detalhes de suas intimidades com as mulheres. Sandy, mais sensível, apaixona-se por Susan (Bergen), que Jonathan sai várias vezes até conseguir manter um contato sexual. Tempos depois, Sandy se encontra casado com Susan e Jonathan vive uma relação conturbada com a emocionalmente instável  Bobbie (Margret). Sandy revela o tédio que acompanha seu casamento e Jonathan o incentiva a ter casos ocasionais com garotas como Cindy (O’Neal). Posteriormente, Sandy se encontra envolvido com uma garota que tem idade de ser sua filha, Jennifer (Kane), enquanto Jonathan procura prazer com uma prostituta, Louise (Moreno).

O cinema norte-americano dessa época parece ter descoberto que podia retornar à temas afetivo-sexuais de uma juventude crescentemente liberada do pós-guerra sem os impedimentos morais que travavam a produção de então (além desse também Houve uma Vez um Verão e A Última Sessão de Cinema, dentre outros, fazem parte do ciclo). Nichols, em seu quarto filme, afasta-se dos excessos que fizeram  seu anterior, Ardil 22, fracassar junto ao público, voltando-se pela primeira vez para um tema parcialmente escorado no passado, passado esse observado sem o filtro da nostalgia agridoce do filme de Bogdanovich ou simplesmente da nostalgia pura e simples de um Loucuras de Verão. De fato, o que se observa ao longo do filme é, mesmo abraçando padrões narrativos bem mais convencionais que o de seu filme anterior, um enxugamento da potencial identificação fácil que encapsulava A Primeira Noite de um Homem por inteiro, a ausência ao recurso da trilha sonora original, o uso afiado da elipse (que faz com que personagens como Susan simplesmente sumam) e de opções dramáticas pouco convencionais como a de Jonathan apenas se referir que havia ficado com Susan numa exibição de slides que apresentava várias das mulheres que haviam passado por sua vida, assim como um desfecho em aberto que não sinaliza para qualquer transformação ou “superação” de qualquer um dos dois personagens mais afinado com o cinema de arte europeu (Feiffer, seu roteirista, colaboraria posteriormente com alguns nomes seminais desse como Alain Resnais). Se por um lado tende-se a um retrato algo misógino e pouco entusiasmado das mulheres por outro apresenta uma perspectiva masculina,  paralela a apresentada por um realizador mais sofisticado e iconoclasta como Cassavetes, sem as crescentes arestas de um politicamente correto não destituído de fortes doses de hipocrisia. O resultado final, algo aborrecido e longe de impressionante, compartilha uns poucos pontos de contato (ou auto-referência?) com sua obra mais célebre, A Primeira Noite de um Homem, na utilização de canções de sucesso da época, como Moonlight Serenade e I’m Getting Sentimental Over You já igualmente dos créditos iniciais que destacam novamente o produtor em comum de ambos, Joseph E. Levine.ip

Dvd Thomas Crown A Arte Do Crime - Pierce Brosnan - Lacrado | MercadoLivre

Rene Russo in The Thomas Crown Affair : r/WatchItForThePlotPIERCE-BROSNAN-NUDE-IN-THE-THOMAS-CROWN-AFFAIR - Pierce Brosnan foto  (28006844) - fanpop

Thomas Crown - A Arte de um Crime (The Thomas Crown Affair, 1999)

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Refilmagem de "Crown - O Magnífico" (1968), de Norman Jewison. Um divertido filme de assalto com Pierce Brosnan e Faye Dunaway (fazendo participação especial como a psiquiatra do herói) e que ganhou o Oscar de canção para Michel Legrand com "The Windmills of your Mind" (que é reprisada aqui na trilha de Bill Conti).

Menos policial e mais romântico, o filme tem uma caprichada produção que disfarça as fraquezas do novo roteiro.

Rene, aos 45 anos, expõe sua nudez com muito charme. Aliás, o filme é elegante e agradável, mesmo que não memorável.

Crown, o Magnífico (The Thomas Crown Affair, 1968)

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DIREÇÃO: Norman Jewison

Finalmente está disponível aqui o clássico original que é bem superior à sua refilmagem de 1999 (com Pierce Brosnan e Rene Russo).

Este célebre filme sofisticado, e bem típico de sua época, oferece o uso de telas múltiplas e outros truques datados inclusive numa famosa cena de beijo que levou 8 dias para ser filmada. Ganhou Oscar de canção, para "The Windmills of Your Mind", e de trilha musical, ambas de Michel Legrand. O compositor até participou do remake mas é no original que a música é suntuosa e excepcional.

Reza a lenda que o músico tirou férias de seis semanas e retornou ao projeto com 90 minutos de composições. Assim, o filme foi editado com a música, ao invés do comum processo contrário. McQueen (1930-80) tem um de seus momentos mais célebres, demonstrando que se divertiu muito fazendo um papel de refinado cavalheiro, inusitado personagem que foi oferecido anteriomente a Sean Connery. Faye, no auge da forma, é outra figura de destaque que fez ponta na segunda versão.

Dvd - Os Demônios Do Volante - [ Os Demônios Sobre Rodas ] | Frete grátis

Os Demônios do Volante (Hells Angels on Wheels) - 1967

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Dirigido por: Richard Rush

Assistir a Os Demônios do Volante é como pegar uma máquina do tempo e voltar aos psicodélicos anos 1960. A lado de Sem Destino (Easy Rider), de Dennis Hooper, e Anjos Selvagens (Hell's Angels), de Roger Corman, Os Demônios do Volante é testemunho de uma época: anárquico, juvenil e sexy.

Mas, se não fosse lembrado apenas por isso, ainda assim restaria ao filme a grandeza de ter mostrado ao mundo o talento mais do que emergente de Jack Nicholson. Afinal, foi em Os Demônios do Volante que o ator explodiu. Como o frentista beatnik que entra para uma gangue de motoqueiros e disputa a mulher do líder da turma, Nicholson já demonstrava que era um ator completo.

Os Demônios do Volante foi realizado com a colaboração dos verdadeiros Hell's Angels e tem a participação de Sonny Barger como consultor. A direção é de Richard Rush, um cineasta independente que depois faria o cultuado O Substituto (The Stunt Man), em 1980.

 El Dorado (1966) - IMDb

El Dorado (1966)

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Baseado no romance The Stars in Their Courses, de Harry Peter M'Nab Brown

O diretor Howard Hawks gostou tanto de "Onde Começa o Inferno/ Rio Bravo", 1959, que resolveu refazê-lo mais duas vezes, sempre com Wayne e com resultados inferiores, aqui (e novamente em "Rio Lobo", 1970, seu último filme).

Ele basicamente conserva a situação central (um grupo de pessoas, aqui feridas e com muletas) que enfrenta um bandido rancheiro, o chamado Barão de Terras. Mas não apenas o elenco é inferior (ele erra na escolha das novatas Michele e Charlene, que não foram adiante, Mitchum é mais fraco que Dean Martin e o velho Walter Brennan faz falta).

Apenas acertou no jovem James Caan (que ele já tinha usado em outro filme dois anos antes, "Linha Vermelha 7000"). O filme pretende usar umas novidades (Wayne mata um adolescente por engano, depois tem problemas com uma bala na espinha que o deixa paralisado por momentos). Lento, com pouca ação, com pouco humor, pouca música (mesmo sendo de Nelson Riddle). Ou seja, decepciona.

O Submarino Amarelo – Wikipédia, a enciclopédia livre

O Submarino Amarelo (YELLOW SUBMARINE, 1968)

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Dirigido por George Dunning, baseado em várias canções do grupo de rock inglês The Beatles

Yellow Submarine conta a história de Pepperland: um paraíso quase terrestre que fica a 80 mil léguas no fundo do mar – uma terra quase sem inverno, onde a brisa leva a toda parte o som da música e das risadas e onde ninguém sente-se só, pois a Banda do Sargento Pepper está sempre tocando a sua música. Até que um dia o Líder dos Maldosos Azuis, que detestava todo tipo de música, decide varrer Pepperland do mapa, deixando-o sem cor e sem som. Mas, navegando em um submarino amarelo e depois de várias aventuras, como navegar pelo mar do Tempo, pelo mar dos Monstros, e o mar dos Buracos, os Beatles chegam para trazer a paz e a música de volta a Pepperland.

Dvd Chumbo Quente 1972 Charles Bronson Original Dublado | Parcelamento sem  juros

Chumbo Quente (The Bull of the West) - 1972

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Dirigido por: Jerry Hopper, Paul Stanley

Estamos na época do desbravamento do Oeste, dos grandes rebanhos de gado que cortam cidades, dos homens armados dispostos a matar para se defender ou pelo simples prazer de matar! Ben Justin (Charles Bronson) é um desses rancheiros: amargurado, temperamental e desconfiado. Vive em confronto com seus vizinhos que fazem parte de uma associação liderada por homens poderosos. Mas, ele está preparado para lutar e defender sua família. Em sua fazenda, o ódio e a vontade de vencer povoam sua mente a todo instante. Tiros, pancadaria, traições, ambição e muito arame farpado fazem deste filme um dos mais explosivos do gênero.

Vhs - A Batalha Da Vingança - Lee Marvin, | MercadoLivre

A Batalha da Vingança (Shout at the Devil, 1976)

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DIREÇÃO: Peter R. Hunt

O filme narra as façanhas de um bêbado irlandês-americano e um britânico almofadinha que se encontram na África Oriental alemã pouco antes da Primeira Guerra Mundial. O bebedor inveterado (Lee Marvin) prometeu trazer uma carga de marfim do interior da África para um Marajá. Ele precisa de ajuda para passar pelas forças de ocupação alemãs, lideradas por um bufão alemão cômico chamado Fleischer. Assim, ele providencia para que o inglês (Roger Moore) tenha seu dinheiro e passaporte roubados. Já que Moore tem que ficar na África, Marvin sugere que eles se unam na empreitada que culmina em uma outra empreitada para destruir um navio de guerra alemão antes da Primeira Guerra Mundial. Bom filme de aventura com atuações divertidas de Lee Marvin e Roger Moore, afinal este é um filme para quem tem apenas 12 anos de idade, e quem não gostaria de ser criança de novo?

George, o Curioso - Filme 2006 - AdoroCinema

George, o Curioso (Curious George, 2006)

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Dirigido por: Matthew O'Callaghan

Ted (Will Ferrell) trabalha como guia no Museu Bloomsberry, que será em breve fechado devido à falta de público. Em uma conversa Ted e o sr. Bloomsberry (Dick Van Dyke) percebem que a salvação do local seria apresentar uma atração inédita, jamais vista em qualquer outro museu.

Que Sorte Danada! (Filme) | Programação de TV | mi.tv

Que Sorte Danada! (Outrageous Fortune, 1987)

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Direção: Arthur Hiller

Lauren Ames (Shelley Long) e Sandy Brozinsky (Bette Midler) são duas aspirantes a atriz que não se dão bem. Isto só piora quando elas descobrem que estavam transando com o mesmo homem, Michael Sanders (Peter Coyote), que supostamente foi um professor que morreu em um atentado terrorista. Logo elas constatam que ele está vivo, pois quando foram ver o corpo concluíram que aquele pequeno membro não era o de Michael. Aos poucos tomam consciência de que ele é um agente duplo, que quer pôr as mãos em um vírus desfolhante, que acaba com toda a vegetação num raio de centenas de quilômetros. Michael ameaça não fazer isto apenas se lhe pagarem US$ 20 milhões.

Amigos Para Sempre Dvd Original Lacrado | Parcelamento sem juros

Amigos Para Sempre (FAR FROM HOME: THE ADVENTURES OF YELLOW DOG, 1995)

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DIREÇÃO: Phillip Borsos

O Filme conta a história de Angus (Jesse Bradford) e seu cachorro Yellow, um labrador amarelo, cuja amizade nem o tempo ou distância podem quebrar . John McCormick (Bruce Davison), sai de barco com seu filho Angus para fazer uma entrega de mercadorias. mas uma tempestade os alcança, o barco encalha e pega fogo . John é resgatado mas Angus e Yellow ficam perdidos. John e sua esposa (Mimi Rogers) ajudados pelo oficial da Guarda Costeira John gale (Tom Bower) Iniciam uma busca desesperada. Mas Angus sabe que ele e seu cão não podem esperar por muito mais tempo. Feito com muito realismo, suspense e surpreendentes efeitos especiais criados por John Thomas (A Anjo Malvado e Risco Total). Esta é uma aventura irresistível para crianças e adultos!

O SEDUTOR - JON BON JOVI ( FILME COMPLETO DUBLADO ) - YouTube

O Sedutor (The Leading Man, 1996)

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DIREÇÃO: John Duigan

Comédia romântica em torno de casos amorosos nos bastidores de uma peça de teatro. A confusão começa quando o diretor chama Hilary Rule para o papel principal, e Hilary nada mais é que a amante do autor da peça, Felix Webb. Para contracenar com Hilary, foi chamado um galã do cinema, Robin Grange (Jon Bon Jovi). Como Hilary vive insistindo para que Felix abandone a esposa, Robin se propõe a ajudar o escritor, seduzindo sua esposa para facilitar a separação.

 Vhs Procurado, John Voight, Keenen Ivory Wayans, Eric Robert | MercadoLivre

Procurado (Most Wanted, 1997)

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DIREÇÃO: David Hogan

Durante a guerra no Iraque o sargento James Dunn (Keenen Ivory Wayans), um atirador de elite, se recusou a matar um menino de dez anos. Um tenente que estava com ele o ameaçou matá-lo se ele não cumprisse a missão. Os dois lutaram e a arma disparou matando o tenente, mas apesar de ser legítima defesa ele foi condenado à pena capital. Quando estava sendo transportado em um ônibus para o corredor da morte, o veículo é atingido por uma explosão. Ao recobrar a consciência ele se vê diante de um general (Jon Voight) que deseja recrutá-lo para os “Ovelhas Negras”, um pelotão de elite composto por negros. A missão deles é eliminar criminosos que conseguiram burlar as leis convencionais. Em sua primeira missão ele tem que eliminar um industrial que atua no mercado negro, mas antes que ele dispare um tiro vindo de outro lugar fere mortalmente a primeira-dama. Apenas Dunn é visto, o que faz com que ele passe a ser o criminoso mais procurando do país e que o general que o recrutou agora queira matá-lo. Tentando entender a situação, ele acaba convencendo uma médica que não é um perigoso assassino. Ela então passa a ajudá-lo a descobrir quem gostaria de ver a primeira-dama morta e por quais motivos.

Evelyn - Uma História Verdadeira - Dvd Legendado | Parcelamento sem juros

Evelyn - Uma História Verdadeira (2002)

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DIREÇÃO: Bruce Beresford, baseado na história real de Desmond Doyle que brigou contra o governo Irlandês para ter de volta os seus filhos.

Desmond Doyle (Pierce Brosnan) é abandonado pela esposa no dia seguinte ao Natal. Desempregado, ele é julgado incapaz de criar os filhos Evelyn (Sophie Vavasseur), Dermot (Niall Beagan) e Maurice (Hugh McDonagh), que são acolhidos em orfanatos. Doyle precisa então lutar contra o sistema para recuperar a guarda das crianças.

A Irmandade da Guerra Dublado

A Irmandade da Guerra (Taegukgi hwinalrimyeo, 2004)

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DIREÇÃO: Kang Je-gyu

Jin-Tae (Jang Dong-Kun) é um sapateiro que trabalha duro para pagar os estudos de Jin-Tae (Jang Dong-Kun), seu irmão mais novo. Mas os dois homens são obrigados a se alistar no exército e lutar na Guerra da Coreia. Distante da família, Jin-Tae jura proteger Jin-Seok de qualquer perigo. Quando o mais velho descobre que, ao conseguir uma medalha de honra em batalha, poderá ter a chance de enviar seu irmão de volta para casa, ele vai pagar qualquer custo pela segurança de Jin-Tae. Enquanto isso, o caçula não entende o motivo por trás das atitudes do irmão, que são cada vez mais violentas, o que começa a colocar em teste os laços de amor e confiança dos dois.

Amor em Jogo - Filme 2005 - AdoroCinema

Amor em Jogo (Fever Pitch, 2005)

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Dirigido por Peter Farrelly e Bobby Farrelly, baseado na autobiografia homônima de Nick Hornby, autor britânico fanático por futebol — esporte substituído no filme pelo beisebol, mais popular nos Estados Unidos.

Em Amor em Jogo, Ben (Jimmy Fallon) é um fã obcecado pelo time de baseball Boston Red Sox. Devido a palestra dada aos alunos da turma para a qual dá aula, Ben conhece Lindsey Meeks (Drew Barrymore), por quem se apaixona de imediato. O relacionamento entre eles segue muito bem, até que Lindsey percebe que sempre fica em segundo plano em relação ao time que Ben tanto adora.

Papai Noel Casamenteiro – Filmes no Google Play

Papai Noel Casamenteiro (Matchmaker Santa, 2012)

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Dirigido por: David S. Cass Sr.

Ainda quando uma menina, Melanie Hogan (Lacey Chabert) desejava encontrar seu próprio príncipe encantado, assim como seus pais encontraram o amor verdadeiro. Agora já adulta, Melanie tem sua própria padaria e namora o executivo bem sucedido Justin (Thad Luckinbill). Embora tudo parece ser perfeito, quando Justin pede Melanie para passar as férias juntos em sua bela casa e conhecer sua mãe, a jovem conhece o melhor amigo de Justin e fiel assistente, Dean (Adam Mayfield), que cultiva uma paixão secreta por ela. Será que Melanie e Dean foram feitos um para o outro?

Meu Malvado Favorito 3 - Filme 2017 - AdoroCinema

Meu Malvado Favorito 3 (Despicable Me 3, 2017)

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Diretores: Pierre Coffin, Kyle Balda

Em Meu Malvado Favorito 3, nos anos 1980, Balthazar Bratt fazia muito sucesso através de sua série de TV, onde interpretava um vilão chamado EvilBratt. Entretanto, o tempo passou, ele cresceu, a voz mudou e a fama se foi. Com a série cancelada, Balthazar tornou-se uma pessoa vingativa que, nas décadas seguintes, planejou seu retorno triunfal como vingança. Gru e Lucy são chamados para enfrentá-lo logo em sua reaparição, mas acabam sendo demitidos por não terem conseguido capturá-lo. Gru então descobre que possui um irmão gêmeo, Dru, e parte com a família para encontrá-lo no país em que vive.

Agente Infiltrado - Filme 2023 - AdoroCinema

Agente Infiltrado (AKA, 2023)

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Diretor: Morgan S. Dalibert

Agente Infiltrado é um filme francês de ação e suspense policial dirigido por Morgan S. Dalibert e produzido pela Inoxy Films e Nolita para a Netflix. A trama acompanha o agente infiltrado Adam Franco (Alban Lenoir), que tem anos de experiência realizando trabalhos suspeitos. Como sua próxima missão, Franco deve se infiltrar em um grande grupo de mafiosos franceses para impedir um ataque terrorista. Porém, após entrar no grupo, o agente começa a enfrentar um dilema moral. A situação e as dúvidas de Adam se intensificam ainda mais quando um garoto de oito anos, filho do chefe da máfia, entra na jogada.

Imagem de DVD Joanna - Em Oração Ao Vivo em Aparecida do Norte

Joanna - Em Oração Ao Vivo em Aparecida do Norte (2002)

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- Viva s Mãe de Deus e Nossa
- Romaria
- Oração de São Francisco
- Treze de maio
- Vós sois o lírio mimoso
- Canção para Santa Paulina
- Maria de Nazaré
- Nossa Senhora
- Ave Maria
- Muxima
- Mãezinha do Céu
- Nós queremos paz
- Oração pela Família
- A Padroeira

 ... E O Mundo Se Diverte - Eu Assisti

E o Mundo se Diverte (1948)

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Direção: Watson Macedo

Essa comédia musical conta a história de Damião, proprietário de uma companhia teatral que está enfrentando problemas nos negócios - mas, principalmente, no amor.

 

A vida acima de tudo (Life above all, 2010)

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Considerado pelo crítico Roger Ebert entre os 10 melhores filmes estrangeiros de 2010, "A vida acima de tudo" é uma emocionante viagem épica através da história da pequena Chanda.
Baseado em um livro, "Chandas secret", o filme narra a história de um vilarejo na África do Sul, devastado pela epidemia da AIDS. Os moradores vivem em um clima de tensão, e qualquer suspeita da doença em algum morador, cria uma verdadeira caça as bruxas.
O filme começa com a morte de uma bebê recém nascida, irmã de Chanda, nossa heroína. Chanda é ótima filha, excelente aluna na escola. O pai bêbado, acusa a esposa de matar a filha com leite envenenado. Os vizinhos suspeitam de aids, mas todos ficam em suspense. Até que um dia, a mãe de Chanda também cai doente. A vizinha Sra Tafa, sempre prestativa, sugere a Lillian, mãe de Chanda, a se exilar, abandonando sua família, e procurar ajuda em sua cidade Natal. Porém, a própria mãe de Lillian a rejeita, acusando-a de promíscua. Chanda desconfia desse exílio da mãe, e vai em busca dela, passando por uma peregrinação tortuosa. A sua melhor amiga, Esther, também uma menina, está contaminada, e Chanda se afasta dela, por preconceito. Esther se prostitui para poder sobreviver.
O filme é um belíssimo libelo contra o preconceito, e afirma que, mesmo hoje em dia, a AIDS é vista como morte certa em regiões da àfrica, por conta de falta de informação ou até mesmo por visão maligna da doença.
A sra Tafa tenta de tudo: feitiçaria, rezas. Somente no fim, Chanda a convence de levar sua mãe para um médico.
Poucas vezes me emocionei tanto em um filme. O elenco, poderoso, tem nas interpretações de Khomotso Manyaka como Chanda, e Keaobaka Makanyane, como Esther, duas das atuações mais vibrantes e comoventes que já vi recentemente. O elenco adulto também está ótimo.
A fotografia é outro trunfo do filme: estilosa, variando entre o quente e o frio, com composições de enquadramento absolutamente belas. A trilha sonora é divina, evocando melodias da região.
O filme tem muitas cenas antológicas: a dança de Chanda com moradores da região em uma festa; o surgimento de seu pai moribundo após estar totalmente destruído pela bebida; a cena de Esther se prostituindo na rodoviária. e a comovente cena do reencontro de Chanda com sua mãe abandonadda.
Uma obra-prima que deve ser visto por todos, emocionando todos os corações duros de preconceito.

45 Dias Sem Você - Filme 2018 - AdoroCinema

45 Dias Sem Você (2018)

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Dirigido por Rafael Gomes

Que filme delicioso! “45 dias sem você”, cujo título faz uma brincadeira com o cult romântico “500 dias com ela”, é uma comédia dramática e romântica LGBTQ+, filmada em 5 Países, e totalmente financiada com investimento próprio pelo roteirista e diretor Rafael Gomes e mais alguns amigos produtores. Rafael é um dos Diretores do curta cult “Tapa na pantera”, e aqui estréia no longa-metragem. Como todo filme independente, Rafael viajou com uma equipe e elenco reduzido para poder filmar em Londres, Paris, Lisboa, Buenos Aires e São Paulo. Para otimizar o orçamento, ele aproveitou que boa parte dos atores estavam nos países e ainda escalou elenco local. Aliás, o elenco é um dos grandes trunfos do filme: que galera talentosa, carismática, repletos de energia boa! Rafael de Bona, como o protagonista, Julia Correa, Fabio Lucindo, Mayara Constantino, tanto eles como os atores estrangeiros emprestam seus nomes aos personagens, uma forma de tornar o filme mais vivo e espontâneo. A fotografia de Dhyana Mai e a trilha sonora de Janecy Nascimento são outros grandes elementos técnicos que ajudam a cativar o espectador e entrar nesse mundo que fala de uma geração em busca de um sentido para a sua vida. O filme se aproxima de “Terra estrangeira”, quando quer falar de jovens brasileiros buscando uma luz fora do Brasil, já que aqui só vislumbraram trevas. Inclusive, em uma cena em Lisboa, toca a mesma música de Gal Gosta do filme de Walter Salles, “Vapor barato”. Rafael está triste, Acabou um relacionamento de 4 anos com seu ex-namorado, e por amor, aguardou o retorno dele por 45 dias. Frustrado, resolve fazer uma mala e viajar por 45 dias e revisitar 3 grandes amigos: Julia em Londres, Fabio em Lisboa e Mayara em Buenos Aires. Entre desilusões de cada um desses personagens, pequenos flashes de amor, alegria e ilusão. Curiosamente, todos os amigos de Rafael são atores e buscam um Plano B. Ícaro Silva faz uma participação como um amante de Rafael, em Lisboa. A trilha sonora, repleta de canções rock indies, é uma outra delícia.

Confronto Final - AdoroCinema

Confronto Final (2005)

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Dirigido por Alonso Gonçalves

Ficou apenas uma semana em cartaz nas salas de São Paulo, este drama policial mineiro, que não foi feito em película, mas em formato digital. Ou seja, ainda tem cara de teleteatro, mais do que cinema. Numa entrevista ou monólogo desta edição, o diretor afirma ser este seu quarto filme, critica os jornalistas que falaram mal do filme (chamando-os de frustrados ou incompetentes) e elogia suas cenas de ação (realmente bastante bem realizadas).

Na verdade, o desabafo é a coisa mais curiosa do filme, que segue a linha dos filmes americanos do gênero, transpondo a ação para BH (depois de elogiar a cidade numa introdução, ressalva que ela está ficando cada vez mais violenta e conta sua história). Apenas Jackson Antunes tem uma presença mais forte (para desconhecidos, o resto do elenco até que se defende, até mesmo alguns efeitos de explosões e tiroteios não comprometem, considerando a escassez do orçamento).

São nas cenas de diálogos e drama familiar ou policial que o filme se atrapalha. Faltam maior dramaturgia, diálogos e caracterizações mais realistas, perder o ar de ingenuidade. Obviamente um esforço de realização só consumível com boa vontade.

 Chupacabra Vampiro Ou Et - Documentário - Legendado | MercadoLivre

Vampiro ou ET? Chupacabra (Adventures Beyond: Killer Chupacabra, 1997)

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Quem ainda não ouviu falar?

Chupacabra é um mistério que esta assombrando o mundo. Primeiro em Porto Rico, depois no México, desceu para a América do Sul e chegou no Brasil.
Agora outros casos ocorrem nos Estados Unidos, Canadá e África, todos os ataques apresentando sempre as mesmas características. Acompanhe os relatos dos cidadãos de Porto Rico que afirmam terem visto e descrevem o CHUPA CABRA, os ataques em Porto Rico são bem semelhantes aos ocorridos no Brasil.
Autoridades médicas e policiais de vários países analisam as possibilidades de definir “o que” pode estar causando a morte desses animais, e o pior de forma tão cruel e misteriosa. O Sangue é sugado completamente, as orelhas são arrancadas, as vísceras desaparecem, o animal fica seco, a carne, de acordo com as autópsias demonstradas, apresentam aspecto vidro-gelatinosa. Por que? E o Chupacabra pode ser um E.T? Nenhuma hipótese pode ser desconsiderada!

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Condenado à Liberdade [2000]

ULOZTO / OK.RU

Dirigido por Emiliano Ribeiro

Condenado à Liberdade é um filme policial nacional que se passa em Brasília, em 1998, sobre a investigação de um assassinato de um casal pertencente a uma influente e rica família.

A polícia civil local descarta a hipótese de que o marido atirou na mulher e depois se matou. Por isso, quer logo arrumar um bode expiatório para confessar a autoria do crime, solução conveniente para não manchar a reputação da família Vilhena. Afinal de contas, o irmão da falecida está concorrendo ao cargo de senador.

Já o investigador Lopes (Antônio Pompêo) da polícia federal acredita que o assassino é Maurinho (André Gonçalves), o filho mais velho das vítimas. Isso porque havia um conflito entre eles por causa do seu namoro com Ângela (Mylla Christie), uma jovem da classe baixa taxada pela mãe como interesseira. Lopes consegue a prisão preventiva de Maurinho, porém, ele logo é solto por influência política.

O filme começa navegando pelas desavenças entre Maurinho e seus pais. Enquanto isso, a sua avó e matriarca da família, Dona Irene (Nathália Timberg), tenta apaziguar os ânimos, sempre dando tudo que o neto pede. Há diálogos demais para contar essa narrativa, e o filme abusa de planos que o aproximam a uma novela. Intencionalmente ou não, isso acaba levando à surpresa quando o crime acontece.

Condenado à Liberdade, a partir daí, ganha um pouco de interesse nas investigações do personagem Lopes. Mas esse impacto vai se perdendo à medida que o investigador fica obcecado em incriminar Maurinho ao invés de buscar as evidências para realmente desvendar o crime. Em uma sequência um pouco absurda, ele dá uma de Dirty Harry e intimida o garoto acusado.

A narrativa segue em ordem cronológica, mas se perde em relação aos personagens. Ora acompanha Maurinho, ora seu pai, ora Lopes, até finalmente Ângela, depois do primeiro flashback do filme, que mostra Maurinho e Ângela na saída de uma balada.

A investigação, o filme policial no estilo whodunit, que era a trama principal de Condenado à Liberdade, de repente é frustrantemente estragada. O espectador que poderia estar buscando a solução do crime se decepciona quando o criminoso confessa a autoria ao assumir pela primeira vez a narração em off. Num terrível anticlímax, o filme entrega de bandeja quem foi o autor do duplo crime, jogando no lixo todo o mistério que custosamente tentava construir.

O filme deixa de lado qualquer preocupação com seus personagens, todos rasos e unidimensionais. O diretor Emiliano Ribeiro desperdiça a presença radiante de Mylla Christie, em um dos seus poucos papéis no cinema. A sua Ângela é uma personagem essencial na história. Porém, não sabemos suas motivações. Nem mesmo se – dilema maior da família – o seu interesse por Maurinho reflete um amor autêntico ou meramente oportunidade de se casar com um rapaz rico.

 O Urso do Pó Branco': Qual a história real por trás do filme?

O urso do pó branco (Cocaine bear, 2023)

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Em 1976, um ano após o mega sucesso de "Tubarão", os produtores resolveram investir em animais para criarem a sua versão assassinos da natureza. Assim surgiu o cult "Grizzly, a fera assassina", sobre um urso marrom que decide matar os pobres frequentadores de um parque. Esse filme imediatamente me veio em mente quando surge o sucesso de público "O urso do pó branco", dirigido pela atriz Elisabeth Banks. O filme é vendido no mercado como terror, mas na verdade é uma deliciosa galhofa com ação, humor ácido, aventura, muito trash e suspense. Mas terror, nunca. O filme é levemente inspirado em um evento real, quando um carregamento de cocaína caiu de um avião e caiu em um parque florestal. Um enorme urso negro consumiu cocaína e acabou morrendo de overdose. O roteirista Jimmy Warden decidiu pegar esse mote bizarro e criou a sua versão da fera assassina. Mas a ursa no caso só ataca as pessoas pois ao consumir grandes quantidades de coca;ína, ela fica fora de si e o que ela quer na verdade é cheirar cada vez mais pó. O filme é ambientado em 1985 e traz uma colcha enorme de retalhos de plots e sub-plots, com muitos personagens que surgem no caminho do urso. Tem guardas florestais, tem uma mãe em busca de sua filha adolescente que matou a aula para ir ao parque com um amigo; tem traficantes que estão em busca da cocaína; tem um trio de jovens delinquentes; tem turistas desavisados... e claro, tem a ursa e seus dois filhotes. O que mais gostei do filme é o seu elenco bem variado, que traz Keri Russell, tem Ray Liotta, meses antes de vir a falecer em maio de 2022, tem o Hans Solo Alden Eirnreinrich e tem a menina de "Projeto Flórida", Brooklyn Prince, além de uma turma muito maluca. O filme acaba sendo mais longo do que devia, pois o excesso de personagens faz com que a ursa acabe se tornando uma coadjuvante, aparecendo esporadicamente. Umas cenas longas e chatas acabam tomando tempo de cena e eu ficava toda hora desejando que a ursa surgisse. No entanto, o filme é bem divertido, e uma cena merece total destaque, por ser absurdamente antológica e bem construída: a perseguição da ursa que vai atrás de uma ambulância. A cena é um primor de realização.

Briga, Mulher e Samba (1960) - IMDb 

Briga, Mulher e Samba (1961)

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Direção: Sanin Cherques

Marcelino (Ronaldo Lupo) resolve sair do interior para tentar carreira como compositor popular na capital do Rio de Janeiro. Ele passa, então, a morar com seus tios em uma favela, enquanto seu sucesso não chega. Na esperança de conhecer e convencer a famosa cantora Mira Diler (Renata Fronzi) de seu potencial, Marcelino vai visitá-la em sua boate. A moça não dá importância para o talento do rapaz, mas resolve dar atenção à ele e o seduz para que possa - sem saber - ser usado como traficante de drogas.

A Ligação Dublado

A ligação (Call, 2020)

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Direção: Lee Chung-Hyun

Ótimo suspense sul coreano, "A ligação" lembra a complexidade do seriado "Dark", e como tal, deixa muitas lacunas e certamente muita gente ficará sem entender o desfecho.
O filme lida com dois mundos definidos: o de 2019 e o de 1999. Sung-Ho é uma jovem que retorna para morar na casa onde ela passou a sua infância e onde morou a jovem Yong Sook e sua madrasta, uma xamã. Em 2019, Song Ho recebe uma ligação, e acredita ser um trote. Na insistência dos telefonemas, elas descobrem que a ligação é de Yong Sook de 1999. Ela foi acusada de matar sua madrasta e várias pessoas, e pede ajuda a Song Ho para inocentá-la., uma vez que no futuro ela poderá guiar os passos da outra no passado. Mas quando Song Ho passa a desconfiar das intenções de Yong Sook, ela ameaça matar o pai, a mãe e a própria Song Ho do passado.
Uma ótima trama que deve ser vista umas duas vezes, por conta de sua complexa estrutura, 'A ligação" é uma fantasia atemporal que irá lembrar vários filmes, entre eles, "O Efeito borboleta", onde qualquer alteração no passado repercutirá no presente. As interpretações das duas protagonistas é muito boa, e Jun Jong-seo se destaca no papel da super vilã. Não deixem de assistir aos créditos finais, que subverte totalmente o desfecho do filme e deixará todo mundo horas refletindo sobre o filme que viram.

Deu a Louca nos Monstros (The Monster Squad, 1987)

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Dirigido por Fred Dekker

Um grupo de adolescentes funda o Esquadrão Caça-Monstros para derrotar monstros clássicos de filmes, como a Múmia, o Lobisomen, o Frankenstein e o Drácula. Legal demais! 

Monster Squad, no título original, parece ter sido feito sob medida para marcar infâncias em sessões da tarde e “cinemas em casa” da vida. A fórmula é aquela típica das aventuras dos anos 80: grupos de criança, vilões clássicos e nefastos e muita tosqueira e diversão. No entanto, é importante lembrar que apesar do espírito juvenil, o filme ainda têm seus momentos sombrios e cenas suscetíveis à censura: a versão exibida no Brasil era cheia de cortes. Quem participa também do roteiro é Shane Black, responsável pelos filmes da Máquina Mortífera e pelo polêmico Homem de Ferro 3. 

Barbara Callewaert, Dolores Bouckaert Nude - Ex Drummer (2007) Naked Scene  Free - CelebExposed

Ex Drummer (2007) 

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Filme belga, adaptado do livro do escritor excêntrico Herman Brusselmans. É difícil classificar um filme onde você tem Fetiches (incesto, menage a trois), extrema violência, sexo explícito, humor negro, musical punk rock, anarquia, estupros, assassinatos, homofobia, sadomasoquismo e outras loucuras desenfreadas. O filme narra a história de 3 músicos deficientes: um tem um braço direito imobilizado porquê quando adolescente sua mãe o flagrou se masturbando e desde então criou um trauma, assim como sua mãe ficou careca nesse mesmo evento; um outro é meio surdo, é drogado e maltrata sua esposa na frente de sua filha pequena, além de cheirar o tempo todo com a mulher; o terceiro é um careca punk que estupra e assassina mulheres. Juntos, os 3 convidam um famoso escritor para ser o baterista do grupo, pelo simples fato de terem lido num jornal que ele adoraria tocar bateria. O escritor, que não sabe tocar bateria, aceita o convite, mas com a intenção de se aproveitar da história desses 3 párias para escrever seu próximo livro. Assim, ele os maltrata e provoca neles reações que transformarão a vida de todos num verdadeiro inferno. O filme é muito bizarro, e definitivamente não é para todos os gostos. O início, todo filmado de trás pra frente, é brilhante, assim como o desfecho, onde rolam vários assassinatos em formato de clip. Os mortos dando depoimentos é genial. O filme é uma espécie de "Transpotting" elevado ao cubo. Sujo, feio, mórbido, sórdido e muito punk, em todos os sentidos.

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Vampiros, os Mortos (Vampires: Los Muertos, 2002)

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Apesar do título, o diretor John Carpenter apenas produz esta continuação de "Vampiros", filme que dirigiu em 1998 com James Woods e Daniel Baldwin no elenco. O diretor aqui (e também roteirista) é o veterano Tommy Lee Wallace, antigo colaborador de Carpenter, que trabalhou com ele em "Halloween III: Noite de Terror", o capítulo maldito da série.

A história apresenta o roqueiro Jon Bon Jovi como um experiente caçador de vampiros que vaga pelo México para impedir que uma vampira consiga um artefato que pode fazer com que ela não seja mais afetada pela luz do sol, ou seja, praticamente o mesmo enredo do primeiro filme só que com elenco inferior e situações nada originais, bem longe do estilo de Carpenter.

Uma continuação dispensável, lançada diretamente em vídeo, e recomendada apenas para os fãs do gênero.

 Durante a Tormenta Dublado

Durante a Tormenta (DURANTE LA TORMENTA, 2018)

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Para fãs de filmes de suspense com reviravoltas surpreendentes, o nome do Cineasta Oriol Paulo deve ser anotado. Em todos os seus filmes, existe uma trama que, por mais mirabolante e inverossímel que possa parecer, seduz o espectador até seu último minuto. Foi assim com "O corpo" e depois com "Contratempo". Aqui em "Durante a tormenta", Oriol se apropria do tema da viagem ao tempo e de épocas paralelas seguindo juntas, e faz lembrar de filmes como "Frequência", "Efeito borboleta" e da série alemã "Dark". No ano de 1989, na noite da queda do muro de Berlim, em uma cidade da Espanha um garoto presencia um assassinato e acaba sendo atropelado e morto durante a sua fuga. Nessa noite, uma enorme tormenta de 72 horas assombrou a cidade. 25 anos depois, uma família se muda para a mesma casa. A mãe, Vera, ao encontrar uma tv e uma fita Vhs antiga que o menino de 1989 gravou, acaba fazendo contato com ele e o salva da morte. O resultado; por ter alterado seu passado, a filha de Vera no presente não existe mais. Vera precisa desesperadamente descobrir uma forma de fazer tudo voltar como era antes. Com um suspense genial, o filme também traz uma linda história de amor. O Elenco tem Adriana Ugarte no papel de Vera e o argentino Chino Darin no papel de um policial que a ajuda no presente. O filme tem uma duração exagerada de quase 130 minutos, mas vale relevar essa barriga e se deixar seduzir pelo filme, que é muito bom.

Poultrygeist: A Noite dos Frangos Mortos (Poultrygeist: Night of the Chicken Dead, 2006)

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Diretor: Lloyd Kaufman

Um grupo de pessoas presas dentro de um restaurante de fast food de frangos fritos de Nova Jersey - o "American Chicken Bunker" - está sendo atacado por frangos indígenas possuídos por demônios zumbis após a construção de um estabelecimento no topo de um sagrado cemitério indígena.

No Oeste Muito Louco 1976 Tvrip Globo Dublagem Herbert Richers Raríssimo -  YouTube

No Oeste Muito Louco (The Great Scout & Cathouse Thursday, 1976)

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Dirigido por: Don Taylor

Dispostos a tudo para enriquecer, Sam Longwood e seu comparsa Jack Colby resolvem raptar um grupo de prostitutas e a mulher do dono de uma estrada de ferro.

 A Princesa Prometida (The Princess Bride, 1987) | Leitura Fílmica

A Princesa Prometida (The Princess Bride, 1987)

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A Princesa Prometida é um daqueles filmes que não envelhece. Lançado em 1987, garantiu seu lugar entre aquele seleto grupo de filmes eternamente queridos pelo público.

O diretor Rob Reiner (Harry & Sally – Feitos um para o Outro) e o escritor e roteirista William Goldman (Louca Obsessão) conseguem mesclar, com muita simplicidade, romance e fantasia e fazer do longa-metragem um filme que agrada todo mundo, independente da idade que se tenha.

Um avô, tentando animar seu neto doente, resolve ler um livro de aventuras. No livro, a bela princesa Buttercup se apaixona por um belo camponês e faz um pacto com ele por toda vida, porém, fazem-na acreditar que um malvado pirata matara seu grande amor. Desiludida, ela aceita casar-se com um príncipe ganancioso, mas é sequestrada por uma gangue esquisita no dia de seu casamento.

Cativante, a história do livro conquista o menino e todo mundo que está do outro lado da tela também. A história, cheia de reviravoltas, lutas de espadas e tramas de poder sobrevive muito bem ao tom exagerado impresso pelo diretor, além de contar com um belo trabalho de direção de arte de Norman Garwood (Hook: A Volta do Capitão Gancho) e atuações interessantes.

Fora do livro estão Fred Savage (Vice Versa), aquele menininho de Anos Incríveis, e Peter Falk (Assassinato por Morte). Dentro estão Robin Wright (Forrest Gump) e Cary Elwes (Drácula de Bram Stoker), como o casal de apaixonados, e ainda Mandy Patinkin (A um Passo do Poder), Chris Sarandon (A Hora do Espanto), Christopher Guest (Isto É Spinal Tap) e Wallace Shawn (Meu Marciano Favorito).

Seguindo o padrão de narrativa dentro da narrativa, a trama ganha pontos com intromissões pontuais do pequeno adoentado, que mesmo o interrompendo o fluxo normal da ação, deixam o conto de fantasia ainda mais divertido. É muito divertido ver o menino querendo a todo custo que a trama não se renda a momentos melosos.

A Princesa Prometida é aquele tipo de filme que consegue envolver o espectador usando os métodos simples, como provocar um retorno aos contos de fadas, sempre algo tão próximo, com elementos tradicionais do gênero e a mesma construção da narrativa. Ao permitir as inserções de um universo nem tão fantástico, isso o traz ainda mais para perto de quem assiste ao filme, por mais de vez, lembrar da vontade que se tinha de interferir em certas histórias, adiantando aquilo que não se queria ouvir.

Um filme leve e divertido, cheio de ação e fantasia, que conquista públicos de todas as idades.

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Persuasão (Persuasion, 1995)

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DIREÇÃO: Roger Michell

De família aristocrática, porém em dificuldades financeiras, Anne é levada a romper seu compromisso com um jovem por ele não ter família rica nem posição social. Mais tarde, reencontra o mesmo rapaz numa situação financeira e nível social melhores. Mas ele agora se relaciona com uma família na qual Anne se tornou parente também.

Solteira e infeliz, a jovem Anne Elliot (Amanda Root) ainda tem de lidar com as dificuldades financeiras de sua família. Por obra do destino, o capitão Frederick Wentworth (Ciarán Hinds) retorna à vida de Anne oito anos depois que a família dela a aconselhou a não aceitar o pedido de casamento dele. Ocorre que Wentworth está rico e rodeado de belas mulheres - todas evidentemente interessadas na fortuna dele. Anne agora será desafiada a provar que lamenta pela decisão tomada no passado e que durante todos esses anos sempre amou verdadeiramente o capitão Wentworth.

Honey - No Ritmo dos Seus Sonhos - Filme 2003 - AdoroCinema

Honey - No Ritmo dos Seus Sonhos (2003)

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Dirigido por Bille Woodruff

Musical que dá a impressão de voltar aos bons tempos de "Breakdance" e "Flashdance" (tanto que queriam que Jennifer Beals fizesse a gerente do banco). Uma história altamente romanceada e improvável, que é mero pretexto para exibição de coreografias de música hip-hop.

Jessica Alba (do seriado "Dark Angel"), assume-se como mulata e revela inesperado talento de dançarina. Ela ajuda a tornar consumível esta fitinha que fez sucesso nos EUA com o público negro. Até porque tem pontas de astros famosos da música black. O papel principal foi originalmente planejado para a cantora Aaliyah (1979-2001), que morreu precocemente num acidente de avião.

 Dvd A Soma De Todos Os Medos | Frete grátis

A Soma de Todos os Medos (THE SUM OF ALL FEARS, 2002)

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Realizado por Phil Alden Robinson

Jack Ryan, fictício analista da CIA criado pelo escritor Tom Clancy apareceu pela primeira vez nas telas de cinema na pele de Alec Baldwin. Era 1990 e o filme "A caçada ao Outubro Vermelho" fez um enorme sucesso. Não demorou para que outros livros de Clancy protagonizados por Ryan chegassem às telas, mas como quem manda em Hollywood é o dinheiro, em "Jogos patrióticos" (1992) e "Perigo real e imediato" (1994) ele tinha o rosto ainda mais popular de Harrison Ford. Em 2002, porém, Ford estava um pouco velho demais para voltar à personagem e saiu de fininho de um novo filme estrelado pela personagem, sem divulgar os seus motivos. A despeito das qualidades e carisma de Ford, porém, sua substituição pelo bem mais jovem Ben Affleck mostrou-se acertada. "A soma de todos os medos" é um belo thriller de ação que joga com os temores de uma guerra nuclear de grandes proporções a seu favor. E é também uma das poucas vezes em que Affleck não consegue estragar um filme com sua costumeira apatia.

