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Filmes brasileiros da década de 2000 parte 1
Filmes brasileiros da década de 2000 parte 1

 

 

 

 

 

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Casos e Acasos - Episódio 10 - O presente, a sociedade e a tentação (2008)

Amadeu (Emilio Orciollo Netto) é gerente de uma firma de engenharia, mas já está saturado do trabalho. Em uma discussão na empresa, acaba pedindo demissão e revelando falcatruas da equipe. Os funcionários ficam desconfiados uns dos outros e uma crise se instala na firma. Querendo fugir da situação, um dos empregados, Ciro (Bruce Gomlevsky), tenta pegar um táxi e ir embora, em vão. A cidade está alagada e poucas viaturas conseguem transitar pelas ruas.

Muitos moradores do local passam pelo mesmo problema e somente depois de minutos de espera é que Vicente (Tato Gabus), por exemplo, consegue um táxi para levá-lo a um evento. Vendedor de carros, ele não pode deixar de comparecer ao aniversário da filha de seu melhor cliente. Sua esposa Kika (Bianca Byington), no entanto, acabara de fazer uma escova progressiva e não quer correr o risco de molhar seu cabelo na chuva. Enquanto se preocupa com o meio de transporte até a festa, Vicente tem também que acatar os desejos da mulher, que abusa da paciência do marido. Felizmente o taxista Jaime (Phellipe Haagensen) está passando pelo local e recebe o casal de passageiros.

Jaime, porém, não quer demorar a encerrar o expediente de trabalho. Uma linda amiga, Graziela (Grazi Massafera), viera visitá-lo e ele quer aproveitar a oportunidade para paquerá-la. Enquanto não chega em casa, quem a recepciona é seu colega Maurício (Leonardo Miggiorin). Acostumado a fazer chatos favores para Jaime, Maurício reclama com o amigo, mas, ao ver Graziela, fica encantado e muda de opinião.   

 

 

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CASA DA MÃE JOANA (2008)

Juca (José Wilker), PR (Paulo Betti), Antônio Pedro (Montanha) e Vavá (Pedro Cardoso) são amigos que, vagabundos por ideologia e farristas por natureza, moram juntos em um apartamento. Um dia eles decidem aplicar um golpe em uma joalheria, sendo bem-sucedidos. Só que Vavá foge com o dinheiro e com Laura (Malu Mader), a esposa do joalheiro (Cláudio Marzo). Perseguidos e sem dinheiro, resta a Juca, PR e Montanha fazer o que mais detestam para sobreviver: trabalhar.

Direção: Hugo Carvana

Elenco:

  • José Wilker.... Juca
  • Paulo Betti.... PR (Paulo Renato)
  • Antônio Pedro Borges.... Montanha
  • Laura Cardoso.... Herly
  • Hugo Carvana.... Salomão
  • Claudio Marzo.... Leopoldo
  • Malu Mader.... Laura
  • Arlete Salles.... Lola Brandão
  • Pedro Cardoso.... Vavá
  • Juliana Paes.... Dolores Sol
  • Agildo Ribeiro.... Comendador Salles
  • Miele.... Camões
  • Beth Goulart.... Tanatus
  • Cláudia Borioni.... Madame Salles
  • Maria Gladys.... Dona Diamante
  • Lu Grimaldi.... Violeta Viveiros
  • Roberto Maya.... Dr. Jonas, Oficial de Justiça
  • Fernanda de Freitas.... Tatianne

  

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Fumando Espero (2008)

Dirigido pela ex-fumante Adriana Dutra, o documentário é o resultado de uma incessante pesquisa sobre o tabaco. Composto por entrevistados famosos e anônimos, técnicas de difusão e as consequências do uso da nicotina são analisadas, especialmente seu alto nível de dependência química e psicológica.

 

 

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Ai que Vida! (2008)

Em meados dos anos de 1990, a fictícia cidade de Poço Fundo, no interior do nordeste, está vivendo um verdadeiro caos em sua administração pública. O prefeito Zé Leitão (vivido pelo ator Feliciano Popô) é um corrupto de mão cheia, capaz de tudo pelo dinheiro, e o egoísmo é a sua principal característica.

