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Filmes brasileiros da década de 70
Filmes brasileiros da década de 70

 

 

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Você Também Pode Dar um Presunto Legal - 1971

Dirigido por: Sergio Muniz

Reflexão sobre a atuação do Esquadrão da Morte e do famigerado Delegado Fleury, chefe do DOPS em São Paulo. Filmado clandestinamente, o documentário nunca foi exibido por representar risco de vida para seu elenco e equipe. Na época, seus negativos foram transferidos para Cuba. Desde de 2006, seu realizador exibe sem muito alarde esta versão em universidades e mostras sobre direitos humanos. Com uma narrativa ainda atual, o documentário utiliza-se de diversos materiais em sua construção – recortes de jornais e revistas, imagens captadas diretamente da televisão, transcrição de depoimentos de pessoas torturadas e fragmentos das obras de teatro “A Resistível Ascensão de Arturo Ui” (Bertold Brecht/Teatro de Arena) e “O Interrogatório” (Peter Weiss/Teatro São Pedro).

Isto é Pelé (1974) / Minhateca

Diretor: Luiz Carlos Barreto

Documentário que narra a vida de Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, contando sua carreira de 17 anos de futebol. Ao lado do gênio Pelé, são focalizadas as grandes conquistas do futebol brasileiro, com ênfase nas Copas do Mundo de 1958 e 1970. Pelé depõe sobre suas qualidades e vemos cenas das partidas mais importantes que disputou, os gols mais emocionantes que marcou, como um testemunho e um legado de ensinamentos para as atuais e futuras gerações do futebol brasileiro. 

Dois Perdidos numa Noite Suja (1970)

Dirigido por Braz Chediak

Elenco:

  • Emiliano Queiroz .... Tonho
  • Nelson Xavier .... Paco
  • Paulo Sacramento .... Banzo
  • Pepa Ruiz
  • Fernando José
  • Vanda Fritzlikaya
  • Romeu Vieira
  • Jota Diniz

Tonho e Paco vivem em um pardieiro e trabalham no mercado. Certa vez, Tonho se desentende com outro carregador, que o humilha, do que se aproveita Paco para ridicularizar o companheiro. Ao saber que Tonho tem um revólver, Paco propõe um assalto. Ante a recusa de Tonho, Paco mente-lhe sobre um acordo de conciliação que fizera com o carregador que havia humilhado o primeiro. Diante disso, Tonho acaba concordando. Os dois assaltam um casal, e na divisão do roubo Paco tenta enganar Tonho. Cansado de humilhações, Tonho empunha sua arma contra Paco. Este não se assusta, lembrando que falta munição. Tonho tira uma bala do bolso, carrega a arma e obriga Paco a bancar uma mulher. O desenlace destas vidas marginais será trágico.

 

Espaço Sagrado (1975)

Direção: Geraldo Sarno

O filme documenta o espaço sagrado de um candomblé típico do Recôncavo Baiano, com suas diferentes origens e sincretismos entre etnias africanas e indígenas; a casa de Exu e a comida sagrada, a camarinha, as ervas para fins rituais e os presentes para Iemanjá.

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O Poder da Mensagem (1975)

Entrevista com Elis Regina 

 

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LUA DE MEL E AMENDOIM (1971)

Elenco:

Episódio Lua de Mel e Amendoim

  • Rossana Ghessa - Márcia
  • Newton Prado - Alberto
  • Otelo Zeloni - Rodolfo
  • Consuelo Leandro - Assunta
  • Gilda Medeiros - Maria Augusta
  • Marina Freire - Dona Regina
  • Felipe Carone - Soares
  • Jairo Arco e Flexa - Alípio
  • Clodovil
  • Maria Alice - Sílvia
  • Homem de Melo - amigo
  • Zuzima - Eleonora Doren (sic)
  • Paulo Galvão
  • Fernando V. de Barros
  • Marlene França - atriz convidada
  • Ruthinéa de Moraes - atriz convidada

Episódio Berenice:

  • Carlo Mossy - Serginho
  • Renata Sorrah - Berenice
  • Vera Gimenez - Vera
  • Suely Fernandes - Maria Helena
  • Cláudia Ribeiro - Bárbara
  • Beatriz Lyra - Mãe
  • Lenoir Bittencourt - namorado
  • Galba Mello - amigo
  • Roderick Cavalcanti - amigo
  • Amando Tapler - gerente
  • Mário Panamá - amigo
  • Otto Aguiar - amigo
  • José Lewgoy - participação especial
  • Darlene Glória - participação especial
  • Ângelo Antonio - participação especial
  • Milito - participação especial

Uma comédia em dois episódios que mostram o estilo de ser do carioca e do paulista. No episódio "Lua de Mel e Amendoim', Alberto, um rapaz de tradicional família paulista e Márcia, filha de industriais italianos estão à beira do casamento e da lua de mel. No segundo episódio, "Berenice", um playboy de Copacabana coleciona calcinha de suas amantes, sustentado pela mãe, que vive cheia de amantes. Tudo muda na sua vida ao conhecer uma jovem chamada Berenice. 

 

 

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O Barão Otelo no Barato dos Bilhões (1971)

MEGA  SENHA PARA DESCOMPACTAR: cinecult

João Otelo dos Anzóis Carapuça (Grande Otelo), conhecido como João-Sem-Direção, é um homem pobre que equilibra seu trabalho em um posto de gasolina com diversos outros bicos, sendo até gândula do Maracanã. Tudo isso para sustentar três mulheres. Sua vida muda ao conhecer Carvalhais (Ivan Cândido), um industrial malandro que quer descobrir a forma infalível de ganhar na loteria. De repente, João se vê milionário e cai nas garras de Maria-Vai-Com-As-Outras (Dina Sfat), líder da alta sociedade, além de ser assediado por um trio sinistro (Wilson Grey, Hildergard Angel e Procópio Mariano), que representam a organização, o público e o mercado. Com sua vida virando de pernas pro ar, João logo vai perceber que só dinheiro não garante a felicidade.