Quando a empolgante trama criada por Clancy - que queixou-se depois de inúmeros erros técnicos cometidos pelo roteiro - começa, os EUA estão em sério conflito com a Rússia a respeito da Chechênia. Quando o presidente russo morre repentinamente e é substituído pelo discreto Nemerov (Ciaran Hinds), a paranoia se instala em todos os setores do governo americano. O presidente, Robert Fowler (James Cromwell) logo passa a ser aconselhado por seus assessores diretos, que insistem no fato de que uma guerra nuclear é iminente. Quem não compartilha dessa opinião é o jovem analista Jack Ryan (Ben Affleck), mas quando uma bomba explode em Baltimore ele precisa provar que sua teoria - a de que uma facção terrorista tenciona iniciar uma guerra entre os dois países - é correta, antes que o mundo corra o risco de um holocausto nuclear.

O maior acerto de "A soma de todos os medos" seja justamente o de privilegiar o suspense em detrimento da ação pura e simples. As intrigas político-governamentais assumem relevância crucial na história, assim como as sequências extremamente bem realizadas de explosões e destruição que fazem a glória do gênero. Para isso, é louvável a escalação de um elenco coadjuvante repleto de atores excepcionais como Morgan Freeman, James Cromwell e Liev Schreiber, bem como a escolha certeira do irlandês Ciarán Hinds para o central papel do presidente russo Nemerov. Com seu olhar misterioso e sua voz aterrorizante, o ator rouba as cenas em que aparece e até faz a audiência esquecer que o pretenso protagonista (Jack Ryan) aparece bem menos do que nos outros filmes da série. E para quem questiona o fato de Affleck viver Ryan mesmo sendo bem mais jovem do que Harrison Ford a resposta parece ser uma só: assim como acontece volta e meia no cinema, "A soma de todos os medos" não é nem uma continuação nem um prequel e sim uma espécie de novo início (como aconteceu com "Superman" nos anos 2000).

"A soma de todos os medos" pode não ser o melhor filme do gênero realizado em Hollywood, mas é inegável que tem qualidades redentoras e uma tensão quase palpável. Convenhamos, é muito mais do que se pode esperar de produções comerciais que normalmente só oferecem violência e piadinhas infames.

Destemida - Filme 2023 - AdoroCinema

Destemida (True Spirit, 2023)

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Direção: Sarah Spillane

Baseado no livro de Jessica Watson, Destemida conta a história pessoal de uma garota australiana que é pessoa mais jovem a dar a volta ao mundo sozinha de outubro de 2009 a maio de 2010 - aos 16 anos. Sua viagem terminou em 10 de maio de 2010, depois de 210 dias em alto mar e mais de 22 mil milhas náuticas. Mas foi com muitos anos de preparo que a fizeram concluir o feito. No entanto, apenas oito meses antes, ela colidiu com um cargueiro de 63.000 toneladas. Porém ela não se deixou abalar e continuou seguindo seu sonho. O filme reconta todos esses dias, escritos em seu livro, em que ficou no mar, sozinha e sem ninguém, quase incomunicável. Mesmo assim, a jovem australiana seguiu em frente, rumo ao horizonte.

Tudo Isto É Fado | CAPAS DE DVD - CAPAS PARA DVD

Tudo Isto É Fado (2004)

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Diretor: Luís Galvão Teles

Uma comédia portuguesa é coisa rara de se ver por aqui, mesmo quando é co-produção com o Brasil e a firma de Waltinho Salles.

Dirigida pelo veterano Teles (que fez fitas conhecidas em festivais como "Mulheres"/ "Elas"), a história começa afavelmente no Brasil (com Danton Mello muito parecido em tudo com o irmão Selton) e depois passa para Portugal, onde a dupla se envolve com a filha do escritor (fica-se esperando uma reviravolta e o óbvio que seria ela mesma ser a autora dos livros, mas o roteiro não é dado a surpresas).

Depois inventam um improvável roubo de um quadro que está numa exposição no estilo "Os Eternos Desconhecidos". Mas nunca passa de uma curiosidade. Deborah Secco faz ponta como a namorada de Danton que larga dele.

 Plantão de Polícia - A História de Lili Carabina - YouTube

Plantão de Polícia - A história de Lili Carabina (1980)

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No final dos anos 80, ela foi presa e condenada a mais de 100 anos de reclusão, no entanto, conseguiu fugir 6 vezes da cadeia e só parou de fugir quando foi atingida por uma bala na cabeça, em 1988, fato que a deixou em coma por 33 dias. Após esse episódio, Lili Carabina retornou à penitenciária e tornou-se evangélica.

CINEMA CARTAZ ORIGINAL FILME : AS RAINHAS DA PORNOGRA

As Rainhas da Pornografia (1984)

OK.RU / ULOZTO

Diretor: Fauzi Mansur

Quatro atores em filmagem perdem-se da equipe. Estão num barco no meio de uma represa. Aportam numa ilha desconhecida, onde encontram uma tribo de semi-selvagens regredidos no tempo. São aprisionados e tomam conhecimento da existência de um cientista que fazia, ali, experiências com cobaias humanas, transplantes de cérebros, cruzamentos de humanos com animais, etc. Pan, meio homem e meio cabrito, figura da mitologia grega, é o chefe do bando, que hipnotiza a todos com o toque de sua flauta. Apodera-se das mulheres e prende os homens, fazendo com que as mulheres da tribo briguem por eles.

Foto do filme Tudo na Cama - Foto 3 de 6 - AdoroCinema

Tudo na Cama (1983)

OK.RU / ULOZTO

Dirigido por: Antonio Meliande

No dia do seu casamento, suas ex-amantes aparecem na cerimônia. Furiosas, atacam, perturbam e sacodem o dia matrimonial do galante noivo. Todos acabam se envolvendo na confusão.

Augustas (2012)

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Diretor de documentarios premiados em Festivais mundo afora, Francisco Cesar Filho faz aqui seu debut em longa de ficção. Rodado em 2008, o filme somente encontrou espaço em festivais e no Canal Brasil. O filme, baseado livremente em um livro chamado "A estrategia de Lilith", de Alex Antunes, narra a historia de um jornalista paulistano que transa com sua chefe, até ser mandado embora. Desempregado, o jornalista (interpretado pelo ator e dramatrgo Mario Bortolotto, que foi baleado em um assalto 2 anos depois) vaga pela Rua Augusta, e mantém um caso com uma prostituta (Carol Abras) e passa a frequentar um Centro xamanico. O diretor quiz homenagear essa rua que sempre foi uma mescla de lojas de luxo com uma boemia de baixo nível, onde a vida noturna é voltada para a prostituição e venda de drogas, além de um alto índice de casas noturnas. O filme começa com um curta rodado por Carlos Reichembach em 1967, e mostra essa mesma Rua Augusta, que desde a época, já era esse misto de boemia e glamour. Infelizmente, o filme procura fazer uma homenagem à linguagem do cinema marginal e se perde na referencia. Com uma técnica precária, uso de câmera na mão sem qualquer sutileza, e um som que nitidamente parece dublado, o roteiro, escrito a 4 mãos com José Belmonte, é um arremedo de situações que exploram muito mal os personagens. A homenagem ao basfond da Rua Augusta fica aquém de suas possibilidades. Faltou charme e glamour, sobrou falta de sutileza. Valeu pelo curta do Reichembach.

Janela do Tempo apresenta o filme Tropeiro Velho – Jornal Semanário

Tropeiro Velho (1979)

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Dirigido por: Milton Barragan

Teixeirinha é um cantor famoso, filho de Osório, um próspero fazendeiro que tem um cavalo de estimação chamado Esperança. Por causa de um cavalo há um litígio em família, fazendo com que Teixeirinha, profundamente magoado, saia de casa. Seu irmão, Osvaldo, toma as suas dores e tenta ajudá-lo.
Sua mãe sofre muito com esse afastamento e sua namorada, Mary, espera um filho seu. Mas, por causa da gravidez, ela é mandada para fora de casa e se refugia com a família do namorado, aguardando ansiosamente o seu retorno.
Malacara (Jimmy Pipiolo) dá o tempero cômico à trama ao se envolver em muitas confusões.

Fora da Lei (Hors-la-loi / Outside the law, 2010)

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Drama dirigido pelo argelino Rachid Buchared (mesmo cineasta do denso "London River"), é uma super produção francesa, nos moldes de "O poderoso chefão": cinemão de primeira qualidade. E não digo isso como algo pejorativo, é um filmaço!
Uma familia é separada nos anos 20 na Argélia, após a dominação francesa na região. Os franceses desapropriam inúmeras famílias de suas terras legítimas, entre elas, a da família de 3 irmãos que moram numa região árida. Cada um parte para uma vida errônea: 1 vai lutar na Guerra da Argélia, outro se envolve com marginais e outro empresaria um lutador de boxe. Se reencontram décadas depois: 2 irmãos se unem em forças para tentar livrar a Argélia do protecionismo francês, se tornado líderes do FLN. O 3º irmão, o empresário de boxe, evita de se envolver com a questão sócio-politica, a contra-gosto dos outros irmãos. A mãe deles representa a força da Argélia, que jamais esmorece perante o inimigo. Várias cenas magníficas, tensas, bem dirigidas. Já pro final, tem uma cena de tiroteio digna da melhor produção americana.
O filme é tecnicamente maravilhoso, direção de arte, fotografia, som, figurino. Os atores todos excelentes,e o roteiro é poderoso, fazem desse projeto um filme obrigatório para quem curte cinemão com arte.
Na exibição do filme no Festival de Cannes 2010, o clima era muito tenso na croisette, pois havia boatos de atentado contra Bouchareb, devido ao tema político que tanto desagradou os argelinos.

SERRA PELADA: ESPERANÇA NÃO É SONHO (2007)

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Dirigido por: Priscilla Brasil

Mais de 20 anos de espera separam a realidade miserável dos garimpeiros de Serra Pelada das toneladas de ouro retiradas nos anos 80. Na poeira da pequena vila perdida no meio da Amazônia, os sonhos de enriquecer ainda fazem milhares de pessoas resistir à idéia de abandonar o lugar. E as vidas passam, conduzidas por uma esperança que mais aprisiona do que liberta.

Senta no Meu, Que eu Entro na Tua (1985) - Pôsteres — The Movie Database  (TMDB)

Senta no Meu, Que Eu Entro na Tua (1985)

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A vontade e a curiosidade que eu tinha de ver SENTA NO MEU QUE EU ENTRO NA TUA (1985) remonta desde o início de minha cinefilia, quando vi a capa da fita estampada numa contracapa de uma revista - não me lembro se da SET ou do Guia do Vídeo Erótico. O fato é que por alguma razão esse filme veio parar em minhas mãos, numa cópia tão boa que eu fiquei até admirado. Recebi pelo correio através de um leitor do blog, que ficou sabendo do meu interesse pelo filme e fez a gentileza de copiar do raríssimo vhs que ele tinha para um dvd-r. Maravilha.

E como já havia verificado com OH! REBUCETEIO, de Cláudio Cunha, o cinema pornô que se fazia na época da Boca do Lixo era muito mais criativo que os filmes de hoje, que contam com estrelas da televisão em queda ou modelos de sucesso de revistas masculinas que têm aceitado participar de produções pornôs pela grana que dá, como Leila Lopes, Regininha Poltergeist, Julia Paes, Tammy Gretchen, Vivi Fernandez e Marcia Imperator. Quer dizer, se por um lado, o pornô brasileiro tem a ganhar com uma melhor seleção de mulheres bonitas, por outro, falta nesses novos exemplares o senso de humor, a criatividade e até mesmo o tesão dos filmes da Boca. Acho que o único filme pornô da Boca que eu cheguei a ver no cinema foi um com a Márcia Ferro: EU, MÁRCIA F., 23 ANOS, LOUCA E DESVAIRADA, de Juan Bajon. Quer dizer, eu cheguei a pegar o finalzinho dos cinemas pornôs de rua, embora na época não soubesse separar o joio do trigo, destacando o que prestava do que não prestava. Aí era na sorte mesmo.

Ody Fraga, o diretor de SENTA NO MEU QUE EU ENTRO NA TUA, era um dos diretores mais atuantes da Boca e começou fazendo filmes softcore no final da década de 60, e, nos anos 80, com a popularização do pornô nacional, que apelava até para sexo com animais, ele entrou de cabeça no gênero, embora as cenas de sexo explícito desse filme em especial não contem com a costumeira ejaculação masculina no final. A única que o filme tem parece falsa. O filme é dividido em dois episódios que contam com idéias bem divertidas. O primeiro, "Alô, Buça", é sobre uma mulher cuja genitália começa a falar e a ter vontade própria. Os closes da vagina da mulher se mexendo, como se estivesse mesmo falando, são bem divertidos e estranhos. Nesse primeiro episódio, nota-se que a mulher vive numa casa bem liberal. Ela chega em casa e o marido está fazendo sexo com a empregada e ela fala com ele com a maior naturalidade, como se não houvesse problema algum. E ainda conta do cara com quem ela tinha feito sexo durante a tarde e de como ela ficou admirada quando a sua boceta começou a falar. O marido não acreditou até ver com os próprios olhos. A vagina passa, então, a exigir parceiros melhores, urinando naqueles que ela não aprova. Esse episódio é protagonizado pela bela Silvia Dumont mas também conta com Debora Muniz, estrela do curta-metragem recente de Dennison Ramalho, AMOR SÓ DE MÃE. Há também uma participação especial do lendário anão Chumbinho, que mais parece uma criança.

O segundo episódio, "O Unicórnio", começa com um sujeito reclamando de uma baita dor de cabeça. Em seguida, vemos uma cena de sua mulher transando com outro. A primeira coisa que vem à cabeça nessa hora é que a dor de cabeça do cara só pode ser chifre. Só que começa a crescer mesmo algo estranho na cabeça do sujeito, que no começo do filme estava tentando transar com a secretária, mas não conseguia ter uma ereção. Com o tempo, vai nascendo um cacete gigante na cabeça do homem e sua libido passa a reaparecer e a subir exponencialmente. Sem falar que as mulheres ficam loucas pelo cacete na cabeça dele. Para disfarçar e poder andar na rua, ele passa a usar uma boina. Ele vai a um médico para solucionar o seu problema, quando percebe que é uma médica. E uma médica bem safada. Aliás, quem não é safado nesse filme? Pena que o filme não tenha uma carga erótica tão forte quanto suas idéias e seu senso de humor. Talvez por tentar parecer mais uma comédia mesmo.

Ody Fraga é considerado por muitos apreciadores do cinema produzido na Boca do Lixo como um "gênio do sexo". Seu primeiro filme, VIDAS NUAS (1967), foi sucesso de bilheteria, graças às cenas de strip-tease enxertadas pelo produtor Antonio Polo Galante. A famosa sátira de Branca de Neve e os Sete Anões, HISTÓRIAS QUE NOSSAS BABÁS NÃO CONTAVAM (1979), bastante conhecida de quem tem mais de trinta anos por sua exibição na televisão, foi escrita por ele. Infelizmente, depois de vários sucessos no território exploitation, Fraga chegou ao fundo do poço quando aderiu ao pornô com animais, em seu último trabalho como diretor, MULHERES TARADAS POR ANIMAIS (1986), que era um subgênero que estava fazendo sucesso a ponto de ser exportado para o exterior. Se os alemães "arregaçavam" com o fist fucking, os brasileiros traziam mulheres transando com cachorros ou bodes ou "brincando" com cavalos. Hoje em dia esses tempos parecem tão remotos que muita gente mais jovem não faz idéia do quanto era comum ir a uma videolocadora na época (final dos anos 80, início dos 90) e dar de cara com esse tipo de fita.

China, o Império do Centro (1987) - IMDb

CHINA, O IMPÉRIO DO CENTRO

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Diretor: João Moreira Salles
Narração: José Wilker
Série feita para a televisão que procura abordar as várias faces da China, um país onde os contrastes estão sempre em contato. O capitalismo versátil de Hong Kong é contraposto ao socialismo do restante da China, a falta de espaço das cidades é contrastada com a imensidão dos desertos do interior chinês. Este documentário procura apresentar ao expectador esse "gigante desconhecido", o povo chinês e sua cultura, buscando explicar como esse país, que abriga 52 nacionalidades diferentes, consegue se manter único.

 Os Renegados - Filme 2012 - AdoroCinema

Os Renegados (Heathens and Thieves, 2012)

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Direção: Megan Peterson, John Douglas Sinclair

Durante a corrida do ouro nos Estados Unidos, em 1849, corre a notícia que uma família chinesa escapou com grande quantidade de ouro, e passou a morar na Carolina do Norte. Entre as dezenas de pessoas que correm para o local na intenção de roubar o tesouro, estão Saul e Bill. A estratégia dos dois é simples: enquanto Saul tenta conquistar a confiança de Zhen, o dono da fazenda, e de sua esposa Kun Hua, Bill espera para atacar.

Jovens Titãs – O Contrato de Judas (Teen Titans: The Judas Contract, 2017)

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Direção: Sam Liu

Liderados por Estelar, os Jovens Titãs formam um grupo forte e coeso no combate contra o mal. Constituidos por Ravena, Mutano, Robin e Asa Noturna, eles têm sua dinâmica balançada pela chegada de Terra, a poderosa e misteriosa nova integrante do time. Lutando contra novos e já familiares inimigos, os Titãs precisam enfrentar ameaças e intrigas de dentro e fora do grupo.

Um Filho (

Um Filho (The Son, 2022)

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Direção: Florian Zeller

Sequência do indicado ao Oscar, O Pai (2020). Florian Zeller traz às telas O Filho, longa-metragem que conta a história de Peter (Hugh Jackman), cuja vida agitada com a nova companheira é interrompida quando a ex-mulher Kate (Laura Dern) chega com o filho adolescente problemático e distante, Nicholas (Zen McGrath), deixando a família em caos. Embora Peter mal conheça Nicholas, ele decide se dar uma chance e concorda em hospedá-lo. O próprio Peter tem uma relação terrível com o pai, que era cruel quando ainda estava em sua vida. Tudo parece indicar que o homem superou o trauma da infância e espera ser um bom pai para Nicholas.

A Camisinha Assassina (Kondom Des Grauens, 1996)

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Diretor: Martin Walz

Um filme alemão, chamado “Camisinha Assassina”, produzido pela Troma – precisa dizer algo mais?

Em uma Nova York onde todos falam alemão fluente, alguns frequentadores de um motel vagabundo têm o pênis arrancado misteriosamente, quando estão colocando a camisinha.

Claro que A Camisinha Assassina (Kondom des Grauens no original; Killer Condom em inglês), é tosco, não há nenhuma dúvida quanto a isso. A questão é: o filme é divertido?

O problema é que temos uma piada de curta duração. Não dá pra fazer um longa inteiro só com a “camisinha monstro”. Aliás, tem uma falha grave no título do filme: a tal camisinha não mata ninguém – por que chamá-la de “assassina”?

Assim, o filme perde tempo demais nos relacionamentos amorosos do policial Mackeroni. Ah, este é um filme gay – em tempos de polêmica por causa do homossexualismo no filme novo do Wagner Moura, talvez seja bom avisar. Mas duvido que isso incomode o público de filme trash, um pessoal acostumado com temas mais alternativos…

Agora, uma informação importante: as camisinhas foram desenhadas pelo recém falecido HR Giger, aquele mesmo que desenhou as criaturas presentes em Alien e A Experiência. É, por mais talentosa que seja a pessoa, ela pode participar de um projeto tosco.

O fim do filme traz uma teoria absurda para explicar as camisinhas. Achei um pouco over, meio “vilão do Batman dos anos 60 demais”. Mas não acho que chegue ao ponto de estragar o filme.

Afinal, não tem como estragar um filme da Troma chamado “A Camisinha Assassina”, né?

Relembre o passado da franquia He-Man e os Mestres do Universo - NerdBunker

He-Man e os Defensores do Universo (He-Man and the Masters of the Universe, 1983)

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O show ocorre no planeta fictício de Eternia, um planeta de magia, mitos e fantasia. Seu personagem principal é o Príncipe Adam, o jovem filho dos governantes de Eternia, o Rei Randor e a Rainha Marlena. Sempre que o Príncipe Adam levanta a Espada do Poder e grita "Pelos Poderes do Grayskull!" Ele é dotado de "fabulosos poderes secretos" que o transformam em "He-Man, o homem mais poderoso do universo". Juntamente com seus aliados próximos, o Gato Guerreiro (que na verdade é a transformação do tigre medroso de Adam, Pacato), a Feiticeira, Teela, Mentor e Gorpo, He-Man usa seus poderes para defender Eternia das forças do mal de Esqueleto. O principal objetivo da Esqueleto é conquistar a misteriosa fortaleza de Castelo de Grayskull, a fonte dos poderes de He-Man. Caso seja bem sucedido, Esqueleto teria poder suficiente para governar Eternia e, possivelmente, o universo inteiro.

PARA WONG FOO, OBRIGADA POR TUDO! JULIE NEWMAR (TO WONG FOO THANKS FOR EVERYTHING, JULIE NEWMAR, 1995)

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O título dos mais bizarros do cinema se refere à uma foto autografada a um chinês por Julie Newmar (a Mulher Gato do seriado "Batman" e atriz cult dos gays. Ela mesmo faz ponta na fita). Não deu certo este filme que foi produzido por Spielberg mas teve a má sorte de chegar depois do australiano e superior "Priscilla, Rainha do Deserto".

O roteiro suaviza tudo, tornando os personagens bonzinhos e acessíveis e forçando uma relação entre as mulheres e as drags, ambas vítimas dos homens. Também não é inspirada a direção da inglesa Beeban Kidron (ela deu a luz a um filho no dia seguinte que terminou a filmagem). A melhor coisa do filme são as caracterizações do trio de atores, todos eles em plena forma, fazendo os personagens com verdade e discrição.

187: O Código filme - Veja onde assistir

187 - O Código (One Eight Seven, 1997)

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Qualquer semelhança entre "187 - Código da Violência" e o clássico dos filmes de decadência escolar "Ao Mestre Com Carinho" não é mera coincidência. Também não é à toa que o ator Samuel L. Jackson, escolhido para ser o professor do primeiro filme, é tão negro quanto Sidney Poitier, o mestre do segundo.
Lugar de negro, no sistema educacional norte-americano, ainda é nas escolas públicas, onde imperam o desamparo, o medo e a violência. "187 - Código da Violência" é uma espécie de "Ao Mestre Com Carinho" versão anos 90.
Conta a história do dedicado professor de ciências Trevor Garfield (Jackson), que leciona numa escola pública de Los Angeles (Califórnia), frequentada por uma maioria de negros e latinos (guetos de segregação racial à la EUA) de classe baixa.
Ali, num ambiente de pobreza e desordem, professores são invariavelmente ameaçados por alunos baderneiros, membros de gangues que assaltam, matam, traficam e usam drogas.
No caso do professor Garfield, a coisa vai além. Ele é brutalmente esfaqueado por um aluno que repetiu de ano em sua matéria. Afastado da escola por longo tempo depois do acidente, volta a lecionar com a personalidade mudada.
Desiludido com o magistério e com a ineficiência do sistema, Garfield começa a fazer justiça com suas próprias mãos. E já que os tempos são outros, a violência também o é.
O filme tem cenas de tamanha barbárie que é quase inverossímil. A ausência de autoridade policial, por exemplo, ou judicial, na história, também ajuda a torná-la meio inacreditável.
O diretor Kevin Reynolds ("Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões") não conseguiu realizar um filme emocionante ou tão charmoso e marcante quanto "Ao Mestre com Carinho".
Mas ele tem lá seus momentos de intensidade -na tensão que envolve o relacionamento erótico (nunca consumado) entre o professor negro e a professora branca (Kelly Rowan), por exemplo.
Tem também seus momentos de poesia na escuridão dos tons que compõem a atmosfera sombria da escola e das ruas.
O longo e incômodo instante (para o espectador) em que a câmera repousa desfocada sobre a classe, expressando a visão que o professor tem do universo de alunos diante de si -uma massa amorfa e indivisa de brutalidade- , é o outro bom momento da técnica de Reynolds.
Nada além disso. Os atores adolescentes são ruins. O destaque fica mesmo com a música "Spying Glass", da banda inglesa Massive Attack (que chamam de som urbano "trip-hop", versão do hip-hop à inglesa).

Van Helsing Missao Londres Dvd Original Novo Lacrado | MercadoLivre

Van Helsing: Missão Londres (Van Helsing: The London Assignment, 2004)

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Dirigido por: Sharon Bridgeman

Acompanhe Van Helsing pelas ruas de Londres em sua caçada feroz atrás do inescrupuloso Dr. Jekyll, que toma uma fórmula secreta e se transforma no monstro Mr. Hyde.

Animação inédita que conta fatos ocorridos antes de Van Helsing - O Caçador de Monstros.

Mistério em Paris - Filme 2023 - AdoroCinema

Mistério em Paris (Murder Mystery 2, 2023)

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Diretor: Jeremy Garelick 

Mistério em Paris é a sequência de Mistério no Mediterrâneo. Prepare seu passaporte e mochila de aventuras, Nick Spitz (Adam Sandler) e Audrey Spitz (Jennifer Aniston) estão de malas prontas para resolver outro mistério internacional. Depois dos eventos do primeiro longa, Nick e Audrey sofrem com o fracasso da agência de investigações que eles abriram. Agora detetives profissionais e em tempo integral, tentando fazer a agência de investigação ficar mais popular, dessa vez uma viagem para Paris cai no colo do casal. Quando tudo parece estar desandando de vez, o amigo em comum Maharajah (Adeel Akhtar) entra em contato comunicando que irá se casar; e o casal parte para um casamento indiano milionário com todo luxo que os convidados têm direito. Mas Maharajah é sequestrado no meio de sua própria festa de casamento e é então que começa uma caçada internacional da dupla de investigadores para resgatar o amigo milionário.

A Face Oculta do Feminismo | Live Conversa Paralela 

A Face Oculta do Feminismo (2022)

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Diretor: Guilherme Freire

O feminismo é um movimento político popular. Suas concepções pautam a política, os debates públicos, as interações sociais. Mas por trás dessa feição conhecida, esconde-se outra, oculta até de seus apoiadores, e que agora será revelada.

Em Uma Ilha Bem Distante | Trailer | Dublado (Brasil) [HD] - YouTube

Em Uma Ilha Bem Distante (Faraway, 2023)

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Direção: Vanessa Jopp

Zeynap Altin (Naomi Krauss) perdeu a paciência. Ela está praticamente só no trabalho e não é nada apreciada por sua família. Tomado como certo por todos. A gota d'água foi o agente funerário que deveria enterrar sua amada mãe. Eles vestiram a mãe de Zeynap com um terno masculino em vez de seu vestido favorito. Zeynap não quer mais fazer tudo isso e, portanto, foge de Munique para uma ilha croata onde a mãe de Zeynap comprou secretamente uma casa há muito tempo. Aqui ela espera paz e relaxamento, finalmente. Porém, ela não contava com o ex-proprietário da casa Josip (Goran Bogdan), que ainda faz travessuras na propriedade.

 A Divina Ira 1972 - Cena com dublagem clássica - YouTube

A Divina Ira (The Wrath of God) - 1972

ULOZTO / LEGENDA / LEGENDA

Diretor: Ralph Nelson, baseado no livro de James Graham

Anos 20. Um matador ameaça os moradores da fronteira do México.

Bela & a Fera: cinco coisas que você não sabia - POPOCA

A Bela e a Fera (Beauty and the Beast, 1987)

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1ª Temporada

Quando Catherine Chandler é sequestrada, espancada e deixada para morrer no Central Park, ela é resgatada e cuidada por Vincent, que a levou ao seu Pai (Roy Dotrice), para a sua comunidade escondida de pessoas que habitavam nos túneis abaixo da cidade de Nova Iorque. Dez dias depois, ela retorna à superfície com a promessa de manter segredo de Vincent e o desafio de continuar após o ataque terrível. Depois de completar sua recuperação, sua vida começa a transição grave: ela faz aulas de defesa pessoal, deixa seu posto de trabalho confortável a empresa de seu pai o direito e junta-se ao Manhattan District Attorney como assistente do advogado. Durante o curso da primeira temporada, a equipe de produção formada uma mistura de romance e drama policial que usava a posição de ambas Catarina como um ADA e sua vontade de ajudar Vicente e seu mundo para colocá-la em momentos de perigo físico, que traria a idealizada romântica figura de São Vicente para o mundo da superfície como seu anjo da guarda.

2ª Temporada

Durante sua segunda temporada, a série mudou seu foco para adicionar um pouco mais o desenvolvimento de caracteres, como os personagens centrais passou um tempo considerável explorando as suas relações e com os habitantes do Mundo do túnel, onde Catarina tinha finalmente sido aceite como um amigo e um "ajudante" (alguém que assiste a comunidade do túnel com o que eles precisam para sobreviver e manter seu segredo). Mais pessoas do mundo Acima virou-se para o apoio emocional e cura no mundo Abaixo welcomingly ambiente seguro.

Perto do final da temporada, no entanto, em um esforço para impulsionar a vacilante classificação, a orientação de ação retornado como um resultado dos descaminhos do recorrente bandido Paracelso (Tony Jay ). Num suspense final, Catherine é vista andando por um túnel em uma câmara, onde Vincent está sofrendo de loucura violenta.

3ª Temporada

Quando a série retornou para sua terceira temporada abreviada no final de 1989, Linda Hamilton tinha anunciado sua decisão de deixar a série. Foi uma decisão que, junto com o desejo da rede para atrair mais espectadores do sexo masculino, teria graves repercussões para a sobrevivência do programa. Na resolução de cliffhanger da temporada anterior, Catherine Vincent resgatados a partir de seus demônios interiores, mas foi raptado por "Gabriel" (interpretada por Stephen McHattie, o chefe implacável de um enorme império criminoso tinha sido de instrução, que estava tentando corromper a promotoria. Ela foi morta, mas não antes de dar à luz ao filho de Vincent, que foi mantida refém pelo Gabriel mal. chefe de Catarina e grande amigo Joe Maxwell (interpretada por Jay Acovone) contratou Diana Bennett (Jo Anderson), um profiler criminal com o departamento de polícia, para rastrear o assassino de Catherine. Muito naturalmente, sua investigação levou-a para o agora sombriamente obcecado e luto Vicente.

Apesar de ainda ser popular com os seus fãs dedicados, mais escura, os aspectos mais decididamente violento do conceito reformulado, juntamente com a perda fatal da relação de suma importância central entre Catherine e Vincent, conduziu a novas avaliações e declínio.

 Punhos de Aço - 22 de Agosto de 1995 | Filmow

Punhos de Aço (Fists of Iron) - 1995

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DIREÇÃO: Richard W. Munchkin

Lutador desafia o oponente que matou seu melhor amigo nos ringues clandestinos para um vale-tudo decisivo.

Filmes e séries sobre todo elenco preto | Melhores e Novos filmes

Amores Divididos (Eve's Bayou, 1997)

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Diretora: Kasi Lemmons

O início e o final deste filme de 1997 são absolutamente memoráveis. Impressionantes. No começo, a personagem conta sua ascendência, os motivos de ali morar e os fatos que marcaram a sua vida, notadamente a partir de seus 10 anos, quando algo muito grave ocorreu. No final do filme, narração em off é simplesmente maravilhoso o texto: “Assim como outros antes de mim, eu tenho o dom da visão. Mas a verdade muda de cor, dependendo da luz. E o amanhã pode ser mais claro do que o hoje. Memória é a seleção de imagens, algumas enganosas, outras impressas indelevelmente no cérebro. Cada imagem é como um fio, cada fio tecido junto para criar uma tapeçaria de uma textura intrincada. E a tapeçaria conta uma história, e a história é nosso passado”. Eis o mistério do filme, que enfoca exclusivamente o universo de uma família negra dos anos 60, na Lousiana (o que implica todo o contexto geográfico e místico do sul dos EUA – isso atraindo uma bela e típica trilha sonora !), sob a ótica da menina protagonista. O “bayou” do título, segundo a Wikipédia, é um termo geográfico que no sul dos Estados Unidos (especialmente em Luisiana) serve para designar uma massa de água formada por antigos braços e meandros de rios como o rio MississippiOs bayous formam uma rede navegável de milhares de quilómetros. Nos bayous, uma corrente muito lenta, apenas levemente percetível, flui para o mar durante a maré baixa e para cima na maré alta. Um bayou está geralmente infestado de mosquitos e outros insetos voadoresO filme, produzido e interpretado pelo notável Samuel L.Jackson, tem um competente e coeso elenco e foi escrito e conduzido por Kasi Lemmons, americana, em sua estreia no cinema (posteriormente dirigiu e atuou em O mistério de Candyman). É um drama familiar complexo, que aborda diversas temáticas, como tristeza, raiva, mágoas, amor, culpa, perda, memória, crescimento etc, com sensibilidade e apoiando-se no misticismo local e em reticências propositais e muito ricas em significados, inclusive nos assuntos de clarividênciaObra sensível, que equilibra muito bem suspense e drama e que tem apenas algumas inconsistências em seu desenvolvimento, o que, por vezes, impede a plenitude de sua harmonia.

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Show de Vizinha (The Girl Next Door, 2004)

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Diretor: Luke Greenfield

Matthew (Emile Hirsch) é um jovem muito ambicioso e que sonha em ingressar na carreira política. Assim que conhece sua nova vizinha, Danielle (Elisha Cuthbert) os dois se apaixonam. Mas a situação se complica quando ele e boa parte dos vizinhos descobrem que Danielle foi atriz pornô.

A atriz Elisha Cuthbert é reconhecida por tirar o fôlego de qualquer marmanjo, mas só beleza não é tudo. Atores e atrizes considerados belos também tem grande destaque nos EUA, pelo seu talento em fazer papéis ousados e diferentes.

Neste filme mais sentimental sobre juventude, Elisha mostra o estilo gostosona do pedaço, diferente do seu papel na série 24 Horas como a filha bonitona de Jack Bauer. Sendo que o que aparenta ser um filme juvenil besteirol, vendido logo de cara no cartaz, acaba por ser um produto sério e tratando a vida juvenil das aventuras dos tempos de Faculdade como algo nostálgico e de certa forma, uma aventura romântica e viajada sobre perdedores que no fim, conseguem aprender alguma coisa.

Elisha, agora usando e abusando da sua beleza e charme, também mostra talento sem vulgaridades. Não é um filme como Porky's ou American Pie,  é mais próximo de filmes como Quase Famosos, sendo que num conceito mais leve e mais contemporâneo. Grande destaque para a trilha sonora que vai carregada de: Under Pressure (Queen e David Bowie), Atlantis (Donovan) e Baba O Riley (Who).
O filme mostra com seriedade o que poucos do gênero o fazem: Os losers tem chance.

Lobisomem: A Besta Entre Nós - 9 de Outubro de 2012 | Filmow 

Lobisomem: A Besta Entre Nós (Werewolf: The Beast Among Us, 2012)

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Diretor: Louis Morneau

"Lobisomem - A Besta entre Nós" conta a história de uma pequena cidade no interior dos Estados Unidos que é aterrorizada por uma série de ataques brutais. Quando um jovem é encontrado morto na floresta com feridas profundas e marcas de garras, a população da cidade começa a suspeitar que um animal selvagem está à solta. No entanto, quando outras mortes ocorrem em noites de lua cheia, as pessoas começam a acreditar que algo sobrenatural está acontecendo.

O xerife local, John, é um homem cético e racional, mas quando sua própria filha começa a apresentar comportamentos estranhos e sinais de mordidas, ele começa a questionar suas crenças. Logo, ele se vê em uma corrida contra o tempo para descobrir a verdade por trás dos ataques antes que mais pessoas sejam mortas.

Conforme a história avança, John descobre que a fera que está atacando a cidade é um lobisomem - uma criatura que se transforma em um monstro feroz nas noites de lua cheia. Ele também descobre que o lobisomem é alguém que ele conhece muito bem, o que o força a enfrentar uma difícil decisão: proteger a cidade ou proteger seus próprios entes queridos.

Com uma tensão crescente e cenas de ação eletrizantes, "Lobisomem - A Besta entre Nós" é uma história de suspense e horror que vai mantê-lo preso até o final.

 

Querida, Alice (Alice, Darling, 2022)

OK.RU / UPTOBOX / DRIVEGOOGLE

Dirigido por Mary Nighy

No filme acompanhamos Alice, uma jovem presa em um relacionamento abusivo que resolve passar um fim de semana com as amigas, até que o namorado dela aparece lá sem ser convidado

 FILMES ALTERNATIVOS: A Vingança de Ulzana

A Vingança de Ulzana (Ulzana's Raid, 1972)

OK.RU / MEDIAFIRE 01 / 02 / 03 / 04 / 05  SENHA: WESTERN

Diretor: Robert Aldrich

O diretor Aldrich ("Vera Cruz", "Os Doze Condenados") já estava preguiçoso e fora de forma quando fez este faroeste, curioso apenas por ir contra a maré do politicamente correto e apresentar novamente os índios como vilões cruéis e violentos. Mesmo Burt Lancaster parece desinteressado do projeto, quando se repisa o velho clichê do conflito entre o veterano experimentado e o jovem idealista.

O roteiro de Alan Sharp procura ser realista e dá margem a momentos de violência, mas é um western menor. A versão original do diretor tinha 103 min. Esta que saiu em DVD foi remontada por Burt Lancaster para o mercado europeu, cortando algumas cenas e mexendo na trilha musical. Ou seja, pioraram o filme.

Cherry 2000 (1987)

OK.RU

Dirigido por Steve De Jarnatt

No futuro, os homens podem ter esposas robôs que são programadas de acordo com os desejos do dono. Quando ocorre um defeito com sua esposa robô, Sam Treadwell precisa contratar os serviços de uma guia para atravessar uma região perigosa em busca de uma nova esposa em uma fábrica desativada que é controlada por um grupo de criminosos.

 Atração Explosiva - Filme 1995 - AdoroCinema

Atração Explosiva (Fair Game, 1995)

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Diretor: Andrew Sipes

Max Kirkpatrick (William Baldwin), um excelente policial, pega para si mesmo a tarefa de proteger Kate McQueen (Cindy Crawford), uma bela advogada civil, de um renegado grupo da KGB que tem a missão de liquidá-la, pois em um caso de separação Kate requereu um barco para a sua cliente, e este barco é muito importante para os terroristas.

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A Lente do Amor (Addicted to Love, 1997)

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Ícone das comédias românticas dos anos 90 desde que estrelou o seminal "Harry & Sally, feitos um para o outro", a atriz Meg Ryan passou boa parte da década tentando fugir do estigma das mocinhas dóceis e sofredoras que fez sua glória, nem sempre com sucesso. Foi assim, por exemplo, com "Coragem sob fogo", em que viveu uma sargento do exército americano em plena guerra do Iraque, com "Quando um homem ama uma mulher", onde vivia uma dependente alcóolica, e com "A lente do amor", filme de estreia do ator Griffin Dunne ("Depois de horas") como diretor: apesar do título e de ser um comédia romântica, a personagem de Ryan destoa de suas mais conhecidas heroínas ao apresentar um lado vingativo, cruel e rancoroso que acabou por não agradar às plateias. Ao contrário de Julia Roberts, que se deu bem desviando-se do mel e apelando para um lado menos solar de sua personalidade em "O casamento do meu melhor amigo", Meg percebeu que o público gostava mesmo dela no papel de sempre e voltou às boas com ele em seus projetos seguintes, "Mensagem para você" e "Cidade dos anjos". O lado ruim de tudo isso é que o filme, em que ela divide a cena com o ótimo Matthew Broderick, acabou sendo injustamente esquecido pelo tempo.

Broderick - em papel inicialmente oferecido a Johnny Depp - vive Sam, um astrônomo apaixonado pela profissão e pela namorada, a bela professora Linda (Kelly Preston), não necessariamente nessa ordem. Quando ela o comunica que vai passar dois meses em Nova York em um intercâmbio ele imediatamente pressente um final nada feliz para seu romance, e quando ela lhe avisa - por carta - que não irá mais voltar para sua cidadezinha natal porque está emocionalmente envolvida com outro homem, ele decide não aceitar a derrota tão facilmente. Mudando-se para Manhattan e passando a morar em um prédio abandonado em frente ao novo lar de sua amada, ele começa a vigiar atentamente os passos do novo casal, em busca de uma pista que lhe comunique um fim iminente. Sua rotina de espionagem sofre uma reviravolta quando entra em cena Maggie (Meg Ryan), uma mulher decidida e firme que também tem motivos de sobra para querer o fim do bela história de amor de Linda: ela foi abandonada por Anton (Tchéky Karyo), o francês com quem a ex-namorada de Sam está vivendo. Unidos, Sam e Maggie traçam uma série de planos para acabar com o relacionamento de seus antigos parceiros - o que inclui destruir o prestígio do restaurante de Anton e plantar entre os dois a semente da desconfiança - e acabam demorando para perceber que estão se apaixonando.

Seguindo todas as regras das comédias românticas, "A lente do amor" sobressai-se principalmente por uma escolha ousada de elenco. Enquanto Meg Ryan revela um lado novo de sua persona como atriz - e de certa forma faz as pazes com o antigo no ato final - Matthew Broderick surpreende como galã romântico. Mesmo que ele repita todos os trejeitos de seu personagem mais famoso - o eterno Ferris Bueller de "Curtindo a vida adoidado" - é impossível não simpatizar com seu destrambelhado e rejeitado Sam, um homem tão apaixonado que é capaz de abdicar da vida e da profissão apenas para estar ao lado da mulher que ama quando ela decepcionar-se com o novo parceiro (ainda que a causa do rompimento seja ele mesmo). Além disso, Broderick tem um timing cômico sensacional, que enche de frescor um roteiro que às vezes pega pesado na crueldade e destoa do tom leve que se espera de um filme do gênero. Sua química com Meg Ryan é fascinante - é encantadora a cena em que eles são obrigados a um beijo diante da câmera da avó dela - e seu semblante comum ajuda na empatia do espectador que talvez se assuste um pouco diante da frieza da personagem de Ryan - que, diga-se de passagem, está ótima no papel de mulher vingativa.

Também não é exagero afirmar que, de um certo ponto de vista, "A lente do amor" não deixa de ser uma bela homenagem ao cinema, como fica claro na bela cena em que Sam começa a pintar a parede de sua nova casa para, através de lentes de seu telescópio, assistir nela a rotina de Linda e Anton: conforme ele vai transformando o muro em uma tela branca, imagens vão aparecendo, como em um passe de mágica (o que, no fundo, o cinema é). Mais inteligente do que a média, "A lente do amor" não encontrou sua audiência quando estreou, mas sempre é tempo de ser redescoberto, nem que seja para perceber que, por trás de sua aparência doce e meiga, Meg Ryan é uma excelente atriz que merece uma nova chance assim como o filme.

ANACONDA 2 A CAÇADA PELA ORQUIDEA SANGRENTA DVD 

Anaconda 2 - A Caçada Pela Orquídea Selvagem (Anacondas: The Hunt for the Blood Orchid, 2004)

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Diretor: Dwight H. Little

Na selva de Borneo fica uma rara orquídea vermelha, que desabrocha apenas uma vez a cada 7 anos. Considerada a chave para a produção de um soro da juventude, um grupo de cientistas decide embarcar numa viagem para encontrá-la. Eles acreditam que o soro irá render muito prestígio e dinheiro para suas carreiras, valendo a pena correr os riscos da expedição. Porém logo eles percebem que, além do mau tempo e a densa vegetação, algo mais pretende impedi-los de alcançar a orquídea: um predador mortal que a protege.

 A Conselheira Amorosa - Filme 2012 - AdoroCinema

A Conselheira Amorosa (How to Fall in Love, 2012)

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Diretor: Mark Griffiths

Desde a adolescência, Harold (Eric Mabius) é um homem muito tímido, que não consegue lidar com o sexo oposto. Um amigo, então, sugere que ele contrate um conselheiro amoroso para ajudá-lo a superar essa barreira. Sabendo da necessidade dele, Annie (Brooke D'Orsay) lhe oferece ajuda, só que ela é justamente a colega por quem ele tinha uma queda amorosa na juventude. Enquanto ele vence seus problemas de confiança, a conselheira percebe que pode ter sentimentos por Harold, só que ele é tão novato quando o assunto é romance que não percebe as indiretas.

 

Os Cavaleiros do Zodíaco - Saint Seiya: O Começo (Knights Of The Zodiac, 2023)

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Co-produzido por Japão, Estados Unidos e Hungria, o filme é adaptação live actiion do anime publicado pela 1ª vez em 1990 e desde então, adaptado para uma das séries de anime de maior sucesso no mundo todo. Dirigido pelo polonês Tomasz Baginski, produtor da série "The witcher", o filme tem muitos efeitos e cenas de ação, como era de se esperar, mas com um orçamento infinitamente menor que qualquer filme da Marvel ou DC, acabam se tornando genéricos e não chamam aos olhos. Eu confesso que o filme iria trazer todos os Cavaleiros principais, e não me ative ao título em português, que acrescenta um "Saint Seiya - O começo". Ou seja: o foco é totalmente em Seiya e a sua transformação em Cavaleiro Pegasus, após treinamento com a Amazona Marin em uma Ilha grega, para que ele se conecte com o seu Cosmo (alguém aí falou em 'Star wars"?). Eu queria ter visto um filme live action com todos os cavaleiros e fiquei bem frustrado. A depender da bilheteria, vamos ver se vai rolar uma franquia que traga os outros cavaleiros. Seiya (Mackenyu Arata) é um jovem que luta em lutas livres para sobreviver. A sua busca é por sua irmã, que foi sequestrada quando ele era criança. O seu caminho se cruza com o de Alman Kido (Sean Bean), que o sequestra e o traz para a sua ilha secreta, onde ele cuida de sua filha Saori (no original em inglês, a chamaram de Sienna, para evitar acusações de Yellow face). Ela vem a ser a forma humana da Deusa Atena e Alman precisa protegê-la com a ajuda de Seiya. Mas Guraad (Famke Janssen), ex-mulher de Alman e que agora deseja matar Saori por acreditar que ela irá destuir o mundo, se une ao poderoso cavaleiro Fênix e ao guerreiro Cassius para localizarem a garota. Eu não assisti todo o anime, mas para quem não conhece a franquia, vai entender o filme, que mesmo com um roteiro confuso e personagens mal elaborados e mal aproveitados, tem uma estrutura clássica.