Zé Leitão já governa Poço Fundo há quatro anos, mas nada fez pela cidade em seu mandato. A população não consegue enxergar as coisas ruins que o prefeito faz. São iludidos com as falsas palavras de Zé Leitão e pelos "programas sociais" que são realizados em seu mandato. A micro-empresária Cleonice da Cruz Piedade (vivida pela atriz Antonia Catingueiro) se revolta com os absurdos administrativos de seus governantes, e decide "acordar" o povo sobre a real situação da cidade. Ela luta pelos direitos do povo e consegue arrastar multidões para ouvir seus discursos, tornando-se assim querida por toda a população.

O filme também conta com um triângulo amoroso entre Gerode (vivido por Welligton Alencar), Valdir (vivido por Rômulo Augusto) e Charleni (vivida por Irisceli Queiroz).

Direção: Cícero Filho

Elenco:

  • Irisceli Queiroz - Como Charlene
  • Wellington Alencar - Como Jerod
  • Rômulo Augusto - Como Valdir
  • Toinha Catingueiro - Como Cleonice
  • Feliciano Popô - Como Zé Leitão
  • Rochelle Mourão - Como Oneide
  • Danilo Costa - Como Vanderlei
  • Sara Castro - Como Mona
  • Solange Noleto - Como Xica do Pote

 

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Os óculos de Pedro Antão - 2008

Pedro (Michel Bercovitch) é um jovem médico que gosta de histórias de mistério, por isso é convidado por Mendonça (Bruno Mello) para conhecer um casarão que este havia ganhado de herança. 
A herança veio de um tio, Pedro Antão (Michel Bercovitch), que morrera de forma misteriosa dez meses antes. Pedro cria uma história para explicar a vida enigmática do tio de Mendonça.

Dirigido por: Adolfo Rosenthal

Elenco:

  • Karen Marinho
  • Luiza Tomé
  • Michel Bercovitch
  • Roberto Pirillo

 

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Herbert de Perto - 2008

Eu adoro cinema, claro. Adoro música também. Sou da geração do rock dos anos 80, logo também sou fã de Paralamas do Sucesso. Mas daí a misturar tudo e achar Herbert de Perto um bom filme tem muita diferença. Na verdade, nem sei porque demorei tanto para conferir esse documentário, mas ao contrário de outros bons docs musicais que surgiram no país, esse não fez muito sentido. A sensação que se tem ao terminar de assistir é a de que Roberto Berliner queria criar um mito e apelou para a conhecida força de superação do brasileiro. O apelo para o acidente, suas consequências e a recuperação de Herbert Vianna beiram o sensacionalismo. Apesar do acidente ocupar quase metade do doc, em nenhum momento somos informados do que de fato aconteceu ali, por exemplo.

A fórmula é a mais básica possível, depoimentos, imagens caseiras de bastidores e cenas de shows marcantes, tudo misturado por uma linguagem bem próxima do video clipe. Assim como em A pessoa é para o que nasce, o diretor abusa das inserções de imagens e efeitos, o que torna a edição dinâmica. Mas, tudo soa um pouco vazio. Parece uma grande reportagem televisiva, a exemplo de um Globo Repórter Especial. Falta algo concreto, novo, para se tornar um documentário relevante. 

Ainda assim, é divertido. O diretor, junto com Pedro Bronz, que também assina a direção e a roteirista Chris Alcazar vão resgatar a turma de Brasília, o início da carreira do grupo e relembrar algumas curiosidades como a entrada de João Barone na banda. Em todos os depoimentos é destacado a habilidade que Herbert tinha com a guitarra e sua facilidade para compor. A forma como a necessidade de usar óculos virou inspiração ou a forma como acreditou nos conselhos da mãe vai nos envolvendo. Engraçado que o filme não resgata um dos casos mais interessantes que vi o músico relatar em uma entrevista, falando da falta de apoio do pai no início que o levou a um shopping para mostrar o que "era ser músico", indicando um rapaz tocando violão em uma praça de alimentação. No primeiro grande show do Paralamas, Herbert teria gritado no microfone: "pai, isso é ser músico". Talvez, Hermano Vianna tenha aparecido na tela tão orgulhoso do filho que não coubesse essa história. Ainda assim gosto muito. 

