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2020
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Em Guerra com o Vovô - Filme 2020 - AdoroCinema

Em Guerra com o Vovô (The War with Grandpa, 2020)

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Em Guerra com o Vovô, Peter (Oakes Fegley) é forçado a deixar seu quarto quando Ed (Robert De Niro), seu avô, se muda para a casa da família. Insatisfeito em dormir no sótão e determinado a retomar seu espaço, o jovem arma diversas armadilhas para expulsar o avô, no entanto, o velho é mais esperto que o neto e pretende retaliar com seus próprios esquemas e armações. Que comece a guerra!

Dirigido por Tim Hill, baseado no livro infantil de 1984 de mesmo nome de Robert Kimmel Smith.

Elenco

  • Robert De Niro como Ed, pai de Sally, avô de Peter e Mia, e sogro de Arthur.
  • Oakes Fegley como Peter, neto de Ed, filho de Arthur e Sally, e irmão de Mia.
  • Christopher Walken como Jerry, amigo de Ed e marido de Diane
  • Uma Thurman como Sally
  • Jane Seymour como Diane
  • Rob Riggle como Arthur
  • Laura Marano como Mia
  • Cheech Marin como Danny

Bala Perdida (2020) | Trailer oficial e sinopse - Café com Filme

Bala Perdida (Balle perdue, 2020)

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A julgar pela cena inicial de “Bala Perdida”, parece que teremos um daqueles tresloucados filmes franceses de ação na linha das absurdas franquias “Táxi” ou “Carga Explosiva”. O protagonista Alban Lenoir inclusive está bem parecido com Jason Statham (astro da trilogia “Carga Explosiva”), imitando a careca, a barba por fazer e até a cara de poucos amigos. Ele interpreta Lino, um mecânico especialista em tunar carros comuns para lhes dar mais velocidade e potência. Preso após um roubo que dá errado, ele é libertado por um policial gente boa com a condição de modificar as viaturas de sua equipe, de maneira que possam perseguir de igual pra igual os carros de uma perigosa quadrilha de traficantes que age em alta velocidade. Só que aí rola uma reviravolta, e a história que parecia um “Velozes e Furiosos Parte 15” vira um policial mais pé-no-chão: Lino é acusado por um crime que não cometeu e, perseguido pela polícia e pelos bandidos, precisa limpar o próprio nome. Para isso, deve sobreviver tempo suficiente para localizar um certo veículo com uma certa bala perdida encravada no painel, que pode incriminar uma dupla de agentes corruptos e livrá-lo da cadeia. Em seu primeiro longa, o diretor-roteirista Pierret mandou muito bem, com uma trama simples porém bem conduzida, narrada em ritmo alucinante, que não dá trégua para o espectador. As cenas de pancadaria e perseguição de carros foram filmadas sem os exageros ou atentados às leis da física que caracterizam as produções hollywoodianas na mesma linha. O momento em que Lino enfrenta meia dúzia de policiais para fugir de uma delegacia, por exemplo, passa longe daquelas lutinhas coreografadas que infestam o cinema de gênero, mostrando porradas “feias” e bastante realistas – como se os atores estivessem tentando se machucar de verdade. Também ao contrário do que acontece nesse tipo de filme, socos e cacetadas deixam hematomas enormes e bastante evidentes, especialmente no rosto dos personagens. E tudo converge para um ato final eletrizante, em que o protagonista precisa fugir da polícia conduzindo o carro-evidência que os corruptos querem ver destruído (uma situação semelhante ao final de “Rota Suicida”, de e com Clint Eastwood). Em resumo, “Bala Perdida” é um belo filme, e bem filmado também. O diretor parece entender o que funciona e o que não funciona nesse tipo de história, e evita abusar da boa vontade do espectador, ou dos efeitos de computação gráfica. Lembra bastante aqueles policiais com altas doses de ação que Hollywood fazia tão bem nos anos 1970-80, mas cuja receita parece ter desaprendido. Não se espantem se Guillaume Pierret for importado para os States... 

Dirigido por: Guillaume Pierret

Elenco

  • Alban Lenoir Lino
  • Nicolas Duvauchelle Areski
  • Ramzy Bedia Charas
  • Rod Paradot Quentin
  • Stéfi Celma Julia
  • Alexandre Philip Jeff
  • Anne Serra Femme Areski
  • Arthur Aspaturian Kad
  • Damien Leconte Policier commissariat
  • Pascale Arbillot Moss
  • Patrick Médioni Jacques
  • Sam Feuer Arseki (voice)
  • Sébastien Lalanne Marco
  • Stephen Scardicchio Policier BAC
  • Thibaut Evrard Lieutenant Bruno

The Old Guard - Filme 2020 - AdoroCinema

The old guard (2020)