Bluray Enquanto Você Dormia - Sandra Bullock | MercadoLivre

ENQUANTO VOCÊ DORMIA (While You Were Sleeping, 1995)

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Em 1995 não havia jovem atriz mais quente em Hollywood do que Sandra Bullock. Vinda do inesperado sucesso de "Velocidade máxima", ela tornou-se a escolha de dez entre dez produtores para ficar com os papéis que previamente eram oferecidos à Julia Roberts, então em um momento delicado da carreira que só seria superado com o êxito comercial de "O casamento do meu melhor amigo", em 1997. Foi assim que Bullock - uma atriz não mais que mediana, mas carismática o suficiente para agradar tanto ao público masculino quanto ao feminino - segurou nas costas a polpuda bilheteria de "Enquanto você dormia", uma comédia romântica simples mas eficiente, e assumiu o posto de uma das atrizes mais bem pagas do cinema americano. E pensar que, na primeira versão do roteiro, seu personagem era masculino...

Explica-se: quando o roteiro de "Enquanto você dormia" chegou às mãos dos executivos dos estúdios - aqueles mesmos engravatados que dão palpites infelizes e via de regra estragam boas ideias com sua obsessão por lucros - ele contava a história de um homem apaixonado que fingia ser noivo de uma mulher em coma. Como a premissa soava um tanto assustadora - em especial em tempos onde patrulhas ideológicas começavam a se espalhar pelos quatro cantos do mundo - a ideia para tirar o roteiro do papel foi inverter os gêneros. O resultado? Uma deliciosa história de amor pontuada por uma sucessão de mal-entendidos engraçados e leves que lotou as salas de cinema e, além de confirmar o status de Bullock como nova namoradinha da América, revelou os dotes de galã de Bill Pullman, um ator até então relegado a papéis pouco glamourosos e que, no ano seguinte, seria um dos astros do megasucesso "Independence day", de Roland Emmerich.

Seguindo a tradição das comédias românticas passadas nas festas de Natal, "Enquanto você dormia" começa mostrando a vida solitária e tediosa da tímida Lucy Moderatz (Sandra Bullock), que trabalha coletando os tíquetes da estação de trens de Chicago. Seus dias pacatos são preenchidos pela fantasia que nutre de viver uma história de amor com um dos passageiros frequentes, o calado Peter Callahan (Peter Gallagher), a quem vê todos os dias a caminho do trabalho. Às vésperas do Natal, acontece o impensado: Peter é assaltado e jogado nos trilhos do trem. Desesperada, Lucy acaba salvando-o de uma morte certa, mas não de um coma que o deixa inconsciente. Para piorar, por um mal-entendido, ela é confundida como noiva do rapaz, que mantém uma relação um tanto distante da família. Adotada carinhosamente por todos - um grupo de pessoas doces e engraçadas que veem na aproximação com ela uma forma de manter-se perto do filho - Lucy se vê envolvida em uma mentira que vai tomando maiores proporções conforme os dias avançam. Tudo se complica, porém, quando dois novos elementos se unem à trama: a verdadeira noiva de Peter, uma dondoca chamada Ashley Bacon (Ally Walker) e o irmão dele, Jack (Bill Pullman), que trabalha com o pai enquanto não tem coragem de criar o próprio negócio e se apaixona perdidamente pela futura cunhada - e é correspondido.

Recheado de bons momentos cômicos - cortesia do engraçadíssimo Michael Rispoli como Joe Jr., o vizinho apaixonado por Lucy - e realizado com simpatia e leveza, "Enquanto você dormia" mereceu o sucesso que fez. Escrito com sensibilidade e dirigido com mão leve por Jon Turteltaub é uma comédia romântica típica, com todos os ingredientes clássicos do gênero misturados com inteligência e estrelada por uma atriz perfeita para o papel - que, coincidência ou não, foi pensando anteriormente, para Julia Roberts.

O Amante da Rainha - Filme 2012 - AdoroCinema

O Amante da Rainha (En Kongelig Affære, 2012)

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Direção: Nikolaj Arcel

Produção Dinamarquesa, candidata ao Oscar de filme estrangeiro. Em 1766, uma jovem inglesa é enviada para a Dinamarca para se casar com o Rei Christian. O que Caroline não esperava, é que o rei tem postura infantil e age insanamente. Um dia, com a epodemia de varíola, um médico alemão, Struensee, é enviado para a Corte. Struensse tem ideais iluministas e convence o Rei a assinar leis que favorecem a democracia. O rei simpatiza com ele e o faz seu braço direito. O que ninguém esperava, é que o médico fosse se tornar o amante da Rainha. Bom drama histórico, vencedor de 2 prêmios em Berlin 2012: o de melhor ator, para Mikkel Boe Følsgaard, que interpreta o Rei Christian, e de melhor roteiro. MIkkel tem uma performance estupenda, muito próxima ao de Tom Hulce em "Amadeus". O restante do elenco, formado por ótimos atores dinamarqueses, entre eles a Diva Trine Dyrholm (Em um mundo melhor), conferem ao filme uma dignidade e peso dramático. A parte técnica, como não poderia deixar de ser, é impecável: fotografia, direção de arte, figurinos, etc. Mas como boa parte dos dramas históricos, ele tem os seus excessos: é muito longo. Em suas quase 2:20 hrs de duração, o filme lembra os novelões épicos, com suas intrigas, traições, vinganças, amores impossíveis. Para quem curte o gênero, um prato cheio. Para os espectadores em geral, um bom filme, que poderia ter sido melhor com meia hora a menos.

Assistir Chico Rei Entre Nós online no Globoplay

Chico Rei Entre Nós - 2020

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Diretora: Joyce Prado

Chico Rei Entre Nós é um documentário sobre o rei congolês Chico Rei, que foi escravizado lutando pela sua liberdade e de seu povo, em Minas Gerais. O longa aborda as diversas consequências da escravidão brasileira na vida dos negros de hoje, entendendo seu movimento de autoafirmação e liberdade a partir de uma perspectiva coletiva.

Nude video celebs » Barbara Hershey nude - Boxcar Bertha (1972)Barbara Hershey Frontal Nude & Sex in Boxcar Bertha - Celebrity Movie Blog

SEXY E MARGINAL (Boxcar Bertha, 1972)

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Direção. Martin Scorsese

Baseado na história real de Boxcar Bertha (interpretado por uma jovem Bárbara Hershey, na época do filme namorando David Carradine), uma mulher que viveu durante a depressão americana sob a pressão do desemprego e acaba indo parar na bandidagem e na prostituição. Moradora do sul do País, onde o racismo imperava, Bertha testemunha a morte do pai, um piloto de avião que morre durante o voo por situação precária do veículo. Bertha vai à luta, sozinha e se envolve com Bill Shelley (David Carradine), um líder sindical que luta por melhores condições de trabalho para os funcionários de uma construtora de estrada ferroviária. O melhor amigo de Bill é Von, um negro. Os patrões veem Bill como comunista e amigo de negros e o demitem. Bill, Von, Bertha e Rake, um outro trambiqueiro que Bertha conhece, se unem e iniciam assaltos a bancos. O título em português pegava carona na pornochanchada e no sexploitation da época: de fato o filme tem cenas de nudez e isso deve ter sido com certeza o chamado do filme (ainda mais que Scorsese estava no início da carreira e não tinha nome ainda). Esse é seu segundo longa, que tem tecnicamente alguns defeitos de um cineasta jovem, mas o roteiro é tão forte e poderoso e a sequência final é tão vibrante que faz a gente esquecer todos esses problemas. Acho que somente em “Dogville” eu aplaudo na cena torcendo pelo ato de violência de um personagem. Curiosidade:o nome do personagem de David Carradine é Bill, e acredito que Tarantino deva ter homenageado esse filme ao dar o seu nome de Bill também em “ Kill Bill”. A cena final, com um personagem crucificado no trem, é das mais lindas e potentes que já vi, e já dá indícios do cristianismo tão presente nas obras de Scorsese.

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Armação Perigosa (Street Smart) - 1987

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Direção: Jerry Schatzberg

Morgan Freeman é daqueles atores que todo mundo diz que gosta. Todo mundo lembra dele em Um sonho de liberdade e Se7en, vez ou outra, dependendo da idade, Conduzindo Miss Dayse – quando ele “surgiu” para um público maior. Recentemente ganhou seu único Oscar, por Menina de Ouro, em que ele nem estava tão sensacional assim, mas deram o prêmio antes que ele morresse.

Mas Freeman fez seu primeiro filme no cinema como um figurante em O Homem do Prego (1964), e surgiu como parte do elenco fixo na comédia de variedades The Electric Company (1971-1977). Sé em 1980 que tem um primeiro papel relevante no cinema, no filme de prisão Brubaker, com Robert Redford. No ano seguinte apareceu emTestemunha Fatal (Eyewitness, 1981), e seguiu fazendo papéis pequenos aqui e acolá em filmes e séries de TV.

Até que em 1987 ele entregou um dos personagens mais escroques da história do cinema, o cafetão Leo Smalls/Fast Black, no filme Armação Perigosa. Ele é coadjuvante na história de um repórter que inventa uma matéria sobre o submundo da prostituição em Nova York, porém ela é tomada como verdadeira pela polícia, que exige que ele apresente sua fonte – que não existe, mas todos pensam se tratar do famoso Fast Black.

Freeman entra nessa história à procura do jornalista, interpretado por Christopher Reeve, que o “identificou” nessa mentira, e com isso pode atrapalhar os seus negócios. Os dois estabelecem uma relação mediada pela prostituta Punchy (Kathy Baker), e assim acompanhamos esse mundo do esgoto de uma cidade sempre retratada de maneira romântica.

Porém, o que impressiona é Freeman, com uma segurança e uma forma de ser escroto que, talvez, nunca tenha conseguido repetir no cinema, dado que se tornou um ator “queriduxo” demais pra isso. Os filmes que vieram depois desse ressaltavam sempre uma personalidade ou batalhadora ou heroica (Meu Mestre Minha vida, Conduzindo Miss Dayse e Tempo de Glória), e assim o Morgan Freeman capaz de ser um bad guy nunca mais apareceu.

 Dvd Ultraman The Next O Filme E Ultraman Volume 2 | Frete grátis

Ultraman: The Next (2004)

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O diretor é Kazuya Konaka

Se você, por acaso, é daqueles que zoa com tudo o que é tokusatsu e acha que todo filme com maquetes é “tosco”, então assista Ultraman: The Next e reveja os seus conceitos. Na realidade o filme consegue agradar não apenas aos fãs do herói da Nebulosa M-78, mas leva algum leigo ou um aficionado por ficção-científica e suspense a ter uma boa experiência com um filme do estilo com um toque mais sombrio/adulto. Digno de nível cinematográfico.

O filme não tem ligação com as produções anteriores e serve como um prólogo de uma série de TV contemporânea. Shunichi Maki (Tetsuya Bessho), um piloto de caça, está prestes a se aposentar para cuidar de seu filho que sofre de uma doença rara. Sem esperanças, ele decide passar mais tempo com sua família e consegue um trabalho onde pode conciliar seu tempo livre. Numa última missão, o jato de Maki sofre uma colisão com um estranho meteoro e desaparece. Misteriosamente o piloto é salvo por um gigante que se une a ele em simbiose.

Após o milagroso evento, a cientista Sara (Kyoko Toyama) sequestra Maki. Em troca de sua liberdade, o jovem se vê em uma missão onde terá que lutar contra uma criatura chamada The One. Trata-se de uma um humano que foi irradiado por um meteoro semelhante de outrora. A vítima é o militar Udo (Kenya Osumi), namorado de Sara, que muda completamente de personalidade e se transforma num horrendo monstro. Na primeira batalha, Maki sofre sua primeira transformação e assim é batizado como The Next.

Apesar do pano de fundo sombrio, a violência do filme é leve, provavelmente para se adequar ao público jovem de então e adultos de antigas gerações. Ultraman: The Next começa com um conceito antigo. O velho clichê em que um humano é salvo da morte por um Ultraman. Isso é praticamente uma tradição em quase todas as séries da franquia. Só que há vários elementos de Ultraman que ficam de fora para dar espaço a outros. Repare, por exemplo, que no filme não tem nada de uma organização anti-monstros. Ou melhor, tem, mas tudo secreto, pequeno, improvisado, e muito mais voltado pro lado pessoal. O visual do herói é sombrio e sofre mutações a cada transformação, como um aumento de nível. O mais legal é que as primeiras batalhas acontecem em campos fechados e com perspectivas atípicas de ângulos. A luta final acaba numa maquete muito bem feita e com um belíssimo pôr-do-sol (do jeito como uma boa produção de tokusatsu deve ser).

Um outro ponto que diferencia de outras produções é que o hospedeiro de The Next é casado, pai de família, e tem de conciliar entre o drama familiar e a defesa do Japão contra uma criatura mutante. O que é ótimo, junto com o subtrama de Sara que vive um dilema sobre salvar o seu namorado e o remorso de não ter impedido o caos quando teve oportunidade. Ultraman: The Next é uma excelente amostra para apresentar a Família Ultra para os mais novos e se divertir com um tradicional filme de monstros melhorado. Surpreendente é pouco para descrever o filme.

Relação Explosiva Dublado

Relação Explosiva (Hit and Run)

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Diretores: Dax Shepard, David Palmer

Charlie Bronson (Dax Shepard) abandonou a vida do crime, quando costumava ser o motorista oficial durante roubos. Hoje, ele adotou uma nova identidade graças ao programa de proteção às testemunhas. No entanto, quando sua namorada (Kristen Bell) precisa de sua ajuda para chegar à Los Angeles, Charlie coloca em risco sua proteção do governo para ajudá-la. No caminho, ele é perseguido tanto pelo FBI quanto por sua antiga gangue.

 PACHOVSKI: The Gateway (Os implacáveis) 1972The Getaway :: Celebrity Movie Archive

Os Implacáveis (The Getaway, 1972)

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Diretor: Sam Peckinpah

Um roteiro do futuro diretor Walter Hill ("48 Horas"), baseado em livro de Jim Thompson, e depois refeito em 1994 com Kim Basinger e Alec Baldwin (como "A Fuga", para marcar ainda mais a diferença ou semelhança, às vezes esta versão antiga leva o subtítulo de "Fuga Perigosa").

Famoso porque durante as filmagens a estrela Ali, que vinha do mega êxito de "Love Story", iniciou romance com McQueen, mesmo ainda estando casada com Robert Evans, chefe de produção da Paramount. Ali e Steve ficariam juntos alguns anos, mas isso custaria caro à atriz, que perdeu seu estrelato.

Bastante violenta, como era o estilo do diretor Peckinpah, na época já com problemas de alcoolismo, ainda assim tem momentos fortes e interessantes, ou seja, é melhor que a refilmagem desnecessária.

Marca também o começo do declínio de McQueen, naquele momento consumindo muitas drogas (na cena em que bate em Ali, acerta para valer, sem truques). 

CINEMA CARTAZ ORIGINAL FILME : EDIFÍCIO TREME-TREME F

Edifício Treme-Treme - 1984

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 Dirigido por: Nilton Nascimento

Zelador anão de um edifício espiona a vida sexual dos moradores.

 Em Cima da Terra Embaixo do Céu (Short 1981) - IMDb

Em Cima da Terra Embaixo do Céu (1981)

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Walter Lima Jr.

Nas favelas do Rio de Janeiro e nas regiões periféricas de Curitiba-Paraná os grupamentos mais pobres da população criam soluções espontâneas de habitação, demonstrando que nem sempre é preciso muito capital para alimentar o sonho da casa própria.

Resultado de imagem para chico viola não morreu

Chico Viola não Morreu (1955)

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Dirigido por Román Viñoly Barreto.

É uma cinebiografia romanceada do cantor Francisco Alves, conhecido também como "Chico Viola".

Nude video celebs » Nathalie Baye nude - Une liaison pornographique (1999)

Uma Relação Pornográfica (Une Liaison Pornographique, 1999)

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Direção: Frédéric Fonteyne

Fez inesperado sucesso também no Brasil no circuito de arte e entre adultos, este drama romântico francês que deu o prêmio de melhor atriz no Festival de Veneza para Nathalie Baye. Mas ela devia tê-lo compartilhado com o parceiro, o ator espanhol Sergi Lopez (que fala francês com um curioso sotaque, tem uma figura muito simpática ainda que não seja um galã convencional).

É uma parceria que dá certo e dá sentido a uma historia que poderia ser frágil demais. Mas a gente consegue gostar dos personagens, entender os problemas dele e compreender porque o casal não consegue se comunicar, se abrir a não ser através do sexo meio anônimo. E assim perder uma chance de uma relação mais profunda.

Consegue ter um aprofundamento psicólogico superior ao similar americano sem se tornar chato ou intelectualóide. Obviamente não tem nada de pornográfico (eles brincam com isso dizendo que a relação do casal é toda baseada na cama, no sexo). Uma boa pedida para o público-alvo.

Battle Angel Alita | A primeira adaptação em OVA do mangá GUNNM 

Battle Angel Alita (1993)

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Direção: Hiroshi Fukutomi

OVA (Original Vídeo Animation) baseado nos dois primeiros volumes do mangá cyberpunk existencialista Battle Angel Alita de Yukito Kishiro, recebeu o nome de Gunnm no Japão e é considerado tão importante e influente quanto Ghost in the Shell e Akira.
Aqui a personagem Alita se chama Gally, que num futuro distante, é uma cyborg encontrada destruída em meio a sucatas pelo cyberdoutor Daisuke Ido. Após ser reconstruída, Gally não lembra do seu passado, mas logo descobre que possui habilidades marciais e se torna uma caçadora de recompensas e conhece Yugo, um garoto que tem o sonho de ir para Zalem, uma cidade só para pessoas ricas que flutua sobre eles.
O mangá foi feito em p&b, mas felizmente o anime é colorido e muito bem feito. O visual pós-apocalíptico, tem excelente direção de arte e estética urbana futurística/decadente que lembra muito Blade Runner Elysium – este claramente inspirado nos mangás Alita. Aqui há um clima constante de tristeza que, com o auxílio da trilha sonora, dispensa muitos diálogos e explicações. Também há muito sangue, decorrente das ótimas cenas de batalha.
Com apenas 54 minutos de duração e com o final em aberto, é uma pena que até hoje não adaptaram o restante da história, o que nos obriga a ler os mangás ou aguardar os próximos live action, já que o primeiro dirigido por Robert Rodriguez é idêntico a este Gunnm – Anjo Enferrujado/O Canto das Lágrimas.

 Renegado Impiedoso - Filme 1972 - AdoroCinema

Terra dos Renegados (Chato's Land, 1972)

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Pardon Chato (Charles Bronson) é um indígena mestiço que, em defesa própria, mata um general norte-americano. Ele, então, passa a ser perseguido por um dos companheiros do general, mas logo aqueles que eram os caçadores logo se vêem no lugar da presa.

Exibido nos cinemas como "Renegado Impiedoso". Faroeste rodado na Espanha, que reúne Charles Bronson com seu parceiro britânico da série "Desejo de Matar", o realizador Michael Winner. Bronson fala muito pouco (o que sempre dá certo com ele). Apesar do bom elenco, o filme é lento e não tem a emoção ou ação que se podia esperar. Fica num meio termo.

A INOCENTE FACE DO TERROR (THE OTHER, 1972)

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Existem filmes que, apesar da qualidade, não encontram seu público. Muitos fatores contribuem para isso: Um título infeliz. Um lançamento mal feito. Estar adiante de seu tempo. Algum desses fatores ou a soma deles fez com que isso acontecesse com A Inocente Face do Terror, dirigido em 1972 pelo veterano Robert Mulligan. Com roteiro de Thomas Tryon, adaptado de seu próprio livro, trata-se de uma obra de terror psicológico das boas. A história se passa nos anos 1930, em uma fazenda no interior dos Estados Unidos. Niles e Holland Perry (Chris e Martin Udvarnoky) são gêmeos idênticos e, supostamente, estão por trás de eventos sinistros que ocorrem na região. Mulligan, sugere mais do que mostra e isso faz toda a diferença. A Inocente Face do Terror é climático, tenso e exige do espectador atenção redobrada.

A FÚRIA DO DRAGÃO (Fist of Fury, 1972)

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Diretor: Lo Wei

Quando Chen Zhen descobre que seu venerado mestre foi eliminado em circunstâncias misteriosas, decide viajar para Xangai, mas logo começa a investigar as causas, deparando-se com uma intriga envolvendo escolas de artes marciais.

Eu considero esta produção da Golden Harvest o melhor trabalho de Bruce Lee, aquele que melhor transmite sua habilidade como ator e como artista marcial, com um roteiro correto e uma direção elegante de Lo Wei, além de um desfecho profundo em simbologia e que resume a essência de sua importância na história da sétima arte, a coragem de um jovem que seguiu seu sonho e, em pouco tempo, fez o mundo reverenciar seu talento.

O seu personagem, baseado em Liu Zhensheng, principal aluno do tradicional herói chinês Huo Yuanjia, pressionado a se render às autoridades, diferente da atitude de seu personagem no anterior “O Dragão Chinês”, ele decide que irá sair de cena atacando sem medo, exatamente como viveu, coerente aos seus princípios até o fim. Como a letra da empolgante música-tema sublinha, assim que ocorre o freeze frame, aquela era a despedida de um herói que representava o renascimento dos conceitos ultrapassados de honra e cavalheirismo, algo muito próximo da filosofia do próprio Lee. Um momento emocionante com forte inspiração no desfecho clássico de “Butch Cassidy”, lançado alguns anos antes.

O sucesso do projeto foi o responsável pelo despertar definitivo do Kung-Fu como fenômeno popular na América, que lucrou com o tema em variadas vertentes, como na série de David Carradine, pensada inicialmente como um veículo para Lee. Até mesmo nos quadrinhos, com o personagem: “Mestre do Kung-Fu”, um dos motivos principais que me fazia correr até a banca para comprar o gibi “Superaventuras Marvel”. Nunca me esquecerei da sensação ao ver pela primeira vez a cena, sem cortes, do confronto entre Lee e os estudantes na escola rival, um marco no gênero, que redefiniu a direção das coreografias de luta.

A intensidade que ele conseguia transmitir ao estalar os ossos da mão, deixando transparecer que havia uma razão forte para que ele estivesse agindo daquela forma, aliada à agilidade de seus movimentos, criaram o mito. Muitos tentaram copiar, sem sucesso.

MAIS FORTE QUE A VINGANÇA (Jeremiah Johnson, 1972)

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Em 1972, a dupla Robert Redford e Sidney Pollack, se uniram para levar às telas a adaptação de duas histórias emocionantes: “Mountain Man”, de Vardis Fisher e “Crow Killer”, de Raymind V. Thorpe. O resultado foi um filme magnífico, JEREMIAH JOHNSON, uma obra que virou cult.

Robert Redford é Jeremiah Johnson, um ex-oficial do exército americano no século XIX, resolve se isolar na fronteira, onde constrói uma casa e vai morar com uma indígena da tribo Crow. Mas uma tardia missão dele para o exército vai provocar uma reação dos índios Crow que acaba com sua paz e tranquilidade.

Visto hoje, 50 anos depois, JEREMIAH JOHNSON segue poderoso e contundente. O trabalho de Redford, dirigido magistralmente por Pollack é dos melhores de sua carreira. Como um personagem que passa boa parte do filme em absoluto silêncio e sozinho consegue ser tão expressivo.

Além da maravilhosa filmagem das montanhas nevadas da fronteira americana, o filme teve um elenco incrível. Will Geer, Delle Bolton, Josh Albee, Joaquim Martinez, Paul Benedict, Richard Angarola e Charles Tiner estão excelentes em seus papeis na história triste de JEREMIAH JOHNSON.

Eu costumo dizer que os filmes sobre vingança (especialmente os que viram uma vendetta de um vigilante à margem da lei) normalmente caem no mesmo clichê batido e ruim. Há exceções: VALENTE, com Jodie Foster é uma delas. Recentemente, vimos PROMISING YOUG WOMAN, outra criativa abordagem sobre o tema. JEREMIAH JOHNSON segue sendo o melhor de todos.

O filme ainda lembra o já clássico OS DUELISTAS, primeiro trabalho de Ridley Scott. A reiteração (quase) sem fim dos enfrentamentos entre os personagens traz uma angústia ao espectador que se torna um desafio para a trama resolver a contento.

MAIS FORTE QUE A VINGANÇA é um filme clássico e memorável. Cada visão dele revela uma obra ainda mais humana e comovente. Os grande filmes tem este dom.

A Satânica Madame Sin / Bette Davis / Robert Wagner/ Dvd7596 | MercadoLivre

MADAME SINISTRA/A SATÂNICA MADAME SIN (1972)

UPTOBOX / 1FICHIER SENHA: teladecinema.net / OK.RU

Dirigido por: David Greene

Este curioso e estranho piloto de série não produzida traz a Diva do Cinema, Bette Davis como a maquiavélica Madame Sin, que possui sua própria “agenda” para desestabilizar e controlar o mundo. Filmado na Europa o elenco conta com a participação de Robert Wagner (Casal 20), como o ex-agente da CIA, Anthony Lawrence, que se vê envolvido, nos planos da vilã para roubar um submarino nuclear. Um telefilme piloto diferente, com um final inesperado, que foi exibido na Europa (em outros países também), na época, nos cinemas.

Aniversário Macabro - 30 de Agosto de 1972 | Filmow

Aniversário Macabro (The Last House on the Left, 1972)

DEPOSITFILES / OK.RU

Refilmado em 2009, com o título de A ÚLTIMA CASA.

Se é um filme bem feito? Bem, levando em conta os recursos que se tinha, sim. Mas é um filme que eu gostei de ver? Definitivamente não.

Mari Collingwood (Sandra Cassel), é uma adolescente que vai a um show de rock com sua amiga Phyllis (Lucy Grantham) enquanto seus pais preparam uma festinha de aniversário surpresa para ela. A caminho do show, as duas meninas têm o azar de se deparar com uma quadrilha formada por dois fugitivos da prisão, o filho viciado de um deles e a amante do trio. Porém, depois de se divertirem com as garotas, os quatro vão pedir abrigo na casa dos pais de Mari.

Sadismo e crueldade são palavras que atingiram novos significados para mim depois que eu assisti a esse filme, que, diga-se de passagem, é o primeiro filme de Wes Craven (criador de Freddy Krueger). Todas aquelas qualidades que me chamaram a atenção em O Massacre da Serra Elétrica foram levadas aqui a um nível absurdamente sádico que em vez de apenas me amedrontar (como fez o outro), me trouxe uma sensação tão desagradável de nojo que eu simplesmente não consegui gostar de tê-lo assistido.

A direção de Wes Craven é notória, e a edição é simplesmente fantástica. Especial atenção para um trecho mostrado logo no início do filme, desesperador e digno de um Hitchcock sádico, que intercala sugestões do estupro de Phyllis (não vemos o ato em si acontecer) com os felizes Collingwood fazendo bolo e decorando a sala (com uma música bem bonitinha ao fundo). Esta sequência consegue fazer com que o espectador não apenas fique desesperado ao imaginar o que está acontecendo com as meninas enquanto não podemos vê-las, como também que ele se enterneça por aquele casal que mal sabe onde a sua querida filhinha está se metendo.

Aniversário Macabro é recheado com cenas de violência e estupro gratuitos, manipulados por um quarteto que parece gostar do que faz e, pior, esse parece ser o único motivo de fazê-lo. Apenas em um momento do filme inteiro os quatro personagens se mostram chocados com seus atos e demonstram um pouco de piedade. E é nesse momento em que o filme dá a grande reviravolta. Porém Wes Craven não soube dosar a frieza dos acontecimentos a partir desse momento, quando os pais de Mari descobrem a quem estão dando abrigo e resolvem se vingar da quadrilha. Não é um momento passional, nem envolvente. Foi com a mesma crueza e corriqueriedade (neologismos, folks!) com a qual a quadrilha tratou Mari e Phyllis, que os Collingwood também trataram a quadrilha. Não houve uma força animalesca que os movesse. Não houve o desespero tomando conta (como eu imagino que aconteceria num caso desses), houve apenas a frieza e o calculismo. Foi um final vazio demais para o restante do filme.

Quem quiser assistir por curiosidade, como eu fiz, não vou dizer que é perca de tempo. Mas aviso que é simplesmente desagradável. E antes de mais nada, outro aviso, apesar do que dizem as letrinhas iniciais, o filme NÃO é baseado em fatos reais, apesar de ser bem plausível que algo assim já tenha acontecido pelo mundo afora. E isso é o mais chocante.

 Irmãs Diabólicas - 1972 | Filmow

Irmãs Diabólicas (SISTERS, 1972)

UPTOBOX / ULOZTO / MEGA / DRIVEGOOGLE / OK.RU

Aqui, nesse filme, de Palma experimentou pela 1ª vez a homenagem explícita ao Mestre do suspense, Alfred Hitchcock, de quem ele emprestaria em mais de 8 filmes depois, fazendo referências e até mesmo roubando tramas. Em "Irmãs diabólicas" a referência mais clara é "Janela indiscreta". Grace é uma repórter investigativa. Um dia, de sua janela, ela avista um assassinato no apartamento do prédio da frente. Ela aciona a polícia, mas chegando lá, nada encontra. Logo ela descobre que a moradora é uma ex-siamesa, Danielle (Margott Kidder), uma modelo, que acusa sua irmã de ter matado o homem no apartamento. Porém, Dominique, a irmã, está desaparecida. Suspense em alto grau, deliciosamente datado (direção de arte, figurino, maquiagem) mas conferindo um charme kitsch ao filme. O sangue então nem se fala: falso até não poder mais. O que eu mais adoro como linguagem no filme, é a divisão da tela em duas: o espectador presencia antes do personagem, as ações paralelas, aumentando o grau de tensão. Isso é genial! A trama é pouco crível (nenhum morador deixaria um morador entrar em seu apartamento, muito menos a polícia deixaria também), mas chega a ser tão absurda que a gente vai se envolvendo. Margot Kidder, linda antes de fazer Lois Lane de "Superman", era amiga de de Palma, daí a sua relação com o filme.

Jogo Entre Ladrões - 13 de Março de 2009 | Filmow

Jogo Entre Ladrões (Thick as Thieves, 2009)

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Senha : downloadlivre.net

Nos Estados Unidos, o filme nem passou nos cinemas e foi direto para DVD com exclusividade para a rede Blockbuster, o que não é bom sinal. É um thriller de assalto tradicional, que segue as regras dos guias de roteiro. Começa com uma grande e emocionante sequência de ação, ainda que inverossímil, com um assalto e uma perseguição no metrô de Nova York. Não que o resto do filme faça mais sentido.

É verdade que eu preciso lutar contra uma certa má vontade com filmes que glamurizam a vida dos ladrões, quando a gente vive numa época tão violenta em que todos temos alguma historia trágica de assalto para relatar. E não temos a menor simpatia por meliantes, sejam meros assaltantes de rua, políticos corruptos, tecnológicos ou especialistas em assaltos a obras de arte. Já se foi o tempo de "Ladrão de Casaca" e "Raffles", e ver alguém hoje escapar incólume à polícia e burlar a lei já não tem mais o mesmo significado de "divertissement" leve e irresponsável.

A direção é de Mimi Leder, protegida de Spielberg que demonstrou mediocridade em filmes como "A Corrente do Bem", "Impacto Profundo" e "O Pacificador". Pena que não possamos esmiuçar o roteiro (para não revelar segredos que só serão conhecidos no filme, com reviravoltas "inesperadas"), porque então seria fácil perceber que ele não tem a menor lógica e sentido. Principalmente porque a narrativa mente para o espectador.

Explicando apenas um pouco: Morgan Freeman é um ladrão de alto nível que é contratado para roubar dois secretos e valiosíssimos ovos fabergé que estariam num cofre que pertence à máfia russa em Nova York. Chama Antonio Banderas, um ladrão de Miami, para ser seu parceiro. O resto do filme, passada a fase de exposição, é a realização do plano, e, finalmente o assalto, as reviravoltas e o final amoral.

Banderas, aos 48 anos, dá sinais de cansaço (e ainda não aprendeu a falar inglês direito!) e Morgan Freeman faz o de sempre. Ou seja, um filme banal, sem maiores destaques.

Um Crime Nada Perfeito - Filme 2009 - AdoroCinema

Um Crime Nada Perfeito (The Maiden Heist, 2009)

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Diretor: Peter Hewitt

Em Um Crime Nada Perfeito, os amigos Charles (Morgan Freeman), Roger (Christopher Walken) e George (William H. Macy) trabalham numa galeria de arte como seguranças. Eles cuidam de um acervo importante e cultivam um certo carinho por suas obras favoritas. Porém, o trio descobre que as peças serão enviadas para um museu e decidem impedir isso. Os vigilantes veteranos vão planejar um roubo ousado das obras, o que causará divertidas confusões.

Talento-e-F.jpg

Talento e Fé (Woodlawn, 2015)

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"Talento e Fé" é um amontoado de clichês, mas, sinceramente, pouco importa, o filme é muito bacana - principalmente por se tratar de uma história real e inspiradora onde o esporte é o pano de fundo, no caso o futebol americano. Talvez o que possa incomodar alguns é sua deliberada linha religiosa e aqui cabe um comentário de quem analisa um filme como obra artística e não como panfletagem: não atrapalha a experiência, mesmo que em alguns momentos o roteiro tenha pesado um pouco demais na mão, porém, também é preciso admitir que o filme tem uma mensagem muito honesta e nos provoca uma reflexão que vai além da crença de cada um.

O filme acompanha a história de Tony Nathan (Caleb Castille) um jovem negro, jogador de futebol americano, que representa uma escola de Birmingham, no Alabama, e que diariamente precisa lutar contra as pressões sociais e raciais para encontrar seu espaço na sociedade e no esporte, em um momento histórico dos EUA onde o racismo extrapola os discursos de políticos extremistas. Talentoso, mas considerado um perdedor, Tony sofre com a desunião do time até que o pregador Hank Erwin (Sean Astin, do inesquecível "Rudy") surge com uma mensagem de fé e assim consegue iniciar uma verdadeira transformação nos jogadores e em todos que os rodeiam.

Tecnicamente, os diretores Andrew Erwin e Jon Erwin souberam captar a atmosfera esportiva tão cultural da sociedade americana com a mesma capacidade em que criaram ótimas cenas de ação em campo - se não com a maestria de Oliver Stone em "Um Domingo Qualquer", pelo menos com sua competência. A montagem, inclusive, foi muito feliz em alternar cenas reais com reconstituições bastante fiéis, trazendo para o filme um conceito quase documental e que valida o maior objetivo do roteiro: mostrar que é possível fazer uma impensável revolução se nos apegarmos na fé (seja ela qual for). Vale dizer que os irmãos Erwin estão envolvidos no filme que vai contar a história do astro da NFL, Kurt Warner, e que terá Zachary Levi, Denis Quaid e Anna Paquin no elenco.

Já o roteiro de Jon Erwin, baseado no livro "Woodlawn" (que também é o título original do filme) de Todd Gerelds, acaba deixando a questão racial para o primeiro ato e passa a se apoiar no viés religioso da trama. Como disse, não é que atrapalhe a experiência, mas faltou sensibilidade para equilibrar com outros temas relevantes pela qual o personagem estava lutando - eu diria que se não fosse uma história real, certamente, teríamos a sensação de estarmos acompanhando uma certa espetacularização da fé. Agora, são passagens muito marcantes e a mensagem por trás de algumas cenas recheadas de clichês (da trilha sonora ao texto motivacional), nem de longe vão ofender quem não está alinhado ao tema. No final das contas o saldo é positivo, te garanto.

"Talento e Fé" não é um filme sobre futebol americano, mas conhecer o esporte e a dinâmica esportiva nos EUA vai melhorar a experiência. Também não é uma história de superação e luta racial, embora esses dois elementos narrativos estejam presentes na história. O título "Talento e Fé" talvez fosse melhor resolvido com "Talento, Trabalho e Fé" e assim direcionasse a história mais para Tony Nathan do que para Hank Erwin, aí teríamos uma impressão de obra mais isenta.

 "Woodlawn" é bom para aqueles dias que precisamos entender que existe algo que vai além do talento e do trabalho! É filme bom de assistir, pode ir sem receio!

 Mangue Bangue (1971) - IMDb

Mangue Bangue (1971)

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“Mangue-Bangue” é um filme de contestação de Neville D’almeida, cansado de ter seus filmes censurados pela ditadura militar vigente na época. Revoltado, ele se juntou ao amigo artista plástico Helio Oiticica e juntos, criaram um “roteiro” onde descreviam várias ações, sem diálogos: travestis na Zona do Mangue, área de prostituição; hippies experimentando drogas; galos de briga se engolfinhando, em uma metáfora da tensão e da pulsão animalesca que habita em cada um de nós. E é através desse sentido animalesco que se apresenta a história que costura toda a narrativa: um homem da bolsa de valores (Paulo Villaça, brutal) começa a passar mal e vomita dentro do prédio da Bolsa. Aos poucos, ele se joga na rua, no esgoto, e acaba como um andarilho na rua. Ele se despe das ruas e vaga nú, defecando e praticando atos escatológicos próprios do animal. No final, ele entra numa floresta, voltando ao estágio do animal antes da evolução humana. Uma crítica cruel e violenta a todo o sistema vigente na época, e que perdura ainda nos dias de hoje, “Mangue-bangue” apresenta, além de Villaça, Maria Gladys, antológica e visceral, e o próprio Neville, em cenas vibrantes. Um filme experimental, documento da contracultura brasileira e prova viva de que o Cinema já teve seu momento de libertação. Durante 40 anos, o filme esteve perdido, e jamais exibido no Brasil. A cópia única foi encontrada no Moma de NY, quando foi exibido lá. 

Macabro Nacional

Macabro (2019)

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Dirigido por Marcos Prado

Baseado na história real dos “Lobisomens de Friburgo”, dois irmãos que nos anos 90 foram acusados de brutais assassinatos na Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro. O thriller de suspense segue o sargento Téo em sua busca pelos suspeitos escondidos na mata atlântica.

Tinnitus (2022) – Meio Amargo

Tinnitus (2022)

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Diretor: Gregorio Graziosi

Marina é uma ex atleta de saltos ornamentais que sofre de um terrível zumbido no ouvido, afetando sua estabilidade física e emocional. Afastada de competições profissionais desde um acidente nas últimas Olimpíadas, ela decide voltar para o esporte em busca de uma medalha nos próximos jogos. Porém, para isso ela precisa recobrar a confiança em seu corpo e enfrentar seus medos.

 

Vou nadar até você (2019)

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“Vou nadar até você” concorreu no prestigiado Festival de Gramado em 2019. O filme é a estréia em longas do fotógrafo e cineasta Klaus Mitteldorf, e também o primeiro longa como protagonista de Bruna Marquezine. O filme é uma livre adaptação de “Hamlet”, traduzido para os dias de hoje. As referências à Ofélia, personagem trágica da obra de Shakespeare, surgem tanto nos personagens quanto na famosa pintura de John Everett Millais, retatando a morte de Ofélia por afogamento, ao lado de flores. Road movie por gênero, apresenta Ofélia (Bruna Marquezine), uma jovem fotógrafa que mora com sua mãe, Talia, em Santos. Ao descobrir que seu pai, a quem ela nunca conheceu, está no Brasil para uma exposição de fotos em Ubatuba, Ofélia resolve ir até ele e tentar descobrir porquê ele nunca quis entrar em contato com ela. Pelo caminho, ela tenta descobrir quem é seu pai através dos amigos dele, personagens que Ofélia vai buscando em sua trajetória. O filme é uma homenagem de Klaus ao universo da fotografia: a começar pelos personagens: tanto Ofélia, quanto Tedesco (Peter Ketnath, de “Cinema, aspirinas e urubus”), seu pai, e Smutter, seu assistente (Fernando Alves Pinto) são fotógrafos. O filme tem imagens em Super 8 registrados pelo próprio Klaus em sua adolescência, e em determinado momento do filme discute-se o conceito da fotografia analógica e digital. A fotografia do filme, belíssima, é de Alexandre Ermell. O filme é composto de enquadramentos estilizados, como se cada frame fosse uma moldura. A trilha sonora, melódica e melancólica, parecem uma segunda voz narrando o filme, de tão simbiótica da narração em off de Ofélia. É clara a referência de Hamlet/Tedesco e Smutter/Claudio, personagens de “Hamlet”. Um filme que tem como tema o Amor, seja pela Arte ou pelas pessoas, mas com um tom bastante pessimista: o ser humano é egoísta e vil, a fotografia perde sua essência quando não queremos saber quem são as pessoas que queremos fotografar. A alma que Ofélia tanto busca, provavelmente só existe dentro dela. Com um excelente elenco de coadjuvantes: Cristina Prochaska, Fabio Audi, Dan Stulbach, Ondina Clais, “Vou nadar até você” é um filme que não deixará o espectador indiferente aos caminhos de seus personagens. E tem uma cena digna de nota: o pulo que Oféilia dá na ponte de Santos, um primor de realização na direção e na fotografia. Bruna Marquezine mostra bastante talento em um personagem complexo e cheio de camadas. Uma corajosa escolha para a sua estréia nas telas.

Serial Kelly (2022)

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 Longa de estréia do roteirista e realizador alagoano René Guerra, "Serial Kelly" tem a proposta de apresentar ao espectador a história ficcional da primeira serial killer brasileira, Kellyane, ou Kelly (Gaby Amarantos), uma cantora de forró em Maceió, que tem um passado de abuso por conta de seu pai, e hoje em dia, carregando os traumas da violência machista e de uma sociedade misógena e repleta de casos de feminicídio e homofobia, decide matar os homens que não prestam, acreditando assim estar fazendo um grande serviço a si mesma e à sociedade. O filme, rodado em 2017, marca também a estréia da cantora Gaby Amarantos como atriz, e esse é o grande acerto do filme. Gaby traz carisma e o filme todo é em cima da personagem. Gaby se entrega com força à personagem, em um roteiro que abraça muitos temas: crítica ao machismo, alerta aos crimes homofóbicos e transfóbicos, falta de sororidade, crítica à igreja evangélica que promove lavagem cerebral e apresenta pastores vigaristas. Os personagens masculinos no filme são na sua maioria mau caráter, abusivos, machistas, violentos e vigaristas, fazendo pouco caso da mulher. Por isso, Kelly não pensa duas vezes antes de matar. Paralelo, a policial Fabíola (Paula Cohen), que por sua vez também sofre assédio moral no trabalho por conta dos policiais e de seus chefes, está no encalço de Kelly, para prendê-la. Além de Gaby, o grande apelo e acerto do filme é escalar um elenco fora do eixo Rio/SP, com elenco todo nordestino e repleto de talentos, com destaque para Igor de Araújo, no papel do impagável Tempero. O filme é vendido como comédia, e lhe falta risadas, mas sobram temas para serem refletidos pelo espectador.

 

5x Favela - Agora por Nós Mesmos (2010)

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DIREÇÃO:

Manaíra Carneiro, Wagner Novais, Rodrigo Felha, Cacau Amaral, Luciano Vidigal,Cadu Barcellos

1° Episódio: "Fonte de Renda"

O "Fonte de Renda", conta a história de Maicon (Sílvio Guindane) que consegue passar no vestibular, mas logo encontra-se em situação difícil na hora de arcar com os livros, alimentação e transporte. Ele fica tentado então à começar a vender drogas para os estudantes da faculdade, para que assim possa pagar suas despesas.Mas logo passa por uma tragédia, no dia que iria levar a droga para um dos seus amigos, não deu para passar pela rua, estava cheio de policiais e acabou por deixar em casa a "encomenda". Ao chegar na faculdade ele explica para o amigo o motivo de não ter levado a droga. De repente recebe uma ligação do padrinho, dizendo que seu irmão estava no hospital, em estado grave por ter ingerido a substância e estava com uma veia entupida. Quando chega ao hospital, acaba por levar uma surra de seu padrinho.

Depois disso, Maicon para de vender cocaína e se forma em direito.

2° Episódio: "Arroz e Feijão"

O segundo episódio, "Arroz e Feijão", conta a história de um pai que não tem condição em comprar uma comida variada e faz de sua refeição diária arroz e feijão junto com seu filho Wesley (Juan Paiva). No aniversário do pai, ele se junta com o amigo Orelha (Pablo Vinícius) para comprar um frango, realiza diversos trabalhos para tentar arrumar o dinheiro e comprar o frango. Mas sempre que completa um trabalho tem problemas com o 'Pagamento', então, os dois tem a ideia de roubar o frango e ninguém ficaria sabendo. Um pouco mais tarde, depois de comer o frango, ele se deita no sofá para dormi e fica escutando a conversa de seus pais, na qual o pai revela porque não comia frango, falando que seu pai roubou um frango e no outro dia foi espancado pelo dono do frango, ouvindo isso, o garoto saiu novamente, arrumou dinheiro, comprou outro frango e o colocou no lugar do que ele roubou .

3° Episódio: "Concerto para Violino"

O terceiro episódio, "Concerto para Violino", conta a história de três pessoas que no passado, quando crianças, fizeram um pacto de amizade. Vinte anos se passaram, e Jota (Thiago Martins) foi ao rumo do tráfico das drogas, Ademir (Samuel de Assis) se tornou policial e Márcia (Cintia Rosa) uma violinista.

Jota roubou algumas armas da cadeia e Ademir ficou com a tarefa de encontra-lo e devolver as armas.

4°Episódio: "Deixa Voar"

Conta a história de um garoto chamado Flávio de 17 anos, que quando chega da escola vai soltar pipa, até que ele deixa a pipa de seu amigo cair na favela rival e ele precisa ir buscá-la. Chegando lá ele acaba se desentendendo com os garotos que estava com a pipa, mas seu primo chega e resolve tudo, depois de toda essa confusão Flávio aproveita a viagem para ir até a casa de sua amiga que o entrega em segurança em sua favela .