Direção: Miguel Borges

ELENCO
Grande Otelo
Dina Sfat
Milton Moraes
Ivan Cândido
Pelé
Wilson Grey
Procópio Mariano
Rogério Fróes
Zilka Salaberry
Henriqueta Brieba
Hildegard Angel
Elke Maravilha
Tânia Caldas
Vera Manhães
Ana Maria Tornaghi
  

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Brazil, a Report on Torture (Brasil: Um Relato de Tortura, 1971)

Dirigido por: Haskell Wexler, Saul Landau

Documentário raro que retrata o "Grupo dos 70", presos políticos da ditadura militar brasileira que foram libertados e exilados no Chile, em 1971. Nos depoimentos, eles revelam as humilhações e torturas sofridas nos porões da ditadura.

 

 

 

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André, a Cara e a Coragem (1971) / Minhateca

Adolescente chega do interior para tentar vencer na cidade do Rio de Janeiro, mas enfrenta várias dificuldades, mora em pensão barata, torna-se gigolô e engravida uma operária.

Elenco:

  • Stepan Nercessian ... André
  • Ângela Valério ... Marly
  • Echio Reis ... Marujo
  • Antonio Patiño ... Guimarães
  • Elcy Andrade
  • Antônio Augusto
  • Alvim Barbosa
  • Dilberto da Silva
  • José De Freitas
  • Divaldo de Souza
  • Cid Fayão
  • João Gerônimo
  • José Guilherme
  • José Lube
  • Edil Magliari
  • Nelson Mariani
  • Ilva Niño
  • Edilson Oliveira
  • Pichin Plá
  • Maria Regina
  • Emiliano Ribeiro
  • Maria Rita
  • Manoel Santana
  • Eugênio Santos
  • Maria Luiza Splendore
  • Alcidia Tavares
  • Cirene Tostes

Dirigido por Xavier de Oliveira

Cassy Jones, o Magnífico Sedutor (1972)

Cassy Jones é paquerador contumaz, amado pelas mulheres, que começa a se sentir incomodado com o assédio e a perseguição feminina.

Dirigido por Luís Sérgio Person

Elenco:

  • Paulo José.... Cassy Jones
  • Sandra Bréa.... Clara
  • Sônia Clara.... Ingrid
  • Glauce Rocha.... Frida
  • Hugo Bidet.... Rouboult
  • Grande Otelo
  • Carlos Imperial
  • Gracinda Freire
  • Suzana Gonçalves
  • Nilson Condé
  • Henriqueta Brieba
  • Ilva Niño
  • Lenoir Bittencourt
  • Cláudio Ferreira
  • Mano Rodrigues
  • Tatiana Leskova

  

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Oh, que delícia de patrão (1974)

Para a nossa felicidade existe um negócio chamado Canal Brasil. 

Rodado em 1974, finzinho do sonho hippie que aqui no Brasil reverberou em camadas e meio de qualquer jeito, a desopilante comédia “Oh Que Delícia de Patrão” é uma daquelas pepitas que ainda merece maior atenção por parte da “crítica especializada”.

Dividido em dois episódios, o filme traz todos os clichês deste maravilhoso estilo das comédias setentistas. Provavelmente foi exibido no extinto e saudoso “Sala Especial”.

“As Loucuras do Patrão” conta a história do Dr.Felipe (Jorge Dória em atuação magistral) fazendo amor com sua secretária (Marta Moyano, falo mais dela lá embaixo), quando fica com o corpo todo paralisado. Marta, a secretária, liga para o irmão (Carlo Mossy, presença obrigatória neste tipo de comédia) e juntos procuram uma solução para o caso. Uma empresa estrangeira vai chegar em poucos dias para assinar um importante contrato e o patrão está “todo duro”. Assim lá vai o Mossy peregrinar pelas ruas, num Opala amarelo, a fim de achar um sósia que aceite o papel temporário de impostor.

Acham um mecânico tosco (o próprio Jorge Dória em atuação dupla) e obrigam o coitado a aceitar a trama. Obrigam o infeliz a tomar umas aulas de etiqueta: smoking, restaurante chique, boate e até o “Love’s Theme” do Barry White surge na trilha. O Jorge Dória é um trabalhador  humilde e não entende o porque de todos os mimos. Claro que tudo vai se encaminhando para uma grande confusão.

Como o patrão continua imóvel, a Marta vai fazer “uma massagem” no enrijecido chefe, para ver se ele volta ao estado normal , e é repreendido pelo irmão que diz que as massagens dela “não amolecem nada”. Só estes diálogos já valem o filme. Mas tem mais:

- O sósia-mecânico cansado em ter que vestir terno, sapato apertado e gravata (tudo para a tal reunião de negócios), aproveita a distração de todos e foge da mansão do patrão doente. Neste momento, três colegas de  oficina aparecem balançando um bilhete e aos berros gritam que ele acertou sozinho os treze pontos na loteca (lembram disso ?). Agora o mecânico é o mais novo milionário do país.

Com a notícia o Jorge Dória tira toda a roupa, fica  só de cueca e manda aquele gesto da banana para os confusos ex-patrões. Começa a tocar a música “Echoes” do Pink Floyd e na tela surge a palavra fim. Uma proeza !

O segundo epísódio, “Um Brinde ao Patrão”, traz o mesmo elenco do primeiro além da Zezé Macedo, Geórgia Quental e Sônia de Paula. Agora o Jorge Dória é o dono de uma revendedora de automóveis que morre de medo de sua esposa dominadora, ciumenta e meio louca. O que ele não sabe é que sua mulher está lhe traindo com seu melhor funcionário (Carlo Mossy com aquelas costeletas anos 1970).

Como o Dória não agüenta mais tanta confusão com a esposa, e já estava meio sufocado com tanta frescura, resolve não ser mais capacho da mulher e parte para o revide. Arquiteta uma inédita e mal ensaiada  “traição”. O alvo não poderia ser melhor: a atriz argentina Marta Moyano (não sabia desta ponte Brasil-Argentina no ramo da comédia...), loiríssima, na época com 23 anos, nariz arrebitado, magrinha, um espetáculo!