1FICHIER / MEGA

Filme de ação e Aventura, lançada pela Netflix, baseada em graphic novel de Greg Rucka, também autor do roteiro. Muita gente tá falando mal do filme, mas como não tenho referência dos quadrinhos, confesso que adorei. Charlize Theron é das melhores bad ass girl que tem atualmente no cinema, e sua persona de “Furiosa”, celebrizada em “Mad Max”, já deu crias: Ätômica” e agora esse “The old guard”, que certamente terá continuação. O elenco é formado por um elenco globalizado mega bombado: o belga Matthias Schoenaerts (de “Ferrugem e ossos”), o italiano Luca Marinelli (de “Martin Eden”), o holandês Marwan Kenzari (o Jafar de “Aladim”), KiKi Layne (de “Se a rua Beale falasse”), Chiwetel Ejiofor (de “12 anos de escravidão”) e Harry Melling (de “Harry Potter”), no papel do vilão Merreck. Os 5 primeiros fazem parte de um grupo de mercenários imortais, tipo Highlanders. Nos dias de hoje, eles são contratados por um ex-agente da CIA, mas tudo não passa de uma emboscada para comprovar que eles são imortais. Dirigido com bastante competência pela cineasta Gina Prince -Bythewood, do belo drama “A vida secreta das abelhas”, “The old guard” não inova no gênero, mas também não faz feio. É um ótimo passatempo, pipocão, repleto de inclusão na equipe, elenco e personagens, além de trazer uma sub-trama lésbica.

Dirigido por Gina Prince-Bythewood

Elenco

  • Charlize Theron como Andy / Andrômaca de Scythia
  • KiKi Layne como Nile Freeman, ex-fuzileira naval dos EUA que serviu no Afeganistão
  • Matthias Schoenaerts como Booker / Sebastian Le Livre, uma vez um soldado francês que lutou com Napoleão Bonaparte
  • Marwan Kenzari como Joe / Yusuf Al-Kaysani, um guerreiro muçulmano magrebi que havia participado das Cruzadas, bem como o amante de Nicky
  • Luca Marinelli como Nicky / Nicoló di Genova, um ex-cruzador. Ele e Joe começaram como inimigos, mas se tornaram amantes depois de descobrir sua imortalidade
  • Chiwetel Ejiofor como James Copley, ex-agente da CIA que lamenta a perda de sua esposa pela ALS
  • Harry Melling como Steven Merrick, CEO ganancioso de um império farmacêutico
  • Van Veronica Ngo como Quynh
  • Anamaria Marinca como Dr. Meta Kozak
  • Joey Ansah como Keane

Não vamos pagar nada (2020)

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Adaptação cinematográfica da peça teatral escrita pelos dramaturgos italianos Dario Fo e France Rame, com título original de "Não vamos pagar" e também, estréia na direção cinematográfica do diretor de teatro João Fonseca. O filme tem uma narrativa vintage que lembra bastante os filmes do mestre da comédia popular italiana Dino Risi, que se sustentavam em cima de piadas, gags e principalmente, de um elenco estelar. Além do texto mais do que atual, que tem como temas a fome, desemprego e miséria, o filme conta com um mega elenco de comediantes, tanto nos papéis de protagonistas, quanto no elenco de apoio. João Fonseca inclusive mistura de forma sadia e inteligente atores de teatro, cinema e tv: Samantha Schmutz, Edmilson Filho, Flavia Reis, Fernando Caruso, Leandro Soares, Flavio Bauraqui formam os protagonistas. No enorme elenco de apoio, temos Paulinho Serra, Criolo, Paula Sandroni, Dira Camero, entre outros.
Como a fonte é o texto teatral, é possível enxergar no filme uma estrutura de palco onde o elenco desenvolve as suas ações no set principal, que é o apartamento de Antônia (Schmutz) e João (Edmilson Filho). Ela desempregada, ele operário em uma fábrica. Quando Antônia descobre que os preços no mercado subiram, ela faz um levanta com as outras donas de casa exigindo os direitos da população pobre. A confusão se instaura, e todos fazem um saque no mercado. Ao chegar em casa repleta de compras, Antônia conta para a sua amiga Margarida (Flavia Reis) sobre o ocorrido. Temerosas de seus maridos certinhos e conservadores, e da polícia, que está no encalço delas, elas decidem seguir com uma mentira para poderem se dar bem: se dizem grávidas.
Com uma narrativa ágil, o filme faz rir pelo texto engraçado e ao mesmo tempo, ácido e melancólico, atingindo em cheio a máxima que no Brasil, pobre fica feliz por qualquer coisa. Um divertido passatempo.
Dirigido por João Fonseca. O longa é inspirado na peça teatral Non Si Paga! Non Si Paga! de Dario Fo.