5° Episódio: "Acende a Luz"

"Acende a Luz", conta a história de um dia de Natal no morro, e a luz tinha acabado e os técnicos da companhia precisavam de uma peça para conserta a luz, mas os moradores não queriam deixar o homem descer do poste, então, esse homem ligou para o seu amigo para ajuda-lo indo pegar a peça, mas ele não quis ir, porque era natal então ele passo o natal na favela e conseguiu colocar a luz em apena um poste e o natal foi nele.

Livres por Natureza Dublado

Livres por Natureza (Born to Be Wild, 2011)

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Direção: David Lickley

É narrado pelo famoso ator Morgan Freeman

Documentário que registra o trabalho e a dedicação de pessoas como o Dr. Dr. Galdikas, especialista em primatas e Daphne Sheldrick, autoridade em elefantes, no resgate de animais dessas espécies que tornaram-se órfãos por diversas razões. Filmado em 3-D, a produção tem como intenção levar o espectador o mais próximo possível da experiência por dentro das florestas tropicais de Bornéu ou pelas savanas do Quênia e assim vivenciar o que é necessário para reabilitá-los para a natureza.

Jesus Cristo, Eu Estou Aqui (1970) - IMDb

Jesus Cristo, Eu Estou Aqui (1971)

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Produzido e dirigido por Mozael Silveira. O roteiro é baseado na peça de teatro "Zefa entre os homens" de Henrique Pongetti

Numa cidade do interior do Brasil a população está preocupada com a seca prolongada. O atrapalhado padre Pedro organiza uma procissão para atrair chuvas mas os Coronéis Piragibe e Lula planejam também cada um fazer a sua própria cerimônia e ganhar votos para a eleição que se aproxima. A ex-prostituta e dona de bar Zefa fica sabendo que o Coronel Piragibe mandou dois capangas roubarem a imagem da santa padroeira do Coronel Lula (Nossa Senhora) para prejudicar o rival e chantageia a dupla para que roubem também a do padroeiro do Coronel Lula (São Pedro), escondendo as duas imagens no quintal. Enquanto isso, o padre segue à sua maneira excêntrica com seus afazeres como recolher donativos para as obras da igreja, ouvir os aflitos e ajudar os necessitados mas logo sua rotina será perturbada quando os coronéis o acusarem de ter roubado as imagens.

 A Última Missão - 12 de Dezembro de 1973 | FilmowTHE LAST DETAIL NUDE SCENES - AZNude

A Última Missão (The Last Detail, 1973)

OK.RU / DRIVEGOOGLE / ULOZTO

Dirigida por Hal Ashby, baseado no romance The Last Detail, de Daryl Ponicsan

O filme faz parte do movimento conhecido como a Nova Hollywood e conta no elenco principal com Jack Nicholson, Otis Young e Randy Quaid.

Billy “Badass” Buddusky (Jack Nicholson) e Richard “Mule” Mulhall (Otis Young) são dois oficiais da marinha que são chamados para uma missão de escolta. O objetivo é levar o jovem marinheiro Meadows (Randy Quaid) para a sua prisão em outra cidade (o que acaba dando ao filme um clima de “road movie”). Logo de início, Badass e Mule planejam fazer a missão o mais rápido possível e aproveitarem o resto do tempo livre, mas quando eles conhecem Meadows, um jovem ingênuo de 18 anos, e descobrem que ele está indo passar 8 anos na cadeia por roubar 40 dólares e ainda por cima o roubo ter sido causado por um surto cleptomaníaco, os dois oficiais decidem não realizar a viagem tão rapidamente.

O que começa como puro dever, se transforma num laço de amizade onde Badass lidera o trio. Ele insiste em que devem aproveitar o máximo o tempo restante antes da chegada à prisão, afinal, Meadows tem apenas 18 anos. Sendo quase um boêmio que parece conhecer sempre um lugar para se curtir em cada cidade da costa leste americana, Badass leva o jovem Meadows à bares (mesmo ele não tendo idade para beber) e até à bordeis. Já Mule possui um pé mais firme no chão, e apesar de ser contrário quase sempre, acaba também se entregando à camaradagem. A grande dúvida é o quanto essa diversão vai ajudar ou atrapalhar a entrega de Meadows à prisão, e o quanto irá afetar o próprio conformismo do mesmo.

Uma coisa que me incomodou foi quanto à abordagem da cleptomania do personagem Meadows. No início do filme, quando eles ainda não sabem sobre o problema do garoto, em vários momentos o jovem furta coisas inúteis como até cenouras. Assim que eles se tocam do problema e sentem compaixão por Meadows, a cleptomania simplesmente some da história.

É um filme simples mas cheio de tesouros, seja na sutileza das mudanças entre os relacionamentos dos três protagonistas ou na incrível atuação de Jack Nicholson. Seu final consegue ao mesmo tempo satisfazer e incomodar, sendo um tanto realista e conformista. A Última Missão recebeu indicações nas categorias de Ator (Jack Nocholson), Ator Coadjuvante (Randy Quaid) e Roteiro Adaptado (Robert Towne).

Até o Fim - Filme 2013 - AdoroCinema

Até o Fim (All Is Lost, 2013)

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Dirigido por J.C. Chandor

Um navegador experiente (Robert Redford) está viajando pelo Oceano Pacífico, quando uma colisão com um contâiner leva à destruição parcial do veleiro. Ele consegue remendar o casco, mas terá a difícil tarefa de resistir às tormentas e aos tubarões para sobreviver, além de contar apenas com mapas e com as correntes marítimas para chegar ao seu destino.

 Na Trilha Dos Assassinos - Don Johnson - Penelope Ann Miller | MercadoLivre

Na Trilha dos Assassinos (Dead Bang, 1989)

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Don Johnson (Miami Vice, Nash Bridges) ronda as violentas ruas de Los Angeles como o detetive Jerry Beck em Na Trilha dos Assassinos, um suspense explosivo tirado do verdadeiro dia a dia de Beck e dirigido por John Frankenheimer (Ronin, George Wallace).

A vida de Beck está à beira de um desastre.

A única coisa que o mantém é o trabalho policial.

Sua habilidade nas ruas e seu instinto em procurar problemas o jogaram na trilha de uma gangue de assassinos supremacistas brancos.

E também para dentro de uma tempestade de balas no quartel general da gangue num subterrâneo no Colorado.

É uma corrida à toda velocidade, sem cinto de segurança e freios, um mergulho de cabeça dentro de uma aventura policial ao limite.

Cidade dos Anjos (City of Angels, 1998)

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Os fãs que me perdoem, mas "Asas do desejo", o cultuado filme do alemão Wim Wenders é um porre. Chato, arrastado, verborrágico e pretensioso, ele tornou-se uma espécie de unanimidade entre os "bem pensantes" do final da década de 80, mas no fundo, não passava de uma parábola com uma premissa interessante e uma fotografia bem cuidada (a não ser que se considere as elocubrações típicas do cineasta, cujo currículo passa bem longe do chamado cinema mainstream). Todas as questões filosóficas/metafísicas do filme foram louvadas ad nauseum pela mídia, fazendo dele um produto superestimado a ponto de ser eleito como um dos melhores da década. Por isso a gritaria generalizada na ocasião do lançamento de "Cidade dos anjos", uma espécie de refilmagem americana. Acusado de diluir a poesia do filme original, a obra de Brad Silberling - cujo trabalho mais famoso até então havia sido a versão em carne-e-osso de "Gasparzinho", com Christina Ricci - foi violentamente execrada pelos fãs de Wenders. Já aqueles que não se deixaram convencer pelos exageros estilísticos do alemão gostaram - e muito - da versão ianque da história. Com uma renda superior a 100 milhões de dólares no mercado doméstico, "Cidade dos anjos" tornou-se mais um sucesso romântico na carreira de sua protagonista, a namoradinha da América, Meg Ryan.

Quando lançado, em 1987, "Asas do desejo" comoveu as plateias "antenadas" com seus discursos verbais e estéticos sobre amor, liberdade e imortalidade justo em um momento crucial da história política e social da Europa: a queda do mundo de Berlim. Ao deixar de lado qualquer ressonância social, sua refilmagem americana concentra-se apenas na história de amor esboçada no terço final do original. E conquista justamente por ser simples e direta. O roteiro de Dana Stevens troca uma melancólica Berlim por uma ensolarada Los Angeles, onde anjos convivem harmoniosamente entre os seres, ajudando-lhes a superar seus problemas (mas sem nunca aparecerem). Um desses anjos é Seth (Nicolas Cage, canastrão como sempre), que busca as pessoas no momento de suas mortes. Em uma dessas tristes missões ele conhece a competente cirurgiã Maggie Rice (Meg Ryan em uma atuação superior a seus trabalhos anteriores) e se apaixona por ela, apesar de saber que jamais poderá consumar seu amor. No entanto, quando trava conhecimento com Nathaniel Messinger (Dennis Franz), um paciente de Maggie que consegue enxergá-lo, descobre que os anjos podem, sim, transformar-se em mortais. Enlouquecido de amor, Seth, contando com o apoio de seu melhor amigo, Cassiel (Andre Braugher), decide abandonar a imortalidade para ficar ao lado da mulher que ama.

Sim, "Cidade dos anjos" é piegas, triste, exageradamente romântico. E é, também, um belo filme, um perfeito exemplo de como transformar uma obra com objetivos pretensiosos em uma delicada história de amor que comove às lágrimas e ainda por cima dá margem a discussões (ainda que superficiais) sobre vida, morte e destino. É um produto tipicamente hollywoodiano, com tudo que isso tem de bom e de mau, mas que aproveita todo seu aparato técnico para uma narrativa enxuta e visualmente impressionante, mérito da fotografia inspirada de John Seale, oscarizado por "O paciente inglês". As cenas em que os anjos se reúnem aos crepúsculos são deslumbrantes, assim como a bela trilha sonora de Gabriel Yared, que conta com uma lindíssima canção de Alanis Morissette em seus créditos finais.

Os fãs de "Asas do desejo" tem razões mil para odiarem cada minuto de "Cidade dos anjos", que é, paradoxalmente, uma refilmagem que não utiliza quase nada de seu original, a não ser a ideia central. Mas em compensação, certamente as multidões que saíram aos prantos em seus momentos finais também não se tornarão especialmente adoradoras da obra de Wim Wenders, que continua sendo pedante e monótona.

Em Seu Lugar - 2005 | Filmow

Em Seu Lugar (In her shoes, 2005)

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Apesar do diretor importante (Curtis Hanson) e três excelentes atrizes em grandes momentos (Cameron Diaz, Toni Colette e Shirley McLaine), "Em Seu Lugar" tem dois problemas: 1) com 130 minutos, é um pouco longo e sem ritmo; 2) foi vendido como uma comédia, quando é um drama, até pesado, com pequenas piadas.

O público feminino deve gostar do filme que não foi bem nos EUA. Cameron Diaz, que nunca está mal, nunca esteve tão bem quanto neste filme, num papel difícil como uma jovem talvez disléxica que destrói sua vida com promiscuidade, alcoolismo e carência afetiva.

Trata-se de uma história sobre o relacionamento de duas irmãs que perderam a mãe muito cedo e cujo pai (Ken Howard) se casou com uma megera e se tornou omisso.

Só depois de meia hora ou mais de filme, é apresnetada a avó materna aposentada que mora na Flórida e que sempre as procurou sem obter retorno. O papel é de Shirley MacLaine, na sua melhor performance dos últimos anos. E a mais discreta do que em toda sua carreira, toda sutil. Brilhante.

Com uma narrativa sem tensão, com uso restrito de música, o filme poderia facilitar a compreensão do espectador. Mas talvez seja interessante ir aos poucos mergulhando no universo das duas irmãs, na Filadélfia, principalmente em momentos de crise forte, como quando a marginal Cameron transa com o namorado da irmã boazinha, advogada e careta.

As duas brigam e Cameron sem alternativa vai para a Flórida, sabe-se lá com que intenção, procurar a avó. É verdade que algumas soluções parecem um pouco forçadas, coisas de cinema, como a amizade que ela faz com o professor doente que lhe ensina a ler poesia (papel feito pelo notável e veterano coadjuvante Norman Lloyd).

Ponto Final - Filme 2011 - AdoroCinema

Ponto Final (2011)

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Direção: Marcelo Taranto

Os sentimentos de culpa e indignação do executivo Davi (Roberto Bomtempo) servem de fio condutor de Ponto Final. Sua filha Beatriz (Júlia Bernat), vítima da violência, era uma jovem que acreditava na boa índole dos brasileiros e a vocação do Brasil para o amor. Era aqui que iriam acontecer as grandes mudanças. O pai, ao contrário, sempre achou este país uma vergonha, por valorizar que há de pior e mais medíocre na sociedade. Para Davi, a própria vida nos obriga a fechar sentimentos e bens materiais. Assim, nesses dias de tantos medos e desconfianças, em que, cada vez mais, o ser humano sente necessidade de trancar tudo o que tem, trancando-se a si mesmo, a história aborda a superação da perda e a capacidade que as pessoas têm para enfrentar as adversidades.

Blu Ray O Fundo Do Mar | MercadoLivre 📦

Jacqueline Bisset Nude – Pics and Videos | NudeBase.comBlu-ray Review - The Deep (1977)

O Fundo do Mar (The Deep, 1977)

OK.RU / ULOZTO 01 / 02 / 03 / MEGA

Dirigido por: Peter Yates

Um exuberante filme de suspense, baseado no livro best-seller de Peter Benchley (o mesmo autor de Tubarão). Gail Berke (Jacqueline Bisset) e David Sanders (Nick Nolte, ESTRÉIA) estão em românticas férias nas Bermudas, quando descobrem um navio da segunda guerra afundado. Próximo a ele encontraram uma ampola de morfina; uma entre milhares ainda remanescentes nos restos do navio. Sua descoberta leva-os até um traficante de drogas, Cloche (Louis Gosset), e a um velho caçador de tesouros Romer Treece (Robert Shaw). Com Cloche em seu encalço, Gail, David e Treece recuperar o tesouro afundado.

Bloodshot Dublado

Bloodshot (2020)

ASSISTA ONLINE

Direção: Dave Wilson

Anunciado como a primeira franquia da Valiant Comics, "Bloodshot" é o perfeito passatempo para se assistir e literalmente passar o tempo: tiro, porrada e bombas comandadas por Vin Diesel, astro de filmes de ação, e sua colega de cena, a atriz mexicana Eiza Gonzále, de "Baby driver". Ambos fazem parte da franquia "Velozes e perigosos", comandados pelos mesmos produtores de "Bloodshot". Quem já assistiu "Robocop" vai achar até que o filme é uma refilmagem, Poderia até ser, só que não se passa no futuro, e sim, nos dias atuais. Mas a história é praticamente a mesma: O Mariner Ray morre durante uma ação de guerra no Afeganistão e é revivido por um cientista, Dr Emil (Guy Pearce). Só que Ray volta com uma outra forma: foram implantados nele seres microscópicos capazes de reconstruir o seu tecido. Dessa forma, a cada tiro e explosão, Ray é reconstruído, se tornando praticamente, um imortal. Outros soldados feridos em guerra também fazem parte dessa nova leva de soldados indestrutíveis, incluindo Katie. Só que Ray vai aos poucos descobrindo que nem tudo é o que parece, e que ele está sendo usado como arma de guerra. Para quem curte aquelas aventuras sessão da tarde, com direito a trilha sonora épica, e muita explosão, vai se amarrar no filme. Com direito a caras e bocas mau humoradas de um Bad boy e uma bad Girl.

À Sombra de um Gigante - Filme 1966 - AdoroCinema

À Sombra de Um Gigante (Cast a Giant Shadow, 1966)

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Aventura de guerra com certo realismo e alguma autenticidade, parcialmente filmada nos próprios locais e com muitos diálogos em hebraico, danças típicas etc.

O diretor Melville Shavelson, que normalmente fazia comédias para Danny Kaye, teve tantos problemas que escreveu um livro chamado "Como Fazer um Filme Judeu". Mas falhou ao caracterizar o oficial americano como um super-homem que praticamente resolve sozinho os problemas de Israel, em contraste com os líderes israelenses, todos indecisos e hesitantes.

Para contrabalançar o roteiro, cria um conflito familiar mal-desenvolvido e gratuito. Kirk Douglas era mesmo de origem judaica e se interessou pelo projeto, co-produzido por John Wayne, que faz com humor papel secundário, do general que tem dificuldades para controlar o oficial feito por Kirk. Os amigos também deram uma força: Yul Brynner e Frank Sinatra, como um piloto, não mais que uma ponta. Além de obviamente sionista o filme é fraco, até mesmo dentro do que se propõe. A co-estrela Senta Berger, que faz a ativista israelense, na verdade era austríaca e casada com o diretor Michael Verhoeven.

A Negociação - The Negotiator (1998) Blu-ray Dublado Legendado

A Negociação (The Negotiator, 1998)

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Quem disse que um filme-pipoca, feito para divertir a plateia durante duas horas e meia em uma sala de cinema no meio do verão não pode ter inteligência e qualidade? Certamente não foi o diretor F. Gary Gray. Vindo de um surpreendente êxito de crítica com seu "Até as últimas consequências", que revelou as atrizes Queen Latifah e Jada Pinkett Smith e o destacou dentre a leva de cineastas afro-americanos elogiados nos anos 90, Gary demonstrou, em seu filme seguinte, "A negociação" - com um orçamento cinco vezes maior - que sabia como ninguém construir um clima de tensão e violência sem deixar de lado o respeito pelo cérebro do espectador.

Tudo bem que o sucesso de "A negociação" - em termos de qualidade, não exatamente de bilheteria - tem muito a ver com a escalação acertadíssima de seus atores centrais. Enquanto Kevin Spacey vinha de um Oscar de coadjuvante por "Os suspeitos" (e trocou de papel quando Sylvester Stallone pulou fora do projeto), Samuel L. Jackson caminhava para se tornar um dos atores negros mais respeitados dentro da indústria, graças principalmente à sua parceria com Quentin Tarantino - "Pulp fiction" lhe deu uma indicação ao prêmio da Academia e "Jackie Brown" iria estrear poucos meses mais tarde. Juntos, Spacey e Jackson transformaram um "filme de verão" em um embate de gigantes, a despeito de um roteiro que, apesar de funcionar em ritmo e suspense, nunca atinge o potencial de sua premissa inicial.

Jackson interpreta Danny Roman, um conceituado negociador da policia de Chicago, capaz de reverter quadros aparentemente insolúveis. Logo depois de mais um sucesso na carreira, porém, ele é injustamente acusado pelo assassinato de um colega, que ele sabia estar investigando um caso de corrupção dentro da própria corporação. Desesperado, ele invade um prédio do governo, faz um grupo de reféns e exige que outro famoso negociador, Chris Sabian (Kevin Spacey), assuma o diálogo e o ajude a descobrir a verdade sobre o crime. Sabian - um profissional dedicado e inteligente - passa a acreditar em Roman, mas vai precisar ir contra toda a equipe policial que parece esconder muito mais do que aparenta.

"A negociação" não é um filme extraordinário e desprovido de pecados. Talvez o que mais incomode é sua duração excessiva - quase duas horas e meia de projeção exigiriam um ritmo mais ágil, em contraste com a prolixidade do roteiro, que em determinado momento chega a tornar-se cansativo mesmo com as atuações superlativas de Jackson e Spacey. Ainda assim, o ato final consegue atingir níveis de tensão o suficiente para manter o público ligado - e talvez até proporcionar-lhe um susto inesperado, valorizado justamente pela direção de Gray, atenta aos detalhes e às técnicas de edição e sonorização. Mais do que um Supercine de luxo, "A negociação" é um espetáculo de atores no auge de seu talento.

Irresistível Paixão - Filme 1998 - AdoroCinema

Irresistível Paixão (Out of Sight, 1998)

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Em 1998, o escritor norte-americano Elmore Leonard estava na crista da onda. Barry Levinson havia dirigido "O nome do jogo", elogiado pela crítica e premiado com um Golden Globe. O cultuado Quentin Tarantino tinha realizado "Jackie Brown" baseado em seu romance "Run Punch" e feito um trabalho excepcional. Para completar o quadro só faltava mesmo um diretor cult: Steven Soderbergh, premiado em Cannes com seu "sexo, mentiras e videotape" em 1988 deu às tramas de Leonard a sofisticação que faltava ao humor negro de Levinson e à violência de Tarantino. "Irresistível paixão" é um policial romântico com alto grau de sensualidade, tudo graças à química impecável entre Jennifer Lopez e George Clooney.

Jack Foley (vivido com o charme habitual de Clooney, exercitando seu lado Cary Grant anos 90) é um assaltante de bancos profissional. Durante uma fuga de uma de suas condenações, ao lado de seu parceiro de todas as horas, Buddy Bragg (Ving Rhames), ele acaba ficando preso no porta-malas de um carro junto com Karen Sisco (a belíssima Lopez, melhor atriz do que se poderia esperar), uma agente do FBI que estava na penitenciária por acaso. Surge uma atração irresistível entre eles, mas logicamente eles se afastam sem consumar o desejo nascido de maneira tão absurda. Sem conseguir esquecer um do outro, eles vêem seus caminhos novamente cruzados quando, no processo de dar um de seus grandes golpes, Foley esbarra novamente em Karen, que, fascinada, se divide entre os novos sentimentos e os deveres profissionais.

Não é preciso ser um expert em cinema para perceber que "Irresistível paixão" foge dos padrões habituais do cinema policial. Primeiro, não há um herói típico, de moral ilibada e incorruptível. Depois, o mocinho é um criminoso, apesar de esbanjar charme e não abusar da violência. E por fim, em muitos momentos a plateia se vê torcendo por ele e por seu romance complicado com a policial. Além disso, o filme de Soderbergh deita e rola em uma edição inteligente, que privilegia as idas e voltas do roteiro, deixando o público sempre à espera dos próximos acontecimentos (que além de tudo são bastante imprevisíveis). E além da trama divertida e envolvente, o cineasta mostra-se, mais uma vez, um exímio diretor de atores, todos eles fantásticos (com a exceção, novamente, de Michael Keaton, que repete sua atuação pifia de "Jackie Brown" na pele do mesmo policial Ray Nicolette).

O elenco coadjuvante de "Irresistível paixão" é um de seus maiores trunfos. Um irreconhecível Albert Brooks vive um milionário que, depois de passar uma temporada na prisão, torna-se uma vítima em potencial das armações de Foley; Don Cheadle brilha como o marginal Maurice Miller e Steve Zahn volta a divertir a audiência como o atrapalhado Glenn Michaels. Mas não há como falar do filme sem que venha imediatamente à mente o excelente trabalho de sua dupla central. Linda, sensual e convincente mesmo como uma policial, Jennifer Lopez tem aqui um dos maiores destaques de sua carreira. E Clooney aproveita a desenvoltura da parceira para construir um Jack Foley que ele mesmo considera uma de suas melhores atuações.

"Irresistível paixão" é um divertido entretenimento de classe e categoria. Inteligente, sarcasticamente engraçado e absolutamente sexy, é um filme que, apesar da bilheteria decepcionante, merece ser descoberto e aplaudido por sua criatividade e por seu elenco impecável.

 O Violino Vermelho - 1998 | Filmow

O Violino Vermelho (Le Violon rouge, 1998)

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Direção: François Girard

O filme conta a história de um violino perfeito conhecido como o violino vermelho, por sua vívida cor vermelha. No começo do filme, o violino está sendo leiloado no Canadá. Quando as ofertas começam, a história do violino é revelada, mostrando que ele existe há mais de 300 anos, tendo sido feito em 1681. Sua história é contada em cinco locais diferentes ao redor do mundo: Cremona na Itália, Viena na Áustria, Oxford no Reino Unido, Xangai na China e Montreal no Canadá. Em cada local o diálogo é falado na língua apropriada. Para seus donos, o violino trouxe raiva, traição, amor e sacrifício.

Filme Esquina Da Morte | MercadoLivre 📦

Esquina da Morte (10th & Wolf, 2006)

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Diretor: Robert Moresco

O Impetuoso Sargento Tommy Santoro (James Marsden) que achava que tinha deixado a ligaçõa de sua família com a máfia para trás, está numa enrascada no exército. Mas a visita de um agente do FBI o livra desta enrascada em troca de um favor, e o manda de volta á Filadélfia para enfrentar o maior dilema da sua vida. A maior parte dos velhos criminosos está na cadeia ou no cemitério, o primo de Tommy, Joey (Giovanni Ribisi) e seu irmão Vicent (Brad Renfro) são os novos chefões do tráfico que enfrentam um poderoso inimigo, o siciliano por vencidos e se tornaram o que Tommy sempre lutou para não ser, um mafioso, mais não é nada em comparação ao que Tommy vai se tornar...

Estrada Para O Inferno Dvd Original Novo Lacrado | Frete grátis

Estrada Para o Inferno (Hoboken Hollow) - 2006

OK.RU / YOUTUBE

Dirigido por: Glen Stephens

Todos os dias milhares de pessoas pegam carona no mundo inteiro. Mas é no interior do Texas que esse costume torna-se mais assustador. Uma estrada desemboca diretamente numa fazenda isolada com uma estranha família, onde oferecem emprego, mas que escondem as terríveis condições de trabalho. Um filme sobre escravidão e tortura atormentador, principalmente porque o roteiro foi baseado em uma história real.

A Morte Habita à Noite Nacional

A Morte Habita à Noite (2022)

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Diretor: Eduardo Morotó

Raul (Roney Villela) é um homem de cinquenta anos, alcoólatra e desempregado. O ponto de equilíbrio de sua vida é sua paixão por Lígia (Mariana Nunes), a qual tem sido sua maior parceria nos últimos anos em uma vida sem regras. No entanto, o relacionamento dos dois anda se desgastando. Em meio a uma noite conturbada, Raul encontra Cássia (Endi Vasconcelos), uma jovem descompromissada e cheia de vida que desperta nele um lado que ainda não conhecia.

A Cidade do Futuro Nacional

A Cidade do Futuro (2016)

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Drama LGBTQIAP+ brasileiro, "A cidade do futuro" é uma produção independente vinda da Bahia, escrita e dirigida pela dupla Marilia Hughes Guerreiro e Cláudio Marques. O filme mistura documentário e ficção para falar sobre conservadorismo X liberdade, tradicional X novo, e principalmente, a aceitação, tanto geográfica, quanto sexual e moral. Serra do Ramalho é uma cidade que foi colonizada por ribeirinhos desapropriados durante a construção da barragem de Sobradinho, no estado da Bahia, década de 1970. Entre os remanescentes dos anos 70 que dão depoimentos, temos os seus herdeiros, jovens que vivem sob o estigma do não pertencimento. Gilmar (Gilmar Araújo) e Mila (Milla Suzart) são amantes e professores de uma pequena escola em Serra do Rancho. Mas eles vivem um trisal com o vaqueiro Igor (Igor Santos). A população homofóbica agride principalmente ao vaqueiro, uma profissão onde os conservadores machistas não aceitam homossexuais. E quando Mila fica grávida, o choque ainda é maior: quem é o pai? Os diretores pegaram o mote dos ribeirinhos para criar esse drama sobre conflitos. De um lado, os mais velhos que tiveram que se adaptar a uma região que não era a deles. Do outro, a luta de pessoas fora do padrão de relacionamento heteronormativo de serem aceitos na sua liberdade. O filme é bom, com não atores, em registro naturalista. Faltou talvez um roteiro com mais vibração, e com menos olhar distanciado. Eu memso queria entender melhor quem são essas 3 pessoas que se permitem a um trisal.

O Faixa Preta Nacional

O Faixa Preta (2022)

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Dirigido por Caco Souza

As batalhas de Fernando Tererê dentro dos tatames, com a conquista de grandes competições, e também fora do esporte, onde se envolveu com drogas e apresentou outros problemas.

JOSÉ SARNEY UM NOME NA HISTÓRIA (2009)

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DIREÇÃO: Fernando Barbosa Lima

Ao tornar-se o primeiro Presidente da República do Brasil após 20 anos de governos militares, José Sarney definitivamente ganhou lugar de destaque na História do Brasil. A veia política de José Sarney aflorou já na infância, como prova o documentário, quando viu uma mulher que perambulava pelas ruas de São Luiz ser espancada pela polícia e disse ao avô que seria prefeito para não deixar que coisas assim acontecessem. O primeiro cargo político foi ainda no colégio, quando foi eleito e reeleito duas vezes presidente do centro liceísta. O depoimento da filha Roseana, ex-senadora e hoje governadora do Maranhão, reforça a tese de que sempre se respirou política na família Sarney: “Nossa casa era praticamente uma praça pública”, afirma no documentário.

Entreturnos (2014)

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Drama proveniente de um Estado que quase não produz filmes, Espírito Santo. Todo filmado em Vitória, tem como acertos um bom roteiro e um ótimo elenco de atores desconhecidos do grande público (com exceção de Luis Miranda, e de uma participação de Milhen Cortaz). Assim, fica mais fácil para o espectador embarcar na história de pessoas comuns e não ficar contaminado por estereótipos de atores que costumam fazer muita novela. Com uma estrutura narrativa que busca inspiração em "Rashomon", a obra-prima de Kurosawa, o filme tem 4 personagens e um crime. Assim que o crime acontece, o filme retrocede e a partir daí, vemos as mesmas situações pelo ponto de vista de cada um dos personagens. A cada visão, um dado novo vai surgindo, fazendo o espectador pensar que qualquer um deles pode ter sido o mandante do crime. Aliás, o título do filme poderia ter sido "Todos odeiam Léa". Paulo Roque, Lorena Lima, Janaina Kremer, Luís Miranda (despido das caricaturas que tem feito na tv) e outros atores locais dão vida e verdade aos personagens que interpretam. O cinema de Edson Ferreira se aproxima bastante dos filmes pernambucanos recentes que dominaram o circuito independente. O olhar sobre a pobreza, sexo, morte. O registro decadente da cidade, mesclado aos personagens que nela habitam e tentam sobreviver. Não seria errado dizer que o personagem principal do filme é a cidade, que testemunha a rotina das pessoas que nela habitam. Fica evidente vendo o filme que ele foi realizado com pouco dinheiro. Mas a sua força está justamente nesse olhar nu e cru da realidade da periferia, sem máscaras. O roteiro tem pequenos deslizes, mas no geral ele tem força o suficiente para seduzir o espectador. Na cena da esposa dizendo que determinada personagem está grávida e o prato quase quebra é um exemplo de solução clichê para transmitir emoção. Acredito que a mesma cena poderia ter sido resolvida apenas com olhares. O filme ganhou na 21ª Edição do Festival de Vitória o prêmio de melhor filme do juri popular.

A Misteriosa Morte de Pérola – Embaúba Filmes

A Misteriosa Morte de Pérola (2014)

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Diretor: Guto Parente

Um suspense sobre uma jovem estudante que deixa seu país, casa e namorado para estudar arte em uma cidade francesa. Ela mora sozinha em um belo, porém sombrio e antigo apartamento, onde os quadros a encaram e as portas parecem ter vida própria.

Surpresas do Coração - 5 de Maio de 1995 | Filmow

Surpresas do Coração (French Kiss, 1995)

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Desde sua estreia como cineasta em 1981, com o neonoir "Corpos ardentes", o roteirista Lawrence Kasdan sempre demonstrou uma versatilidade ímpar, percorrendo praticamente todos os estilos com inteligência e talento. Foi assim com os dramas "O reencontro" (83) e "Grand Canyon: ansiedade de uma geração" (91), a comédia de humor negro "Te amarei até te matar" (90), o romance de "O turista acidental" (88) e os westerns "Silverado" (85) e "Wyatt Earp" (94). Não chega a ser uma surpresa, portanto, que seu nome esteja por trás de "Surpresas do coração", sua primeira (e até agora única) investida na comédia romântica. Tampouco é surpreendente que, como aval para sua estreia, ele tenha contado com a providencial ajuda daquela que, na metade dos anos 90, era o principal nome de Hollywood no gênero: Meg Ryan. Uma das produtoras do filme, Ryan é a cara do projeto, uma produção agradável, divertida e inofensiva que, se não chega a ser memorável, ao menos é um passatempo bastante sofisticado, emoldurado por belas paisagens francesas e por um roteiro esperto que brinca com as diferenças culturais entre EUA e França - além de contar com um belo elenco e a fotografia inspirada de Owen Roizman em seu último trabalho.

Como frequentemente acontece no mundo do cinema, "Surpresas do coração" caiu nas mãos de Kasdan na hora certa: esgotado depois das problemáticas filmagens de "Wyatt Earp" - realizado com grande ambição mas recebido com frieza pelo público e pela crítica - e querendo um período de férias, ele encontrou, no roteiro de Adam Brooks, a desculpa perfeita para passar um tempo na França ao mesmo tempo em que trabalhava em um projeto menos grandioso. Sem poder contar com a presença de Gérard Depardieu (para quem o protagonista masculino foi escrito), o cineasta resolveu a questão da melhor forma possível e chamou para o elenco um amigo pessoal, parceiro habitual e, ainda mais importante, um ator sensacional. Em seu quinto trabalho com Kasdan, o premiado e sempre imprevisível Kevin Kline acrescenta um tempero a mais no filme, em uma personificação impagável de anti-galã - com direito a visual desleixado, mau-humor constante... e um charme incontestável.

A trama começa quando Kate (Meg Ryan), uma americana em vias de casar-se com o noivo, Charlie (Timothy Hutton), e assumir cidadania canadense, descobre, da pior maneira possível, que ele desistiu do compromisso depois de apaixonar-se por uma jovem francesa em sua viagem a Paris. Desesperada para reconquistá-lo, ela supera sua fobia de voar e resolve viajar ao encontro do novo casal. No avião, ela senta ao lado de Luc Teyssier (Kevin Kline), um típico francês falastrão e estranhamente interessado em suas histórias. Na verdade, o que Kate não sabe e só irá descobrir muito depois - quando já for tarde para tomar qualquer providência a respeito - é que Luc é um conhecidíssimo ladrão de joias que escondeu um valioso colar em sua mochila, juntamente com uma muda com a qual planeja começar um vinhedo em sua terra natal. Roubada por um antigo comparsa de Luc e sem possibilidade de voltar para casa, só resta à Kate reencontrar Charlie - e para isso, ela conta com a ajuda inesperada do adorável criminoso.

"Surpresas do coração" é o que se pode esperar de um filme estrelado por Meg Ryan. Assim como em todos os seus trabalhos anteriores do estilo, a atriz é simpática, engraçada e desajeitada na medida certa para a identificação da plateia feminina e interesse da masculina. Tal previsibilidade é, ao mesmo tempo, o maior trunfo e o calcanhar de Aquiles do filme: enquanto oferece ao público o que ele deseja quando se trata de uma comédia romântica (belas paisagens, personagens adoráveis, bons momentos de humor, uma trilha sonora inspirada), o trabalho de Kasdan não surpreende em momento algum, seguindo com lealdade canina todos os passos de uma produção do gênero. É lógico que o desempenho de Kevin Kline acrescenta prestígio ao filme (assim como o elenco francês, que inclui Jean Reno e François Cluzet, além do vencedor do Oscar Timothy Hutton), mas desta vez Kasdan não imprime uma marca diferencial, uma releitura que dê sua personalidade ao filme. É uma comédia romântica simples e eficiente, mas sem a intensidade de seus trabalhos anteriores - o que talvez seja algo proposital, afinal ele queria férias, não é verdade? No final das contas, para os fãs de Ryan, Kline e comédias românticas em geral, é um prato saboroso. Para o resto do público, é um passatempo dos mais divertidos - o que já é muito mais do que se pode dizer de boa parte de seus congêneres.

Eu Nunca Te Esqueci - Dvd - Original | Parcelamento sem juros

Eu Nunca te Esqueci (I Have Never Forgotten You: The Life & Legacy of Simon Wiesenthal, 2007)

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Dirigido por: Richard Trank

Eu Nunca te Esqueci retrata um olhar sobre a vida e o legado do arquiteto judeu austríaco Simon Wiesenthal, conhecido como o caçador de nazistas e também como humanitário. Narrado pela vencedora do Oscar® (Nicole Kidman), o filme foi rodado em 9 países e reúne diversos materiais de arquivo ainda inéditos, bem como entrevistas com amigos, colegas de trabalho e familiares de Wiesenthal, que na maioria falaram pela primeira vez diante das câmeras.

Do Fundo do Mar (Deep Blue Sea, 1999)

ASSISTA ONLINE

Direção: Renny Harlin

A Dra. Susan McAlester (Saffron Burrows) está fazendo pesquisa com tubarões, pois pretende através deles descobrir a cura para o Mal de Alzheimer. Russell Franklin (Samuel L. Jackson), um empresário e homem de negócios, é o principal patrocinador, pois doou 200 milhões de dólares para o projeto. Quando um tubarão escapa e ataca um barco, a reação de Russell não é boa, mas Susan consegue reverter a situação e ele decide visitar Aquática, uma antiga base no meio do oceano que foi usada para reabastecimento de submarinos e agora foi convertida em um laboratório. Neste local Susan faz alterações genéticas nos tubarões, deixando-os mais inteligentes, pois precisa que os cérebros deles estejam desenvolvidos pois a partir daí conseguirá as enzimas necessárias para que sua experiência seja bem sucedida. Mas os tubarões se tornam também mais rápidos e não sentem vontade de colaborar, pois anseiam ir para mar aberto e, para piorar a situação, uma terrível tempestade se abate sobre Aquática.

A Primeira Vitória - Filme 1965 - AdoroCinema

A Primeira Vitória (In Harm's Way, 1965)

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Dirigido por Otto Preminger e com roteiro baseado em romance de James Bassett

Descreve as vidas de diversos oficiais da Marinha dos Estados Unidos e de suas esposas e interesse românticos enquanto baseados no Hawaii no início do envolvimento do país na Segunda Guerra Mundial, indo até a Campanha do Guadalcanal, ponto de partida da vitória dos aliados na Guerra do Pacífico. Foi o último filme em preto e branco de John Wayne, diagnosticado com câncer nos pulmões logo após as filmagens.

O Capitão Rockwell Torrey (John Wayne) e o Comandante Paul Eddington (Kirk Douglas) planejam uma retaliação ao ataque de Pearl Harbor. Torrey, envolvido romanticamente com a enfermeira Maggie Haynes (Patricia Neal), ainda tem de lidar com Jeremiah (Brandon De Wilde), seu filho recém-chegado à Marinha, com quem nunca teve muito contato.

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O Crime que o Mundo Esqueceu (Everybody Wins, 1990)

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Diretor: Karel Reisz

Embora o diretor tenha sido um dos nomes mais importantes do Free Cinema britânico e tenha feito grandes filmes como "Isadora", "Tudo começou no Sábado" e "A Mulher do Tenente Francês", não estava em grande forma (ele morreria em 2002, aos 66 anos) quando realizou este drama que passou em branco.

Certamente foi atraído porque o roteiro foi escrito pelo celebre Arthur Miller (ex-marido de Marilyn Monroe e autor de "A Morte do Caixeiro Viajante"), que também adaptou a peça original para o cinema de "Two Way Mirror". Mas também não é dos seus melhores momentos. Excessivamente dialogado, e ele não é dos mais inspirados.

Basicamente uma história policial tradicional, em que o investigador entrevista um monte de gente esquisita, descobre um plano de corrupção e tem uma surpresa. A falta de química do casal atrapalha.

Linhas Cruzadas - Filme 2000 - AdoroCinema

Linhas Cruzadas (Hanging Up, 2000)

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O time formado pela atriz Meg Ryan e pela roteirista Nora Ephron se mostrou uma fórmula de sucesso em pelo menos três ocasiões: em 1989, com "Harry e Sally: feitos um para o outro" (que revelou Ryan como estrela e rendeu à Ephron uma indicação ao Oscar), em 1993, com "Sintonia de amor" (enorme sucesso de bilheteria que também concorreu a uma estatueta pelo script romântico e bem-humorado), e em 1997,  com "Mensagem para você" (remake do clássico "A pequena loja da esquina" e que voltava a reunir Ryan com Tom Hanks, depois do êxito de "Sintonia"). No caso dos dois últimos, Ephron não apenas assinava o roteiro como também assumia a cadeira de direção, imprimindo a eles um estilo inconfundível que mesclava risos, lágrimas, música de qualidade e romantismo para dar e vender. Em "Linhas cruzadas", lançado em 2000, a dupla voltou a se encontrar, mas dessa vez com uma alteração em sua dinâmica: Ephron continuava por trás do texto, Meg continuava com o principal papel feminino, mas a direção ficou a cargo de Diane Keaton - atriz consagrada e cineasta bissexta. Porém, o filme, baseado no romance de Delia Ephron (irmã de Nora e coautora do roteiro), mostrou que nem mesmo receitas já testadas funcionam o tempo todo: massacrado pela crítica e com uma bilheteria tímida que nem mesmo cobriu seu custo, "Linhas cruzadas" só fica na memória mesmo por um fato triste: ser o último trabalho do ator Walter Matthau, que morreu quatro meses após sua estreia.

Na verdade "Linhas cruzadas" não é um filme ruim. Pelo menos não tão ruim quanto fizeram pensar as críticas à época de seu lançamento e a renda minguada de pouco mais de 30 milhões de dólares no mercado doméstico. Talvez seu maior problema tenha sido a equivocada estratégia de marketing, que, ao invés de assumi-lo como o drama familiar que é, preferiu vender a ideia de que se tratava de uma comédia - fator agravado pela presença de Lisa Kudrow (da popular série "Friends"), de Keaton (cujo "Clube das desquitadas", de 1996, foi um sucesso-surpresa) e até da própria Meg Ryan, a encarnação mais perfeita do romantismo ingênuo na década. Mesmo que o texto de Ephron tenha mantido alguns de seus toques de sarcasmo, a história que envolve três irmãs lidando com a iminência da morte do pai não é exatamente leve ou divertida - e nem mesmo o timing cômico de suas atrizes é capaz de levantar um tema tão denso. A indecisão entre o drama e a comédia (acentuada pela pouca experiência de Keaton atrás das câmeras) impede o filme de decolar em qualquer um dos gêneros.Em "Linhas cruzadas" o público não ri nem chora - fica sempre no meio do caminho, esperando que finalmente o roteiro tome um rumo definido (e quando isso acontece, perto do final, já é tarde demais para esperar a empatia da plateia).

Walter Matthau, simpático como sempre, dá vida a Lou Mozell, um septuagenário bonachão, mulherengo e irresponsável que, vítima de câncer, dá entrada em um hospital já demonstrando sinais de demência - que o leva a frequentemente fugir da realidade e relembrar traumas do passado. Entre esses traumas, o maior é a separação de sua mulher, Pat (Cloris Leachman), que o abandonou e às três filhas por não ter "o instinto maternal" como uma de suas características. A doença de Lou afeta especialmente sua filha do meio, Eve (Meg Ryan), dona de uma empresa de planejamento de festas e que, há alguns anos, se afastou dele depois de um incidente em uma festa de família. Como sua irmã mais velha, Georgia (Diane Keaton) é uma ocupadíssima dona de revista e celebridade nacional, e sua caçula, Maddy (Lisa Kudrow) está tentando uma carreira como atriz de telenovelas, cabe à Eve lidar com a enfermidade paterna e todas as suas consequências - o que irá fatalmente fazê-la encarar alguns fantasmas e a sua relação com as irmãs, com quem mantém um relacionamento ameno mas repleto de arestas e alguns ressentimentos.

Apesar de não atingir a todo o seu potencial dramático (ou cômico), "Linhas cruzadas" é um filme altamente simpático e agradável. Não é uma produção detestável e tampouco "o pior filme já feito", segundo alguns críticos mais severos, mas também não pode ser considerado bom. Seu elenco é ótimo, mas todos repetem à exaustão seus maneirismos típicos: Ryan como a adorável protagonista desengonçada, Keaton como a elegante atrapalhada, Kudrow como a desajeitada e Matthau como o pai ranzinza. Ninguém sai de sua zona de conforto, ninguém arrisca um voo mais alto - e isso se reflete no resultado final, pouco memorável e até decepcionante. Visualmente atraente e com alguns bons momentos perdidos em um roteiro cheio de vai-e-vens, é um filme muito aquém do que se poderia esperar de uma união de tantos talentos, mas vale uma sessão da tarde descompromissada - especialmente para os fãs do trio de atrizes ou do saudoso Walter Matthau. Não muda a vida de ninguém, mas também não tira nenhum pedaço.

Prova de Vida (Proof of Life, 2000)

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DIREÇÃO: Taylor Hackford

Em um país latino-americano, um engenheiro (David Morse) é sequestrado por forças oposicionistas ao governo local. Quando os rebeldes o identificam, pedem um resgate de US$ 3 milhões para que possam libertá-lo. Entretanto, como seu empregador não dispõe desta quantia para pagar o resgate, sua esposa Alice (Meg Ryan) é obrigada a negociar com os rebeldes sua libertação. Para isso ela contrata os serviços de Terry Thorne (Russell Crowe), um profissional freelance que, juntamente com um negociador profissional (David Caruso) e um trio de mercenários treinados, farão de tudo para libertar o engenheiro sequestrado.

Talvez seja mais lembrado como o filme em que os dois atores principais tiveram um caso romântico. Na época das filmagens, Ryan era casada com Dennis Quaid, mas os dois se divorciaram em 2001.

Chinatown (1974)

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Ficaram famosas as brigas entre o diretor e a estrela no set deste filme noir que tem crescido de prestígio nos últimos anos. Faye Dunaway não aprovava os métodos grosseiros do polonês, e ele reclamava dela por causa dos atrasos da maquiagem e mudanças no diálogo. Ali MacGraw estava prevista para estrelar o filme, mas, quando largou o marido-produtor Robert Evans, foi despedida. Jane Fonda recusou o papel. Roman Polanski, que era ator desde os tempos de moleque na Polônia, faz uma ponta como o gângster (todo vestido de branco) que corta o nariz do herói. Jack Nicholson conseguiu fazer em uma única tomada a famosa cena em que o reservatório é tomado pela água.