Bem, durante a tentaiva de sedução, o velho patrão  convence a gata a largar o antigo emprego para transforma-la na sua nova secretária. Ela vai, se envolve com o Mossy e desperta a fúria da mulher do chefe. Rola uns desencontros , cenas impagáveis de flagrante, nudez rápida, perseguições automobilísticas e tome, mais humor escrachado. Costurando tudo isso temos um Jorge Dória dirigindo uma Brasília vermelha, externas com o calçadão de Ipanema , mais Pink Floyd na trilha (o filme é 1974, “Dark Side of The Moon” era a bola da vez). Mas o que importa mesmo é a Marta Moyano de calça boca-de-sino não nos deixando nem piscar.

Sacou ? Um barato bicho !

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Os Monstros de Babaloo - 1970

Uma família imperfeita, e muitas vezes grotesca, habita uma pequena ilha metafórica chamada Babaloo, onde podem exercer o máximo de suas estranhas personalidades.

Direção: Elyseu Visconti

  • ELENCO: Helena Ignes, Wilza Carla, Zezé Macedo, Betty Faria, Tânia Scher, Badu, Kleber Santos, Jack de Castro, Dona Yolanda

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Relatório de Um Homem Casado (1974)

Carlos, advogado casado e bem-sucedido, com o incentivo do amigo João Silva, envolve-se com a cliente Norma. O temperamento imprevisível da amante o fascina e seduz. Após conturbada separação, Norma reaparece, exigindo que Carlos deixe a esposa. Torturado, ele segue os conselhos do amigo João, tentando substituí-la por outras mulheres.

Direção: Flávio Tambellini

ELENCO

Françoise Forton (Norma)
Néri Vitor (Carlos)
José Lewgoy (Dr. Francisco)
Otávio Augusto (João Silva)
Fábio Sabag (Cláudio)
Janet Chermont (Célia)
Betty Saddy (Sonia)
Paulo César Peréio (Médico)
Leila Cravo
Cláudia Fontenelle
Lícia Magno 

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Em Busca do Susexo (1970)

Zelinda (Eulina Rosa) é uma moça pura que foi criada com muita rigidez e sacrifício por sua mãe, Helena (Berta Loran). Aos 20 anos, Zelinda trabalha como dançarina num programa de TV. Sempre acompanhada da mãe, preocupada em manter a virgindade da filha, símbolo de sua dedicação à menina, Zelinda encanta sr. Borges (Cláudio Marzo), seu chefe e funcionário muito influente na emissora. A moça reclama ao chefe por ainda receber como figurante sendo que já é dançarina. Borges lhe garante um novo contrato. Quando d. Helena toma conhecimento da promoção da filha, convida Borges para um jantar em sua casa, durante o qual Zelinda o seduz, seguindo orientações da mãe que faz o homem prometer um papel para a filha numa telenovela. Com a promessa, d. Helena permite que a filha passeie a sós no carro do chefe, em que o casal se beija. Zelinda é escalada para a novela e outros programas gravados em São Paulo. A mãe acompanha a viagem da moça, para infelicidade de Borges. Helena passa a oferecer a virgindade da filha em troca de um apartamento, um carro e um bom contrato. Borges não cai no golpe da velha. Zelinda fica grávida, misteriosamente sem perder a virgindade, e diz à mãe que prefere deixar de ser virgem de maneira tradicional. As duas procuram Borges, explicam a situação e lhe oferecem a virgindade sem pedir nada em troca. Borges leva Zelinda para Cabo Frio. O médico que diagnosticara a gravidez de Zelinda descobre que por engano trocara o exame, liga para d. Helena e comunica que a moça não está grávida. A mãe, desesperada tenta completar ligações para Cabo Frio, porém só consegue falar com a filha após o ato consumado...

Elenco:

  • Cláudio Marzo - Borges
  • Eulina Rosa ... Zelinda
  • Berta Loran .... Dona Helena
  • Flávio Migliaccio
  • Silvio Lamenha
  • Moacyr Deriquém

Dirigido por Roberto Pires 

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Cordélia, Cordélia... - 1971

Dirigido por: Rodolfo Nanni

Elenco:

  • Aparecida de Paula
  • Célia Helena Pregadora
  • Célia Padilha
  • Dora Cilento
  • Durval Tercius
  • Francisco Di Franco Leônidas
  • Heron Domingues
  • Ivone Dabrius
  • Joe Kantor Gordon
  • Júlia Lemmertz Cordélia criança
  • Lilian Lemmertz Cordélia
  • Lúcio Kodato
  • Miguel di Pietro Rico
  • Nadir Fernandes
  • Oscar Cabrera
  • Pedro Nanni
  • Pedro Paulo Hatheyer Marcos
  • Rodolfo Nanni
  • Selma Egrei
  • Wesley Duke Lee Otto

Uma mulher de 28 anos, ilhada entre quatro homens, é posta repentinamente ante uma sistemática de vida nunca desejada. As situações vão se desencadeando sob uma perplexidade passiva de Cordélia, que vê sua vida desfolhar, sem que ela mesma perceba a profundidade das situações que a absorvem com a dinâmica de uma vertigem. O marido Leônidas, personalidade sonhadora e dispersiva, é a principal alavanca dos acontecimentos que se precipitam. Ao mesmo tempo em que Cordélia transige em sua vida efêmera, Leônidas se lança numa espécie de aventura política, sem perceberem ambos que suas vidas estão num processo de autodestruição e apoiadas em bases extremamente frágeis.