Elenco

  • Samantha Schmütz como Antônia
  • Edmilson Filho como João
  • Flavia Reis como Margarida
  • Fernando Caruso como Policial Civil
  • Flávio Bauraqui como Sargento Fonseca, policial militar
  • Criolo como Funcionário do Mercado
  • Leandro Soares como Luís
  • Paulinho Serra como Gerente do Mercado

Moviecom - Viva o cinema! » Um Lugar Silencioso 2

Um Lugar Silencioso 2 (A Quiet Place Part II, 2020)

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Lançado em 2018, "Um lugar silencioso" se tornou o grande filme de terror do ano, lançando e coroando John Krasinsky como um grande diretor de filmes de ação. Um ano depois, a parte 2, inevitável, seria lançada nos cinemas, mas a pandemia atrapalhou a estréia e somente agora, em 2021, o filme foi lançado. Apesar de não ser mais novidade o lance dos alienígenas que são cegos mas que têm um dom para a audição, o filme mantém a tensão e principalmente, extrai o melhor do seu elenco: Evelyn (Emily Blunt), Regan (Millicent Simmonds), Marcus (Noah Jupe) e agora, acrescido de Emmet (Cyllian Murphy). John Krasinsky retorna como o pai da família Lee Abbot em flashback: o filme começa com um prólogo apresentando o dia 1 do apocalipse, o dia em que, a cidade em vida normal, é atacada pela invasão alienígena. Depois, o filme corta pro dia 480, continuando onde acabou no anterior. A família Abbot procura sobreviver e encontrar ajuda com sobreviventes, e recebem ajuda de Emmet. Mas os personagens acabam se separando e aí vem a grande sacada do filme: o filme se divide em 3 núcleos distintos. O espectador acompanha com tensão o destino de cada integrante da família.
John Krasinsky se revela novamente um excelente construtor de climas, e coloca seu elenco em performances maravilhosas. O filme me lembrou em vários momentos de cenas de "Jurassic Park", o grande clássico de monstros ameaçadores.
Escrito e dirigido por John Krasinski

Elenco

  • Emily Blunt como Evelyn Abbott, a viúva de Lee que está determinada a encontrar um novo lar para seus filhos.
  • Cillian Murphy como Emmett, um velho amigo de Lee que agora é um sobrevivente endurecido e desconfiado de estranhos. Murphy descreveu seu personagem Emmett, "Para mim, Emmett representa onde está o coração do mundo agora, o que é: finalmente, sentindo como se todos tivessem desistido. Aí vem essa garota [Regan], que permite que você acredite em mais, e permite que você acredite em si mesmo. Essa ideia, eu sempre fiquei realmente encantado."
  • Millicent Simmonds como Regan Abbott, a filha surda de Lee e Evelyn e a irmã de Marcus. Simmonds descreveu a evolução de sua personagem após o primeiro filme, "Ela tem muita pressão para se tornar uma adulta muito rapidamente". Ela tem mais um papel de liderança na sequência e, de acordo com Syfy Wire, "a surdez e a ASL estão inerentemente ligadas ao heroísmo de sua heroína". Simmonds trabalhou com um treinador da ASL para garantir que sua assinatura e articulação fossem limpas. Ela disse que sentiu "uma sensação de pressão" por representar os surdos e com deficiência auditiva.
  • Noah Jupe como Marcus Abbott, filho de Lee e Evelyn e irmão de Regan
  • Djimon Hounsou como Homem da Ilha, um dos muitos civis na colônia da ilha, que ajuda a liderar os colonos.
  • John Krasinski como Lee Abbott, o marido falecido de Evelyn e o pai de Regan e Marcus. Ele aparece em algumas seqüências de flashback recém-filmadas. Krasinski disse que se inscreveu na sequência porque o primeiro filme "foi uma experiência pessoal" e sua "carta de amor" para seus filhos. Ele disse: "Foi realmente importante para mim continuar a metáfora e na verdade começamos a lidar com como tudo isso começou".
  • Scoot McNairy como Homem do Píer, um líder de um grupo de pessoas selvagens perigosas que enlouqueceram e atacam os viajantes.
  • Dean Woodward como Beau Abbott, o filho falecido de Evelyn que aparece na sequência de flashback. Ele já foi retratado por Cade Woodward no primeiro filme, que na verdade é o irmão mais novo de Dean na vida real.
  • Okieriete Onaodowan como Ronnie, um policial que está entre os primeiros a morrer quando as criaturas atacam.
  • Wayne Duvall como Roger, dono de uma mercearia que testemunha a notícia de um objeto misterioso chegando à Terra, acreditando ser uma bomba. Seu nome nunca é revelado no filme.
  • Barbara Singer como Mulher em uma Loja, uma senhora idosa na loja de Roger que também testemunhou uma reportagem na TV sobre a chegada do objeto misterioso.