O roteirista Robert Towne e Polanski não concordaram com o final previsto. Polanski o rescreveu na noite anterior da filmagem, mas foi Robert Towne quem ganhou o Oscar de roteiro. "Chinatown" foi também indicado como Melhor Filme, Direção, Fotografia, Música, Ator e Atriz. Este foi o último filme de Polanski nos EUA. Antes que pudesse completar outro, teve que fugir do país para não ser preso pela sedução de uma menor (e até hoje nunca mais pisou lá, morando desde então em Paris). O próprio Jack Nicholson estrelaria e dirigiria a continuação tardia em 1990, "A Chave do Enigma" (The Two Jakes), que foi um grande fracasso.

Muitos diretores já sonharam em fazer um filme noir moderno, ou seja, colorido, com técnica atualizada, mas respeitando o clima fatalista e em voga no cinema americano dos anos 40. Estranhamente, foi um polonês, Roman Polanski, que chegou mais perto com esse filme. Ele tem uma moral extremamente ousada, afirmando que "nas circunstâncias certas, qualquer pessoa é capaz de cometer qualquer coisa, seja crime ou pecado".

Recusando a facilidade, Polanksi fez um filme longo, complicado, com uma história cheia de meandros e reviravoltas que nem sempre o público é capaz de acompanhar. Aliás, exatamente como deve ser um autêntico filme noir. O título é um pouco enganador, o máximo que se vê do bairro chinês são alguns letreiros e um pedaço de rua (a Chinatown famosa é a de São Francisco, e não a de Los Angeles, onde se passa a história).

É muito boa a idéia dos letreiros em preto e branco com a tela normal, para só depois passar para o colorido. Polanski usa somente tons pastéis e cores neutras, como se estas fossem realmente as cores da década de 30, da Depressão. A música está igualmente bem colocada. O belo tema de amor só aparece quando o relacionamento dos personagens se torna mais sério.

A direção de Polanski é sem truques, limpa, direta e ganha muito quando se fixa nos atores. Há algumas cenas que se tornaram antológicas: o momento de amor no banheiro, a confissão aos tapas, o tiroteio final. John Huston, que na década de 40 fez a reputação em filmes do gênero, interpreta o velho Noah.

O roteiro mistura corrupção política com crimes misteriosos, capangas sanguinários e finais surpreendentes. O detetive particular Jake Gites está na tradição do gênero: é honesto, tem seu código de honra e uma amargura no passado. É curiosa a idéia de fazê-lo usar um curativo no meio da cara em grande parte do filme. Gosto particularmente da frase final: "Esqueça, é Chinatown!".

As revelações finais foram na época chocantes, tornando o filme um estudo sobre as aparências. Nada é aquilo que parece ser, por trás de cada rosa há o estrume que a faz crescer. Tal profundidade, tal fatalismo é fácil de se entender vindo de uma figura tão sofrida, tão soturna como Polanski. Este foi o filme que consagrou definitivamente Nicholson e trouxe outro belo trabalho de Faye Dunaway, superando uma maquiagem ingrata e um personagem difícil. Ao ver o filme, a gente sente exatamente a emoção de se perder um amor, seja aqui ou em Chinatown.

O Reencontro - Filme 2012 - AdoroCinema

O Reencontro (The Magic of Belle Isle, 2012)

ASSISTA ONLINE

Direção: Rob Reiner

O famoso autor de romances Monte Wildhorn (Morgan Freeman) sofre com o alcoolismo e resolve fazer uma mudança. Em busca do seu talento perdido, ele vai morar em uma cidade rural, onde conhece a vizinha atraente Sra. O'Neil (Virginia Madsen), uma mãe solteira, e suas três filhas. Esta família vai ajudar o autor a encontrar inspiração e recuperar o seu amor pela literatura.

O Direito de Viver Dublado

O Direito de Viver (Roe v. Wade, 2021)

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Direção: Cathy Allyn, Nick Loeb

Se alguém dissesse que ‘O Direito de Viver’ era uma obra produzida por alguma organização religiosa, ninguém duvidaria. Afinal de contas, o filme é de um amadorismo embaraçoso, com atuações canhestras, roteiro infantil e uma narração em off explicando passo a passo o que acontece durante as duas horas de projeção para facilitar a vida de quem menos de dois neurônios na cabeça. Sem contar que utiliza um fato verídico para deturpar a própria história. Transformando, assim, a vitória pela legalização do aborto como uma afronta ao direito à vida.

Os diálogos de O Direito de Viver são inacreditáveis de tão pobres, repleto dos clichês mais vagabundos e frases de efeito batidas. Os estereótipos dos personagens são deploráveis. Os pró aborto são frios, calculistas, descrevem os fetos “como uma massa de carne e sangue” e se orgulham das máquinas capazes de fazer x abortos por hora. E, claro, que os “cérebros” da luta são os homens. Afinal de contas, na cabeça conversadora dos autores da “obra”, mulheres são incapazes de agir sem a ajuda masculina. No entanto, os anti-aborto têm coração, sentimentos e incapazes de ferir uma alma humana.

Em suma, O Direito de Viver é “baseado em eventos reais”. De uma maneira extremamente distorcida, o filme conta a história da legalização do aborto nos Estados Unidos, que tem como peça-chave o principal provedor de aborto da década de 60, o ginecologista e obstetra Dr. Bernard Nathanson (Nick Loeb). Após vivenciar uma tragédia pessoal, torna-se um fervoroso defensor do aborto e contará com a ajuda do jornalista Larry Lader (Jamie Kennedy) na empreitada. Lutando contra a legalização, estão os defensores pró-vida liderados pela médica Dra. Mildred Jefferson (Stacey Dash) e pelo professor de direito Robert Byrn (Joey Lawrence). Eles procuram uma forma de barrar o assunto nos tribunais e a questão acaba decidida na Suprema Corte.

A distorção dos fatos no filme é estarrecedora. A impressão que se tem a assistir O Direito de Viver é que se trata de um mockumentary estilo Borat. Por fim, se fosse uma produção nacional, é bem provável que retrataria o Brasil como um país maravilhoso, sem desigualdades, sem corrupção, governado por um ótimo presidente que conseguiu acabar com a pandemia da Covid-19 com o uso da cloroquina e ivermectina.

O Golpe do Baú - 1975 | Filmow

O Golpe do Baú (The Fortune, 1975)

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Este é o único encontro de dois grandes astros do cinema atual, ambos também produtores e diretores, Jack Nicholson e Warren Beatty. Eles se reuniram porque tinham vontade de trabalhar sob as ordens do prestigioso diretor Mike Nichols, vencedor do Oscar por "A Primeira Noite de um Homem".

A fita é uma comédia baseada numa antiga lei americana que proíbe que uma mulher atravesse uma fronteira estadual com um homem, com propósitos obscenos. A ação se passa nos anos 20 e Nicholson e Beatty se comportam um pouco como Stan Laurel e Oliver Hardy, formando uma dupla desastrada que planeja matar a herdeira Stockard Channing para ficar com a fortuna dela.

Stockard mais tarde se tornaria uma atriz de grande prestígio, tendo sido indicada ao Oscar por "Seis Graus de Separação". Pena que nada tenha dado certo no roteiro de Carole Eastman ("Cão de Guarda", "Cada um Vive como Quer"), protegida por Nicholson.

Na verdade, o filme é embaraçoso e talvez o pior de Nicholson. 

Jogo de Amor em Las Vegas Dublado

Jogo de Amor em Las Vegas (What Happens in Vegas, 2008)

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Esta é uma farsa, quase uma chanchada, porém bastante divertida. Ashton Kutcher melhorou muito (parece que o casamento com Demi Moore o deixou mais homem, mais confiante e melhor ator). O roteiro foi escrito por Dana Fox, que fez anteriormente "Muito Bem Acompanhada" com Debra Messing, e dirigido pelo escocês Tom Vaughan. Sinal de que Hollywood está mesmo precisando de novos valores e os importando a granel.

É inevitável que a história mude de tom da metade para ao fim e acabe de maneira óbvia. Cameron Diaz faz uma ambiciosa e carreirista corretora da bolsa de Nova York, que sofre uma grande humilhação e acaba indo para Las Vegas com uma amiga, a estranha Lake Bell, que faz um tipo mal humorado bastante curioso, aliás, a melhor coisa do filme são os coadjuvantes, não são muito conhecidos e tem cara de gente normal. Inclusive, depois dos letreiros foi feita uma nova piada com três deles.

As duas amigas bebem demais e o resultado é que, no dia seguinte, a personagem vivida por Cameron acorda na cama com Jack (Ashton Kutcher). Só que os dois têm uma aliança na mão. Ou seja, totalmente bêbados eles se casaram, nada que um divórcio não pudesse resolver. Entretanto, eis que ele joga num caça níqueis com uma moeda dela e... jackpot! Acertam e ganham três milhões de dólares.

O caso acaba num tribunal onde o juiz (Dennis Miller) exige que os dois vivam juntos por seis meses no mesmo apartamento e, ainda, sejam supervisionados por uma psicóloga (participação especial de Queen Latifah). No início ele faz algumas sabotagens, mas a partir de certo ponto, vira comédia romântica. Os dois não decepcionam, fazem direitinho, de forma tão simpática que não há como não gostar. O filme tem boas sacadas, alternando piadas de banheira com algumas observações oportunas sobre a vida em casal. É um passatempo adequado para quem deseja rir e se divertir.

Conspiração e Poder (Truth, 2015)

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O romance entre o cinema e os bastidores do jornalismo já rendeu clássicos inquestionáveis, desde aqueles que defendem a imprensa - "Todos os homens do presidente" (76) - até aqueles que criticam seus abusos - "A montanha dos sete abutres" (57) e "Rede de intrigas" (76). Em 2015, para marcar sua estreia como diretor, o roteirista James Vanderbilt resolveu acrescentar mais um título à primeira lista com "Conspiração e poder", transposição para as telas de uma história real que abalou o telejornalismo norte-americano em 2004 e colocou o então candidato à reeleição George W. Bush diante de um escândalo que quase lhe custou o segundo mandato - mas que, por incrível que pareça, prejudicou muito mais a equipe jornalística do prestigiado "60 minutos", incluindo seu respeitado apresentador Dan Rather. Com base no livro escrito por Mary Mapes, a produtora do programa e principal mira do ataque dos partidários de Bush, Vanderbilt - autor do elogiado script de "Zodíaco" (06), de David Fincher - amargou um fracasso de bilheteria e foi ignorado pelas cerimônias de premiação, mas não faz feio em comparação com outros filmes do gênero, principalmente pela equação equilibrada entre uma boa história e um elenco afiadíssimo, liderado por Cate Blanchett e Robert Redford - coincidentemente um dos atores centrais do icônico "Todos os homens do presidente".

Se no celebrado filme de Alan J. Pakula o galã mais cobiçado das décadas de 60 e 70 vivia um dos repórteres que desmascararam o presidente Richard Nixon no escândalo chamado Watergate, dessa vez Redford assume com tranquilidade um papel de segundo plano, ainda que igualmente importante para os desdobramentos da ação. Cabe à Cate Blanchett - linda e excelente atriz como sempre - a função de estar na linha de frente. Ela vive Mary Mapes, uma competente e dedicada produtora jornalística, responsável por algumas das pautas mais premiadas e importantes do programa "60 Minutos", apresentado pelo veterano Dan Rather (Redford, em atuação elogiada pelo próprio repórter) na CBS. Conhecida por sua fé no jornalismo como fonte de levar a verdade ao público, ela põe a mão em uma matéria de enorme potencial político quando, em 2004, descobre uma série de documentos que comprovam que o então jovem George W. Bush usou de sua influência política e financeira para fugir da Guerra do Vietnã - e, pior ainda, desertou do serviço militar por um período de tempo. Partindo apenas da palavra de Bill Burkett (Stacy Keach) um ex-militar ressentido contra o governo, e com pressa de colocar o programa no ar antes das eleições, Mapes logo sente o gostinho do sucesso ser substituído pelo sabor amargo da opinião pública: peritos surgem para questionar os documentos, testemunhas antes seguras dos fatos mudam de ideia e até mesmo alguns poderosos da emissora passam a duvidar da veracidade da notícia. Sua carreira, até então intocável, passa a depender de ela conseguir provar suas acusações.

Imprimindo um tom sóbrio e elegante à sua narrativa, James Vanderbilt faz uma estreia bastante competente, com bom uso de todos os elementos clássicos do gênero e a exploração correta de cada membro de sua equipe, da diretora de fotografia Mandy Walker e do editor Richard Francis-Bruce - indicado ao Oscar por "Um sonho de liberdade" (94) e "Seven" (95) - até a trilha sonora minimalista, quase imperceptível, de Brian Tyler, que só se faz notar em momentos cruciais, mantendo-se discreta e eficaz durante toda a projeção. Tomando claramente o lado de Mapes na questão - afinal de contas o ponto de vista é dela - e questionando com contundência os mecanismos da busca incansável pela verdade no jornalismo, Vanderbilt cria um panorama bastante rico da situação, conduzindo a plateia pelos meandros do telejornalismo sem nunca perder de mão seu interesse pelos personagens. O time formado por Mapes é tratado com carinho e particular interesse, explorando os desejos e ambições de cada um que a cerca. Há Roger Charles (Dennis Quaid), um militar aposentado e ainda fiel à sua vocação, mas ainda mais leal à verdade; há o jovem Mike Smith (Topher Grace), cuja carreira repleta de altos e baixos trai sua sede de aventuras; e há Lucy Scott (Elizabeth Moss), que entra na jogada com o objetivo de somar pontos à sua carreira e acaba por encontrar um labirinto traiçoeiro. O roteiro dá espaço a cada um desses personagens, mas jamais perde o foco - e essa é sua maior qualidade.

Sem buscar apoio em momentos cômicos ou românticos, "Conspiração e poder" é um retrato atraente e envolvente de um assunto cada vez mais em voga em tempos tão vorazes em termos de informação (e má informação): discutindo os limites da ética e a força do dinheiro e do poder em questões de alto impacto, o roteiro é uma aula de narrativa simples e direta. Apesar de sua verborragia - algo de que poucos filmes sobre o assunto conseguem escapar - e do interesse quase restrito ao público norte-americano (que fez pouco caso do filme nas bilheterias, injustamente), é uma produção de classe e inteligência, que conquista o espectador pelo cérebro e não pela adrenalina. Pode soar um tanto esquemático e frio para quem busca mais tensão e um grande clímax, mas é potente o bastante para permanecer na memória - em especial graças ao desempenho exemplar (mais um!) de Cate Blanchett. Corpo e alma do filme, ela responde pelas cenas mais intensas da produção - em especial em seu embate final com seus inquisidores, liderados por Dermot Mulroney. Estoica, corajosa e brilhante, Mary Mapes encontrou em Blanchett a intérprete ideal. E ao público, resta aplaudir.

Kate & Leopold Dublado

Kate & Leopold (2001)

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Filme ideal para aquelas mulheres que reclamam da falta de romantismo e galanteria dos homens contemporâneos, a comédia romântica "Kate & Leopold", protagonizada pela estrela máxima do gênero, Meg Ryan, é uma aula de como conquistar um público ávido por histórias de amor com finais felizes. Em pouco menos de duas horas de duração, o filme de James Mangold usa e abusa de clichês, mas o faz com tanto carinho, bom humor e leveza que é difícil deixar de gostar.

O cientista Stuart (vivido com graça pelo prestigiado Liev Schreiber) descobre um rasgo no tempo que o permite visitar a Nova York de 1876. Na apressada volta para 2001 ele acaba, por acidente, ganhando a companhia de Leopold (Hugh Jackman, perfeito), um duque falido que está sendo pressionado por seu tio a fazer um bom casamento. Em choque com as diferenças culturais e sociais de duas épocas completamente distintas, o gentil e cavalheiro Leopold acaba conquistado pela ex-namorada de Stuart, a executiva Kate McKay (Meg Ryan), que, desiludida com a espécie masculina em geral, demora a perceber que também está apaixonada pelo galante duque, que, de quebra, ajuda o irmão da moça, o aspirante a ator Charlie (Breckin Meyer) a mudar suas atitudes para seduzir uma colega.

O roteiro do diretor Mangold - exercitando um estilo diferente do dramalhão que apresentou em "Garota, interrompida" - escrito em parceria com Steven Rogers não tenta explicar como funciona as viagens no tempo que são cruciais para o início da trama, deixando que a bela e delicada história de amor entre os protagonistas comande o espetáculo. Ao optar por centrar seus esforços na dupla de atores, o cineasta marca um gol de placa. Enquanto Ryan continua utilizando seu arsenal de caras e bocas que a fizeram a preferida entre o público cativo das comédias românticas, é o astro Hugh Jackman quem rouba todas as cenas. Distante anos-luz de seu personagem mais conhecido, o furioso Wolverine de "X-Men", o ator australiano demonstra um timing cômico perfeito, além de ter o tipo físico ideal para encarnar o sedutor Leopold. Juntos, ele e Meg formam um casal adorável, o que torna a experiência de assistir a "Kate & Leopold" deliciosa.

E dá pra não simpatizar com um filme que homenageia, ainda que de leve, o clássico "Bonequinha de luxo"?

PS - Reparem na ponta da atriz Viola Davis (indicada ao Oscar de coadjuvante por "Dúvida") como a policial que aborda Leopold em seu primeiro passeio pelas ruas da Nova York de 2001.

O Príncipe das Marés (The Prince of Tides, 1991)

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Uma das polêmicas do Oscar 92 - que merecidamente consagrou "O silêncio dos inocentes" nas cinco principais categorias - foi a exclusão de Barbra Streisand entre as indicadas ao prêmio de melhor direção. Indicada ao Golden Globe e pela associação de diretores da América, Streisand foi esnobada pela mesma Academia que deu a seu filme sete indicações à estatueta, incluindo melhor filme. O que na época soou com uma afronta, porém, hoje em dia parece um raro acerto dos votantes. Apesar da delicadeza de vários momentos e da sutileza em conduzir temas pesados como tentativa de suicídio, estupro infantil e traumas familiares, Streisand falha em imprimir a seu "O príncipe das marés" o mais importante: personalidade.

Baseado em romance do escritor Pat Conroy - que co-escreveu o roteiro com Becky Johnston e concorreu ao Oscar por isso - "O príncipe das marés" tem uma trama instigante: Tom Wingo (Nick Nolte), um treinador de futebol americano desempregado, vive um desgaste em seu casamento e vê, aos poucos, sua família desintegrando-se. Sulista convicto, ele é praticamente obrigado a fazer uma viagem a Nova York depois da tentativa de suicídio de sua irmã gêmea, Savannah (Melinda Dillon) e encontra-se com sua psiquiatra, Susan Loweinstein (Barbra Streisand), uma médica conceituada que também está com o casamento - com um famoso violinista - em sérias dificuldades. Enquanto tenta fazer com que Tom revele alguns dos segredos de sua família - o que poderia explicar o comportamento de Savannah e ajudá-la em seu tratamento - Susan pede a ele que seja o treinador de seu filho adolescente, Bernard (Jason Gould, filho de Streisand na vida real, com o ator Elliott Gould), que deseja ser jogador mas se vê dividido pela pressão paterna a tornar-se músico. Cada vez mais próximos, acabam por envolver-se romanticamente, o que leva o retraído Tom a abrir para a psiquiatra uma traumática noite guardada no fundo de sua memória - principalmente devido ao controle obsessivo de sua mãe, Lila (Kate Nelligan, indicada ao Oscar de coadjuvante).

Fotografado esplendidamente por Stephen Goldblatt - responsável pela belíssima sequência inicial - "O príncipe das marés" tropeça em suas boas intenções. A história interessante acaba esvaziada por uma direção quase automática, que não busca soluções que não as mais óbvias. Nick Nolte - elogiadíssimo por seu desempenho, que chegou a ser favorito para um Oscar - não ultrapassa as limitações dos diálogos superficiais a que é submetido e sua química com Streisand não causa faíscas - seu romance parece existir mais como artimanha do roteiro do que uma relação orgânica e apaixonada. A própria Streisand não deixa de expor seu egocentrismo, sendo constantemente elogiada por seu protagonista e não hesitando em escolher sempre os ângulos que lhe favorecem em detrimento de uma edição mais ágil e eficaz - teria sido mais inteligente ficar apenas atrás das câmeras e escolhido outra atriz para estrelar o filme.

O elenco coadjuvante também tem altos e baixos. Enquanto Kate Nelligan e Melinda Dillon brilham como dois extremos da família Wingo - a força e a fragilidade - o filme perde sempre que entra em cena Jason Gould, que, em uma prova extrema de nepotismo, tem uma atuação abaixo da média como o filho rebelde sem causa de Loweinstein: sua transformação, assim como a de Tom e da própria Susan, soam falsas, forçadas e repentinas. Até mesmo a forte cena em que Tom abre seu coração e revela à médica seu maior trauma de infância remete mais às novelas da Globo do que a um filme com pretensões sérias. O roteiro mira em Freud, mas acerta em Glória Perez.

Porém, é inegável que "O principe das marés" tem suas qualidades. É elegante, é adulto e flerta com temas sérios - ainda que passe superficialmente por eles. Faz bom uso da fotografia e da trilha sonora e tem um final coerente e sensível. Não é uma obra-prima, mas cumpre boa parte do que promete, desde que não se busque mais do que um filme bem produzido.

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O Mundo do Circo (Circus World, 1964)

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Dirigido por Henry Hathaway

Uma grandiosa e emocionante história da vida no circo, com John Wayne no espectacular papel de Matt Masters, o proprietário de um circo, além de Rita Hayworth e Claudia Cardinale, como mãe e filha, que conhecem os prazeres e as tragédias do mundo do circo, melhor do que ninguém.

 O Guarda-Costas - 21 de Janeiro de 2004 | Filmow

O Guarda-Costas (The Bodyguard, 2004)

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Diretores: Petchtai Wongkamlao, Panna Rittikrai

Wongkom é um guarda-costas que não conseguiu impedir o assassinato de seu chefe, o homem mais rico da Tailândia. O herdeiro é forçado a se esconder em uma favela e a chamar o fracassado guarda-costas pois está sendo ameaçado pelos assassinos de seu pai.

Filme com Eriberto Leão e Luana Piovani ganha trailer -

Maior que o Mundo (2022)

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 Diretor: Roberto Marquez

Kbeto (Eriberto Leão), um escritor cinquentão que sofre de bloqueio criativo há 20 anos, vive atrás de inspiração para escrever seu segundo romance e acabar com a fama de autor de um sucesso só. Ele procura inspirações na vida boêmia no Baixo Augusta, em São Paulo, até que certa noite ele encontra um diário numa caçamba. Ele transcreve e publica o que lê, mas quando o autor da história aparece com uma ira criminosa, ele tem que lidar com a vontade do autor do diário de puxar o gatilho.

Jovens Polacas (2020)

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Livre adaptação do livro da historiadora Esther Largman, com título homônimo, "Jovens polacas" é um filme que mistura linguagem e estética para contar a trágica história de "escravas brancas" judias, mulheres que vinham de países do Leste Europeu no início do Século XX com a promessa de vida nova no Brasil e Argentina e chegando aqui, se viram obrigadas a se prostituir. A própria comunidade judaica vê esse momento da história com desdém, querendo apagar da história. Cabe ao jornalista Ricardo (Emilio Orciollo Netto) resgatar a história esquecida dessas tristes mulheres enganadas e violentadas do seu lar por homens broncos que as obrigavam a se prostituir e ainda roubavam seu dinheiro. Ricardo vai para um asilo de idosos israelitas, onde trava uma cena impagável com a atriz Berta Loran. Ela indica Mira (Jacqueline Laurence) para dar depoimento. Mira evita de dar depoimento, pois não quer remoer seu passado. Mas aos poucos resolve trazer á tona histórias de sua mãe e de suas "tias", e de como ela conseguiu escapar de se tornar uma prostituta, graças à sua mãe. O filme visivelmente é um produto de baixo orçamento: enquadramentos fechados nos ambientes, pouco elenco e figuração. A direção de arte e figurinos faz milagre para retratar as várias épocas apresentadas na história. Para fugir ao conceito de filme esteticamente pobre, o cineasta Alex e seu fotógrafo recorreram a recursos estilísticos que disfarçam o orçamento: desfoque, planos estilizados, filtros, uma atmosfera onírica e que muitas vezes remete à pinturas. Funciona, e o filme é bonito. A trilha sonora intensifica o drama das mulheres, e o desfecho, no cemitério israelita, é emocionante. O filme ainda consegue espaço para introduzir uma personagem, a namorada do jornalista Ricardo, que chega em cena para fazer um discurso sobre o papel das mulheres em vários momentos históricos e a importância do engajamento da nova geração que não deve se deixar subjulgar pelo machismo e pela sociedade conservadora.

 Curva da Morte - 1974 | Filmow

Curva da Morte (The California Kid, 1974)

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Diretor: Richard T. Heffron

Um xerife tem o hábito de "limpar" as estradas de seu condado, jogando os motoristas infratores para fora da pista. Porém, aparece um anônimo (Martin Sheen) pilotando seu clássico hot rod e desafia a autoridade do policial homicida.

Documentário

Viva Cariri! - 1969/70

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Dirigido por: Geraldo Sarno

A cidade de Juazeiro do Norte no Vale do Cariri é conhecida como um oásis em pleno sertão, sendo detentora da maior área urbana do interior do Ceará. Nela, Padre Cícero, misto de coronel político e líder religioso, também foi o maior proprietário de terras da região. A fé do povo em padre Cícero - que aparece em imagens de arquivo - é mostrada em paralelo à discussão sobre o desenvolvimento econômico da região que foi beneficiada por convênios entre a Universidade de Berkeley na Califórnia, a Sudene e o Banco do Brasil.

O Preço do Desafio (Stand and Deliver, 1988)

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Direção: Ramon Menendez

 história real do professor de matemática Jaime Escalante, cuja experiência didática em meio a delinqüentes de uma escola de Los Angeles, terminou nos tribunais e gerou desconfianças de racismo. Com um método que fugia do convencional ele conseguiu, em 1982, que dezoito de seus alunos fossem aprovados numa difícil prova de especialização em cálculos. Acusados de fraude devido à semelhança das respostas, os alunos decidem aceitar o desafio e provar à justiça sua inocência.

Cuidado Com As Gêmeas - 10 de Junho de 1988 | Filmow

Cuidado com as gêmeas (Big Business, 1988)

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Uma das maiores estrelas da Touchstone (braço adulto da Disney) nos anos 80 era Bette Midler. Com o sucesso de seus filmes "Um vagabundo na alta-roda" (86), "Por favor, matem minha mulher" (86) e "Que sorte danada..." (87), a atriz/cantora que havia sido indicada ao Oscar já em sua estreia nos cinemas, na representação ficcional de uma estrela do rock calcada em Janis Joplin em "A rosa" (79), era garantia de polpudas bilheterias para o estúdio do Mickey. Por isso, não foi nenhuma surpresa quando ela assumiu o papel principal de "Cuidado com as gêmeas", pensado originalmente para Barbra Streisand. Sob a direção de Jim Abrahams - parte integrante do trio de cineastas que anarquizou a comédia americana dos anos 80 com seus filmes amalucados ao estilo "Apertem os cintos, o piloto sumiu" (80) - e com um roteiro baseado na estrutura shakespereana de "Comédia de erros", o filme comprovou a popularidade de Midler como uma atriz versátil e carismática, em um papel duplo que ela divide com generosidade e categoria com sua parceira de cena, a ótima Lily Tomlin - retornando à cena quatro anos depois de sua bem-sucedida parceria com Steve Martin em "Um espírito baixou em mim" (84).

O estilo de humor escrachado de Midler se encaixa com perfeição à quase fleumática Tomlin, o que torna as situações previstas no roteiro bem-amarrado ainda mais divertidas e surreais, principalmente quando dirigidas pela mente insana de Abrahams, que já havia trabalhado com Midler em "Por favor, matem minha mulher". É ele quem orquestra uma odisseia de mal-entendidos, confusões visuais e verbais e o show das duas atrizes, que parecem se divertir tanto quanto o espectador, em papéis que fazem uso de seus inúmeros talentos de forma orgânica e inteligente. Se Midler acaba se sobressaindo é justamente porque o humor do diretor acaba sendo mais próximo do seu, chegando ao quase exagero, mas Tomlin (que também é respeitada como atriz séria, tendo sido indicada ao Oscar de coadjuvante por "Nashville", de 1975) não perde a oportunidade de ter seus momentos de brilho, especialmente quando assume a persona atrapalhada e avoada de sua Rose milionária.

A trama é puro nonsense, e começa no dia do nascimento das protagonistas, em uma pequena cidade do interior chamada Jupiter Hollow, onde por acaso estão passando os Shelton, um casal de milionários em vias de ter seu primeiro herdeiro. Sem conseguir adiar o parto, a arrogante sra. Shelton acaba dando à luz a suas duas filhas, Sadie e Rose, no simples hospital local que eles acabam comprando, onde os tímidos e humildes Ratliff também estão vendo suas filhas nascerem - e serem batizadas, por obra não do destino, mas do próprio pai, encantado com os nomes das meninas ricas, também como Sadie e Rose. Tudo seria apenas uma questão quase normal, caso a idosa e míope enfermeira do hospital não trocasse os bebês. Quarenta anos mais tarde, a implacável empresária Sadie Shelton (Midler), que mora em Nova York, pretende livrar-se das propriedades adquiridas pelos pais no interior do país, que só lhe dão prejuízo e dor de cabeça - apesar das dúvidas de sua irmã, Rosie (Tomlin), uma mulher afável e delicada que não tem a mesma visão comercial agressiva da irmã. As ameaças de Sadie em desfazer-se das empresas em Jupiter Hollow não agradam nem um pouco à Rose pobre (novamente Tomlin), que pretende encarar a diretoria das empresas em Nova York - e meio que fugir de seu insistente namorado Roone (Fred Ward) - e levar junto sua deslumbrada e fútil irmã, Sadie (Midler, dessa vez com registro mais cafona). Não é preciso dizer que as quatro se hospedam no mesmo hotel - o Plaza - e causam uma série interminável de confusões entre os empregados, os empresários que precisam decidir o futuro da companhia das Shelton e até mesmo entre elas próprias.

"Cuidado com as gêmeas" é uma comédia quase histérica, repleta de situações engraçadíssimas, aproveitadas com gosto por suas protagonistas e seu elenco coadjuvante, que mesmo numeroso, rende com precisão sob o comando firme de Jim Abrahams. A cena em que os dois pares de irmãs se encontram pela primeira vez em um banheiro, por exemplo, é uma prova inconteste do timing cômico extraordinário de suas atrizes, que imprimem a cada personagem uma personalidade própria, independente das semelhanças e diferenças que possam vir a ter com suas respectivas familiares. Não importa o tipo de humor do espectador, há muito do que rir no filme de Abrahms. A não ser que não se tenha nenhum tipo de humor.

Lua de Mel Assombrada - 25 de Julho de 1986 | Filmow

Lua de Mel Assombrada (Haunted Honeymoon, 1986)

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Dirigido por: Gene Wilder

Foi o último filme de Gilda Radner, que viria a falecer em 1989

Larry Abbot (Gene Wilder) é um apresentador de um programa de rádio de terror. Com planos de se casar em breve, Larry decide levar sua noiva para conhecer o castelo em que ele cresceu ao lado de seus parentes peculiares. De volta ao lar de infância, o tio de Larry decide submeter seu sobrinho a um procedimento para curar seus medos e sua fala neurótica. O tratamento ideal é uma terapia de choque com os fantasmas do palácio. 

Os Goonies Dublado

Os Goonies (The Goonies, 1985)

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Produzida e dirigida por Richard Donner

Uma das maiores alegrias que o cinema pode proporcionar a uma pessoa é a possibilidade de uma viagem no tempo. Às vezes literalmente, em outras em espírito. E é justamente isso que faz esse “Os Goonies”, uma das mais divertidas brincadeiras criadas pelo mago Steven Spielberg, aqui atuando como autor da história desenvolvida pelo diretor Chris Columbus. Utilizando de sua nostalgia explícita, aqui o criador de ET dá vazão a suas memórias dos filmes de piratas, gênero praticamente inexistente no imaginário popular desde a morte de Errol Flynn - mas que ganhou novo fôlego com a série "Piratas do Caribe", quase vinte anos depois.

Os Goonies do título são um grupo de pré-adolescentes cujas famílias estão às vésperas de ser obrigadas a abandonar seus lares, despejados por tubarões da especulação imobiliária. Tristes e entedidados, eles acabam descobrindo um mapa segundo o qual encontrarão o tesouro de um pirata chamado Willy Caolho. Liderados pelo asmático Mickey (Sean Astin) e por seu irmão mais velho, Brand (Josh Brolin), eles fogem de casa e partem em busca da fortuna que os ajudaria a permanecer em suas casas. Além de armadilhas criadas por Willy, no entanto, eles terão que encarar os Frattelli, uma família de criminosos formada pela despótica Mama (Anne Ramsey) e por dois atrapalhados assaltantes (vividos por Joe Pantoliano e Robert Davi antecipando em alguns anos as piadas visuais que Columbus refinaria em "Esqueceram de mim").

A esperteza do roteiro de Columbus foi a de pôr em cena personagens que agradam em cheio seu público-alvo. Além da delicadeza de Mickey e do ar sedutor de Brand, estão em cena todos os tipos necessários: há o inventor Data (Ke Huy Quan, de “Indiana Jones e o templo da perdição”), o engraçadinho Mouth (Corey Feldman), as donzelas em perigo Andy (Kerri Green) e Stef (Martha Plimpton) e o assustado Chunk (Jeff Cohen, dono das cenas mais engraçadas), que faz amizade com aquele que acaba se tornando o personagem mais carismático e marcante do filme, o deformado Sloth, rejeitado pela família Frattelli devido a sua aparência, mas que se revela uma alma carinhosa e meiga, bem ao gosto do produtor Spielberg.

Dono de um ritmo alucinante, boas piadas e uma trilha sonora irresistível que conta inclusive com uma canção original de Cindy Lauper, “Os Goonies” é um programa para deixar o lado crítico descansando e encarar uma hora e meia de cinema escapista como pouco se faz hoje em dia. Bons tempos que cinema para a pré-adolescência não apelava para vampiros melancólicos...

 Baladas, Rachas e Um Louco de Kilt - Filme 2001 - AdoroCinema

Baladas, Rachas e Um Louco de Kilt / Fórmula 51 (The 51st State, 2001)

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Dirigido por Ronny Yu

Elmo McElroy (Samuel L. Jackson) é um químico que descobriu uma nova droga que promete revolucionar o mercado do tráfico: a Formula 51. Para negociá-la ele parte rumo a Liverpool ao lado de Felix DeSouza (Robert Carlyle), um traficante de drogas. Porém ambos terão que enfrentar Dakota Phillips (Emily Mortimer), uma matadora de aluguel, que está atrás da droga.

É muito divertida esta aventura dirigida pelo chinês Yu, com momentos de muita violência mas também de muito humor. Samuel está em plena forma como o químico que começa hippie e maconheiro nos anos 70 que agora tenta vender uma nova fórmula (o tempo todo sem explicações ele usa um kilt escocês sem cueca, aliás espere a cena final que vem depois dos letreiros). Carlyle faz o parceiro trapalhão dele e Emily, a assassina profissional em missão secreta para um gangster americano (o roqueiro Meat Loaf). Direção frenética, bom uso de locações.

Visões de um Crime (The Caveman's Valentine, 2001)

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Diretora: Kasi Lemmons

Romulus Ledbetter (Samuel L. Jackson) era um aclamado pianista clássico e tinha um cargo na Juilliard, uma conceituada escola de música. Ele amava Sheila (Tamara Tunie), sua esposa, e Lulu (Mica Le John), sua filha, mas foi afetado por uma esquizofrenia paranóica que o deixou entre a genialidade e a loucura e o fez viver como sem-teto, morando em uma caverna no Central Park e vagando pelas ruas de Nova York avisando a todos sobre o perigo que é Cornelius Gould Stuyvesant, um homem que ele acredita que controla todo o mal do mundo. Uma manhã, Ledbetter descobre um corpo congelado nos galhos de uma árvore próxima a sua caverna. O corpo é de Scotty, um sem-teto viciado em drogas que era amigo íntimo de Matthew (Rodney Eastman). O caso é tratado como mais um sem-teto que morre em virtude do frio, mas Ledbetter tem certeza que foi assassinato e quer levar os culpados à justiça. No princípio Ledbetter acredita que o culpado seja Stuyvesant, mas aos poucos enfoca outro suspeito: David Leppenraub (Colm Feore), um fotógrafo famoso e conhecido por suas polêmicas fotos eróticas de homens jovens que, ocasionalmente, contratava Scotty como modelo. Assim Romulus decide investigar o caso e ver se Leppenraub está de alguma forma envolvido.

Dvd O Protetor Tony Jaa | MercadoLivre 📦

O Protetor (Tom Yum Goong, 2005)

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Diretor: Prachya Pinkaew

Kham, um jovem lutador, precisa ir para a Austrália recuperar seu elefante roubado. Com a ajuda de um detetive, Khan tem que lutar contra todos, incluindo uma gang liderada por uma mulher maligna e seus dois guarda-costas mortais.

Quando um Homem É Homem (1963) — The Movie Database (TMDB)

Quando Um Homem é Homem (McLintock!, 1963)

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SENHA PARA DESCOMPACTAR: TELADECINEMA&RUBESCHGO

Dirigido por Andrew V. McLaglen

George Washignton McLintock (John Wayne), o GW, é o homem mais rico das redondezas. Admirado, respeitado e invejado, ele paga seus pecados na mão das duas mulheres de sua vida: Becky (Stefanie Powers), a teimosa filha que acaba de voltar de uma temporada de estudos fora, e Katherine (Maureen O'Hara), a esposa que o havia abandonado misteriosamente anos antes e está de volta para levar a filha embora.

O Aventureiro Do Pacífico - Dvd - John Wayne - Lee Marvin | Frete grátis

O Aventureiro do Pacífico (Donovan's Reef, 1963)

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Diretor: John Ford

Numa paradisíaca ilha do Pacífico Sul vivem Guns Donovan (John Wayne), Boats Gilhooley (Lee Marvin) e William Dedham (Jack Warden), veteranos de guerra. O trio costuma se reunir no bar de Guns, mas a rotina tranquila do lugar é abalada pela chegada de Ameilia (Elizabeth Allen), filha mais velha de Dedham.

 Atos de Amor - 31 de Maio de 1996 | Filmow

Nude video celebs » Movie » Carried AwayAmy Irving Naked – Carried Away, 1996 (5 pics) | NudeBase.com

Atos de Amor (Carried Away, 1996)

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Diretor: Bruno Barreto

Joseph (Dennis Hopper) é um fazendeiro solteiro e também professor numa comunidade rural no interior dos Estados Unidos. Ele namora Rosealee (Amy Irving) desde a infância e seu relacionamento está muito cômodo e sem grandes novidades até o momento em que suas vidas se transformam com a chegada de uma bela jovem de 17 anos . Catherine. Ela é uma das alunas de Joseph , que logo fica seduzido por sua beleza . O professor sucumbe aos desejos da jovem garota, descobrindo uma paixão diferente, que trará muitas dúvidas e confrontos . Agora ele precisará encontrar dentro de si uma força que jamais teve.

PIRATAS DO ESPAÇO Capa

Piratas do Espaço (Space Truckers, 1996)

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Dirigido por: Stuart Gordon

No ano de 2196, John Canyon ganha a vida transportando mercadorias com a sua pequena nave. Em uma de suas paradas, ele compra uma briga com a "Companhia", uma organização dirigida com punhos de aço. Para sair ileso do conflito, ele concorda em se associar ao jovem Mike Pucci para transportar um container lacrado, cujo conteúdo é um grande mistério. Não demora muito para Canyon perceber que entrou numa fria.

Sansão e Dalila - 8 de Dezembro de 1996 | Filmow

Sansão e Dalila (Samson and Delilah, 1996)

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Diretor: Nicolas Roeg

Sansão é um simples pastor israelita que possui a força de um titã. Por 20 anos ele lidera seu povo na luta contra os filisteus, até conhecer Dalila, uma bela filisteia. Sansão não consegue resistir ao amor que sente por Dalila e confia a ela o segredo de sua força. Conhecendo seu ponto fraco, Dalila arquiteta um plano para tornar Sansão escravo de seu povo. Ao recuperar sua fé, e com isso, sua força, Sansão passa a perseguir aqueles que o escravizaram.

 Ruth & Alex - Filme 2014 - AdoroCinema

Ruth & Alex (5 Flights Up, 2014)

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Diretor: Richard Loncraine

Em Nova York, Ruth (Diane Keaton) e Alex (Morgan Freeman), juntos há décadas, decidem vender o apartamento onde sempre viveram no Brooklyn e ir para um outro lugar. Eles apenas não imaginam a quantidade de problemas que vão encontrar nas negociações para se desfazer do imóvel que compraram na década de 1970.

Transcendence: A Revolução (2014)

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A equação Johnny Depp + Christopher Nolan + uma boa teoria de ficção científica tinha tudo para resultar em um produto final mais do que positivo, mas Transcendence - A Revolução é um filme, quando muito, mediano, mérito dos questionamentos que propõe, mas não discute.

Primeiro longa dirigido por Wally Pfister, tradicional fotógrafo dos longas-metragens de Nolan – que também assina a produção executiva –, o filme conta a história de como o Dr. Will Caster (Johnny Depp), o maior especialista do mundo nos estudos de inteligência artificial, é “uploadeado” para um supercomputador, após sofrer um atentado cometido por um grupo anti-tecnologia, liderado pela House of Cards Kate Mara.

Para dar conta da operação, ele conta com a ajuda da esposa, Evelyn (Rebecca Hall) – dona da iniciativa do experimento, aliás – e do amigo Max Waters (Paul Bettany), um cientista de visão mais humanista. Bom, é das consequências dessa transposição, claro, que se trata o filme.

Também estreando na função, o roteirista Jack Paglen (recentemente contratado para adaptar para o cinema a cultuada série de TV Battlestar Galactica) optou por aquele tipo de narrativa em que caminham em paralelo o conflito pessoal do protagonista (geralmente amoroso, como é o caso aqui), com um objetivo “maior” (como o risco de um colapso mundial, como também é o caso aqui).

Pode uma máquina ter autoconsciência? Quais as consequências de se transportar uma mente (uma das mais inteligentes do mundo, diga-se) para o universo on-line onde o acesso é livre a todos os computadores (dados pessoais, bancários, etc) do mundo? O que fazer com esse poder? Essa onipresença poderia resultar em uma nova forma de um Deus? E, por fim, poderia Will Caster ser o mesmo Will Caster, sem corpo, habitando aquele computador?

São discussões interessantes que o filme propõe, mas não aprofunda (a importância dada à relação amorosa por uma máquina da qual se duvida ser capaz de ter uma autoconsciência, por si só, poderia ser um importante ingrediente para fermentar a trama central). E, pior: a partir de um roteiro bidimensional, o espectador é levado a crer, durante quase duas horas, que o protagonista tem um determinado tipo de comportamento moral, o que anula o possível impacto do que deveria ser uma reviravolta (necessária), que acontece aos 45 minutos do segundo tempo. 

Tudo isso a despeito de uma série de ações paralelas sem lógica: o “homem” sem corpo que acende vela e serve vinho; o pacato cientista bom de tiro; o fato de a tal “revolução” sequer ser anunciada por nenhum veículo da imprensa. Trancendence - A Revolução começa como um bom filme cereblal e tremina como um thriller de ação qualquer.

E um aviso para os (as) fãs de Depp: o ator passa a maior parte do tempo imóvel, emoldurado por uma tela de computador. Rebecca Hall (a Vicky, de Vicky Cristina Barcelona) e Paul Bettany (O Código Da Vinci), bons atores, não têm o que (e nem como) provar; Morgan Freeman faz uma ponta, no papel que vem se especializando, de "mentor" (de Will Caster, no caso); e Cillian Murphy como um agente do FBI, tem uma participação literalmente afetiva, já que deve ter feito amizade com Nolan nas filmagens de Batman Begins. Uma pena.

Winter, o Golfinho - Filme 2011 - AdoroCinema

Winter, o Golfinho (Dolphin Tale, 2011)

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Filmes que relatam o relacionamento diferenciado entre seres humanos e animais costumam cair nas graças do público com extrema facilidade. Estão aí inúmeros exemplos, tanto no cinema quanto nos seriados de televisão, como os saudosos Lassie e Flipper, que não deixam dúvidas. Uma das prováveis razões, talvez, esteja no sonho do bicho homem de se comunicar com eles.

Winter, O Golfinho, além de ter este componente da comunicação, conta ainda com um elemento adicional de cortar - e conquistar - corações: é inspirado em uma história real. Nela, um menino órfão de pai e com dificuldades de relacionamento encontrou um golfinho machucado na praia, preso numa rede, e daí em diante criou um elo entre eles capaz de mudar para sempre o destino de ambos.

Como nada na vida parece ser fácil e a produção, claro, pretende explorar o drama, não faltarão uma série de percalços que o pequeno herói e sua amiga aquática precisarão enfrentar. E exatamente por essa razão sobrarão momentos emocionantes, daqueles de dar nó na garganta, com a luta de todos para salvar o animal que tinha grandes chances de morrer.

O roteiro, é verdade, faz uma tremenda salada e pega forte no tempêro, adicionando coisas do tipo soldados que retornam da guerra, deficientes físicos, fúria da natureza e até questões financeiras. Da série coisas que poderiam ser evitadas, o pelicano Telha é a dose de humor em filmes família, mas a sequência do helicóptero de brinquedo é totalmente descartável.