Agora, se era baseado em depoimentos, acho que faltaram outros músicos, amigos, parceiros da banda como Titãs e Kid Abelha, por exemplo. Tirando a família, os demais integrantes da banda e o produtor, apenas Dado Villa Lobos aparece. Fica tudo muito parcial. Tem ainda um depoimento totalmente desconexo de Gilberto Gil na hora em que começa a se falar de Alagados. Fica estranho, já que todos os depoimentos vão construindo o filme, sempre voltando a todos os entrevistados. Mas, tem algumas pérolas como quando vemos Carlinhos Brown compondo Uma brasileira junto a Herbert, em uma cena muito divertida. E claro, há momentos de grande emoção, como o show que ele faz no Sarah Kubitschek, onde fez o tratamento de recuperação e sua volta aos palcos quando canta Se eu não te amasse tanto assim em inglês em homenagem a esposa Lucy. Mais emocionante ainda foi, para mim, lembrar que estava no Parque de Exposições ouvindo ao vivo e desculpando todas suas desafinadas. 

Nesse ponto, o filme gera sentimentos contraditórios. Tenta nos envolver, mas sempre corta antes que as lágrimas caiam. Quer que acreditemos que Herbert Vianna é um gênio da superação, mas como argumento, o mostra frágil. Ainda assim, de uma coisa não temos dúvida ao terminar os créditos, ele sabe tocar uma guitarra como poucos e há letras e músicas inesquecíveis na discografia dos Paralamas que os fazem ainda hoje ser reverenciados como uma das maiores bandas de rock do país. Pena que A Novidade parou há algum tempo. Apesar de não ser um grande filme, é um bom divertimento, principalmente se você é fã da banda.

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Porto dos Mortos (2008)

Dirigido por: Davi de Oliveira Pinheiro

Elenco:

  • Adriano Basegio
  • Isidoro B. Guggiana
  • Leandro Lefa
  • Luciana Verch
  • Rafael Tombini Lockheart
  • Tatiana Paganella

Este filme independente brasileiro acompanha a caçada de um policial vingativo (Rafael Tombini) a um assassino serial misterioso, possuído por um demônio, num mundo devastado onde as regras da realidade são ditadas por magia e loucura, e onde mortos-vivos povoam as cidades devastadas.

 

Última Parada 174 (2008) / Minhateca

Diretor: Bruno Barreto

Elenco:

Michel Gomes - Sandro Barbosa do Nascimento

Marcello Melo Jr. - Alessandro/Alê

Douglas Silva - Patola

André Ramiro - Souza (Policial do BOPE)

Anna Cotrim - Walquiria

Cris Vianna - Marisa

Rafael Logan - Meleca

Hyago Silva - Alessandro/Alê (criança)

Vítor Carvalho - Sandro Barbosa do Nascimento (criança)

Gabriela Luiz - Soninha

Tay Lopez - Pastor Jaziel

Rodrigo dos Santos - Wagner

Ricardo Blat - pedreiro / passageiro grisalho

Yaçanã Martins - funcionária do instituto

Cristina Prochaska - patroa de Marisa

Tereza Vilella Xavier - Janaína Lopes Neves / Refém de Sandro

Rio de Janeiro, 1983. Marisa (Cris Vianna) amamenta o pequeno Alessandro (Marcello Melo Jr.), em sua casa na favela. Viciada em drogas, assiste impotente seu filho ser retirado de suas mãos pelo chefe do tráfico local, devido à uma dívida não paga. Dez anos depois Sandro (Michel Gomes), filho único, vê sua mãe ser morta por dois ladrões. Apesar de ficar sob os cuidados da tia, ele decide fugir e passa a conviver com um grupo de garotos que dorme na igreja da Candelária, onde tem acesso ao mundo das drogas. Apesar de não saber ler ou escrever, Sandro sonha em ser um famoso compositor de rap. Para tanto ele espera a ajuda de Walquíria (Anna Cotrim), que realiza um trabalho voluntário junto a meninos de rua. Só que Sandro testemunha mais uma tragédia, a chacina da Candelária, onde 8 meninos de rua foram mortos pela polícia. Este evento aproxima Sandro e Alessandro, que passam a ter um forte convívio.