  

KUNG FU CONTRA AS BONECAS (1975)

MEGA Parte01 / Parte02 SENHA: teladecinema_blog

Direção de Adriano Stuart

Elenco:

  • Antônio Livino Filho
  • Dionísio Azevedo
  • Maurício do Valle
  • Nadir Fernandes
  • Luely Figueiró
  • Edgard Franco
  • Célia Froes
  • David Neto
  • Armando Paschoallin
  • Helena Ramos
  • Fábio Rocha
  • Adriano Stuart
  • Walter Stuart
  • Lucimar Vilar

Chang, um mestiço de chinês com pernambucana, descobre que seu pai e irmã foram assassinados pelo cangaceiro Azulão.Chang se junta com Maria, lutadora de capoeira, para vingar-se, ocorrendo várias lutas com golpes de kung fu, karatê e capoeira. Conseguindo assim arrasar com Azulão e seu bando. Chang parte para o desconhecido… 

 

 

AS CANGACEIRAS ERÓTICAS (1974) / Minhateca

Dirigido por Roberto Mauro

Elenco:

  • Jofre Soares...Toneco
  • Enoque Batista...Cornélio Sabiá
  • Sérgio Hingst...Delegado (participação especial)
  • Marcos Miranda...Paulo Pastor
  • Marcos Rossi
  • Letácio Camargo...Padre Lara
  • Jeová Amaral...jornalista
  • Osvaldo Avila...coronel Demerval
  • Oasis Minniti
  • Marcus Vinícius...noivo
  • Laura Jane...noiva

Cangaceiras:

  • Sônia Garcia
  • Helena Ramos
  • Urbana da Costa
  • Ariane Arantes
  • Angélica de Araújo
  • Sônia Lírio
  • Dalva dos Santos
  • Matilde Mastrangi

Um bando de cangaceiros está acoitado numa fazenda quando é atacado pela volante, graças à traição de outro cangaceiro, Cornélio Sabiá. O capitão do bando é assassinado. Um dos mais leais companheiros do cangaceiro traído, Toneco, consegue fugir levando as duas filhas do capitão e entregando-as ao orfanato do Padre Lara. Passam-se dez anos. O cangaceiro Cornélio Sabiá aterroriza o sertão com seus crimes, enquanto Toneco procura descobrir quem traiu seu chefe e amigo, acabando por ingressar no bando de Cornélio Sabiá. Este fica sabendo que as filhas do capitão estão internadas no orfanato do Padre Lara e são duas lindas moças, ao mesmo tempo em que Toneco descobre o autor da traição ao seu chefe. Cornélio resolve atacar o orfanato e, não encontrando as moças, mata o Padre Lara e uma freira. As moças decidem vingar as vítimas, e depois de intenso treinamento, vão para o sertão. Encontram Toneco ferido. Este, antes de morrer, revela que Cornélio Sabiá fora o traidor de seu pai. Elas partem para a vingança utilizando-se de sua maior arma: o sexo. 

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VESTIDO DE NOIVA (1974)

Baseado em peça homônima de Nelson Rodrigues e dirigido por Antunes Filho, foi exibido na Tv Cultura em 1974 , dentro do programa "Teatro Dois", no formato de teledramaturgia, ou teleteatro. Com atuações de Lílian Lemmertz, Nathália Timberg e Edwin Luisi.

A peça, encenada pela primeira vez em 1943, conta a história de Alaíde, que é atropelada. Enquanto é operada, relembra o conflito com sua irmã, de quem roubou o namorado, e imagina seu encontro com uma cafetina.   

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Anjo Loiro - 1973

Armando (Mário Benvenutti) é um professor quarentão, solteiro, que leva uma vida metódica. Sem se prender a ninguém, tem algumas aventuras e é muito dedicado ao trabalho. Na escola, percebe que um de seus alunos, Mário (Ewerthon de Castro), apresenta declínio nos estudos. Trata de averiguar a causa e descobre que o rapaz está apaixonado por Laura (Vera Fischer), uma colega. Armando vai então falar com a moça e lhe sugere que se afaste de Mário. Mas nessa espinhosa missão, o professor acaba se deixando envolver por Laura.

Dirigido por Alfredo Sternheim

Elenco:

  • Mário Benvenutti.... Armando
  • Vera Fischer.... Laura
  • Célia Helena.... Helena
  • Ewerton de Castro.... Mário
  • Liana Duval.... Sônia
  • Lineu Dias.... Ângelo
  • Ivete Bonfá
  • Roberto Rocco
  • Cláudio Savietto
  • Nuno Leal Maia.... Paulo
  • Léa Surian
  • Vanda Marchetti.... Maria
  • Semme Lufti.... Sérgio
  • Lídia Vani.... mãe de Mário
  • Walter Portela
  • Vicente Tutuilmondo.... Sílvio
  • Gracinda Fernandes.... Sandra
  • Rosemar Di Paula
  • Lino Braga
  • Antônio Carlos Contrera
  • Mia de Almeida
  • Mayara de Castro
  • Carlos de Simone
  • Durvalino de Souza
  • Rui Frete
  • Celso Karan
  • Paulo Lara
  • Hélcio Magalhães
  • Inês Marinho
  • Nelcy Martins
  • Albari Fernando Rosa
  • Wladimir Soares

 

 

O Marginal (1974)

Um menino pobre torna-se marginal notório, após crescer em instituições de caridade. Já adulto, envolve-se com um grupo da alta sociedade e é preso por assassinato. Ao saber que tem um filho de sua relação com uma vedete de teatro-revista, decide mudar de vida.

Dirigido por Carlos Manga

Elenco:

  • Tarcísio Meira .... Valdo
  • Darlene Glória .... Leina
  • Vera Gimenez
  • Carlos Kroeber
  • Ednei Giovenazzi
  • Anselmo Duarte
  • Francisco Di Franco
  • Ruthinéa de Moraes
  • Claudia Wonder ... Karina
  • Maurício do Valle
  • Júlio César

 