Entre as curiosidades, a origem do nome Winter e a citação da lenda da deusa Hutash e sua ponte de Arco-Íris, quando transformou suas vítimas em golfinhos, conhecidos mundialmente como "crianças do mar". Quem já teve a oportunidade de ver as pinturas marinhas do mago Wyland reconhecerá esse título "Children of the sea" facilmente.

No elenco cheio de nomes conhecidos, como Morgan Freeman, Ashley Judd e Kris Kristofferson, é o menino Nathan Gamble quem rouba a cena com sua simpatia e capacidade de provocar maremoto nos próprios olhos e até inundações (prepare-se) nos do espectador.

A direção do ator Charles Martin Smith, o agente Oscar Wallace de Os Intocáveis, é correta e coerente com outro filme do gênero também tocado por ele: Bud, O Cão Amigo. Para dar o clima e o tom necessário dessa mensagem positiva, de manter a esperança sempre e valorizar a família, a trilha do premiado Mark Isham (Crash - No Limite) e músicas como a do Westlife são vitais.

Assim, esqueça um exagero aqui ou ali na fantasia e lembre que o longa é estrelado pela própria golfinho sobrevivente. Ou seja, mesmo sabendo como tudo acabou, deixe-se envolver pela magia de uma bela história da mãe natureza e seus filhos, da terra e do mar, numa incrível conexão.

Ray Donovan - O Filme Dublado

Ray Donovan – O Filme (Ray Donovan: The Movie, 2022)

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Direção: David Hollander

Ray Donovan: The Movie começa logo após os acontecimentos da sétima temporada da série, fechando o ciclo do legado da família Donovan, após um confronto de décadas. Novamente, a família se vê atraída de volta para o centro de tudo, à medida que os eventos que fizeram de Ray ser quem ele é hoje finalmente vem à tona. De volta a Boston, agora a família precisará enfrentar o passado. O amor, por vezes violento, é o que os mantém unidos e Ray não os deixará perder forças nessa constante luta. 

O Susto de Shrek (Scared Shrekless, 2010)

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Dirigido por: Gary Trousdale

Quando chega o Halloween, Shrek mal pode esperar para comemorar seu feriado favorito ao estilo ogro. Ao invés do comum "doces ou travessuras", Shrek desafia o Burro, o Gato de Botas e outros personagens de contos de fadas para um concurso de contar histórias. Antes da noite de sustos começar, eles precisarão passar a noite no castelo assombrado do Lord Farquaad. O último a levar um susto ganha.

Nossas Noites - 29 de Setembro de 2017 | Filmow

Nossas Noites (Our Souls At Night, 2017)

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Dois dos maiores atores da geração nascida na década de 1930 nos Estados Unidos, Jane Fonda e Robert Redford estrelaram dezenas de clássicos, ganharam Oscars e contracenaram três vezes. Número muito baixo considerando a comprovada química dos dois. Nossas Noites, produção original Netflix dirigida pelo indiano Ritesh Batra (Lunchbox), nasceu para unir novamente o intenso casal de O Cavaleiro Elétrico e acabar com a injustificável espera de quase quarenta anos pelo reencontro. Octogenários bastante firmes fisicamente e ativos profissionalmente, eles são a razão do longa existir e certamente o deixam melhor do que seria com outros atores, mas nem mesmo o talento duplo e o charme da reunião são suficientes para livrar o drama romântico da monotonia.

Faltou aos realizadores alguma audácia como a de Addie (Fonda), que vai até a casa do vizinho Louis (Redford) convidá-lo para dormir em sua cama. 100% improvável, 0% indecente, a proposta é feita numa montagem plano-contraplano que não respeita os tempos de reação e prenuncia um terrível descompasso entre os veteranos. Como se a persona falante e cheia de iniciativa que Jane sempre dominou não fosse mais capaz de manter diálogo com o reflexivo e indecifrável sóbrio galã de Robert. Eles parecem em planetas opostos, mas seus personagens estão apenas em diferentes estágios de compreensão da terceira idade.

Baseado no romance homônimo de Kent Haruf, o roteiro de Scott Neustadter e Michael H. Weber (A Culpa é das Estrelas) narra um relacionamento do avesso, começando com a intimidade total de adormecer lado a lado em casa. É uma estrutura interessante, por mais que o amor dispute espaço (e perca) com o drama familiar. É engraçado, para variar, ver a vovó lamentando a visita do netinho - que interrompe suas noites gostosas em boa companhia. A situação que poderia render momentos bem divertidos, porém, acaba se desenrolando sem tanta criatividade para o lado da troca geracional, substituição da tecnologia pela natureza, reeducação à moda antiga - aquilo de sempre. Nossas Noites prega o cuidado (no sentido de zelar pelos seus) colocado acima da paixão. Ser pai, mãe, avó antes de ser amante.

Lembrando os tipos de Descalços no Parque, Addie é a direta e dona da palavra final, enquanto o inseguro Louis preocupa-se com o que os vizinhos falam e se esforça como pode para superar as reservas e seguir a estrela que arrebata seu coração. Apesar do relacionamento incomum que engatam, o momento vai apenas sendo vivido, o passado (especialmente o dele) é o tema absoluto das conversas. Até os filhos dos protagonistas, interpretados por Matthias Schoenaerts e Judy Greer estão ligados ao ontem, o que por fim direciona a trama ao caminho da busca por redenção. Ser idoso é ter todo o tempo do mundo para perder e manter amigos, consertar falhas, reencontrar paixões e descobrir coisas novas. O duro é conciliar tudo isso.

Our Souls at Night, no original, é um elogio ao compartilhamento. Do “como foi o seu dia?” à dor de uma complicada decisão, o que Addie e Louis precisam fundamentalmente é dividir, assim como Jane Fonda e Robert Redford precisavam estar nos mesmos planos mais uma vez. Eles formam trio adorável com o pequeno Iain Armitage (o Young Sheldon) e se complementam formando um casal encantador – como nos anos 1960. No balanço geral, no entanto, parecem atores profissionais trabalhando numa peça de escola, carros de Fórmula 1 numa rua de bairro cheia de sinais e lombadas. Tantos anos de espera e tamanho domínio das artes dramáticas mereciam uma obra mais empolgante. A trilha sonora e o desenvolvimento da história tentam discretamente emocionar o espectador, quando a premissa é de comédia romântica moderninha. Sem imprimir qualquer personalidade, Ritesh desperdiça dois grandes atores num filme que tinha todas as peças para ser memorável e diferenciado, mas revela-se meramente preguiçoso. Praticamente uma ofensa à energia investida pelos veteranos intérpretes.

Eu e as Mulheres - Filme 2005 - AdoroCinema

Eu e as Mulheres (In the Land of Women, 2007)

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Diretor: Jon Kasdan

Carter Webb (Adam Brody) é um jovem escritor que vai morar em Detroit para tomar conta da avó excêntrica, após terminar um relacionamento com Sofia (Elena Anaya) e para se dedicar ao término de seu romance. Lá, ele conhece a interessante Sarah (Meg Ryan) e suas filhas Lucy e Paige, interpretadas por Kristen Stewart e Makenzie Vega respectivamente. Essa mulheres são capazes de mudar a vida de Carter, assim como ele mudará a delas.

Fim da Linha - 1998 | Filmow

Fim da Linha (Road Ends, 1998)

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Diretor: Rick King

Forasteiro desperta suspeitas no xerife de uma pequena cidade do interior. Quando revela que é um informate do FBI traído pela agência de informação, ganha a simpatia dele para tentar fugir.

Em Carne Viva 🎬 filme clássico com Meg Ryan e Mark Ruffalo - YouTubeMeg Ryan nude topless sex and nude full frontal – In The Cut (2003) HD  1080p BluRay REEMUXMeg Ryan Nude Boobs and Fucking in the Cut Movie - Shooshtime

Em Carne Viva (In the Cut, 2003)

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Estamos perdendo a esperança em Jane Campion, depois de sucessivos fracassos. Parece que o caso de "O Piano" foi acidental. Este era um projeto antigo dela que tinha com Nicole Kidman, que desistiu dele e o assinou apenas como co-produtora. Acertou, porque parece que a diretora ficou obcecada com a atriz e fez com que a substituta Meg Ryan fizesse o personagem vestida de Nicole, ou seja, com o mesmo tipo de roupa e penteado. A ponto de ser constrangedor.

A gente pode entender a tentativa de Meg em prolongar sua carreira, tentando fugir de papéis adocicados em comédias românticas. Mas há de convir que ela tem suas limitações (ainda mais agora de plástica nova que lhe deu lábios mais grossos). O que fica claro neste roteiro muito fraco, altamente previsível. Além de lidar com clichês de fitas de serial killer, a resolução é óbvia, assim como a vítima. Pouca coisa faz sentido (como a heroína morar naquela região de prostitutas), apesar de Campion tentar incrementar a fita tirando a roupa de sua estrela (nada de chocante).

E mostrando na versão integral uma rapidinha cena de sexo oral explícito (não com Meg). Que nada acrescenta ao filme, nem o salva. Uma decepção e fracasso total de bilheteria e crítica. A fotografia premiada na Austrália ao menos é moderna e dá certo clima à fita.

Christabel [Crítica]

Christabel (2018)

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DIREÇÃO: Alex Levy-Heller

Filha única, morando em meio ao cerrado com o pai (Júlio Adrão), Christabel (Milla Fernandez) encontra a misteriosa Geraldine (Lorena Castanheira), que diz ter sido atacada por homens e precisa de ajuda. Em sua inocência e pureza, ela acolhe Geraldine em sua casa. A partir de então, Geraldine exerce grande influência sobre Christabel, desestabilizando suas convicções e promovendo a ruptura das tradições, mas trazendo um sentimento de paixão e liberdade jamais vivenciados por ela.

Desapega! (2023)

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Nenhum tipo de vício é bom. Porém, quando falamos de vício, as imagens que vêm comumente são drogas e bebidas, e pouco se fala (e menos ainda, se reconhece) outros tipos de compulsões danosas, como o caso da compulsão por compras, que, além de causar grande prejuízo financeiro para a família da pessoa, também tem como consequência o acúmulo de coisas inúteis. Sobre esse assunto, e com uma pegada bem leve, chegou aos cinemas brasileiros em 9 de fevereiro a comédia ‘Desapega!’. Rita (Glória Pires) era uma compradora compulsiva, mas, há sete anos, está controlada. Substituindo um colega que sai de férias, Rita assume a liderança de um grupo de compradores e acumuladores compulsivos, composto por Gisélia (Malu Valle), Rômulo (Wagner Santisteban), Sylvia (Polly Marinho), Cibele (Carol Bresolin, que consegue ser engraçada naturalmente) e Otávio (Marcos Pasquim). Dentre os desabafos e desafios do grupo em controlar o impulso consumista, Rita fica sabendo que sua filha, Duda (Maísa Silva), conseguiu uma bolsa de estudos para estudar fotografia em Chicago. Só que a notícia desperta nela um gatilho muito forte, e agora Rita precisa reunir todas as suas forças para não ter uma recaída e gastar todo o dinheiro da viagem. Em pouco mais de uma hora e meia, ‘Desapega!’ é mais um acerto do diretor Hsu Chien. Ao imprimir um tom leve da comédia a um assunto tão sério (e pouquíssimo debatido socialmente), o diretor e roteirista cumpre o papel social do cinema em levar o público a refletir, especialmente na época de início de ano, quando chegam todos os boletos das compras desenfreadas de fim de ano. É bom ver Glória Pires tão didática em cena, demonstrando, com sua voz paciente e seu jeito de mãezona, diversas técnicas para que o espectador que se reconheça no filme conseguir, sozinho, reconhecer seus impulsos e ser capaz de controlá-los. Ao invés de reforçar o drama com cenas de compras compulsivas, o roteiro de Leandro Matos foca mais em ajudar os personagens e, de quebra, também o espectador. Para isso vale até dar uma acelerada no tempo fictício, para que o arco do controle-descontrole-equilíbrio aconteça conjuntamente com a ideia do intercâmbio da co-protagonista. Não passam despercebidas as muitas homenagens à cultura pop que Hsu Chien insere em seu longa, como a cena em que Marcos Pasquim, pego no flagrante, enfia o rosto dentro da geladeira para tentar se esconder, em clara referência ao saudoso Robin Williams em ‘Uma Babá Quase Perfeita’. Também tem destaque o jovem Matheus Costa, cujas cenas com Marcos Pasquim são hilárias e roubam gargalhadas do espectador. Alerta de easteregg: o nosso querido crítico aqui do Cinepop, Raphael Camacho, faz uma ponta na cena final como uma das pessoas correndo dentro do bazar. ‘Desapega!’ abre com a música ‘Quando Você Passa (Turu Turu)’, de Sandy e Júnior, e ainda tem uma cena inteirinha repetindo a clássica sessão de karaokê de ‘High School Musical’. Com uma ótima mensagem, ‘Desapega!’ é diversão (e ensinamento) para toda a família.

 
 
 

Sexo Profundo (1981)

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A rica Silvia é casada com o infiel Alexandre. Ela pega o marido em flagrante com uma mulher em uma boate e Alexandre promete um novo começo para o casal. Silvia fica chateada e decide voar em seu avião, mas o tempo não está bom e ela volta para sua fazenda. Ela surpreende Alexandre em uma posição comprometedora com a irmã de dezessete anos. Silvia manda o marido embora e coloca a irmã em um internato. Silvia conhece Alexandre e dorme com ele. Do nada, ela castra o marido com uma lâmina de barbear e o acorrenta no sótão com uma abertura para o quarto dela. Então Silvia traz todos os homens e mulheres da vizinhança para fazer sexo com ela e excitar o marido, que fica desesperado com sua libido. No final, ela bate o avião na casa da fazenda.

M3GAN (2022)

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Dirigido por Gerard Johnstone

Escrito por Akela Cooper e o hiper magnata da indústria James Wan, a mesma dupla do clássico de terror "Malígno", "M3gan" chega após um sucesso estrondoso de bilheteria nos Eatdos Unidos e no mundo: custou 12 milhões de dólares e faturou mais de 130 milhões. O filme, produzido pela Blumhouse, traz elementos de "Änabelle" com "O brinquedo assassino': uma menina, Cady (Violet Mcgraw) perde seus pais em um acidente de trânsito. Ela vai morar com sua tia, a solitária Gemma (Allisson Willians), uma jovem engenheira em uma empresa de brinquedos eletrônicos que trabalham em cima de produtos robóticos. Sem ter tempo de cuidar de Cady, Gemma constói um robô: M3gan, com inteligência e poderes o suficiente para proteger Cady, custe o que custar. Mas M3gan vai adquirindo vida própria e se torna uma boneca assassina, matando todos que maltratem Cady. Um filme que aposta no humor ácido e boas tiradas de M3gan, tão sarcástica quanto Chucky. Os efeitos são muito bons, com a boneca se tornando uma super robô com vários poderes. A violência existe mas é branda provavelmente para o filme atingir um potencial maior de público. O final é aquela bobeira de sempre, dando gancho para continuação.

Sete Chaves e uma Mensagem | Drama | Filme Brasileiro Completo - YouTube

Sete Chaves e uma Mensagem (2019)

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Diretor: Alessandro Barcellos

José e Alice formam um casal feliz e possuem poder aquisitivo que lhes permite viver confortavelmente e com segurança para o resto da vida. Contudo, falta algo que complemente sua felicidade: uma criança.

Disposto a Tudo (Filme), Trailer, Sinopse e Curiosidades - Cinema10

Disposto a Tudo (I'll Do Anything, 1994)

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Escrito e dirigido por James L. Brooks

Quando Beth Hobbs (Tracey Ullman), sua ex-mulher, é presa, um ator sem sucesso mas talentoso, Matt Hobbs (Nick Nolte), vê-se obrigado a cuidar repentinamente da sua inteligente e precoce filha de 6 anos, Jeannie Hobbs (Whittni Wright).

Como precisa sustentar Jeannie, Matt tem que trabalhar mais regularmente. Assim ele consegue um emprego como motorista com Burke Adler (Albert Brooks), um produtor de cinema. Paralelamente Matt envolve-se com a bela Cathy Breslow (Joely Richardson), uma assistente de produção.

Hatari! Dublado

Hatari! (1962)

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Dirigido por Howard Hawks

Sean Mercer (John Wayne) lidera um grupo de caçadores de animais na África. Seus clientes são os principais zoológicos do mundo, ávidos por novas atrações. Nessa temporada sua missão é atrapalhada pela presença da bela e jovem fotógrafa Dallas (Elsa Martinelli), ansiosa por imagens exclusivas da caçada. Elsa, protetora dos elefantes, e Sean se estranham e o rinoceronte continua fugindo...

Escola de Quebrada Nacional

Escola de Quebrada (2023)

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Diretor: Kaique Alves

Luan é um jovem estudante de escola pública da Zona Leste de São Paulo que, cansado de sempre ser excluído dos grupinhos e ser invisível aos olhos de Camila, quer ser respeitado e popular. Na tentativa de fazer parte de algum grupo, Luan consegue fazer o oposto de conquistar a amizade de alguém, o que até coloca em risco o amado campeonato de futsal da escola. Para fugir dessa bagunça, ele vai precisar da ajuda de seus amigos Rayanne e Deivid para encontrar uma maneira de salvar o campeonato e obter a tão desejada atenção de Camila.

O Homem que Matou o Facínora - Filme 1962 - AdoroCinema

O Homem que Matou o Facínora (The Man Who Shot Liberty Valance, 1962)

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Um dos filmes mais famosos do mestre John Ford, nem por isso sua obra-prima. Há problemas dos que super representam, descontrolados (como OŽBrien que faz o jornalista), tanto John Wayne quanto James Stewart estão velhos demais para os personagens (em particular Stewart, que usa perucas ridículas e maquiagem excessiva), humor inapropriado, uma produção excessivamente modesta.

Tem pouca ação, mas nada justifica ter sido feito em preto e branco (numa época em que isso já não se usava e com uma foto medíocre). Até mesmo Lee Marvin repete seus trejeitos no papel do bandido título.

Ainda assim, foi neste filme que Ford escreveu sua máxima famosa: "Quando a lenda é mais famosa que a realidade, imprima-se a lenda" (como sempre a legenda nacional trunca a frase). Ou seja, no Oeste como no cinema vale mais a lenda do que a verdade.

O Guarda-Costas 2 (2007) — The Movie Database (TMDB)

O Guarda-Costas 2 (The Bodyguard 2, 2007)

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Dirigido por: Petchtai Wongkamlao

Khamlao é um agente especial com a missão de acabar com um grupo de terroristas que adquiriu uma arma nuclear. Os chefçoes do grupo passam por donos de gravadora de música e para se aproximar deles, Khamlao se apresenta como um possível cantor.Khamlao se desdobra para salvar seu país, num filme com cenas de perseguição, efeitos especiais de última geração, muito rápido, e tirar o fôlego.

DVD Sem Risco Aparente - Samuel L Jackson - AMZ - Filmes de Ação e Aventura  - Magazine LuizaMilla Jovovich :: Celebrity Movie Archive

Sem Risco Aparente (No Good Deed, 2002)

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Bob Rafelson que já foi um grande diretor ("O Destino Bate à Sua Porta", "Cada um Vive como Quer"), agora sobrevive de fitas menores como esta (que depois de circular na Europa e até no "Festival de Moscou", só passou em poucas salas nos EUA, em setembro de 2003). Ainda demonstra domínio narrativo, adaptando (e atualizando) um conto ("The House on Turk Street") do clássico Dashiell Hammett. O filme procura ter um tom de film noir (ou seja, trágico), ao mesmo tempo em que traz um elenco interessante e até inesperado (com atores britânicos, suecos, etc).

Cria-se um clima de suspense quando Samuel L. Jackson fica amarrado numa cadeira enquanto assiste o conflito entre Erin (Milla Jovovich, bastante convincente) e os outros membros da organização. Ela é a mulher fatal que namora o chefe cruel (Stellan Skarsgard), o capanga psicótico e ainda seduziu o bancário que facilitou o assalto. Também se envolve com Jackson o que leva a um final mais movimentado quando este serve de motorista aos fugitivos. Ou seja, uma fita B que se torna interessante pelo trabalho da direção.

Mulher Nota 1000 2 Versões (1985) Blu-ray Dublado LegendadoWeirdscience Lisa GIF - Weirdscience Lisa Sexy - Discover & Share GIFs

Mulher Nota 1000 (Weird Science, 1985)

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O tempo fez com que as comédias para adolescentes do diretor e roteirista John Hughes fossem vistas com nostalgia e mais boa vontade. Esta era inferior às anteriores, porque enveredava pela fantasia.

Mas não chega a aproveitar as sugestões do roteiro, que foi formatado para rapazes de 14 anos, que irão se identificar mais com os heróis que criam a super-mulher (Kelly LeBrock, famosa modelo na época e "A Dama de Vermelho", que estragou sua carreira ao casar com Steve Seagal).

Só que em vez de fazerem sexo com ela, os dois continuam atrás de outras adolescentes, com Kelly funcionando como uma irmã mais velha, dando conselhos e fazendo milagres (nunca fica claro quais são os limites de seu poder).

A moral é que eles precisam confiar em si próprios e enfrentar os valentões que os ameaçam. O clima é de farsa, e muitas das piadas foram depois imitadas por outros. Deu origem a uma série de TV homônima (1994-97).

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Bolero - Uma Aventura em Êxtase (1984)

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Escrito e dirigido por John Derek

Ayre "Mac" MacGillvary (Bo Derek), uma jovem virginal quer se formar a partir de um internato britânico exclusivo, está determinada a encontrar o homem certo para o seu primeiro encontro sexual. Rica o suficiente para não se aventurar sozinha, traz consigo sua amiga Catalina (Ana Obregon) e Cotton, o motorista da família (George Kennedy). Ayre primeiro viaja para um país árabe onde encontra um amante ideal, um sheik que se oferece para deflorá-la, mas cai no sono quase que imediatamente. Desistindo do sheik, Ayre vai para a Espanha, onde conhece o toureiro Angel (Andrea Occhipinti) que consegue ficar acordado. Infelizmente, depois de ser bem sucedida em sua busca, Angel é chifrado enquanto toureava.

A lesão deixa Angel impotente, e Ayre torna a sua missão para ver a sua recuperação. Ao longo da jornada, aprende a lutar contra um touro como uma maneira de obter motivação para o seu amante. Eventualmente é bem sucedida em ajudar Angel. O filme termina com o casamento.

Memórias de um Espião filme - Veja onde assistir

Memórias de Um Espião (Another Country, 1984)

ASSISTA ONLINE

Este filme britânico sobre a maioridade, uma adaptação da peça de Julian Mitchell, do diretor Marek Kanievska, fala sobre um relacionamento não explícito entre dois estudantes em um internato britânico dos anos 1930:

Guy Burgess (Rupert Everett em um papel de estreia), abertamente gay

James Harcourt (Cary Elwes)

Em uma cena, os dois jovens se aconchegam gentilmente ao luar - uma das primeiras representações do amor romântico homossexual.

Anjo: Inocência e Pecado (Angel, 1984)

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Diretor: Robert Vincent O'Neill

Com apenas 15 anos, Molly é a melhor aluna de sua classe. Mas Molly leva uma vida dupla: ninguém suspeitaria que a aluna modelo ganha seu dinheiro à noite como Angel, uma prostituta de Hollywood Boulevard. Porém, ao testemunhar o assassinato de duas colegas de trabalho por um serial killer, a garota se torna o próximo alvo.

COontinuações:

Avenging Angel (1985)

Angel III: The Final Chapter (1988)

Angel 4: Undercover (1994)

Cidade Corrompida (Blue City, 1986)

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Dirigido por: Michelle Manning

Aqui temos o retorno de dois veteranos do Clube dos CincoJudd Nelson e Ally Sheedy, protagonizando num filme de teor bem diferente. Este é um thriller criminal dramático, no qual Nelson interpreta um jovem retornando para sua cidadezinha. Ao chegar no local, descobre que seu pai foi assassinado e, sem ajuda da polícia, parte para se vingar por conta própria, desafiando a máfia local.  Sheedy vive seu interesse amoroso no filme.

Adeus, Meninos (1987) | MUBI

Adeus, Meninos (Au revoir les enfants, 1987)

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Dirigido, escrito e produzido por Louis Malle

Exibido no Brasil como "Adeus, Meninos", este é o último grande filme do diretor francês Louis Malle (1932-95). Conta uma historia autobiográfica, recordando um momento que marcou sua infância de garoto rico -- a de ter visto um colega judeu ser levado pelas autoridades colaboracionistas.

É tudo contado com sutileza, discrição, emoção contida, recriando uma época de perseguições e hipocrisia. Uma pequena jóia que ganhou o Leão de Ouro em Veneza, sete Césars (inclusive melhor filme e diretor), um Bafta (melhor diretor) e recebeu indicações ao Oscar de filme estrangeiro e roteiro original (também de Malle). 

Um Rosto Sem Passado 1989 - dublado - YouTube

Um Rosto Sem Passado (Johnny Handsome, 1989)

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Dirigido por Walter Hill

Um filme da época em que Hollywood ainda achava que Mickey Rourke era um astro. Não deixa de ser curioso que faça a história de um homem que tem seu rosto deformado, já que ele mesmo tem hoje o seu rosto desfigurado a custa de operações plásticas e golpes de boxe. A história é muito inspirada num clássico chamado "Um Rosto de Mulher" ("A Woman's Face", 1941, com Joan Crawford), onde o personagem seguia trilha semelhante. Se Rourke é irremediável, pelo menos o elenco de apoio é bom. Inclusive Ellen Barkin num papel de vilã. O visual envelheceu bastante.

Curta VIVA CANOSA - 2022 - YouTube

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É um curta documental dirigido por Brunno Rodrigues e Cavi Borges, realizado antes da pandemia, que aborda a paixão do crítico Fabiano Canosa pela arte do cinema.

Templo Cultural Delfos: Mestre Vitalino - a arte feita de barro

Vitalino Lampião (1969)

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Direção e montagem: Geraldo Sarno

Do barro de telha ou massapê começa a surgir, pelo trabalho do ceramista Manuel Vitalino dos Santos, uma imagem de Lampião, o rei do Cangaço. Segundo o artista, filho do Mestre Vitalino, o mais famoso artesão do barro do Nordeste, seria preferível abandonar a arte a ter que mudar sua forma artesanal de produção. Tradição e consumo são discutidos quando a arte chega para ser comercializada na Feira de Caruaru em Pernambuco. Marcando a trilha sonora, a voz do cantador Severino Pinto.

ImageJodie Foster nude and sex – The Accused (1988) HD 720p WEB-DLJodie Foster Rough Sex In The Accused - Celebrity Movie BlogJodie Foster Naked – The Accused, 1988 (4 pics) | NudeBase.com

Acusados (Accused, 1988)

OK.RU / MEGA 01 / 02 Senha: RMZbyJULIAN

DIREÇÃO: Jonathan Kaplan

Jodie Foster teve um inesperado mas não injusto Oscar de Atriz (mais tarde, com "O Silêncio dos Inocentes", 1991, teria outro). Não é uma fita fácil e normalmente estes temas são mostrados apenas em telefilmes. Uma fita que busca a controvérsia, apresentando a vítima do estupro não tão inocente assim, mas ainda assim nada poderia justificar o estupro.

O caso é discutido no tribunal com os diversos meandros (basicamente vira fita de julgamento), com todo o elenco obviamente envolvido emocionalmente no projeto. Até Kelly, que em geral é má atriz sai-se bem (na vida real, ela foi vítima de estupro também) e são conhecidas suas histórias como bissexual. Uma fita séria e bem intencionada, mas não agradável de ver.

Os 7 Suspeitos - Filme 1985 - AdoroCinema

Os 7 Suspeitos (Clue, 1985)

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Foi o produtor John Landis quem transformou em história este jogo de salão num projeto original e malsucedido. Principalmente para quem não conhece a origem.

Conta a história de uma reunião onde pouco a pouco todos vão morrendo (todos os convidados têm algo em comum: moram em Washington, estão sendo vítimas de chantagem por um vigarista chamado Sr. Body).

Pretende ser um filme de mistério, só que encenado como farsa, caindo no ridículo, difícil de acompanhar. No final, há três resoluções, ou seja, três finais dito "surpresa". Mas é uma brincadeira frustrante.

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Chuva de Chumbo (Out Of Bounds, 1986)

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Dirigido por Richard Tuggle

Sem dúvidas, um dos filmes mais importantes da Subcultura Gótica em termos de musicalidade, cenário, ambiente e muitas, muitas referências.
Daryl Cage é um garoto do interior de Iowa, cujos pais o mandam para morar com seu irmão em Los Angeles.
No aeroporto, a mala de Daryl cheia de roupas é trocada por uma contendo heroína de um traficante. Por vingança, o gangster mata o seu irmão e a namorada.
A polícia suspeita que Cage é o principal suspeito das mortes.
Daryl então precisa provar a sua inocência e limpar o seu nome, com a ajuda de sua amiga, Dizz. Ele também deve se livrar da heroína rastreando o chefão.
Um filme icônico que com certeza te fará assistir repetidas vezes. Tendo a participação do Siouxsie And The Banshees cantando 'Cities In Dust 'em um clube underground, fora as músicas de fundo, como 'How Soon Is Now ?' , dos The Smiths, 'Electric Ocean', The Cult, 'Flesh Flesh', Lords of New Church, Belinda Carlisle, Adam Ant, entre outros...

O ANO DO DRAGÃO OanododragaocapaNude video celebs » Ariane nude – Year of the Dragon (1985)Year of the Dragon :: Celebrity Movie Archivescreenshot

O Ano do Dragão (Year of the Dragon, 1985)

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Cinco anos depois de ter sido responsável pelo maior fracasso da história do cinema, "O Portal do Paraíso" (que levou a United Artists à falência), o diretor Michael Cimino retornou ao cinema com esta produção de Dino de Laurentiis. O resultado foi esta mediana fita de ação, longa demais, sem nenhum momentos empolgante ou grande clímax.

Foi um erro contratar o péssimo Mickey Rourke, jovem demais para fazer um homem de meia idade (sua mania de super representar fica ainda mais acentuada com a maquiagem). A história é clichê e a heroína é uma sino-americana. A única figura que impressiona é Joey, como o chefe mafioso, numa interpretação marcante de John Lone, que mais tarde seria o "Último Imperador" para Bertolucci. O relativo sucesso do filme porém não ajudou a carreira de Cimino.

Os Comancheros iThe Comancheros, 1961)

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DIREÇÃO: Michael Curtiz, John Wayne. Adaptação de romance de Paul Wellman, publicado em 1952.

Em 1843 um capitão do Texas Rangers, Jake Cutter (John Wayne), captura o jogador Paul Regret (Stuart Whitman), que teve o azar de matar em duelo o filho de um juiz. Jake encaminha Paul para sua cidade e durante a viagem os dois se unem para acabar com os comancheros, brancos que vendem armas e bebidas para os índios.

Foi o último filme de Michael Curtiz, o diretor de "Casablanca" (e Wayne teria rodado parte da fita quando este ficou doente). Um competente faroeste com tudo no lugar certo. Boa história, boas locações (Utah, Arizona), boa trilha (Elmer Bernstein), bastante ação, bom elenco (Marvin de vilão).

O Clube dos Anjos (2022)

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Longa de estréia do Cineasta Angelo Defanti, que teve o desafio de dirigir um time de famosos e talentosos atores: Otávio Mueller, Marco Ricca, André Anujamra, Paulo Miklos, Matheus Nachtergaele, Samuel de Assis, Ângelo Antônio, Augusto Madeira , entre outros. O livro faz parte da coleção Plenos Pecados, da editora Objetiva, tendo como pecado-tema a gula. Logo no início, a cartela mostra a frase "Todo desejo é um desejo de morte". Essa é a premissa do roteiro. Nos anos 90, um grupo de 10 amigos homens se reúnem todos os anos há quase 30 anos, desde os tempos de escola. No início, se reuniam no restaurante próximo à escola, onde comiam picadinho com farofa e banana. Com o tempo, refinaram os gostos e se reuniam nas casas de cada um deles. Já adultos, e com conflitos referentes à ideologias e profisssões, as brigas vão surgindo e o grupo vai se encontrando menos, principalmente quando o líder deles, Ramos, morre. Mas quando Daniel (Mueller) conhece Lucidio (Nachtergaele) por um acaso, esse se oferece para realizar jantares pro grupo com uma nota macabra: na sociedade secreta de gastronomia que Lucidio faz parte, ele prepara a comida com um alimento mortal, e sempre um dos convidados morre. Assim, um a um dos amigos, fracassados na vida e profssionalmente, vão morrendo, e aos vivos, isso se torna algo que os instiga. É óbvio que o maior destaque do filme, que concorreu no Festival de Gramado, é a força e talento do seu elenco, todos bastante inspirados. O diretor optou por uma linguagem teatral e farsesca ao filme, onde por exenmplo, em uma cena de ligação telefônica, todos estão no mesmo ambiente, falando um com o outro, e também quebrando a quarta parede. O recurso no início é interessante, mas o excesso acabou se tornando repetitivo. A performance de Nachtergaelee, a fotografia e a direção de arte e conceituação do projeto me remeteram diretamente a "o cozinheiro, o ladrão, sua mulher e seu amante", clássico de Peter greenaway, pelo seu elemento barroco e classudo.

Whindersson Nunes - Isso não é um culto Nacional

Whindersson Nunes – Isso não é um culto (2023)

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É o fim do mundo, e ele sabe disso. Neste especial de stand-up, Whindersson Nunes reflete sobre atualidades, redes sociais, religião e muito mais.

Monte Carlo Dublado

Monte Carlo (2011)

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Dirigido por Thomas Bezucha

O filme conta a história de Grace (Selena Gomez), uma jovem garota que sempre sonhou em ir a Paris e, quando finalmente o consegue, é confundida com uma herdeira britânica mimada, o que a leva junto de sua melhor amiga, Emma (Katie Cassidy), e sua meia-irmã, Meg (Leighton Meester), a um evento de caridade em Monte Carlo. As três meninas de repente encontram-se no centro das atenções e em um sonho de férias na cidade, mas as coisas começam a desandar quando um colar de um milhão de dólares desaparece e as três precisam rapidamente recuperá-lo. Owen (Cory Monteith), o noivo de Emma, as segue por toda a Europa.

CÓDIGO MOMENTUM | Trailer Oficial Legendado (Portugal) - YouTube

Código Momentum (Momentum, 2015)

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Diretor: Stephen Campanelli

Alex (Olga Kurylenko), uma ex-militar treinada que virou ladra, é puxada por seu ex-parceiro para um assalto a banco de alta tecnologia (seu 'último emprego'). Durante o roubo, ela acidentalmente rouba um pen drive valioso contendo evidências incriminatórias. Alex é então perseguida implacavelmente por uma equipe de agentes liderada por Washington (James Purefoy), que foi enviado por um senador anônimo (Morgan Freeman) para recuperar o pen drive. Enquanto está envolvida em uma violenta e frenética perseguição de gato e rato pela cidade, Alex tenta descobrir a conspiração por trás de seus perseguidores.

 

Os Últimos Cavaleiros (Last Knights, 2015)

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Direção: Kazuaki Kiriya

Um cavaleiro busca vingança quando seu senhor é injustamente executado por um imperador tirano. O comandante do cavaleiro RAIDEN (Clive Owen) recebe uma grande honra quando BARTOK (Morgan Freeman), seu senhor sem filhos, o nomeia como seu herdeiro. Mas sua felicidade acaba quando o maligno emissário do imperador MOTT (Aksel Hennie) o força a decepar seu pai adotivo, e o manda com seus homems para seu castelo sem qualquer título. Mas quando o paranoico Mott procura apagar qualquer traço do clã e legado de Bartok, Raiden secretamente conspira um audacioso plano para se infiltrar nos impenetráveis fortes de Mott em busca de vingança.

 

 

Um Ladrão com Estilo (The Old Man and the Gun, 2018)

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DIREÇÃO: David Lowery

Preciso, gentil e carismático, Forrest Trucker domina com maestria a arte de assaltar bancos. Aos 70 anos de idade, o senhor conseguiu a façanha de escapar da prisão de San Quentin e de tantas outras, e agora segue conduzindo uma série de roubos que intriga a polícia e fascina os espectadores. No entanto, o detetive John Hunt (Casey Affleck) está na sua cola, e Trucker precisará elaborar ainda mais suas artimanhas para ter sucesso no seu último grande ato. Filme de assalto baseado em fatos reais, último papel de Robert Redford antes de se aposentar do cinema.

Baaria, a porta do vento (2009)

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Dirigido por Giuseppe Tornatore, essa saga de uma familia na cidade de Baaria, região de Sicília, é uma tentativa de se repetir o sucesso de Cinema Paradiso.
A referência é explicita em uma cena que o pai leva o menino para o cinema, e a partir daí, o garoto toma fascínio pelo cinema. Mas isso é uma parte pequena desse filme de 150 longos minutos.
Acompanhando 3 décadas da vida de Peppino, de família pobre, sua paixão por uma mulher, e a sua ascenção rumo ao comunismo.
Paralelo, o filme possui inúmeros personagens, o que torna a trama muito confusa, principalmente na parte inicial, quando os personagens são apresentados. As elipses temporais são muito esparsas, daí identificar quem é quem é bem complexo.
Várias histórias tambem circulam, sendo que a maioria é muito mal desenvolvida. Uma pena, pois o filme tem momentos muito belos e poéticos, embalados pela trilha maravilhosa de Ennio Morricone, parceiro de Tornatore. Esse é o filme mais caro rodado na Itália, algo em torno de 25 milhões de euros. Uma super-produção, bonito para os olhos, mas vazio para a alma. Curiosidade: Monica Belucci, amiga do cineasta, faz figuração em uma cena. Alguém sabe qual? hehe

Ninguém Sabe dos Gatos Persas (Kasi az gorbehaye irani khabar nadareh / No One know about the persian cats, 2009)

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Ótimo filme do diretor iraniano Bahman Ghobadi, mesmo de TARTARUGAS PODEM VOAR, um dos filmes mais depressivos que vi na vida.
Nesse NO ONE KNOW ABOUT THE PERSIAN CATS, Bahman faz um relato de jovens iranianos em busca de liberdade de expressão. Um casal, recém saído da prisão, resolve montar uma banda, e aí, fugir para a Europa, para cantar suas músicas de luta contra a opressão. Cantando músicas em inglês, eles se juntam a outros grupos e tendências (rock, rap, heavy metal, etc), e assim, o filme faz um documento do estilo musical variado que os jovens tocam clandestinamente.
Dosando bom humor, documentário e drama, esse filme é uma pérola, que merece ser visto pela coragem de seu realizador em querer expressar o sentimento que a nova geração de iranianos procura extravazar. As músicas são ótimas, e as imagens bem diferentes de tudo o que já foi visto em filme iraniano. Um filme imperdível, importante, moderno.

A Casa (La Casa Muda, 2010)

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Filme de terror uruguaio, composto de um único plano sequência. Uma experiência interessante, apesar de falhas no roteiro, mas que, por ser um filme voltado para a experimentação técnica, sobrevive aos furos na trama.
Um pai e sua filha seguem para uma casa no campo, para fazer faxina. Ao chegarem, se veem as voltas com assombrações e um segredo oculto na casa.
Dirigido por Gustavo Hernandez, o filme promove vários sustos, e tem um clima bem interessante, mantendo a tensão em boa parte da trama. A trilha sonora assusta, e a fotografia, registrada com uma câmera 7d, tambem sugere impacto. Várias referências a outros filmes, principalmente Espíritos, Bruxa de Blair e REC. Vale a curiosidade
Dizem que o filme custou 6 mil dolares. Refilmado como A Casa Silenciosa (Silent House, 2011)

 

O solteirão (Solitary man, 2009)

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A tradução do título para o português foi de uma infelicidade só. Induz o espectador a uma comédia, e o filme não é isso. É um drama acri-doce, melancólico, que me fez sair do cinema e refletir bastante sobre a vida. Os diálogos são excelentes, e crus.
Michael Douglas interpreta um homem bem sucedido, com uma família feliz. Um dia, vai ao médico fazer exame de rotina e descobre que tem problemas no coração. O médico pede que ele faça exames, e ele acaba se recusando. resolve então curtir a vida como sempre quiz: traindo a esposa, transando com garotas, enganando seus clientes, fazendo de sua vida um parque de diversões, contando com o seu tempo limitado de vida.
Porém, os anos se passam, e nada acontece. Mas aí, tarde demais: sua esposa se separa dele, ele mantém péssima relação com a filha, e pior, perde tudo, devido aos golpes que aplicou. Ele reconsidera a vida, sem contanto, deixar de ser a pessoa imprudente e galinha que é.
O elenco é otimo, além de Douglas, tem Susan Sarandon, Mary Louise Parker, Danny de Vito (sumido!!) e Jesse Eisemberg, protagonista de A REDE SOCIAL.
Um ótimo filme, que merece ser visto. O filme não procura a rendenção do personagem, e sim, fazer acreditar que somos como nós somos. Ninguém muda assim do nada.

Cegos por Justiça - Filme 2010 - AdoroCinema

Cegos por Justiça (The Tortured, 2010)

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Diretor: Robert Lieberman

Produzido pelos mesmos produtores de "Jogos Mortais", esse thriller narra a historia de uma familia destruida pelo assassinato de seu filho pequeno. Condenado a 25 anos de prisao, o acusado é levado até a penitenciária. os pais resolvem que a prisão é pouco para ele, e resolvem sequestrá-lo. O levam até uma casa abandonada em um bosque e passam a torturar o homem, para que ele possa sofrer mais do que o filho deles sofreu.
Um suspense interessante, com cenas de gore e drama, contando com atores em atuações satisfatorias e uma otima reviravolta no final, apesar de um tanto inverossimel. Mas está acima da média por manter um bom ritmo. Esse filme deve fazer a alegria de todos aqueles que pensam que a justiça deve ser feita pelas proprias mãos.

 O Sol da Meia-noite - Agenda de Dança

O Sol da Meia-Noite (White Nights, 1985)

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Foi durante as filmagens que o diretor Taylor Hackford (Ray) conheceu Helen Mirren, com quem começou romance (e estão casados até hoje). Na época ela ainda não era tão famosa mas já era a boa atriz de sempre neste filme que foi concebido basicamente para dar um papel de astro para o dançarino russo Baryshinikov (que havia estreado como ator bem em ''Momento de Decisão'').

O jeito foi inventar esta história de romance e espionagem, um thriller musical, que teve bastante êxito (ficou famoso por ter ganho um Oscar pela canção ''Say You, Say Me'', composta e cantada por Lionel Richie apresentada nos letreiros finais). Mas que também concorreu por outra canção, ''Separate Lives'', de Stephen Bishop, interpretada por Phil Collins.

Hoje que acabou o comunismo soviético tem menos impacto a história do fugitivo cujo avião em que fugia sofre acidente. Ele é capturado e colocado na casa na Sibéria, de um sapateador americano (que é casado com Isabella em seu primeiro filme americano!). Depois vão para Leningrado onde deverá preparar seu retorno ao palco. A idéia é fazer um paralelo entre dois tipos de dança, a clássica e o sapateado (o então famoso dançarino Gregory Hines 1946-2002).

Os Safados (Dirty Rotten Scoundrels, 1988)

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DIREÇÃO: Frank Oz

Lawrence Jamieson (Michael Caine) é um trambiqueiro de classe, que vive na Riviera francesa seduzindo milionárias americanas de meia idade. Seu estilo de vida passa a ser ameaçado após a chegada de Freddy Benson (Steve Martin), um vigarista folgado e bem menos sofisticado que também quer aplicar golpes no local. Após muita insistência Freddy consegue convencer Jamieson a lhe ensinar alguns truques, mas logo ambos passam a disputar os mesmos alvos. Cansados da disputa, eles resolvem fazer uma aposta: quem conseguir US$ 50 mil da primeira milionária que aparecer no local vence, com o derrotado tendo que deixar a Riviera.

O Que Esperar Quando Você Está Esperando - Filme 2012 - AdoroCinema

O Que Esperar Quando Você Está Esperando (What to Expect When You're Expecting, 2012)

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Diretor: Kirk Jones

O que esperar de O que esperar quando você está esperando? Não muito, certo? Afinal, trata-se da adaptação cinematográfica de um guia sobre gravidez humana. Ou seja, pegou-se um livro técnico, repleto de exemplos, escolheu-se alguns deles – supostamente os mais representativos – e tentou-se criar uma trama única que os colocassem unidos de uma forma ou outra. Digo tentou porque é justamente o que temos: uma tentativa. As tramas não funcionam, os personagens são rasos, as soluções para aproximá-los são fracas e óbvias, os atores estão mais desfilando do que tentando criar uma atmosfera crível e o diretor parece ter saído de férias e deixado cada um por conta própria. Difícil de acreditar que se trate do mesmo Kirk Jones do ótimo A Fortuna de Ned (1998), mas compreensível quando nos damos conta que estamos falando do homem que entregou entre estes dois títulos os mornos Nanny McPhee (2005) e Estão Todos Bem (2009).

A estrutura de O que esperar quando você está esperando é bastante simples: temos cinco diferentes exemplos de gravidez que servem para mostrar o que acontece a cada um destes casais quando a cegonha está prestes a chegar. São elas: o casal que não consegue engravidar e por isso recorre à adoção (Rodrigo Santoro e Jennifer Lopez); as celebridades que engravidam por descuido e decidem assumir um casamento às pressas (Cameron Diaz e Matthew Morrison); a expert em gravidez que sofre horrores com as mudanças inesperadas provocadas pela vinda do primeiro filho (Elizabeth Banks e Ben Falcone); a dupla que encara a novidade tranquilamente e sem o menor problema (Dennis Quaid e Brooklyn Decker); e os jovens que engravidam na primeira transa e não sabem muito bem como lidar com a novidade (Chace Crawford e Anna Kendrick). O que acontece a cada um é bastante simples e direto, sem muitos rodeios. Por fim, há ainda o grupo de pais liderados por Chris Rock que serve para alertar aos futuros papais como se prepararem para o que está por vir.