  

 

A Mulher do Meu Amigo (2008) / Minhateca

Dirigido por Cláudio Torres

Elenco:

Mariana Ximenes.... Renata

Marcos Palmeira.... Thales

Antônio Fagundes.... Augusto

Maria Luiza Mendonça.... Pamela

Otávio Müller.... Rui

Quando assisti a Redentor, em 2004, tive a impressão de estar diante do nascimento de um grande cineasta. Mas Cláudio Torres não poderia fazer na sequência um filme mais decepcionante do que este A Mulher do Meu Amigo, que por mais incrível que possa parecer é baseado numa peça de Domingos de Oliveira! Largando o Escritório, o título do texto original, certamente deve ser um trabalho menor do criador de obras tão relevantes quanto Amores e Separações. Porque nada minimamente interessante poderia resultar em algo tão catastrófico como o conferido aqui.

A Mulher do Meu Amigo é justamente aquilo que se imagina ao ver o cartaz: uma comédia pastelão em que amigos traem amigos com as mulheres uns dos outros. Marcos Palmeira é casado com Mariana Ximenes, que é amante do melhor amigo dele, Otávio Müller, que por sua vez é marido da Maria Luísa Mendonça, que logo descobre que está apaixonada pelo Marcos Palmeira – e ele por ela. No meio deste “Quatrilho” modernizado, há ainda o pai da Ximenes, interpretado por Antônio Fagundes, que além de sogro é também patrão do personagem do Palmeira. Os dois são advogados, numa empresa daquelas bem clichê: exploradora, milionária, ambiciosa. Num final de semana na casa da serra com os quatro amigos, acaba vindo à tona o que um sente pelo outro, com o protagonista abandonando o trabalho e decretando que a partir daquele momento só irá fazer o que lhe atrai. Ximenes e Müller gostam da ideia. Ele e Mendonça, ainda mais. Só que Fagundes não curte muito – ele quer um neto!

A tentativa de fazer uma comédia de erros é frustrada pela falta de mão do realizador – mais afeito ao humor negro, pelo que se percebe – e pela desorientação do elenco. Cada um está por conta própria, sem direção ou fundamento. A graça alterna entre situações dignas da Zorra Total com outras tão patéticas que chegam a ser merecedoras de pena. Marcos Palmeira, um ator experiente, está completamente equivocado, sem nunca conseguir encontrar o tom exato. O mesmo pode ser dito tanto de Maria Luísa Mendonça – um atriz ótima em drama, porém sem timing para comédia – e Mariana Ximenes é uma intérprete que obviamente rende de acordo com o material fornecido, nunca conseguindo ir além. E quando a fonte é fraca, seu desempenho será equivalente. Já Müller é um erro, grotesco e aparvalhado, enquanto que o único que parece se divertir é Antônio Fagundes – mesmo que seja apenas do lado de lá da tela.

Lançado no centro do país no final de 2008, somente agora A Mulher do Meu Amigo chegou aos cinemas do Sul. E o que intriga não é o por quê da demora, e sim quais são os motivos que levam a distribuidora a insistir num projeto tão fracassado quanto tolo. Mas todos parecem já ter superado o trauma: Claudio Torres vem aí com A Mulher Invisível, também com Maria Luísa Mendonça, enquanto que Marcos Palmeira e Mariana Ximenes estão novamente juntos em Bela Noite Para Voar. Ou seja, se eles conseguiram esquecer rapidamente esta bobagem, nós também somos capazes!

 

 

 

Linha de Passe (2008) / Minhateca

Um filme de Walter Salles, Daniela Thomas com Sandra Corveloni, João Baldasserini, José Geraldo Rodrigues, Vinicius de Oliveira.

São Paulo. Reginaldo (Kaique de Jesus Santos) é um jovem que procura seu pai obsessivamente. Dario (Vinícius de Oliveira) sonha em se tornar jogador de futebol mas, aos 18 anos, vê a idéia cada vez mais distante. Dinho (José Geraldo Rodrigues) dedica-se à religião. Dênis (João Baldasserini) enfrenta dificuldades em se manter, sendo também pai involuntário de um menino. Os quatro são irmãos, tendo sido criados por Cleuza (Sandra Corveloni), sua mãe, que trabalha como empregada doméstica e está mais uma vez grávida, de pai desconhecido. Eles precisam lidar com as transformações religiosas pelas quais o Brasil passa, assim como a inserção no meio do futebol e a ausência de uma figura paterna.