Eu Dou O Que Ela Gosta (1975) / Minhateca

Numa pequena cidade do interior, Giovana, de ascendência italiana, ama Marcos, um caminhoneiro pobre. A família é terminantemente contra o romance. O pai da moça, sr. Provologne, quer que ela se case com Carlo, o rico filho de seu correligionário político Coriolano. Carlo, por sua vez, ama Julinha, filha do farmacêutico, candidato da oposição. Coriolano não aceita que eles se casem. Marcos, desesperado com a impossibilidade do romance, manda um lençol com marcas de sangue para o sr. Provologne, como se ele tivesse desvirginado sua filha. A avó da moça tem um acesso de fúria e morre. Embriagado Marcos vai à procura de Coleta, a esposa alcoólatra e adúltera de Viriato, o farmacêutico. Eles passam a noite na carruagem fúnebre que levará o ataúde da avó de Giovana. O casal é descoberto aos olhos de todos os presentes no féretro. Magoada Giovana consente em se casar com Carlo. Este, por não esquecer Julinha, seu grande amor, se mostra impotente. Coriolano toma conhecimento do caso e contrata uma prostituta para tirar esta estória a limpo. O rapaz terá que transar com a meretriz em uma rinha de briga de galo, sob as vistas do pai, do sogro e de dois capangas. Carlo falha. Para preservar a honra da família, Coriolano vai transar com a contratada e morre. Viriato e Provologne resolvem fazer uma coligação política. Giovana e Marcos tramam encenar um relacionamento sexual, para serem flagrados pelo pai da moça. O sacristão bêbado convoca Provologne, que chega ao local acompanhado de dois capangas e Viriato. Na linha de trem eles encontram um casal transando: Carlo e Julinha. Quando estão para ir embora, ouvem ruídos propositais e se deparam com Giovana e Marcos. O pai da moça fica furioso, mas agora nada mais poderá vencer o amor dos quatro jovens enamorados".

 Direção de Braz Chediak

Jotta Barroso

Henriqueta Brieba

Milton Carneiro

Fernanda de Jesus

Monah Delacy

Ênio Gonçalves

Sérgio Hingst

José Lewgoy

Fernando Reski

Telma Reston

Cecil Thiré 

O Estranho Vício do Dr. Cornélio - 1975

Direção: Alberto Pieralisi

Elenco: 
Alcione Mazzeo  (Angélica)
Stan Cooper (Bruno)
Paulo Fortes (Cornélio Mansini)
Tião Macalé (Tião)
Perla (Sandra)
Participação especial: 
Pedro de Lara (James)

Dr. Cornélio, famoso barítono, rico e com importante carreira no Metropolitan de Nova Iorque, se apaixona por Angélica, uma modelo, e lhe propõe casamento. A moça já é amante de Bruno, um boa-vida que escreve roteiros cinematográficos e quer produzir filmes. Na noite anterior ao casamento, Angélica passa a noite com Bruno. Este convence a moça a matar Cornélio, para quem ela apresenta o amante como sendo seu primo. Na lua-de-mel em Cabo Frio, Angélica faz com que Cornélio ingira muitas ostras, no intuito de que contraia tifo. Ele sai ileso da comilança, mas ela acaba contraindo a doença. O casal de amantes tentam vários assassinatos, mas todos falham. Enquanto casada, Angélica não transa mais com o amante, pois ela não quer ser infiel. Prefere ser viúva. Como Cornélio está em uma idade propensa a problemas do coração, eles o induzem a comer muito, fazer muito sexo e muitos exercícios físicos. O cantor faz um eletrocardiograma e descobre que está com problemas cardíacos seríssimos, mas continua a cometer excessos. Bruno, que desde o casamento, passara a ser um habitué da casa, conta para Cornélio que tem um amigo de meia-idade que faz tudo o que o médico não recomenda, e está ótimo. Além do mais, pratica, como jogo erótico, o 'golpe do touro' que consiste no homem deixar a mulher bem na ponta da cama, indo até a parede mais distante, tomar impulso e vir correndo se atirar sobre ela. Dr. Cornélio adora a idéia, e diz que daquele momento em diante este passará a ser o seu estranho vício. Quando o barítono vai praticar o 'golpe do touro' com a esposa, ele escorrega no tapete, cai e bate com a cabeça, vindo a falecer. Depois do enterro, Angélica vai transar com Bruno. Ele resolve praticar também o 'golpe do touro', e tem o mesmo destino de Cornélio. James, o mordomo puritano, resume a moral da história: 'Quem com ferro fere, com ferro será ferido.

Um Uísque Antes ...Um Cigarro Depois (1970) / MINHATECA

Comédia erótica em três episódios, baseada em contos de Orígenes Lessa (“Vingança’ e “Ivone”) e Dalton Trevisan (Mocinha de Luto). 1.º Episódio – Um Uísque Antes: Vingança Publicitário é traído pelo melhor amigo e oferece jantar para vingar-se. Com Mário Benvenutti, Ary Fontoura, Samanta, Ângelo Antonio & Iara Stein. 2.º Episódio - ...: Mocinha de Luto Desvirginada pelo noivo, moça casadoira procura um advogado para defender seus direitos e o solícito rábula passa a confortá-la. Com Murilo Néri, Fregolente, Geraldo Del Rey, Lícia Magna & Neila Tavares. 3.ª Epsódio – Um Cigarro Depois: Ivone Durante o dia, adolescente é tratado dom desdém por sua prima. Mas, durante a noite... Com Flávio Ramos, Murilo Néri, Sônia Calmon & Ângela Vasconcelos.

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O PORNÓGRAFO (1970) / MINHATECA

Numa editora de revistas pornográficas, Miguel Metralha tenta imitar os gangsteres de Chicago. Com a morte do dono ele assume a chefia e tem que enfrentar a cafetina que dava cobertura à publicação, quando ele procura mudar o estilo das revistas.

Direção: João Callegaro

 ELENCO

Stênio Garcia (Miguel Metralha)
Ednardo Pinheiro (Funcionário da revista)
Betinho (Fiscal)
Francisco di Franco (Fábio)
Júlia Miranda (Amante)
Clarice Piovesan (Amante)
Edgar Gurgel Aranha (Peter Aster)
Carlos Reichenbach (Mordomo)
Sérgio Hingst (Chefe)
Liana Duval (Madame Rosália)
Américo Taricano 
Rosângela Maldonado

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O Rei Do Baralho - 1973

Elenco:

  • Cahuê Filho
  • Edson Santos
  • Elisa
  • Elke Maravilha
  • Fininho
  • Grande Otelo
  • Guará Rodrigues
  • Guilherme Guimarães
  • Ivan Cardoso
  • Marta Anderson
  • Wilson Grey

Semi-homenagem do diretor Julio Bressane às chanchadas dos anos quarenta e cinquenta, gênero famoso à época. Um homem se auto-intitula como "O Rei do Baralho" e vive grandes aventuras e desventuras, todas elas previstas por uma duvidosa cartomante, que também prevê o envolvimento do Rei com a sensual Loura do Bacará. 