Seguindo mais ou menos o mesmo modelo de Ele não está tão afim de você (2009), que da também fazia uso de diferentes histórias para exemplificar as lições de um livro de auto-ajuda, O que esperar quando você está esperando se apoia muito mais nos clichês e nas piadas fáceis do que no que nas consequências reais destes episódios. Não conseguem engravidar? Vamos para a  África comprar um bebê carente! Engravidaram por descuido? Sem stress, uma solução irá aparecer! Os pais discordam de tudo em relação aos cuidados do futuro filho? Tudo bem, o que importa é que se amam! Tudo dá errado com a grávida que estava preparada, ao mesmo tempo em que nenhum imprevisto acontece – nem mesmo dores de parto! – com aquela que foi pega de surpresa? Ao tratar a gravidez como uma roleta-russa, a impressão que se tem é que o que de fato importa é a risada inconsequente dentro da sala de cinema, ao contrário do livro em que a obra se baseia, que ao menos tentava ensinar algo que fosse útil.

A mais perfeita constatação da superficialidade deste filme está no elenco, formado com a intenção de representar uma diversidade independente da química entre os atores ou da verossimilhança de suas histórias. É sintomático constatar que a melhor dupla defenda o conto mais fraco, justamente o mais distante do tema inicial – afinal, Crawford e Kendrick são lindos e o romance dos dois convence, mesmo sem resultados práticos para a proposta do enredo. Dentre os demais, é difícil dizer quem funciona menos, se Morrison e Diaz, Santoro e Lopez ou Banks e Falcone! Nesse caos sem lógica, mesmo a diferença de 33 anos entre Quaid e Decker (Esposa de mentirinha, 2011) acaba importando menos e até fazendo sentido. Afinal, o que importa aqui não é o conteúdo, e sim a forma. E para isso basta Joe Manganiello correndo sem camisa, pois disso há bastante e deve entreter as mamães o suficiente para esquecerem o que, afinal, as levou até ali em primeiro lugar.

Ben-Hur Dublado

Ben-Hur (2016)

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Eu não invejo os realizadores deste “Ben-Hur”. O longa, é a quarta transposição do livro de Lew Wallace, mas concorre com a imortal versão de 1959, estrelada por Charlton Heston e ainda recordista em número de Oscars vencidos (empatada com “Titanic” e “O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei”).

A adaptação dos anos cinquenta tem mais em comum com megaproduções como seus colegas recordistas da Academia e “Avatar” do que com esta nova versão, pois Timur Bekmambetov comanda algo mais próximo de um típico filme de ação contemporâneo. Com roteiro de John Ridley (“12 Anos de Escravidão”) e Keith R. Clarke (“Caminho da Liberdade”), o escopo da história foi reduzido e o foco está muito mais forte na relação dos irmãos de criação Judah Ben-Hur (Jack Huston) e Messala Severus (Toby Kebbell), o primeiro um judeu nobre e o segundo um romano.

Em meio a uma Jerusalem ocupada pelo Império Romano, o príncipe Ben-Hur é acusado de traição contra o Roma por Messala, que se tornou um membro de alto escalão das forças de ocupação romanas. Vendo sua família ser destroçada e preso nas galés por cinco anos, Ben-Hur retorna à sua terra buscando vingança, tendo a ajuda de Ilderim (Morgan Freeman) para entrar no confronto de bigas com Messala, mas a mensagem de Jesus (Rodrigo Santoro) pode mudar o rumo da vida de todos.

O texto de Ridley e Clarke acerta em dar maior complexidade a Mensala e suas motivações, material que o talentoso Toby Kebbell aproveita bem, mas a jornada de Ben-Hur nunca parece ter o peso que a história pede e as transições entre sua vida de luxo, calvário e retorno são extremamente abruptas, diminuindo o peso do arco do protagonista.

Jack Huston, apesar de ter a presença física necessária para o papel-título, surge como um herói quase que desprovido de carisma e, com o destaque maior dado a Mensala aqui, é constantemente engolido pelo colega Kebbell em cena ou por Morgan Freeman que, mesmo tendo um papel ingrato, com seu Ilderim em alguns momentos lembrando o treinador Mickey de “Rocky – Um Lutador”, ainda tem uma presença fortíssima (e é difícil não pensar em sua interpretação de Deus quando a voz do ator surge narrando a história).

Nesta versão Jesus ganha uma participação mais incisiva na história. Nada de sermão da montanha, mas algumas conversas diretas com Judah e sua esposa, Ester (Nazanin Boniadi). E, apesar de Rodrigo Santoro até se sair bem no papel do messias católico, o fato é que todas as aparições de Jesus no filme se mostram deveras forçadas e apressadas, até porque Timur Bekmambetov aparenta não ter a sensibilidade adequada para fazer essas cenas se com o restante da produção.

Após a corrida de bigas, o terceiro ato da fita simplesmente se perde em meio ao melodrama forçado, remetendo às novelas da Record, muito por conta da mão pesadíssima de Bekmambetov. Em compensação, o cineasta russo se sai melhor nas cenas de ação. O confronto nas galés é tenso e visualmente incrível e, embora a corrida de bigas peque por conta dos óbvios efeitos digitais, o diretor impõe um ritmo àgil a esta setpiece que é o clímax da história.

“Ben-Hur” possui cenas de ação competentes, mas o visual excessivamente artificial da produção (muito por conta da péssima paleta de cores do geralmente competente diretor de fotografia Oliver Wood) e a mão pesada na condução da trama sabotam as mensagens de perdão e compaixão que o filme tenta passar.

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Truque de Mestre: O Segundo Ato (Now You See Me 2, 2016)

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Direção de Jon M. Chu

Em Truque de Mestre: O Segundo Ato, após enganarem o FBI, os cavaleiros Daniel Atlas (Jesse Eisenberg), Merritt McKinney (Woody Harrelson) e Jack Wilder (Dave Franco) estão foragidos. Eles seguem as ordens de Dylan Rhodes (Mark Ruffalo), que continua trabalhando no FBI de forma a impedir os avanços na procura dos próprios cavaleiros. Paralelamente, o grupo planeja seu novo ato: desmascarar um jovem gênio da informática, cujo novo lançamento coleta dados pessoais dos usuários.

O Reencontro - 28 de Setembro de 1983 | Filmow

O Reencontro (The Big Chill, 1983)

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A abertura de "O Reencontro" (1983), de Lawrence Kasdan, é exemplar. Kevin Kline dá banho em seu pequeno filho, enquanto a esposa, Glenn Close, atende o telefone. Após desligar o aparelho, a expressão de seu rosto é grave, algo aconteceu. Entra "I Heard it Through the Grapevine", versão de Marvin Gaye, aparecem os créditos e amigos se aprontam para uma viagem, enquanto um cadáver é vestido e preparado para um velório.

Está feita, nessa abertura, a ponte entre o fim da década de 1960 (a música da abertura, bem como toda a trilha do filme) e 1983, quando os amigos se reencontram para o funeral de uma pessoa querida, Alex, que se formou com eles e que havia se suicidado.

As imagens mostram os personagens e o que se tornaram: na maioria yuppies, com escritórios localizados em lugares valorizados de grandes cidades (Mary Kay Place), sapatos brilhantes, carreiras de prestígio na televisão (Tom Berenger), exceto um: o veterano do Vietnã interpretado por William Hurt, que se tornou impotente e viciado em cocaína e anfetaminas.

Jeff Goldblum também é uma exceção, embora não queira ser: é jornalista, desesperado para se enquadrar nos novos tempos. JoBeth Williams casou-se com um executivo que renega as ambições de quando esses amigos estudavam juntos, eram hippies, deviam abominar a ideia de fazer coisas apenas por prestígio e dinheiro.

Tem ainda a personagem de Meg Tilly, que cultua o corpo acima de tudo. Ex-namorada de Alex, parece uma cabeça oca, mas tem uma participação importante na reunião dos amigos.

Kevin Costner foi escalado para viver Alex, mas todas suas cenas (flshbacks dos demais personagens) foram cortadas da versão final. No entanto, Costner pode ser visto como o cadáver que é vestido na abertura.

1983 é um ano em que as feridas dos anos 1970 ainda ecoavam fortes na sociedade americana, que estava, então, sob a presidência de Ronald Reagan, considerada fascista por muita gente. Esse mal-estar ecoa por todo o filme, pulverizando o humor postiço dos amigos.

Talvez fosse necessário um final mais amargo para que o filme se completasse em sua visão de mundo em transformação. Algumas cenas levam o espectador para outro lado, talvez por medo de o clima ficar muito pesado e todo o trabalho fracassar nas bilheterias. Mas é fruto de uma observação cuidadosa do que estava acontecendo, e do que iria explodir em poucos anos: a decadência completa (irreversível?) da civilização.

Dvd Diabólica Wicked Julia Stiles Louise Myrback William R. | MercadoLivre

Diabólica (Wicked, 1998)

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Diretor: Michael Steinberg

Ellie Christianson (Julia Stiles), de 14 anos, como muitos outros adolescentes, está farta de sua vida. No entanto, ela considera seus problemas muito piores. Ela é dominada por sua mãe controladora (Louise Myrback). Ela está farta de sua insuportável irmãzinha (Chelsea Field), a quem ela detesta. Seu pai (William R. Moses) não dá muita atenção a ela, e ela percebe a falta de atenção. Ele não tem motivos para ser feliz, nem em casa nem na escola. Mas ela está disposta a mudar isso. Aproveitando o fato de ser loira e bonita, Ellie fará tudo ao seu alcance para alcançar cada um de seus objetivos. Porque, ao contrário de outras meninas de sua idade, essa adolescente tem uma maldade inata com a qual está disposta a tudo.

Ong-Bak 3 Dublado

Ong-Bak 3 (2010)

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Dirigido, produzido e escrito por Tony Jaa e Panna Rittikrai

O jovem lutador Tien (Tony Jaa) perde progressivamente suas habilidades nas artes marciais enquanto seu padrasto caminha para a morte. Com a ajuda de Pim (Primrata Det-Udom), Mhen (Petthai Wongkhamlao) e moradores do vilarejo, além da meditação, Tien volta à sua melhor forma para combater o inimigo.

Em minha terra - AABB Porto Alegre

Em Minha Terra (In My Country / Country of My Skull, 2004)

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Não é ruim até por sua temática. Mas está longe de ser um dos melhores trabalhos do ilustre diretor irlandês John Boorman (de "Excalibur", "Amargo Pesadelo", "A Queima Roupa"). Parece que ele não conseguiu encontrar o tom certo para contar uma história tão trágica e perturbadora, uma espécie de Julgamento de Nuremberg da África do Sul.

Afinal, o regime de Apartheid que existiu lá foi um dos grandes absurdos de nossa Era, ainda não suficientemente analisado e criticado (até porque aquele país é rico em diamantes e um dos poucos da África que tem certa importância econômica). E como sempre, preferem esconder suas mazelas a dissecar seu passado.

Inspirado em fatos reais, o filme mostra como um repórter negro, do jornal americano Washington Post, vai até à África para acompanhar um julgamento em 1995, um ano depois de Nelson Mandela assumir o poder. São as Sessões da Verdade e Reconciliação, onde se constatam os abusos e absurdos do passado, protegidos pela anistia.

Ele se une a uma poetisa sul-africana (feita pela francesa Juliette Binoche), que está confiante no processo de recuperação de seu país. Então o jornalista americano serve como uma espécie de fio condutor para o espectador seguir os fatos e os depoimentos, muitos deles dolorosos (e convincentes).

Mas o conflito é meio tolo, diante da enormidade dos crimes e os pensamentos que fazem despertar no espectador (se uma fita dessas tivesse sido feita na época do Apartheid, teria mais méritos). Até porque foi baseada num livro de não-ficção e o roteiro aqui torna tudo inconvincente quando os dois antagonistas se apaixonam, nascendo um romance sem nenhuma química entre eles. E o que era fita de denúncia acaba virando romance. Assim, acaba simplificando os fatos, virando tudo politicamente correto e estragando tudo. O romance é insípido e indesculpável.

A Marca - Filme 2004 - AdoroCinema

A Marca (Twisted, 2004)

ULOZTO / DRIVEGOOGLE / MEDIAFIRE SENHA: hachi

Holywood tem a mania de se repetir. Quando dá certo determinada atriz em determinado gênero, eles resolvem insistir e fazer variantes da mesma fórmula. Até quebrarem a cara. Foi o que sucedeu com a bela Ashley Judd, que ficou estrela com uma série de fitas de suspense onde estava sempre correndo perigo, atrás de algum serial killer ou outro desprezível assassino.

Até que fez um a mais que não precisava, que é justamente este. E o que é pior, dirigido por um cineasta que já teve certo prestígio e reputação, Philip Kaufman que em bons tempos dirigiu "Os Eleitos", "Insustentável Leveza do Ser" e até o ousado "Henry & June". Devia estar precisando de dinheiro para se envolver neste thriller super banal, em que Ashley faz uma policial de San Francisco cujo pai foi um serial killer.

Quando começa uma investigação, vê-se como suspeita, porque as vítimas todas foram antigas transas suas. Eles não dizem, mas os críticos americanos acharam que era uma refilmagem disfarçada de uma fita de Clint Eastwood, "Um Agente na Corda Bamba/ Tightrope", de Richard Tuggle, 1984, só mudando o sexo do herói. Tudo é muito simplista e óbvio, desperdiçando também Jackson (como o mentor dela) e Andy (como o parceiro).

Custou 50 milhões e rendeu menos de nove nos EUA, simplesmente porque é banal até mesmo como realização. Um thriller sem emoção que decepciona.

Giorgio Moroder Presents Metropolis filme

Giorgio Moroder Presents Metropolis - 1984

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Dirigido por: Fritz Lang

Em 1984, o compositor Giorgio Moroder reeditou o clássico do Expressionismo Alemão "Metrópolis" (1927), de Fritz Lang, reduzindo-o para 82 minutos e adicionando efeitos coloridos e uma trilha sonora de pop-rock para acompanhar o famoso clássico da ficção científica. A história continua a mesma - a luta de classes na cidade futurística de Metrópolis -, mas agora as cenas acontecem ao som de músicas compostas por Moroder e cantadas por Freddie Mercury, Bonnie Tyler, Pat Benatar, Billy Squier, Adam Ant e Jon Anderson.

Coach Carter - Treino para a Vida - Filme 2005 - AdoroCinema

Coach Carter - Treino para a Vida (2005)

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Dirigido por Thomas Carter

O filme é baseado na história real do treinador de basquete da Richmond High School, Ken Carter (interpretado por Jackson), que ganhou as manchetes em 1999 por suspender seu time invicto de basquete do ensino médio devido a maus resultados acadêmicos.

Richmond, Califórnia, 1999. O dono de uma loja de artigos esportivos, Ken Carter (Samuel L. Jackson), aceita ser o técnico de basquete de sua antiga escola, onde conseguiu recordes e que fica em uma área pobre da cidade. Para surpresa de muitos ele impõe um rígido regime, em que os alunos que queriam participar do time tinham de assinar um contrato que incluía um comportamento respeitoso, modo adequado de se vestir e ter boas notas em todas as matérias. A resistência inicial dos jovens acaba e o time sob o comando de Carter vai se tornando imbatível. Quando o comportamento do time fica muito abaixo do desejável Carter descobre que muitos dos seus jogadores estão tendo um desempenho muito fraco nas salas de aula. Assim Carter toma uma atitude que espanta o time, o colégio e a comunidade.

Marcha de Heróis - Filme 1959 - AdoroCinema

Marcha de Heróis (The Horse Soldiers, 1959)

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Mesmo num filme de rotina, John Ford é um mestre, ainda mais quando se reúne com seu ator preferido, John Wayne, em outra história sobre a cavalaria, ainda que disfarçada. Basicamente, uma história da Guerra Civil Americana, em que Wayne enfrenta um outro astro, William Holden.

Foi o único trabalho no cinema da campeã de tênis Althea Gibson, a primeira negra a ser campeã desse esporte (e mais tarde golfe). Ela faz o papel pouco digno de camareira da heroína. Curiosamente, o filme tem pouca ação, mas é absorvente e classe A.

O Protetor 2 (2013) — The Movie Database (TMDB)

O Protetor 2 (Tom yum goong 2, 2013)

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Dirigido por: Prachya Pinkaew

Mais uma vez, o elefante de estimação de Kham foi raptado e ele deve lutar contra qualquer um em seu caminho para encontrá-lo.

O Despertar Do Desejo - Nick Nolte - Julie Christie - Raro | MercadoLivre

O Despertar do Desejo (Afterglow, 1997)

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Dirigido por Alan Rudolph

Duas familias estão tristes com suas respectivas relações: a primeira, do ambicioso homem de negócios Jeffrey Byron e a sexualmente frustrada Marianne e a segunda de um contratador de reparos Lucky Mann e a atriz de filmes B Phyllis. Quando Lucky vem ao apartamento de Byron para fazer alguns reparos e Marianne se torna obcecada por ele, a monótona rotina é quebrada.

Dvd Original Do Filme O Principal Suspeito | Parcelamento sem juros

O Principal Suspeito (Nightwatch, 1998)

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Trata-se dum remake de um filme dinamarquês de 1994, também dirigido por Ole Bornedal

Estudante de direito (Ewan McGregor), em seu último semestre, consegue um emprego de vigia noturno em um necrotério. Pouco tempo depois surgem pistas que o incriminam como o principal suspeito de ser um serial killer que mata prostitutas, pratica necrofilia e "assina" os crimes arrancando os olhos das vítimas.

 

Vhs Temporada De Caça, Nick Nolte, Sissy Spacek, James Cobur | MercadoLivre

Temporada de Caça (Affliction, 1997)

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Diretor: Paul Schrader

O xerife (Nick Nolte) de uma pequena cidade em New Hampshire tem diversos desentendimentos com sua ex-esposa e também não se relaciona bem com sua pequena filha, além de ter trauma de infância em virtude das atitudes um pouco violentas do seu pai (James Coburn). Além disto, ele nem conseguir no momento racionar direito por causa de uma forte dor de dente, mas sua namorada o aceita do jeito que ele é. No entanto, ele se vê no meio de um grande problema quando, no primeiro dia da temporada de caça, um amigo leva um rico homem de negócios para caçar cervos, mas o amigo do xerife volta sozinho, pois o caçador oficialmente morreu devido a um tiro acidental. Mas este pacato xerife investiga o caso, pois para ele algo não está se encaixando.

Medo (Angst, 1983)

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Baseado na história do serial killer Werner Kniesek, esse obscuro filme austríaco de 1983 foi o único filme dirigido por Gerald Kargl. Narra a história de um psicopata esquizofrênico, que é liberado da prisão, e imediatamente, sente necessidade de matar. O filme é todo narrado em off, e ouvimos a mente do assassino, o que ele pensa e porque age assim. Ele invade uma casa e mantém como reféns uma senhora, sua filha e o filho doente mental. O psicopara os tortura e ao mesmo tempo, vai tentando entender porquê se excita vendo o sofrimento dos outros. Um impressionante filme, com uso magistral da câmera, a cargo do premiado fotógrafo polonês Zbigniew Rybczyński. Os movimentos são estranhíssimos e ao mesmo tempo inovadores. A direção segura de Gerald Kargl faz o espectador se sentir angustiado. O ator alemão Erwin leder está brilhante, e realmente assustador no seu difícil papel. O filme procura amenizar algumas passagens aterradoras com humor, como por exemplo, nas aparições do cachorro. Mas como um todo, é um filme que causa desconforto, mais por sua crueza e realismo, que mais parece se utilizar de uma linguagem documental, devido aos seus longos planos e uso de câmera na mão. Um clássico, não recomendado para pessoas sensíveis.

Star 80 - Filme 1983 - AdoroCinema


Star 80 (1983)

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O desesperador pseudodocumentário final do escritor / diretor Bob Fosse foi uma biografia realista e perturbadora (contada com flashbacks e uma representação de Hugh Hefner por Cliff Robertson) da página central da Miss agosto de 1979 e a Playmate do ano da Playboy, Dorothy Stratten. O papel-título foi interpretado pela sósia Mariel Hemingway aprimorada com implantes mamários pouco antes das filmagens.

 

A Grande Encrenca - 1 de Abril de 1983 | Filmow

A Grande Encrenca (Screwballs, 1983)

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Diretor: Rafal Zielinski

Nos anos 60, um grupo de cinco alunos de uma escola, cheia de tipos excêntricos, resolvem fazer uma aposta: conquistar a única garota “ainda pura” de todo o colégio, a insuportável e metida Purity Bush (Linda Speciale – BREAKING BAD). Enquanto se sucedem os planos maquiavélicos para ficar com a moça, estes malucos também passam por diversas aventuras sexuais com outras garotas, e que sempre acabam em encrenca. Comédia de sexo adolescente, com piadas um tanto absurdas (como uma bola de boliche presa a uma parte sensível da anatomia masculina, descendo a pista de boliche para um strike!).

 UMA ESCOLA MUITO ESPECIAL, PARA GAROTAS (LEGENDADO/1080P) - 1983 00%2B-%2Bcapa


Phoebe Cates – Private School | Best Celebrity Nude scenes

Private School
Private School

Betsy Russell naked horse riding from cult comedy... - Tumbex

Brinke Stevens & Lynda Wiesmeier / Private School / 1983 / GIF —  Retro—Fucking

Uma Escola Muito Especial - Para Garotas (Private School, 1983)

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Diretor: Noel Black

Uma escola só para garotas fica ao lado de uma academia que funciona só para meninos. Lá, Christine (Phobe Cates), a garota mais popular da escola, conhece Jim (Matthew Modine), o menino mais bonito da academia, e se apaixona por ele. Jim começa a namorar outra menina e Christine se recusa a aceitar

Verão Assassino (L'été Meurtrier, 1983)

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Diretor: Jean Becker

Uma jovem de 19 anos muda-se junto com sua mãe meio-alemã (Maria Machado) e seu pai que está preso a uma cadeira de rodas (Michel Galabru) para uma pequena cidade. Lá a provocativa Eliane (Isabelle Adjani) conhece Pin-Pon (Alain Souchon). No celeiro de sua casa ela encontra um piano e logo depois muda-se para lá, onde passa a tricotar roupas de bebê e a planejar o casamento dos dois. Seu interesse pelo piano é grande e ela procura saber da tia de Pin-Pon quem o entregou numa noite de Novembro de 1955. O porquê de seu interesse nisso e o que a envolve nessa história são perguntas que serão respondidas ao longo desse virtuosamente interpretado psychothriller.

Tudo por uma Herança - 19 de Agosto de 1983 | Filmow 

Tudo por Uma Herança (Easy Money, 1983)

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Diretor: James Signorelli

“Tudo Por Uma Herança” é um veículo para o comediante Rodney Dangerfield. Ele nunca fez muito sucesso no Brasil, apesar da popularidade alcançada no mercado norte-americano. De olhos esbugalhados, o cinquentão era uma versão madura da turma do Saturday Night Live, com quem fez o sucesso “Clube dos Pilantras” (Caddyshack, 1980), coestrelado por Chevy Chase e Bill Murray. Da mesma forma, abusava da grosseria e das alusões ao uso de drogas e bebidas alcoólicas.

É assim seu personagem Monty Capuletti, casado e com dois filhos, mas detestado por sua sogra, a milionária Sra. Monahan (Geraldine Fitzgerald). Ela desaprova seus hábitos de beber, fumar, comer, sair para noitadas com amigos, apostar dinheiro em jogos e apreciar um baseado.

Então, a velha senhora bate as botas e deixa 10 milhões de herança para a sua filha. Mas, com a condição de que seu marido se endireite e largue seus péssimos costumes. Assim, cabe a Monty se sacrificar para seguir à risca a lista de restrições deixadas por sua finada sogra. Para este desafio, conta com a cobrança da família e do apoio de seu melhor amigo, Nicky (Joe Pesci). Quem torce contra é Clive Barlow (Jeffrey Jones), o assistente da Sra. Monahan, que é o herdeiro subsidiário da fortuna caso Monty não consiga cumprir as exigências.

O filme se foca nesse desafio, colocando Rodney Dangerfield, um dos autores do roteiro, no protagonismo das situações. Ele chega até a cantar, durante a festa de casamento de sua filha mais velha. Na época, “Tudo Por Uma Herança” conseguiu boa arrecadação nos EUA, mas hoje é difícil rir das piadas sobre as grosserias de Rodney. Quando muito, rimos das cenas de puro pastelão, como quando o bolo de casamento é destruído.

Contudo, o que torna o filme difícil de acompanhar são as pontas não amarradas do roteiro, situações que surgem do nada mas que não são levadas adiante. Como, por exemplo, o fato de Monty ser inspiração para uma coleção e roupas masculinas da loja de departamentos de sua sogra, que inesperadamente faz sucesso.

E faltou ao diretor James Signorelli, egresso do Saturday Night Live, olhar clínico para enxergar a oportunidade de explorar o ator Jeffrey Jones, colocando-o em situações onde procurasse estragar os esforços de Monty, em um papel muito similar ao que seria destaque três anos depois, como o inspetor da escola em “Curtindo a Vida Adoidado” (Ferry Bueller’s Day Off, 1986).

Mas, passados mais de trinta anos de sua realização, o que resta de interessante em “Tudo Por Uma Herança” são as participações dos coadjuvantes Joe Pesci, no agora tradicional papel cômico de baixinho nervosinho, Jennifer Jason Leigh, ainda em começo de carreira, e Sandra Beall, uma belíssima atriz que teve uma carreira meteórica, porém marcante (assista “Key Exchange”, de 1985, entenda por que).

Deathstalker: O Guerreiro Invencível - 2 de Setembro de 1983 | Filmow




Deathstalker: O Guerreiro Invencível (1983)

OK.RU / LEGENDA  ULOZTO

Num tempo e numa terra distantes, o guerreiro Deathstalker luta contra um terrível feiticeiro chamado Munkar, que escraviza todo um reino. Para isso, precisa reunir os três poderes que governam o mundo medieval: a pedra-amuleto, o cálice da visão e um segredo, que será seu maior desafio.

Esta aventura de fantasia de feitiçaria sexista e brega classificada como R (com vários estupros violentos e seios nus) do produtor Roger Corman foi uma versão roubada, clonada e nua de Conan, o Bárbaro (1982) com Arnold Schwarzenegger. Foi produzido por dois argentinos, Hector Olivera e Alejandro Sessa, com uma equipe majoritariamente argentina e dirigido por James Sbardellati. O slogan do filme era: "O Poder da Espada... O Mal do Feiticeiro."

Teve três continuações:

Deathstalker II: Duel of the Titans (1987)

Deathstalker and the Warriors from Hell (1988)

Deathstalker IV: Match of Titans (1991)

 

AS NOVAS SACANAGENS DO VICIADO EM C…  (1985)

ASSISTA O FILME / DRIVEGOOGLE / ULOZTO

Dir. Roberto Fedegoso (David Cardoso)

Continuação de O Viciado em C…, puxando pra pornochanchada. Retornando ao papel do sodomita caipira, Silvio Jr. anuncia seu casamento com um travesti (Patricia Petri). Mas o padre da cidade se recusa a consumar o matrimônio e ainda espalha o fato pra todo mundo, provocando comoção pública e passeatas anti-sodomia. Há participações de vários travestis, e um garoto tem uma vela acesa enfiada no ânus. Nada tão explícito quanto se poderia imaginar, porém. 

Rebelião em Vila Rica (1957) - IMDb

Rebelião em Vila Rica (1957)

YOUTUBE / OK.RU

Dirigido por: Geraldo Santos PereiraRenato Santos Pereira

Decorridos quase dois séculos da Inconfidência Mineira, na mesma cidade onde ocorreu o famigerado evento, um grupo de estudantes rebela-se contra a tentativa de fechamento do parque metalúrgico e a transferência da Escola de Minas e Metalurgia de Ouro Preto para outra cidade.

Um Casamento Perfeito (Le Beau Mariage, 1982)

MEGA

Dirigido por Eric Rohmer

Sabine (Béatrice Romand) é uma estudante de artes de 25 anos, que mantém um relacionamento com Simon (Féodor Atkine), um homem casado. Percebendo que Simon jamais deixará sua esposa, Sabine decide romper o romance. Numa festa de casamento Clarisse (Arielle Dombasle), sua amiga, a apresenta a Edmond (André Dussolier), um advogado mais velho. No mesmo instante Sabine decide que ele será seu marido, mas ele vai embora antes mesmo que possam conversar direito. A partir de então Sabine passa a persegui-lo, telefonando-o insistentemente.

Os Cavaleiros da Sombra - 28 de Setembro de 1982 | Filmow

Os Cavaleiros da Sombra (The Shadow Riders, 1982)

UPTOBOX / OK.RU / 4SHARED

Diretor: Andrew V. McLaglen

Por vezes para se acabar uma guerra tem de se começar outra. Voltando da Guerra Civil, dois homens descobrem que seus irmãos foram sequestrados por rebeldes renegados. Com a ajuda de um veterano e experiente guia, saem no encalço dos familiares. Baseado em obra de Louis L'Amour.

Imagem

O Punho da Morte (1982)

LEGENDA / ULOZTO

No extremo leste, a estrela de grande poder é roubada por uma mulher ambiciosa, que tinha ciúmes da garota da selva que foi enviada pelos deuses, também consegue seqüestrá-la. Esta missão só será resolvida por Santo, o homem mascarado de prata que terá que salvar a garota e recuperar a estrela para devolver a tranqüilidade à cidade.

Estranhas Metamorfoses - Filme 1983 - AdoroCinema


Estranhas Metamorfoses (Xtro, 1982)

OK.RU

Diretor: Harry Bromley Davenport

Teve duas seqüências. Praticamente a única reivindicação à fama neste filme bizarro, psicossexual, incoerente e explorador foi a estréia nua (e no cinema) da animada atriz inglesa Maryam d'Abo, que iria aparecer como uma Bond girl no filme The Living Daylights (1987).

O garoto Tony tem seu pai levado por seres extraterrenos num disco voador e fica traumatizado com a experiência. Porém o pai de Tony volta à Terra três anos depois em forma extra-terrestre e depois assume uma forma humana e tenta então se aproximar do garoto, e sua esposa, agora casada com um outro homem.

Artigo - Pink Floyd: The Wall

Pink Floyd – The Wall (1982)

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O filme de Alan Parker foi baseado no bem-sucedido álbum de rock de 1979 do Pink Floyd. segmentos de vídeo do cantor de rock esgotado e deprimido Pink (Bob Geldorf) em um quarto de hotel em Los Angeles. Ele estava assistindo TV sem pensar - ele havia construído uma parede protetora física e metafórica ao seu redor após a morte de seu pai, enquanto experimentava flashbacks de sua vida e tentava derrubar a parede.

Continha cerca de 15 minutos de segmentos animados com tema adulto do cartunista político/ilustrador Gerald Scarfe com simbolismo freudiano simbólico, sexualmente explícito e botânico que apresentava um motivo misógino de mulher como destruidora/devoradora); na cena apaixonada das "flores" antes da canção de rock "Empty Spaces", duas flores, uma com a forma de um órgão masculino e a outra como um órgão feminino - se transformaram em um casal tendo relações sexuais e então se envolveram em uma luta sangrenta quando a mulher flor revelou dentes afiados e devorou ​​o macho.

Na sequência final do julgamento (com Pink em julgamento e retratado como uma boneca de pano dentro de sua parede de blocos de concreto), uma criatura gigante chamada Juiz Arse, que parecia ser um conjunto gigante de nádegas (encimado por uma peruca) que falava fora de seu ânus em uma cena de tribunal canguru; finalmente ordenou e gritou: "Derrube a parede" - e a parede de tijolos explodiu em muitos fragmentos para libertar Pink.

Filme - As Parceiras (Personal Best) - 1982

TUDO PEL VITÓRIA: AS PARCEIRAS (Personal Best, 1982)

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Esta é a história de 4 anos da vida de duas atletas: Chris e Terry conheceram-se em 1976 nos Jogos Pan-Americanos. Tornam-se amigas, amantes e por fim adversárias ao longo do tempo em que vão treinando para estarem presentes nos Jogos Olímpicos.

O inovador filme de estréia na direção do diretor/escritor Robert Towne também foi o tratamento mais franco de Hollywood ao lesbianismo até aquele momento. Ele celebrava o atletismo feminino e a sexualidade, com o slogan sugestivo: "Como você compete com um corpo que já entregou ao seu oponente?"

O ousado filme esportivo enfatizou a relação naturalmente espontânea entre duas mulheres atletas de atletismo que estavam em treinamento para as Olimpíadas de 1980:

Chris Cahill (Mariel Hemingway, de 18 anos, na época das filmagens, em seu primeiro papel principal), uma estrela bissexual do atletismo

Tory Skinner (estrela da pista da vida real Patrice Donnelly), pentatleta lésbica mais velha

O filme era conhecido pela nudez frontal, especialmente por suas sequências fumegantes de 'banho de vapor' de atletas nuas. Depois de um treino suado em um jogo de futebol de toque, as atletas se aqueceram em um spa quente, enquanto a câmera girava lentamente da direita para a esquerda, enfatizando seus corpos tensos.

Uma das atletas negras com sobrepeso, Nadia "Pooch" Anderson (Jodi Anderson), propôs uma piada racista obscena: "Vocês sabem por que os homens orientais têm olhos puxados e dentes salientes?" - e então fez um gesto como um homem se masturbando com o rosto amassado.

O lesbianismo entre as duas corredoras foi retratado com sensibilidade. Enquanto elas se deitavam nuas, elas se revezavam tocando-se suavemente e dando prazer uma a outra, como Chris observou: "Nunca fiz isso antes." A experimentação de Chris foi apenas uma fase, pois na conclusão do filme ela saiu com o jogador de pólo aquático Denny (Kenny Moore).

 O Fundo do Coração - Filme 1982 - AdoroCinema

O Fundo do Coração (One from the Heart, 1982)

MEGA / ULOZTO

Diretor: Francis Ford Coppola

No fim de semana do Dia da Independência, numa Las Vegas onírica, Hank (FREDERICK FORREST) e Frannie (TERI GARR) decidem que seu casamento chegou ao fim e se separam. Durante o feriado, eles buscam outras paixões, mas descobrem que estas são tão ilusórias quanto o falso brilho da cidade que os cerca.

Embora passado inteiramente em Las Vegas, o filme foi totalmente rodado em estúdio, num trabalho inacreditável de Dean Tavoularis, como se estivéssemos ainda anos 40. Foi essa a razão por que Coppola perdeu tanto dinheiro - o filme custou U$ 23 milhões, uma enorme quantia na época - e quase foi à falência com sua firma Zoetrope.

Grande fracasso de crítica e bilheteria, acabou virando cult, principalmente por causa de alguns momentos: o avião que passa no cenário, Nastassia Kinski na taça de champanhe e, principalmente, a trilha musical cantada por Tom Waits com sua voz rouca, que alguns desprezam mas outros acham irresistível.

O filme foi também experimental porque foi dos primeiros a usar o sistema hoje chamado de "video assist", com o qual o diretor tem uma versão em vídeo do que foi feito, para poder ver o que saiu errado e repetir.

De qualquer forma, é um trabalho esquisito, meio romance, meio musical, visualmente notável, mas doce-amargo e com um elenco inadequado (nenhum deles sabe cantar ou dançar, ao menos no filme).

Ou seja, um interessante fracasso mas que não chega a ser um filme muito bom. Foi indicado ao Oscar de melhor trilha musical adaptada.

Liquid Sky - 1982 | Filmow

Liquid Sky - 1982

OK.RU

Dirigido por: Slava Tsukerman

Liquid Sky significa "heroína" na gíria novaiorquina da época.

Alienígenas invisíveis em um disco voador minúsculo vêm à Terra em busca de heroína. Eles pousam no topo de um apartamento em Nova Iorque, onde moram uma traficante e sua amante andrógina, ninfomaníaca e bissexual, que é modelo. Os alienígenas logo descobrem os feromônios criados no cérebro durante o orgasmo e os preferem à heroína, e então os amantes da modelo ninfomaníaca começam a desaparecer. Este cenário incrivelmente bizarro é observado por uma mulher solitária que mora do outro lado da rua, um cientista alemão que está seguindo tanto alienígenas quanto o igualmente andrógino modelo masculino viciado em drogas (os dois modelos são interpretados por Anne Carlisle).

 

 

Garotas da Praia (THE BEACH GIRLS, 1982)

ULOZTO Senha: shareflash.net

Dirigido por Pat Townsend

 Duas amigas de escola,Ducky e Ginger, encontram sua tímida amiga, Sarah, em uma casa de praia ao sul da California. A casa é do tio de Sarah, e para a sorte delas,ele deixou que as garotas usassem a casa para passarem suas férias enquanto ele estava fora. Logo depois de Ducky e Ginger chegarem, as duas planejam fazer festas selvagens na casa,mas não sem resistência por parte da amiga Sarah. As duas garotas continuam seus planos para mais festas, que incluem pessoas que foram convidadas, pessoas que faziam entregas para a casa, e pessoas que passavam por lá.

Um Lugar Qualquer | Trailer legendado e sinopse - Café com Filme

Um lugar qualquer (Somewhere, 2010)

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Exercício de drama intimista de Sofia Coppola, mais radical que ENCONTROS E DESENCONTROS. Aqui, ela abusa de Antonioni, na questão da incomunicabilidade. Muitos planos longos, sem ação, só imagens, a melancolia, o tempo morto, onde nada acontece. Uma crítica feroz ao culto das celebridades, Sofia desconstrói essa vida glamurosa dos atores. Algumas cenas são antológicas: a da moldagem da máscara de envelhecimento, o da entrega do prêmio na tv italiana. Stephen Dorff e Ellen Fanning estão soberbos, e o filme exala tristeza. A trilha sonora é deliciosa, e a fotografia belíssima. Atenção, repito: o filme tem um ritmo muito lento, e Sofia provoca o espectador em cenas longas sem ação.
Vale dizer também que o filme é uma espécie de releitura de Encontros e desencontros. E fica óbvio também que existe muito de autobiográfico no filme, na relação de Sofia e seu pai Coppola, quando ele filmava mundo afora, carregando Sofia pequeninha por países exóticos. Vazio existencial e frieza narrativa, esses são os temas de Sofia

Assistir Minhas Mães e Meu Pai online no Globoplay

Minhas mães e meu pai (The kids are alright, 2010)

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Diretora: Lisa Cholodenko

Excelente comédia dramática, com atuações sensacionais de Juliane Moore, Annete Benning e Mark Ruffalo. Um roteiro inteligente, sensível, emocionante
Um casal de lésbicas tem um casal de filhos, gerado por um doador de esperma. 18 anos depois, esse doador surge na vida da familia, e balança toda a estrutura.
Muitas cenas antológicas de intensa comédia e dramaticidade, provando que graças a Deus, existe vida inteligente no cinema independente americano. A cena do jantar, sob os olhares da personagem de Annete Benning sobre os convidados, é digna de Oscar. Imperdível

Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme (Wall Street: Money Never Sleeps, 2010)

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Dirigido por Oliver Stone

Ótimo drama, continuação do sucesso de 87. Aqui retomamos o filme anterior. Gordon Gekko é solto da prisão, após anos preso por informações na bolsa que o favoreciam.
Paralelo, temos a história de sua filha que o rejeita, que está de namoro com um jovem ambicioso. O jovem acaba se aproximando de Gordon, contra a vontade da moça, e acabam juntando forças, mas uma reviravolta na trama faz tudo cair por água abaixo.
Excelentes atuações de Michael Douglas, Lia Shabeouf, Carey Mulligan, Susan Sarandon, Joh Brilon, Frank Langella. O filme é costurado de uma forma clássica, elegante, cinemão mesmo, com ótima trilha de David Byrne. A montagem é do cacete, e alguns planos são bem elaborados.
Apesar da dificuldade de se acompanhar tantos termos técnicos da galera da bolsa de valores, a gente assiste a tudo com interesse, apesar da trama longa.

 

 

 

Cordialmente Teus Nacional

Cordialmente Teus (2022)

UPTOBOX / DRIVEGOOGLE

Direção: Aimar Labaki

Dez histórias ou uma só. Dez momentos na linha do tempo – 1972, 1999, 1550, 2083, 1891, 2012, 1618 Uma revolta de escravos numa fazenda de café, a tortura de um índio, o sequestro de um embaixador, judeus se escondendo da Inquisição, uma torturada que revê seu torturador na plateia para a qual conta o crime cometido por ele, pai e filho conversando durante a Segunda Guerra, uma viúva que perdeu tudo na Encilhada e é forçada a se casar e perder a liberdade.

Não vale a pena comentar sobre ou assistir a este filme. “Cordialmente Teus” de Aimar Labaki é uma das piores produções cinematográficas – o uso da palavra aqui é aplicada com muita dor – neste ano de 2022. Sem sombra de dúvidas é uma das muitas certidões de óbito do cinema nacional que desmotivam, desencorajam e entristecem a todos os espectadores.

Bom Povo Português (1981)

MEGA

Depois de "Deus, Pátria, Autoridade", Rui Simões, já com alguma distância histórica, em 1981, completa com o  "Bom Povo Português", que é o Portugal entre dois momentos históricos cruciais. O PREC (processo revolucionário em curso): entre o dia 25 de Abril de 1974 e o dia 25 de Novembro de 1975 (espécie de contra-golpe militar que, finalmente, implantou a Democracia Constitucional e a Independência das Instituições) ...  É um filme que cobre os acontecimentos sociais e políticos desse período e de alguma ingenuidade de um povo que, em formação politica acelerada, "bebeu" avidamente de todos os compêndios da Ciência Politica (talvez o povo, no mundo, que mais rapidamente aprendeu o que era a esquerda, direita, centro, lado, baixo, cima... etc)... É, por isso, um filme histórico. Assume-se, porém, como filme de intervenção, na linha do cinema militante, amplamente praticado durante a Revolução dos Cravos, inspirado pelos ideais de Maio 68 e por Jean-Luc Godard, na sua fase maoista. O filme de intervenção caracteriza-se por implicar uma tomada de posição ideológica perante a injustiça social, tomada de posição essa que intencionalmente é explícita, sendo geralmente implícita e ténue em obras que não se assumem como tal, mesmo quando o propósito interventivo existe, mas não transparece...

O Cão e a Raposa (The Fox and the Hound, 1981)

ASSISTA ONLINE

Diretores: Ted Berman, Richard Rich, Art Stevens

Uma jovem raposa, Dodó, fica órfão depois que sua mãe é baleada e morta por um caçador. Ele é adotado por uma senhora, dona de uma fazenda, passando então a ser tratado como animal doméstico. Fica amigo de Toby, um pequeno cão de caça, também criança, e pertencente a um mal-humorado fazendeiro chamado Samuel Guerra que, além de tudo, é um famigerado caçador. Certa vez, Guerra persegue o jovem raposo Dodó, atirando com sua espingarda, chutando os latões de leite da senhora que cuida de Dodó.

Os amigos juram-se fidelidade, apesar da enorme diferença entre as espécies. Toby é levado por seu dono para ser treinado noutra fazenda. O tempo passa e ambos crescem, sem voltar a reencontrar-se. Tempos depois, Toby retorna a fazenda que nasceu e termina perseguindo uma raposa, que não era outra senão sua grande amiga Dodó, porém, Toby salva Dodó quando o caçador estava perto de matá-lo. Só que acidentalmente, Dodó machuca o antigo cachorro de Guerra. Toby jura morte para a raposa. Depois de muitas aventuras, a senhora resolve abandonar Dodó na floresta. Sozinho, Dodó se apaixona por Miriam, uma linda raposa fêmea. Em uma caminhada, os dois se deparam com Guerra e Toby, causando mais uma caça a raposa. A caça foi interrompida por um urso. Dodó o confronta e quase morre ao cair em uma cachoeira. Quando Guerra tem a oportunidade de finalmente matá-lo, Toby protege a raposa ficando na frente da mira da espingarda, causando a desistência de Guerra que decide libertar Dodó. Após tudo isso, os dois animais vivem suas vidas separadamente. Embora não nutrem a mesma amizade de quando eram filhotes, os dois têm vidas tranquilas.

Rent Jailhouse Wardress (aka Les gardiennes du pénitencier) (1979) film |  CinemaParadiso.co.uk

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Les gardiennes du pénitencier (Jailhouse Wardress, 1981)

DEPOSITFILES / ULOZTO

DIREÇÃO:Alain Deruelle

Após a queda do Terceiro Reich, todos os oficiais nazistas das SS fugiram para países da América Latina. Lá eles criaram presídios especiais para acondicionar belas mulheres para a satisfação dos desejos sexuais de seus guardas. A principal diretora desta prisão é uma mulher cruel. Seu plano principal é a vingança pela derrota da Alemanha nazista.

DVD Num Lago Dourado

Num Lago Dourado (On Golden Pond, 1981)

OK.RU / ULOZTO / DRIVEGOOGLE

Dirigido por Mark Rydell

Thayer (Katharine Hepburn), sua esposa, para sua casa de verão, que fica às margens de um paradisíaco recanto na Nova Inglaterra. Logo depois chega a filha do casal, Chelsea Thayer Wayne (Jane Fonda), em companhia de Bill Ray (Dabney Coleman), seu futuro marido, e do filho dele, Billy Ray (Doug McKeon), que esperam que o idoso casal cuide do adolescente enquanto viajam para a Europa. Inicialmente o idoso senhor se incomoda com a presença do jovem, mas em pouco tempo o garoto se torna o filho que ele nunca teve e os dois acabam se envolvendo em um acidente.

Um filme que Jane Fonda produziu especialmente para o pai ter uma chance de finalmente ganhar um Oscar (o que acabou acontecendo, ele estava muito doente e este foi seu último papel para o cinema).

Também premiado como roteiro adaptado (o autor Ernest Thompson adaptou peça de sua autoria) e atriz (o quarto para Kate, um recorde!).

Uma fita muito sensível e bonita, delicada e obviamente pessoal (Jane aceitou o papel secundário porque a relação dos personagens faz lembrar sua relação particular com o pai).

A Vingança de Cropsy - Clube do Colecionador

Nude video celebs » Carrick Glenn nude, Carolyn Houlihan nude - The Burning  (1981)Nude video celebs » Carrick Glenn nude, Carolyn Houlihan nude - The Burning  (1981)Shear Inconsistency… THE BURNING Reviewed | House Of FreudsteinThe Burning | Horror Amino

Chamas da Morte (The Burning, 1981)

OK.RU

Dirigido por Tony Maylam

Também chamado de 'A vingança de Cropsy", o filme é um clássico cult pioneiro: lançou as carreiras de Harvey e Bob Wenstein, que aqui lançaram sua primeira produção, em 1981. Também foi o filme que lançou as carreiras de Holly Hunter, Jason Alexander (de "Seinfeld") e Fisher Stevens. Foi também a primeira trilha sonora de um filme de terror composta por Rick Wakeman, do grupo de rock progressivo YES. E para finalizar, o filme é o primeiro do gênero terror a lançar como protagonista um personagem masculino, o chamado "Final boy", contrariando as "final girls" costumeiros no gênero, que são as sobreviventes histriônicas dos serial killers. O filme foi um dos últimos a serem rodados em uma Nova York decadente, principalmente na região de Times Square, que na época, era sórdida e repleta de lojas voltadas para a pornografia e repleto de traficantes e bandidos. Cropsy é o zelador de um acampamento para jovens que é vítima de uma pegadinha de alguns frequentadores. Ele acaba pegando fogo e vai parar no hospital. Cinco anos depois, ele retorna ao acampamento, doido para matar todo mundo que se encontra lá. Antes, ele ainda consegue tempo para matar uma prostituta na Times Square. O filme tem ótimas cenas de assassinato, todas com uma tesoura de jardineiro. O filme é repleto de cenas de nudez total das personagens femininas e muita violência explícita, chavões típicos do gênero, além de punir todo mundo que quer transar. Definitivamente, um dos melhores filmes slashers da história, com várias cenas antológicas, como o massacre da canoa.

Quem Encontra um Amigo, Encontra um Tesouro  (Chi trova un amico, trova un tesoro, 1981)

MEGA / OK.RU

Diretor: Sergio Corbucci

Alan (Terence Hill) perde uma fortuna em corridas de cavalos; para escapar credores, refugia-se no barco de Charlie (Bud Spencer), que se prepara para fazer uma viagem solitária à volta do mundo. Durante a viagem, Alan desvia o barco para uma ilha deserta que, segundo um tio seu, contêm um tesouro daSegunda Guerra Mundial. Mas a ilha não está assim tão deserta. 

Dvd Tarzan - O Filho Das Selvas em Promoção na Americanas


Tarzan, o Filho das Selvas (Tarzan, the Ape Man, 1981)

OK.RU

Direção: John Derek, ecebeu péssimas críticas e rendeu um processo da família de Edgar Rice Burroughs, mas foi sucesso de bilheteria.

James Parker (Richard Harris) está em expedição na África à procura de um lendário homem branco (Miles O'Keefe) que cresceu junto aos animais, longe da civilização. Acompanhado por Jane(Bo Derek), sua filha, eles descobrem que o homem que tanto procuravam é Tarzan. James deseja, acima de tudo, capturar o selvagem e levá-lo para Inglaterra. Percebendo isso, Tarzan irá capturar Jane. Não demora muito para que a atração entre os dois começe a despertar.

Crônica de um Amor Louco - Filme 1981 - AdoroCinema





Crônica de um Amor Louco (Tales of Ordinary Madness, 1981)

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Diretor: Marco Ferreri

Um dos mais elogiados filmes de culto dos anos 80.lnspirando-se na vida e na obra do poeta underground Charles Bukowski,o cineasta Marco Ferreri criou um filme repleto de erotismo e lirismo. Charles Serking (Ben Gazzara) é um poeta rebelde e alcoólico que vive no submundo de Los Angeles, no meio de prostitutas e marginais. Numa de suas maratonas pelos bares, conhece a linda prostituta Cass (Ornella Muti), com quem inicia um tórrido e trágico romance. Poucas vezes se encontram artistas tão em sincronia como Charles Bukowski e Marco Ferreri neste filme. Ferreri adapta um romance chamado "Erections, Ejaculation, Exhibitions, and General Tales of Ordinary Madness" e consegue ser tão honesto como a fonte original. Tal como a maioria dos filmes de Ferreri, foi lançado sob uma certa polémica, mas nada como o tempo para fazer justiça a uma grande obra. Ferreri ganhou aqui, pela única vez na sua carreira, o prémio de melhor realizador nos David di Donatello Awards, que são os Óscares italianos.






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Possessão (Possession, 1981)

OK.RU / DRIVEGOOGLE / DRIVEGOOGLE

Dirigido por Andrzej Żuławski

Versão integral (aqui passou completo mas foi cortado nos EUA) deste filme que já era bizarro e o tempo ainda tornou mais esquisito e incompreensível. Na época o diretor polonês Zulawski estava em crescente prestígio (havia feito "O Importante é Amar" com Romy Schneider) mas depois se repetiu demais, em fitas cada vez mais histéricas e irritantes (teve uma longa relação também com Sophie Marceau).

Na verdade, resiste pelo trabalho dos atores, o jovem neozelandês Neil (bem antes de "Jurassic Park") e principalmente de Isabelle Adjani, que faz papel duplo, a doce professora e a heroína (o que dá margens a várias cenas de gritaria e briga e um momento inacreditável de histeria no metrô). Não é a toa que ela foi melhor atriz em Cannes e depois ganhou o César de atriz também.

Também é interessante a figura do monstro criado por Carlo Rambaldi (a cena em que a heroína transa sexualmente com ele é antológica) e o fato de terem rodado a fita em Berlim, com ruas vazias e a visão permanente do Muro. O filme porém é de difícil compreensão, é difícil justificar seu imaginário que vai crescendo a partir de um casal que tenta se reconciliar mas tem problemas porque ela foi infiel.

É tudo excessivo culminando com um final igualmente maluco. Num determinando momento, a tentação de desligar e fugir de tanta loucura. Inova com um aviso de desaconselhável para menores de 18 anos no início da fita. 

Heavy Metal 2000

OK.RU 

DIREÇÃO: Michael Coldewey, Michel Lemire

Há muito tempo atrás, os arakacianos dominavam as galáxias. Havia terror e devastação. A fonte de sua força terrível encontrava-se em uma câmara do planeta Uroboris. A água lá contida era a promessa de vida eterna. A câmara só podia ser aberta com uma única chave que, se encontrada, levaria seu portador de volta à fonte da imortalidade mas a chave levaria à loucura quem a tocasse. Quando os arakacianos foram finalmente derrotados a câmara foi trancada e a chave lançada no espaço. Por muito tempo ela não foi encontrada, mas Tyler (Michael Ironside), um pirata do espaço, descobre o cristal verde que é a chave para a imortalidade. Enlouquecido, ele promove uma matança contra os habitantes do planeta Eden. A única sobrevivente é Julie (Julie Strain), que jura matá-lo para vingar a morte dos pais e o seqüestro de sua irmã. Mas antes ela precisa impedir que ele chegue ao portal que o tornará imortal.

 Heavy Metal - Universo em Fantasia : Fotos e Pôster - AdoroCinema

Heavy Metal - Universo em Fantasia (1981)

OK.RU / MEDIAFIRE Senha: tdc-teladecinema

Diretor: Gerald Potterton

O filme é uma antologia de várias histórias que se desenvolvem separadamente. No entanto, todas elas partilham algo em comum: o Loc-Nar, um objeto esférico verde altamente poderoso descrito como “a essência de todos os males” o qual se estende por todas as eras, galáxias e dimensões. O próprio Loc-Nar é retratado como personagem, já que é ele quem conta as histórias para o telespectador. Cada enredo vem mostrando as tragédias que esse corpo pode causar de diferentes formas as pessoas, sociedades, mundos entre outros, o que vai desde sua utilização para governar um planeta à transformação de certos personagens em seres monstruosos, como mutantes e zumbis. O destaque vai para as histórias Den, que é uma adaptação de uma das HQs da franquia criada por Richard Corben e Dan O’Bannon, e Taarna, que praticamente dá capa ao filme e é até hoje lembrado como a história principal de toda a animação. Para um filme nomeado como Heavy Metal, suas músicas não poderiam ser de outro gênero que não fosse metal e rock’n roll. Toda a trilha sonora trás bastante carga do rock dos anos 70 e contam com canções compostas por uma verdadeira equipe de gênios musicais, como Black SabbathBlue Öyster CultCheap TrickDevoGrand Funk RailroadJourneyStevie Nicks entre outros. Destaque para a música Heavy Metal de Sammy Hagar que logicamente se tornou o tema do filme.

No ano 2000 veio uma sequência indireta da série, o Heavy Metal 2000, com uma animação bem mais polida sem contar com uma trilha sonora tão boa quanto a anterior. Apesar do bom desempenho no segundo filme, este não atingiu uma popularidade tão grande quanto o primeiro (sem contar os pontos baixos com um enredo bastante linear e alguns CGIs desnecessários). Já em 2012, uma série de TV chamada Métal Hurland Chronicles foi feita na França, mas durou apenas por 12 episódios. No entanto isto não tira todo mérito que Heavy Metal alcançou com sua irreverência e inovação. Sem dúvida algo que qualquer fã do gênero tem a obrigação de assistir.

Death of a Centerfold - Wikipedia

Mulher Ardente (Death of a Centerfold: The Dorothy Stratten Story, 1981)

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O biodrama da diretora Gabrielle Beaumont contou a trágica história da modelo/atriz da Playboy em agosto de 1979, Dorothy Stratten, interpretada por Jamie Lee Curtis em um papel inicial, apenas um ano depois que a Stratten da vida real (na verdade, Dorothy Hoogstraten) foi brutalmente assassinada. 

 

A Filha da Minha Mulher (Beau-Pere, 1981)

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Marion (Ariel Besse), uma jovem de apenas 14 anos, está em uma situação complicada: após a morte inesperada de sua mãe, Martine (Nicole Garcia), ela acaba perdidamente apaixonada por seu padrasto, o pianista Rémi (Patrick Dewaere). Por dificuldades financeiras, ela é enviada por ele para morar com o pai biológico, mas se rebela e fará de tudo para evitar cortar relações com Rémi.

O filme controverso, comovente e bem representado (crível) do diretor Bertrand Blier, devido às suas insinuações de pedofilia, foi inicialmente negado o lançamento nos cinemas pelos distribuidores dos Estados Unidos e teve apenas uma exibição limitada um ano depois.

Para sensacionalizar o filme, um de seus pôsteres franceses (veja acima) exibia uma imagem em plano geral de uma Marion totalmente sem camisa, embora a cena exata não estivesse no filme real.

Tommy (1975) - IMDb

Tommy (1975)

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A ópera-rock (diálogos cantados pelos atores) "Tommy", formada por um elenco de astros, é baseada no disco homônimo de 1969 da banda inglesa The Who.

A parábola concebida pelo guitarrista e compositor Pete Townshend pode soar tanto ambiciosa quanto ingênua e pretensiosa ao questionar o poder dos gurus, dos que se dizem possuidores da verdade e intermediários de Deus.

Tommy pode ser visto apenas como uma fraude forjada para render dinheiro, mas também como alguém que acredita naquilo que prega e tem seu caminho equivocado facilitado pelos fiéis (uma das letras diz: "o Messias aponta para a porta, mas ninguém tem coragem de sair do templo"), tornando-se vítima também do sistema que clama por esse tipo de líder. O que é uma reflexão interessante para os tempos atuais, de fanatismos religiosos vários.

Toda a exuberância de personagens e eventos já existia no disco original, mas ficou ainda mais realçado no filme pela direção do sempre excessivo Ken Russell (George Lucas, em início de carreira, chegou a ser convidado por Townshend para dirigir esse filme).

Como é habitual nos filmes de Russell, o visual é sempre barroco e carregado e o elenco, descontrolado e estimulado ao "overacting". O filme ainda é prejudicado pelos maneirismos de narrativa dos anos 70, mas no conjunto tem muitas idéias interessantes e imagens marcantes.

Naturalmente não é um filme para todos os públicos (quem detesta rock vai achar insuportável, e o fato de atores como Oliver Reed e Jack Nicholson cantarem com suas próprias vozes também não ajuda muito!), mas tem uma merecida fama de cult e muitos admiradores.

O protagonista, o vocalista do The Who, Roger Daltrey, chegou a ser indicado ao Globo de Ouro como ator estreante e tentou uma carreira cinematográfica que acabou sendo modesta e sem grandes resultados.

A seqüência em que o pastor interpretado por Eric Clapton toca guitarra e canta em uma igreja, cercado de imagens de "santos" como Marylin Monroe, foi cortada nos cinemas brasileiros na época, devido ao "desrespeito para com a Igreja".

Para os não-roqueiros a figura mais marcante é Ann-Margret, que, pelo filme, foi indicada ao Oscar de atriz. "Tommy" foi ainda indicado a Oscar de trilha musical adaptada. Chegou a ser adaptado para a Broadway nos anos 90, mas com outra história, tirando a parte de abuso sexual e foi sucesso apenas relativo.

Celebrity nude scenes - Videos & Albums

Malícia (1993)

OK.RU

Diretor: Harold Becker

Tracy Kennsinger (Nicole Kidman) e Andy Safan (Bill Pullman) são um casal feliz e bem sucedido. Ele é um respeitado psicólogo que dá aulas na universidade local, onde acontece um assassinato e, para livrar seu nome da lista de suspeitos, faz um exame de sêmen. Determinado dia, sua esposa passa mal e ele autoriza a retirada de seus ovários para salvar sua vida, o que leva à separação do casal. Tracy processa o hospital onde fez a operação, mas o resultado do teste que fez para a polícia faz com que ele embarque em uma verdadeira investigação para descobrir as verdadeiras intenções de sua esposa.

007 contra Octopussy

007 Contra Octopussy (Octopussy, 1983)

ARCHIVE.ORG

Dirigido por John Glen

Um palhaço foge e, em vez do sorriso, seu rosto demonstra medo. Atrás dele, um atirador de facas, que logo se revelará gêmeo de outro artista com a mesma perfeição macabra em atirar objetos cortantes. O palhaço logo será identificado: trata-se do agente 009, que, esfaqueado com um golpe nas costas, cai num rio e, mesmo ferido, consegue chegar ã residência do embaixador da Grã-Bretanha na Alemanha. Está prestes a morrer, mas consegue entregar-lhe um (falsificado) ovo Fabergé. A peça, de valor incalculável, é apenas o início da intrincada conexão envolvendo contrabando, mulheres, circo, elefantes e um paranóico general da então União Soviética que trama explodir uma bomba em Berlim. Com isso, pretende detonar a Terceira Guerra Mundial.

Entre jogos de gamão, palacetes e lençóis, Bond irá reencontrar Octopussy, filha de um ex-inimigo seu, que se dedica ao contrabando. Ela vive em uma fortaleza, cercada de seguidoras. A vilã não resiste ao charme de 007 e tentará ajudá-lo, mas entre eles há um sinistro príncipe afegão, Kamal Khan, que quer ver o agente e a contrabandista juntos… num caixão. Khan é auxiliado por Gobinda, que tem entre seus hobbies e prazeres terrestres a mania de se livrar dos inimigos do chefe. Os dois vilões trabalham também para o general Orlov. Para driblar a morte e impedir que a bomba seja explodida em Berlim, 007 terá todo o arsenal de “Q” e uma boa dose de sorte para escapar das armadilhas.

Cliente Morto Não Paga - Filme 1982 - AdoroCinema

Cliente Morto Não Paga (Dead Men Don't Wear Plaid, 1982)

OK.RU / DRIVEGOOGLE LEGENDA

Uma idéia curiosa e muito bem executada vinda das mentes do diretor, roteirista e ator Carl Reiner, do astro Steve Martin e ainda de George Gipe. Trata-se de uma história atual, rodada em preto e branco onde um detetive particular contracena, através da magia da montagem cinematográfica com astros famosos do passado, em cenas extraídas de filmes dos anos 40.

Entre eles: Alan Ladd (em "Alma Torturada"), Veronica Lake (em "Capitulou Sorrindo"), Ava Gardner e Burt Lancaster em "Assassinos" (Ava retorna também em cenas de "Lábios que Escravizam"), Fred McMurray em "Pacto de Sangue", Cary Grant em "Suspeita", Humphrey Bogart em vários filmes ("À Beira do Abismo", "No Silêncio da Noite" e "Prisioneiro do Passado").

Além destes vemos ainda Barbara Stanwyck ("A Vida por um Fio"), Ray Millland ("Farrapo Humano"), Charles Laughton e Vincent Price (em "Lábios que Escravizam"), Edward Arnold ("Estrada Proibida"), Kirk Douglas ("Estranha Fascinação"), James Cagney ("Fúria Sanguinária"), Joan Crawford ("Acordes do Coração"), Lana Turner ("Estrada Proibida" e "O Destino Bate à sua Porta"), Ingrid Bergman ("Interlúdio"), Bette Davis ("Que o Céu a Condene").

É claro que a idéia se torna repetitiva, e nem sempre o humor funciona, mas faz brilhante uso da mitologia do film-noir (Martin está de cabelo escuro e é o narrador em monólogos que por vezes chegam a um non-sense) numa sátira afetuosa do gênero e da época. A trilha sonora é do grande compositor Miklos Rosza ("Ben-Hur"). Este foi o último trabalho da grande figurinista Edith Head (a quem o filme é dedicado e por extensão, a todos os grandes "técnicos" de Hollywood).

Apenas o Começo - Filme 2017 - AdoroCinema

Apenas o Começo (Just Getting Started, 2017)

UPTOBOX / DRIVEGOOGLE 

Diretor: Ron Shelton

Dois parceiros de golfe, um ex-agente do FBI (Tommy Lee Jones) e um ex-advogado de criminosos (Morgan Freeman), atualmente em um programa de proteção à testemunhas, precisam colocar suas diferenças e rivalidades de lado para tentar solucionar um misterioso caso e impedir a ação criminosa de um bando de gângsters.

Dvd - A Voz De Uma Geração - Lake Bell | MercadoLivre

A Voz de uma Geração (In A World..., 2013)

UPTOBOX

Direção: Lake Bell

O talento vocal é marca da família de Carol (Lake Bell). Esta jovem trabalha como treinadora vocal, enquanto seu pai é um conhecido dublador de trailers de filmes. Apesar das poucas possibilidades profissionais que ela encontra, seu pai a encoraja a lutar contra o machismo e as dificuldades do emprego para se tornar a voz da nova geração.

Natalie Wood - Aquilo que Persiste - Filme 2020 - AdoroCinema

Natalie Wood - Aquilo que Persiste (Natalie Wood: What Remains Behind, 2020)

OK.RU

Diretor: Laurent Bouzereau

A morte de personalidades em circunstâncias pouco usuais sempre despertam todo tipo de teoria. Elvis não morreu? Michael Jackson teve uma overdose? Marilyn Monroe foi assassinada? Natalie Wood é um destes casos, após ser encontrada morta por ter se afogado ao deixar o barco em que estava. Com um detalhe extra: nele estavam apenas ela, seu marido Robert Wagner, o dono do barco e o também ator Christopher Walken, cujos rumores apontavam um caso com a atriz - nunca confirmado, é bom ressaltar. Quer ambiente mais propício para a proliferação de todo tipo de história sobre o que lá aconteceu?

Sem medo de abordar o tema, o documentário Natalie Wood: Aquilo que Persiste felizmente não se atém apenas ao sensacionalismo para retratar a mulher por trás de tão badalado incidente. Tendo por base depoimentos das filhas da atriz, em especial Natasha, este é um documentário de alto teor íntimo, o que traz prós e contras. A favor está o amplo acesso não apenas a imagens de arquivo, mas também a depoimentos de pessoas próximas à atriz que, talvez, tivessem uma certa resistência a se abrir tanto caso não houvesse o envolvimento de sua própria família. Contra porque esta é uma história pré-contada, uma espécie de versão oficial, escancarada a partir de certas interferências da própria Natasha às falas de entrevistados, especialmente ao depoimento de seu padrasto, Robert Wagner.

Ainda assim, o que se vê é um painel bastante amplo sobre a atriz e, além dela, muito do modus operandi da Hollywood pós-Segunda Guerra Mundial. Por mais que não seja este o tema principal do documentário, é emblemático ver o quanto Natalie esteve sujeita aos interesses dos estúdios durante boa parte de sua juventude, seja determinando quais filmes ela deveria fazer - sem se importar se ela própria queria - ou mesmo na construção de um arquétipo em torno de uma atriz ainda em formação. Tal situação não é propriamente nova, Judy Garland que o diga, mas desperta imediatas reflexões ao ver a própria Natalie, em gravações antigas, relatando a dificuldade que foi atuar em Juventude Transviada (1955) ou em como ficou 18 meses na geladeira, após se recusar a fazer um filme para a Warner. Ecos de um tempo em que atores eram aprisionados por contratos leoninos, cuja única saída era alcançar tamanho estrelato que lhes permitisse peitar seus senhorios. Foi o que Natalie Wood fez.

Tal postura em defesa de sua liberdade de agir e escolher os papéis que desejasse atuar é pontuado em vários momentos do documentário, seja através dos variados relacionamentos amorosos ou mesmo a partir do retrato de algumas de suas personagens mais famosas. Intercalando depoimentos de amigos e parentes a entrevistas de época em que Natalie falava abertamente sobre sua vida pessoal, e muitas vezes de forma bem humorada, Natalie Wood: Aquilo que Persiste vai das consequências em ter iniciado a carreira de atriz com apenas quatro anos aos problemas que teve com os próprios pais, que tanto peso tiveram nas escolhas de vida que tomou. Tudo para ressaltar a mulher por trás do mito, de forma a evitar que sua morte se tornasse maior que o feito em vida. Consegue.

Entretanto, seria impossível fazer um filme sobre Natalie Wood sem mencionar o mistério por trás de sua morte e é este o tema central de seu terço final. A partir de um depoimento doloroso e emocionado de Robert Wagner, muito graças ao fato de ser entrevistado (e defendido) por sua enteada, o ocorrido é abordado sem esconder a polêmica por trás do fato, especialmente em relação ao sensacionalismo de parte da imprensa. Este é um documentário "oficial", não se esqueça. Natural que haja uma defesa à família, ainda mais diante de algo tão traumático.

Mesmo com lacunas sentidas, como depoimentos de Christopher Walken e de Lana Wood, irmã de Natalie que acusou Robert Wagner de tê-la matado, Aquilo que Persiste é tanto uma homenagem competente quanto um painel abrangente sobre sua vida. Poderia também adentrar mais nas minúcias de seus filmes, assim como faz com Juventude Transviada, mas isto seria mais para atender a curiosidade cinéfila. Não é propriamente este o objetivo do documentário, por mais que atinja tal intenção em segundo plano, ao escancarar (de novo) como era a indústria do cinema até poucas décadas atrás.

Uma Cilada para Roger Rabbit (Who Framed Roger Rabbit, 1988)

OK.RU / UPTOBOX

Dirigido por Robert Zemeckis, baseado no romance Who Censored Roger Rabbit?, de Gary K. Wolf

O ano é 1947 em Hollywood e Eddie Valiant (Bob Hoskins), um detetive sem sorte, é contratado para encontrar provas de que Marvin Acme, o magnata da fábrica de piadas e dono da Toontown, está envolvido com a mulher fatal Jessica Rabbit, esposa de Roger Rabbit, o superastro da Marron Cartoon. Quando Acme é assassinado, todos apontam para Roger, que implora ao detetive Valiant para encontrar o verdadeiro malfeitor.

 

Um filme já clássico em que Spielberg conseguiu convencer a Disney e a Warner a deixarem usar seus mais famosos personagens de desenho juntos (reparem como para uma aparição de um astro de um estúdio tem que ter sempre uma semelhante do rival), numa trama onde o maior feito é realmente fazer acreditar que eles são gente, de carne e osso.

Tecnicamente brilhante, tem uma trama tortuosa, meio film noir, que atrapalha um pouco. O protagonista Rabbit (que voltaria depois em alguns curtas produzidos por Spielberg, inclusos nesta postagem) também é meio exagerado e antipático (em compensação Jessica Rabbit é um arraso e super-sensual). A fita mereceu os Oscars de Montagem, Efeitos Sonoros, Efeitos Visuais e um especial pela Direção de Animação (de Richard Williams). A maior brincadeira é tentar identificar a aparição dos personagens famosos.

Foram apenas 3 curtas metragens produzidos em 1989, 1990 e 1993 com personagens do filme “Uma Cilada para Roger Rabbit”, e mostram sempre os bastidores das filmagens no fim, mantendo o ar do filme original.

Tummy Trouble: Bebê Herman engole seu chocalho sem querer, cabendo a Roger Rabbit leva-lo ao hospital.
Roller Coaster Rabbit: Roger Rabbit, Bebê Herman e Sra. Herman estão no parque de diversões. Bebê Herman perde seu balão, e Roger Rabbit precisa protege-lo dos perigos.
Trail Mix-Up: Roger Rabbit, Bebê Herman e Sra. Herman montam um acampamento. Os problemas começam quando Srta Herman resolve ir caçar, deixando o filho aos cuidados do desastrado coelho.

Meu Nome é Radio Dublado

Meu Nome é Radio (Radio, 2003)

OK.RU / UPTOBOX / DRIVEGOOGLE

Direção: Michael Tollin

Anderson, Carolina do Sul, 1976, na escola secundária T. L. Hanna. Harold Jones (Ed Harris) é o treinador local de futebol americano, que fica tão envolvido em preparar o time que raramente passa algum tempo com sua filha, Mary Helen (Sarah Drew), ou sua esposa, Linda (Debra Winger). Jones conhece um jovem “lento”, James Robert Kennedy (Cuba Gooding Jr.), mas Jones nem ninguém sabia o nome dele, pois ele não falava e só perambulava em volta do campo de treinamento. Jones se preocupa com o jovem quando alguns dos jogadores da equipe fazem uma “brincadeira” de péssimo gosto, que deixou James apavorado. Tentando compensar o que tinham feito com o jovem, Jones o coloca sob sua proteção, além de lhe dar uma ocupação. Como ainda não sabia o nome dele e pelo fato dele gostar de rádios, passou a se chamá-lo de Radio. Mas ninguém sabia que, pelo menos em parte, a razão da preocupação de Jones é que tentava não repetir uma omissão que cometera, quando era um garoto.

O Trem do Terror - 3 de Outubro de 1980 | Filmow

O Trem do Terror (Terror Train, 1980)

OK.RU / ULOZTO LEGENDA

O cineasta Roger Spottiswoode estreou nos cinemas com o seu único filme de terror, o slasher "O trem do terror". Spottiswoode viria a ficar famosos pelos seus filmes dos anos 90, mostrando a sua versatilidade: o drama de Aids "E a vida continua", a comédia "Uma dupla quase perfeita", os filmes de ação "Air América" e "O 6º dia", entre outros. A protagonista, Jamie Lee Curtis, tinha acabado de vir do mega sucesso de "Halloween", de 1978. em 1980, ano de "O trem do terror", ela também lançou "O baile de formatura" e "A bruma assassina", também de Carpenter. Dos 3, "O trem do terror" é certamente o mais fraco. Um slasher meia boca, sem mortes violentas e uma trama simples e arrastada. De curiosidade, além de Curtis, é a presença do mágico David Copperfield, no papel de um mágico que entretém os passageiros que viajam de trem no ano novo. Curtis interpreta Alana, uma jovem que tinha sido usada como pegadinha para um rapaz nerd, Kenny, que acabou tendo que se internar em clínica psiquiátrica. Tempos depois, a galera se junta para passar o reveillón no trem, mas um a um, vão morrendo. O filme é uma homenagem a "O assassinato no expresso oriente", e mesmo sendo fraco, tem um desfecho curioso, quando se revela a identidade do assassino.

Humanoids-from-the-Deep

Criaturas das Profundezas (Humanoids from the Deep, 1980)

OK.RU

Dirigido por: Barbara PeetersJimmy T. Murakami

Em uma cidade pesqueira, que já não tem mais o mesmo potencial de pesca, uma indústria pesqueira se prepara para inaugurar sua fábrica de conservas no local prometendo melhores rendimentos e com uma cientista que utilizará uma fórmula para aumentar o tamanho e melhorar a vida dos peixes. Tudo vai indo bem, até que do fundo do mar, aparecem os terríveis peixes-humanos das profundezas.

Parceiros da Noite – Um das Conclusões mais Ambíguas em um Filme Americano  | Blog dos Maníacos por Filme


Parceiros da Noite (Cruising, 1980)

OK.RU

Clássico thriller LGBTQIA+, "Parceiros da noite" se tornou o 1º filme mainstraim de Hollywood a investir no universo gay de forma realista. O filme chocou a todo mundo, foi proibido em vários países e durante as suas filmagens, grupos ativistas gays tentaram paralizar a produção, alegando que o filme denegriam a sua imagem diante do grande público.
Adaptado do livro homônimo escrito pelo jornalista da The New Yorker, Gerald Walker, sobre os assassinatos cometidos contra gays em NY dos anos 70. O filme é uma obra histórica importante por revelar uma Nova York decadente, perigosa e underground, principalmente em 2 de seus maiores ícones turísticos: Time Square e Central Park, famosos até então pela zona de prostituição e sexo livre. Foi o prefeito Rudolph Giuliani e sua política de Tolerância Zero que varreu essa Nova York e a transformou no que ela é hoje em dia. Nos anos 70, Times Square era onde se concentravam casas de sexo, saunas, cinemas pornôs e à noite virava área de prostituição.
Fora isso, tanto Willian Friedkin quanto Al Pacino colocaram suas carreiras em risco. Na época, o filme foi destruido pela crítica e foi fracasso de público. O filme hoje em dia se tornou clássico, Al Pacino é reverenciado pela sua coragem em interpretar um personagem tão controverso e Willian Friedkin pela coragem artística, sem fazer qualquer tipo de concessão. O filme ficou tão realista em sua abordagem do universo gay leather e B&M, que dizem que 40 minutos do filme foram cortados. Em 2013, James franco dirigiu o filme explícito "Interior leather bar", reproduzindo as cenas de sexo explícitas retiradas do filme original.
Al Pacino interpreta Steve, um policial padrão, casado com Nancy (Karen Allen). Ele é convocado pelo Capitão Edelson (Paul Sorvino) a se infiltrar na noite gay para tentar encontrar o paradeiro do serial killer que mata gays. Steve acaba se transformando: ao se infiltrar, ele descobre segredos até então ocultos dentro de si.
Sim, o filme é homofóbico, é mega violento, é misógino. Mas ao mesmo tempo, é uma obra de arte, um filme cruel, sujo, pervertido, fetichista, ousado, corajoso, bravo e certamente, um filme que Hollywood jamais conseguirá fazer novamente. O mundo já foi mais vanguarda.

A Música Não Pode Parar - 20 de Junho de 1980 | Filmow

A Música Não Pode Parar (Can't Stop the Music, 1980)

MEDIAFIRE 01 / 02 / OK.RU

Uma pseudo biografia da banda Village People, o filme gira em torno de Jack Morell (Steve Guttenberg) é um compositor lutando para ganhar fama com suas canções, mas ele precissa de um grupo que as cante. Com a ajuda de Samantha (Valerie Perrine, sua colega de quarto, Jack consegue formar um grupo com seis "macho men".

O filme de estreia da atriz de TV Nancy Walker foi este musical disco pseudo-autobiográfico gay classificado para menores. Foi um grande fracasso e ganhou o Prêmio Razzie de Pior Filme do ano - e também foi indicado como o 'Pior Musical' nos primeiros 25 anos do Razzies. O filme notável (por todas as razões erradas) continha homo-erotismo explícito e evidente na sequência musical YMCA (o famoso número do Village People), e imagens que incluíam nudez masculina frontal completa em um chuveiro no vestiário, sem camisa viril homens, a ex-modelo Samantha Simpson (Valerie Perrine) de espírito livre e topless em uma banheira de hidromassagem com muitos caras e uma imitação da coreografia de sinuca no estilo Busby Berkeley. 

Bad Timing (1980) | The Criterion Collection

Contratempo (Bad Timing, 1980)

OK.RU

O drama/suspense psicológico sombrio e não cronológico do diretor Nicolas Roeg, um filme pornográfico com o subtítulo "A Sensual Obsession", foi condenado por seu distribuidor como um filme "doente" e retirado de seu curto lançamento, e não foi relançado por décadas. O filme continha algum sexo erótico, mas não explícito, e foi considerado problemático por suas performances pouco lisonjeiras e emocionalmente corajosas em relação ao amor obsessivo.

A história, contada em flashback e com uma série de segmentos não cronológicos sobrepostos, era sobre o relacionamento destrutivo, distorcido e perturbador (com o slogan "uma história de amor aterrorizante") na Viena da Guerra Fria entre:

Dr. Alex Linden (cantor pop Art Garfunkel), um assustador, intelectual e frio professor de psicologia de pesquisa americano de Nova York

Milena Flaherty (Theresa Russell) - uma mulher americana de espírito livre, hedonista, extrovertida, semi-alcoólatra e suicida que vive no exterior

O filme inovador abriu com Milena inconsciente em uma ambulância a caminho do hospital, com Alex ao seu lado. Ela havia tentado o suicídio com uma overdose de pílulas para dormir. O estado dela era grave e ele foi questionado de forma suspeita pelas autoridades chefiadas pelo inspetor Netusil (Harvey Keitel), pois Alex a encontrou em coma em seu apartamento e relatou a emergência. Netusil ficou desconfiado e confrontou Alex: "Gostaria de confessar, Dr. Linden?"

Na sala de cirurgia, uma cena era a justaposição intercalada de uma traqueostomia sangrenta sendo realizada na garganta de Milena com um de seus encontros sexuais orgásticos e apaixonados. Ao mesmo tempo, durante uma cena de ressuscitação cardíaca, Alex a confrontava com as palavras: "Para quem?!"

No passado, Alex exibiu controle obsessivo e ciúme de Milena e expressou crueldade violenta e suspeita, especialmente quando descobriu que ela era casada - embora afastada - com o cidadão tcheco Stefan Vognic (Denholm Elliott). O relacionamento deles consistia em uma série de episódios amorosos e brigas, aparentemente condenados por um 'tempo ruim'.

Durante o interrogatório, parecia que Alex havia falsificado alguns dos fatos sobre o momento de sua aparição no apartamento de Milena. Em flashback, foi revelado, na cena mais polêmica e perturbadora do filme, que ele possivelmente havia se despido (cortado a calcinha dela com um bisturi), acariciado ela e depois estuprado seu corpo inconsciente (enquanto repetia: "eu te amo") depois que ela teve uma overdose suicida de comprimidos.

Gigolô Americano - Filme 1980 - AdoroCinema

Anatomy of a Scene's Manatomy: Richard Gere Goes Frontal Early in His  Career for 'American Gigolo'

Gigolô Americano (American Gigolo, 1980)

OK.RU

O elegante e moderno drama policial do início dos anos 80 com atitude do escritor / diretor Paul Schrader foi vagamente baseado no filme do diretor francês Robert Bresson, Pickpocket (1959). Este filme inovador continha nudez masculina frontal completa - uma das primeiras instâncias em um filme convencional para um grande ator de Hollywood.

Foi notado por seu icônico personagem-título - um gigolô americano:

Julian Kaye (Richard Gere), um traficante e gigolô caro, vaidoso e arrogante de Beverly Hills.

Julian aproveitou os frutos luxuosos de seu estilo de vida hedonista (sedas e lençóis Giorgio Armani, um Mercedes 450SL preto conversível) e seu apartamento em Westwood. Kaye dormia com mulheres mais velhas ricas, viúvas, donas de casa ricas, garotas de praia (Playboy Playmate de maio de 1979, Michele Drake e Linda Horn) e turistas estrangeiros.

Uma das parceiras de cama de Julian era Michelle Stratton (a supermodelo Lauren Hutton), uma esposa troféu entediada, infeliz e elegante de um político californiano em ascensão. Eles se conheceram inicialmente em um bar chique de hotel com iluminação avermelhada, onde se envolveram em conversas preliminares sensuais enquanto ela o encorajava: "Meu marido está em Nova York ... não estou esperando por ninguém" e então perguntou: "Por que você venha ate mim?" Ela também perguntou timidamente se ele conhecia a "língua internacional" do sexo e também perguntou enquanto levantava um dedo:

"Quanto você me cobraria?... Só uma foda."

Ele recusou o convite, mas depois ela corajosamente perguntou novamente: "Quero saber como seria foder você. Trouxe dinheiro" - ele respondeu movendo lentamente a mão pelo peito dela até o cinto da capa de chuva e desamarrou isto.

Julian também foi contratado por um cliente rico e sádico de Palm Springs, Sr. Rheiman (Tom Stewart), para fazer amor com sua esposa abusada Judy (Patricia Carr). Enquanto o marido observava, ele a acariciou gentilmente, dizendo:

"Não se preocupe com nada. Eu posso cuidar de você. Eu sei o que você quer... Eu vou cuidar de você. Vou te foder. Vou te foder bem. Eu sei como fazer isso".

Enquanto isso, o marido voyeurista instruiu cruelmente: "Bata nela. Conforme a história avançava, Julian foi incriminado por seu cafetão negro Leon (Bill Duke) pelo assassinato de Judy, e Michelle a princípio relutou em fornecer um álibi para ele devido às ramificações políticas.

Primeiras Carícias - 19 de Novembro de 1980 | Filmowtramatura: Anja Schüte and Thierry Tevini. Tendres Cousines (1980, David  Hamilton). Tumblr Porn

Primeiras Carícias (Tendres Cousines, 1980)

ULOZTO Senha: mari1998

1939. Férias de verão. Julien (Thierry Tevinil), agora com quinze anos, já pode declarar seu amor pela prima Julia (Anja Sute). Mas ela está encantada com o noivo de Claire (Elisa Servier), o galanteador Charles (Jean –Yves Chatelais). Mas os homens do local são convocados para a Guerra, e Julien vira objeto de desejos das mulheres da casa, entre elas Justine (Anne Fontaine) e Madeleine (Carmen Weber). Até que é flagrado por Julia, e o ciúme para indicar a paixão...

Loucuras em Plena Madrugada - Filme 1980 - AdoroCinema

LOUCURAS EM PLENA MADRUGADA / Loucuras à Meia-Noite (Midnight Madness, 1980)

OK.RU / MEGA

Dirigido por Michael Nankin e David Wechter

Cinco grupos de estudantes universitários entram em uma estranha competição, ao estilo "caça ao tesouro". Cada tribo foi separada por cor: Os nerds (usando camisas brancas), as feministas (de vermelho), os atletas (verde), os trapaceiros playboys (azul) e os bonzinhos (amarelo). Durante toda a noite, eles vão percorrer as ruas de Los Angeles e se meter em uma série de confusões e armadilhas para ganhar este jogo. Estreia nas telonas de Michael J. Fox

Dvd As Duas Faces de Zorro - George Hamilton - The Originals

As Duas Faces de Zorro (Zorro, The Gay Blade, 1981)

OK.RU / MEGA

Diretor: Peter Medak

O filme até poderia render uma nova versão para os dias de hoje, embora seja muito difícil algum produtor corajoso bancar a ideia. Aliás, coragem também não faltou aos produtores da época e da Fox por distribuir o filme e lança-lo em grande circuito pelos EUA. Bem, e basicamente o que essa obra faz aqui é pegar a figura emblemática do herói mexicano Zorro e mudar completamente sua orientação sexual. Sendo mais claro, o Zorro deste filme é gay. Imagine o mimimi que isso iria gerar nos dias de hoje se algum produtor resolvesse pegar um personagem muito conhecido do público e o revelasse como gay. Tudo bem que o Zorro para a geração mais nova não possui o mesmo apelo do que os super-heróis da Marvel ou da DC, mas mesmo assim é uma figura icônica para a cultura popular.

A trama na verdade mostra que a figura do Zorro é passada de pai para filho através das gerações, assim como a máscara, o chapéu e a espada. Desta forma, o Zorro original passa seu manto para o filho, Don Diego Vega, igualmente um espadachim talentosíssimo, para que lute em nome dos fracos e oprimidos, contra o governo e os poderosos do México. E o sujeito assim o faz. Mas quando é ferido, ele precisa sair de cena. E é aí que o filme toma as suas liberdades criativas, com a introdução de um irmão gêmeo para Diego, o afetado Ramon. Ambos os personagens são vividos pelo grande George Hamilton. A ideia é muito criativa e divertida, mas o que alguns podem reclamar é da forma exagerada que Ramon é retratado. Bem, ao menos antes, porque hoje o pensamento é que exagerado ou não, cada um pode ser e se comportar como quiser. Desta forma, os figurinos adotados por Ramon na hora de dar vida ao seu Zorro são totalmente espalhafatosos e bem diferentes do discreto e clássico traje preto. Plumas e paetês correm soltas, e a diversão também.

30 Minutos ou Menos Dublado

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30 Minutos ou menos (30 Minutes or Less, 2011)

OK.RU / UPTOBOX / DRIVEGOOGLE

Diretor: Ruben Fleischer

Nick (Jesse Eisenberg) é um entregador de pizza que tem sua vida alterada pelos planos de Dwayne (Danny McBride) e Travis (Nick Swardson), que sonham em se tornar mestres do crime. A dupla sequestra Nick e o obriga a assaltar um banco. Com poucas horas para realizar o crime, Nick pede ajuda a Chet (Aziz Ansari), seu melhor amigo. Ambos precisam enfrentar a polícia e matadores de aluguel, o que coloca em risco a amizade existente entre eles.

Mistério no Bosque (1980)

Olhos na Floresta ou Mistério no Bosque (The Watcher in the Woods, 1980)

OK.RU

Dirigido por John Hough e Vincent McEveety. O filme foi baseado no livro “A Watcher in the Woods” (na tradução literal, “Um Observador na Floresta”, publicado em 1976 e escrito por Florence Engel Randall

Depois de irem morar em uma bela casa cercada por uma floresta no interior da Inglaterra, Jan (Lynn-Holly Johnson) e Ellie (Kyle Richards), filhas de um casal estadunidense, passam a ver coisas e ouvir vozes, além de começarem a ser assombradas pelo espírito de Karen (Katharine Levy), uma garota desaparecida. A Sra. Aylwood (Bette Davis), antiga dona da residência que agora vive na casa de hóspedes ao lado, percebe o comportamento estranho das crianças. Com o novo terror assolando os arredores de sua nova casa, Jan começa a tentar desvendar motivo do desaparecimento da garota, ocorrido há trinta anos atrás.

Mistério no Bosque é um filme comum sobre casas e florestas assombradas, com todos os velhos clichês e elementos do estilo, que ainda assim continuam funcionando sem muita exigência. Uma diferença notável que lhe confere certo destaque é a sempre bem vinda presença de Bette Davis no elenco, mesmo numa participação menor, e o fato de ser uma produção da “Walt Disney”, cujo nome está sempre associado às animações e filmes infanto-juvenis de aventura, comédia e dramas familiares, sem ligação com o horror.

Shame – Crítica (non)sense da 7Arte

Carey Mulligan – (Shame, 2011)Michael Fassbender Frontal GifMichael Fassbender Frontal GifBritish actor Michael Fassbender backside naked and urinating in ShameMichael Fassbender Frontal Gifsexx-tasy: Michael Fassbender # Amy Hargreaves Porn Photo Pics

Shame (2011)

1FICHIER

Diretor: Steve McQueen

Brandon (Michael Fassbender) é um executivo em uma empresa em Manhattan. Ele é bem-sucedido, e tem um apartamento próprio. O que ninguém sabe, é que Brandon é viciado em sexo. Ele se masturba várias vezes ao dia, em casa, no trabalho: acessa sites pornográficos o tempo todo; flerta com mulheres na rua, nos bares, transando com todas elas: contrata prostitutas. Brandon não tem limites. Um dia, sua irmã, Sissy (Carey Mullighan), uma cantora, se hospeda em sua casa. Sissy é carente e promíscua. Brandon e Sissy não se dão bem, e a presença dela o incomoda, ela ocupa o seu espaço e impede que ele manuseie seus apetrechos pornográficos. Brandon se interessa sexualmente por uma colega de trabalho, mas ela o recusa, pois deseja relacionamentos sérios. Sissy e essa colega o desestruturam psicologicamente, e ele sai então para uma longa noite de loucuras. Nesse meio tempo, Sissy, depressiva, tenta o suicídio.
Bom drama, participou da Competição em Veneza em 2011, levando o prêmio de melhor ator para Michael Fassbender. Tanto Fassbender quanto Carey Mullighan se despojaram de sua condição de estrelas do cinema e participam de fortes cenas de nudez e sexo. O filme é um alento ao moralismo e caretice que se apossou do cinema nas últimas décadas. Um filme erótico, belamente emoldurado por embalagem de filme cult. A fotografia é um deslumbre, ressaltando a solidão e melancolia das noites Nova Iorquinas. A edição é curiosa, alternando momentos desconexos com outros de longos planos-sequência. O ritmo é lento, às vezes sem muito foco. O roteiro não traz novidades, apelando inclusive para clichês do tema homem-solitário em Nova York em busca de aventuras. O que realmente interessa aqui são as performances dos 2 atores. É uma bela entrega de ambos para os personagens, destrutivos.

 Obituário - 2006 | Filmow

Obituário (Obituary, 2006)

OK.RU

Dirigido por: John Bradshaw

Denise (Josie Bissett) é a responsável pelo obituário do jornal em que trabalha, enquanto espera pela oportunidade de assumir um cargo de repórter. Quando um jornalista veterano morre, ela acredita que chegou a sua grande chance de investigar um intrigante mistério. Ela encontra um cadáver e suspeita ter visto o nome da pessoa no obituário, antes mesmo da morte ocorrer. Sem ter como provar, ela procura pistas, até que vê um novo nome surgir, de uma pessoa que ainda não morreu.