 

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Memórias de um Gigolô - 1970

Quando morre sua tia, um menino vai morar na casa de uma cafetina. Já adulto, ele se apaixona por uma prostituta mas, para ficar com ela, ele precisa separá-la de seu amante atual.

Dirigido por Alberto Pieralisi

Elenco:

  • Cláudio Cavalcanti .... Mariano
  • Rossana Ghessa .... Guadalupe
  • Jece Valadão .... Esmeraldo
  • Fábio Sabag .... Alceu
  • Afonso Stuart .... Gumercindo
  • Milton Carneiro .... Fernando Franco
  • Neuza Amaral .... Madame Iara
  • Watusi .... Aurélia
  • Estelita Bell .... Marina
  • Elza Gomes
  • Daniel Barcellos
  • Almir Look
  • Mara Carvalho Ferro
  • Roberto Argolo
  • Leda Valle
  • Angelito Mello
  • Fernando José
  • Antônio Patiño
  • Antônio de Cabo 

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Juliana do Amor Perdido (1970) 

O apito de um trem de carga vem mexer com a lembrança e a consciência dos pescadores do litoral. Um estrangeiro, proprietário da ilha, mantém os pescadores escravizados, alimentando seu misticismo através de Juliana, tida como santa em toda a região. Corrompe seu pai, chefe dos pescadores, obrigando-o a manter a santidade da filha. Ela não acredita, mas mantém a santidade para escapar ao assédio dos homens da aldeia, indo buscar uma esperança, na beira da estrada, acenando para Faísca, o maquinista do trem.

Direção: Sérgio Ricardo

ELENCO

Maria Do Rosario
Francisco Di Franco
Ítala Nandi
Antonio Pitanga
Macedo Neto

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A MORTE NÃO MARCA TEMPO (1973) / MEGA

DIREÇÃO: Pereira Dias

O filho de um importante fazendeiro, recém formado e recém chegado da capital, é encontrado morto a tiros, junto a um penhasco. A morte é atribuída a um famigerado bandido que vive foragido na região e a quem a própria polícia teme capturar. A tranqüilidade do lugar é abalada quando corre a notícia de que o bandido se aproxima da vila. Todos tratam de fugir, com exceção do vigário que, após parlamentar com o bandido, deixa-se convencer de que pelos menos com relação àquele crime, ele é inocente. Tendo em mão a prova da inocência do bandido, o padre esclarece tudo e, para evitar um linchamento dá-lhe refúgio na própria igreja. Suspeitando do irmão de criação do morto, também apaixonado pela noiva do rapaz, o padre acaba descobrindo que, além de autor do crime, o irmão de criação é também filho do bandido refugiado na igreja. Enquanto procura meios de resolver o problema à luz da justiça, o bandido, determinado a salvar o filho, resolve enfrentar a polícia e assumir a autoria do crime. 

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Um Soutien Para O Papai - 1975

Elenco:

  • Henriqueta Brieba
  • Íris Bruzzi Lara
  • Jorge Dória Dória
  • José Lewgoy Castrossian
  • Renata Fronzi

Dirigido por: Carlos Alberto de Souza Barros

 Aqui está uma comedia maliciosa que tem a participação de astros da televisão, entre eles Jorge Dória, Iris Bruzzi e José Lewgoy nos papéis centrais. O filme mostra as aventuras de Dória (Jorge Dória), um quarentão que não quer nada com o trabalho e vive às custas da sua mulher (Renata Fronzi), dona de uma fábrica de soutiens. Ele não consegue tirar da cabeça a tentadora e "muito doida" Lara (Iris Bruzzi), esposa de Castrossian (José Lewgoy) sócio da sua mulher. Numa das tentativas, ele consegue conquistá-la e marcam um primeiro encontro, super discreto. Este, acontece num apartamento onde o casal acaba ficando preso por engano. Partem daí as situações hilariantes e inusitadas que envolvem até mesmo o corpo de bombeiros e a televisão, quando o casal tenta fugir. Na confusão, uma surpresa que somente Dória seria capaz de resolver. 

 

 

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Os Devassos - 1972

Dirigido por Carlos Alberto de Souza Barros

Elenco:

  • Jardel Filho
  • Darlene Glória
  • Francisco Di Franco
  • Jorge Dória
  • Milton Moraes
  • Ana Maria Magalhães
  • Fábio Sabag
  • Ana Maria Miranda
  • Wilson Grey
  • Mário Petraglia
  • Carlos Alberto de Souza Barros
  • Hélio Fernando
  • Armando Riggo
  • Sérgio Malta
  • Sindoval Aguiar
  • Raquel Di Biasi

Um professor universitário em conflito com um mundo agressivo e com o desespero de uma mulher que se envolve com ele.

 
 

OS INCONFIDENTES (1972)

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Um grupo de intelectuais e integrantes da elite brasileira se une para libertar o país da opressão portuguesa. Dos engajados no movimento, Tiradentes é o que está disposto a levar a revolução às últimas consequências.

Dirigida por Joaquim Pedro de Andrade

Elenco:

  • José Wilker .... Tiradentes
  • Luiz Linhares .... Tomás Antônio Gonzaga
  • Paulo César Peréio .... Alvarenga Peixoto
  • Fernando Torres .... Cláudio Manuel da Costa
  • Carlos Kroeber .... tte-cel. Francisco de Paula Freire de Andrade
  • Nelson Dantas .... côn. Luís Vieira da Silva
  • Margarida Rey .... Marília de Dirceu
  • Susana Gonçalves .... rainha Maria I de Portugal
  • Carlos Gregório .... José Álvares Maciel
  • Wilson Grey .... Joaquim Silvério dos Reis
  • Fábio Sabag .... Visconde de Barbacena

 

Ana Terra - 1971 / MINHATECA

Em fins da década de 1770, durante o Império, e com a destruição das missões jesuítas, o fazendeiro paulista Manuel Terra leva sua família - a esposa Henriqueta e os filhos Antonio, Horácio e Ana - para uma área gaucha de fronteira onde organiza uma estância de criação de gado e plantação de milho. Constantemente ameaçados pelos bandoleiros armados e grupos de índios sobreviventes das missões ("bugres"), além do temor de invasão por parte dos países de língua espanhola (os "orientais"), Manuel só pode contar com ele e seus filhos e a proteção esporádica das milícias para se defender, uma delas comandadas pelo Major Bandeira. Certo dia, a família socorre um mestiço índio ferido a bala, Pedro Missioneiro, ex-tenente de Bandeira, tencionando mandá-lo embora logo que consiga andar novamente. Mas quando se recupera, Pedro permanece com a família como um valoroso ajudante nos serviços da estância, além de fascinar Ana Terra com sua religião, artes e alfabetismo que aprendera na missão.

Direção: Durval Garcia

Elenco:

  • Rossana Ghessa.... Ana Terra
  • Geraldo Del Rey.... Pedro Missioneiro
  • Pereira Dias.... Manuel Terra
  • Vânia Elisabeth.... Henriqueta
  • Naide Ribas.... Antônio
  • Antonio Augusto Fernandes.... Horácio
  • Rejane Schumann.... Eulália
  • Carlos Castilhos.... Major Bandeira
  • Pedro Machado.... chefe dos bandoleiros
  • Antônio Augusto Fagundes Filho.... Pedrinho
  • Gilberto Nascimento
  • Alexandre Ostrovski
  • Augusta Jaeger
  • Maximiliano Bogo 

 

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Luar do Sertão (1971) / Minhateca

Numa cidadezinha do interior paulista, todos vivem felizes: Tinoco e sua noiva Joana, 
Pirulito e Nhá Barbina. Um dia chegam os homens encarregados de abrir uma estrada de 
ferro e, com eles, os aborrecimentos. Paulo, um dos engenheiros, tenta afastar Joana 
de Tinoco. Este é acusado do roubo do dinheiro dos operários e vai preso. 
Tonico pressiona o delegado a investigar o caso, para que Tinoco prove sua inocência.

Direção: Oswaldo de Oliveira

ELENCO

Tonico
Tinoco
Petrus Bakker
Nhá Barbina
Marlene Costa
Wilson Louzada
Pirolito

 

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Quando as Mulheres Querem Provas (1975)

Direção: Cláudio MacDowell

Elenco:

  • Carlo Mossy... Bira
  • Rossana Ghessa... Marta
  • Henriqueta Brieba... Violeta
  • Rodolfo Arena... Arquimedes
  • Iara Stein... Verônica
  • Shulamith Yaari... Terry
  • Tutu Guimarães... Brigite
  • Hugo Bidet... Dr.Sampaio
  • Fernando José... Antônio
  • Black John... Jorge
  • Dita Côrte-Real... Penha

É comum para boa parte de críticos ignorantes e público idem colocar todo o cinema popular no balaio da pornochanchada, quando sabemos que ele abriga todo um leque variado de gêneros. E mesmo a pornochanchada jamais poderia ser sinônimo de mal cinema, quando, na verdade, o gênero abriga também tantos filmes deliciosos. Como esse Quando as Mulheres Querem Provas.

Dirigido por Cláudio MacDowell e produzido pela Vydia de Carlo Mossy, que faz o protagonista, Quando as Mulheres Querem Provas tem na bula tudo o que as pornochanchadas prezavam: um galã comedor, sexo sem elucubrações, muita cena de cama, e muita mulher com peitinho de fora. Pois seguindo à risca esses mandamentos, o filme pode não ser dos melhores do gênero, mas diverte e prende a atenção.

Quando as Mulheres Querem Provas foi rodado em Vitória, no Espírito Santo, geografia pouco explorada pelo cinema da época, e mesmo o atual, e aqui não se destaca sob a lente da fotografia de José Rosa. Na trama, Carlo Mossy é Bira, um carioca em férias em Vila Velha, onde se hospeda no hotel de um amigo . É nesses domínios que vai conhecer um casal em crise, Stan Cooper e Rossana Ghessa, e fica fascinado pela psicanalista Verônica, interpretada por Yara Stein, casada com o Dr. Sampaio, de Hugo Bidet.

Só que a fama de garanhão de Bira  vai ser maculada por uma confusão envolvendo uma cena de aparente homossexualidade e será divulgada pela cidade inteira, despertando interesse em várias mulheres, as tais que vão querer as tais provas do título.

Como ambiente para os quiproquós de Quando as Mulheres Querem Provas, o hotel é um caso a parte, pois cenário para desfile de toda uma fauna de personagens à volta com sexo. Dentre eles um casal formado por Henriqueta Brieba e Rodolfo Arena, que briga o tempo todo  – e ninguém faz velho ranzinza melhor que o GRANDE Rodolfo Arena.

Há ainda Pedro de Lara, que encarna o moralista de plantão, fazendo discursos, se sacudindo todo, e levando sempre o buquê de flores de praxe.

Pura diversão.

 

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Uirá, Um Índio em Busca de Deus (1973) / MINHATECA

O filme foca a trajetória de Uirá, um índio Urubu-Kaapor, na busca pela "terra sem males". A aventura começa após a morte de seu primogênito, quando ele e sua família decidem sair em busca de Maíra, o Herói criador nas culturas Tupi. Nesse processo, Uirá atravessa o interior do Maranhão e chega à capital, São Luís.

Dirigido por Gustavo Dahl

Elenco:

  • João Borges
  • Gustavo Dahl
  • Capitão João
  • Ana Maria Magalhães.... Maíra
  • Érico Vidal.... Uirá
  • Ana Zilda  

Betão Ronca Ferro (1970) / Minhateca

Direção: Geraldo Affonso Miranda e Pio Zamuner

Elenco:

  • Mazzaropi - Betão
  • Geny Prado
  • Dilma Lóes
  • Roberto Pirillo
  • Araken Saldanha
  • Tony Vieira
  • Dina Lisboa
  • Cláudio Roberto Mecchi
  • Gilmara Sanches
  • Milton Pereira
  • Yaratan Lauletta
  • Carlos Garcia
  • Henricão
  • Judith Barbosa
  • Rogério Câmara
  • Augusto César Ribeiro
  • Fábio Vilela Ribeiro
  • Quinzinho
  • Zequinha
  • Aristides Marques Ferreira
  • Cleusa Maria
  • José Velloni
  • Linda Fernandes
  • o macaco Bob

As paródias que Mazzaropi fez em sua carreira aconteciam mais pelo título ou pela aproximação temática, mas nunca pela essência do enredo. Quer dizer, Mazzaropi queria tirar proveito de certas constantes do gosto popular à época, mas sempre fiel ao seu estilo de fazer filmes, nunca fazendo concessões.

Uma pistola para D'Jeca tem pouco ou quase nada de Django; O Exorcista pouca coisa acrescentou aos filmes Jeca Macumbeiro e Jeca contra o Capeta. Logo, a novelaBeto Rockefeller, fenômeno extraordinário da TV brasileira entre os anos de 1968 e 1969, nada tem a ver com este Betão Ronca Ferro.

É, sem sombras de dúvida, o filme mais "sincero" de Amácio Mazzaropi. Ele presta uma grande homenagem aos artistas mambembes e ao circo. O circo foi sua iniciação artística, sua escola, e, para todos os efeitos, as influências artísticas que Mazzaropi sofrera vieram do picadeiro. É inegável o amor que Mazzaropi tem às artes circenses; o filme é todo contemplação e festa em mostrar os números sob a lona, o riso da plateia, o esperado aplauso.

O circo sempre teve uma posição interessante para o cinema. Desde O Circo (1928) de Chaplin ao popularesco Os saltimbancos trapalhões (1981), esta representação artística autenticamente popular foi homenageada com um quê de mágico.

Betão Ronca Ferro soa um tanto quanto autobiográfico. E aqui parece que tanto o seu jeitão histriônico de atuar quanto a trilha sonora de fanfarra de Hector Lagna Fietta se justificam extraordinariamente, se encaixam com incrível justeza.

 

Um Caipira em Bariloche (1973) / MINHATECA

Direção: Amácio Mazzaropi e Pio Zamuner

Elenco:

  • Amácio Mazzaropi ... Polidoro
  • Geny Prado ... Duvige, esposa de Polidoro
  • Edgard Franco ... Zé Luís
  • Beatriz Bonnet .... Nora, a moça argentina
  • Ivam Mesquita...Agenor
  • Fausto Rocha...Antonio
  • Analu Graci
  • Maria Luiza Robledo
  • Carlos Garcia...Virgílio
  • Judith Barbosa .... Filha de Polidoro
  • Paulo Sérgio(participação especial) interpretando a música: Todo mundo cantando, de Tony Damito
  • Elza Soares(participação especial) interpretando a música: "Rio, carnaval dos carnavais" de Padeirinho, Nilton Russo e Moacir

Aí Mazzaropi resolve "internacionalizar" o seu Jeca. Primeiro filme do comediante paulista rodado fora do País, "Um Caipira em Bariloche" nos causa uma certa estranheza.

Apesar de todos os elementos repetitivos que compõem a sua filmografia, o fazendeiro ingênuo, o "maniqueísmo quadrado", e tantas outras coisas, o que nos chama a atenção é, justamente, a insistência em retratar circunstâncias de desajustes familiares.

Até mesmo o intransigente Polidoro (Mazzaropi) tem seu momento de derrapagem moral, ao esboçar um pular de cerca em uma noite de máscaras. Aliás, a cena do baile de máscaras contém uma das sequências mais cômicas e engenhosas de todos os filmes de Mazzaropi.

Com locações e filmagens em Bariloche, na Argentina, Mazza arranca uma certa poesia nas cenas onde o caipira tenta desastradamente esquiar na neve.

Com uma fotografia excêntrica, que às vezes deforma a imagem das paisagens, dando em muitos momentos uma tosca atmosfera de sonho, "Um Caipira em Bariloche" é uma curiosa e eficaz maneira que Mazza encontrou de "inovar" sem sair da sua congelada "tradição" de fazer filmes. 

 

O Jeca Macumbeiro (1974) /  MINHATECA

Direção:

Pio Zamuner
Amácio Mazzaropi

Elenco

  • Amácio Mazzaropi… Pirola
  • Gilda Valença… Ignácia
  • Joffre Soares… Januário
  • Selma Egrei… Filomena
  • Ivan Lima… Mário
  • José Mauro Ferreira… Zé
  • Maria do Roccio… Ester
  • Aparecida de Castro
  • Felipe Levy
  • Broto Cubano
  • Araken Saldanha
  • Jair Talarico
  • Pirolito
  • José Velloni
  • Miltinho

Possivelmente o pior filme de Amácio Mazzaropi. Talvez porque tenha sido capa da revista Embrafilme ao ganhar o prêmio de campeão de bilheteria, que o "cineasta das multidões" tenha relaxado mais ainda a mão.

Já foi dito várias vezes que os últimos filmes de Mazzaropi vão deixando de ser filmes, e se tornando uma espécie de circo-teatro filmado. É engraçado que, ao lado de uma equipe de técnicos considerada uma das melhores do País, e utilizando recursos muito à frente daquilo que os outros cineastas dispunham, Mazzaropi conseguisse descuidar do argumento, do roteiro e da direção.

Pirola é um pobre caboclo, que recebe a inusitada visita de um amigo seu, o velhinho Nhonhô. Nhonhô pressente a morte, e dá de presente ao pobre matuto um saco cheio de dinheiro. Pirola não sabe o que fazer com o dinheiro, e acaba confiando o saco para o seu patrão, Januário (Joffre Soares).

O personagem de Joffre Soares é um pai-de-santo fajuto, às portas da falência, que acaba tramando algo para ficar com o dinheiro do pobre Pirola. O restante do filme é um amontoado de tentativas de Pirola para reaver o dinheiro.

Com o sucesso comercial de "O Exorcista"