Skull: A Máscara de Anhangá - FESTIVAL DE CINEMA FANTÁSTICO 2020

Skull: A Máscara de Anhangá (2020)

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Direção: Armando Fonseca, Kapel Furman. ELENCO: Natallia Rodrigues, Gilda Nomacce, Greta Antoine, Luciana Stipp, Lívia Inhudes

Em Skull: A Máscara de Anhangá, um artefato místico perdido ressurge em São Paulo. A chamada "Máscara de Anhangá" faz com que seu dono encarne uma antiga entidade sedenta por sangue. A situação se complica quando Manco Ramirez (Wilton Andrade), responsável pela máscara, e Beatriz Obdias (Natallia Rodrigues) são envolvidos em uma trama que mudará suas vidas.


DR DOLITTLE - (Filme 2020)

As Aventuras do Dr. Dolittle (Dolittle, 2020)

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Dr. Dolittle (Robert Downey Jr) vive com uma variedade de animais exóticos e conversa com eles diariamente. Quando a jovem rainha Victoria (Jessie Buckley) fica doente, o excêntrico médico e seus amigos peludos embarcam em uma aventura épica em uma ilha mítica para encontrar a cura.

Baseado no personagem do Doutor Dolittle criada por Hugh Lofting, e é principalmente baseado em Viagens do Doutor Dolittle.

Dirigido por Stephen Gaghan

Elenco

Humanos

  • Robert Downey Jr. como o Dr. John Dolittle, um veterinário viúvo capaz de falar com animais.
  • Kasia Smutniak como Lily Dolittle, esposa falecida de John Dolittle.
  • Harry Collett como Tommy Stubbins, o auto-nomeado aprendiz de Dolittle.
  • Antonio Banderas como Rassouli, o rei dos piratas, que era o pai de Lily e o sogro de John Dolittle.
  • Michael Sheen como Dr. Blair Müdfly, um antigo colega de escola e rival de Dolittle que gradualmente se impressiona com a habilidade especial de Dolittle.
  • Jim Broadbent como Lord Thomas Badgley, um dos presidentes intrigantes da rainha.
  • Jessie Buckley como a Rainha Vitória, a rainha da Inglaterra.
  • Carmel Laniado como Lady Rose, uma dama de honra da rainha e amiga de Tommy.
  • Ralph Ineson como Arnall Stubbins, tio de Tommy.
  • Joanna Page como Bethan Stubbins, tia de Tommy.
  • Sonny Ashbourne Serkis como Arnall Stubbins Jr., primo de Tommy.

Animais (vozes)

  • Emma Thompson como Polynesia (Polly), uma arara inteligente, obstinada e a consultora mais confiável de Dolittle.
  • Rami Malek como Chee-Chee, um gorila ansioso e medroso, mas nobre.
  • John Cena como Yoshi, um urso-polar otimista que sempre sente frio e usa um chullo.
  • Kumail Nanjiani como Plimpton, um avestruz cínico e exigente, mas bem-intencionado, que usa meias listradas e briga com Yoshi.
  • Octavia Spencer como Dab-Dab, uma pata entusiasmada e louca com uma perna de metal.
  • Tom Holland como Jip, um cão Lurcher de pelos longos leal que usa óculos.
  • Craig Robinson como Kevin, um esquilo-vermelho louco e com atitude que é ferido acidentalmente por Tommy e depois salvo por Dolittle.
  • Ralph Fiennes como Barry, um tigre feroz que tem um passado com Dolittle.
  • Selena Gomez como Betsy, uma girafa amigável.
  • Marion Cotillard como Tutu, uma raposa que é amiga de Betsy.
  • Jason Mantzoukas como James, uma libélula esperta que encontra Dolittle em uma cela da qual ele o ajuda a escapar.
  • Frances de la Tour como Ginko-Que-Voa, um dragão cuspidor de fogo que guarda uma fruta mágica.
  • Nick A. Fisher como Mini, uma petauro-do-açúcar fofa.

Vigiados (2020) Baixar - BluRay 720p | Dublado | MEGA - Filmes no MEGA

Vigiados (The Rental, 2020)

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Em Vigiados, dois casais em um retiro à beira-mar começam a suspeitar de que o dono da casa alugada, aparentemente perfeita, pode estar espionando-os. Em pouco tempo, o que deveria ser uma viagem comemorativa de fim de semana se transforma em algo muito mais sinistro, à medida que segredos bem guardados são expostos e os quatro velhos amigos passam a se ver sob uma luz totalmente nova. 

Dirigido por Dave Franco

Elenco

  • Dan Stevens como Charlie
  • Alison Brie como Michelle
  • Sheila Vand como Mina
  • Jeremy Allen White como Josh
  • Toby Huss como Taylor
  • Anthony Molinari como o homem

Diário de um Cinéfilo: Noite no Paraíso

Noite no Paraíso (Night in Paradise, 2020)

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Exibido no Festival de Veneza, é o mais novo filme do diretor sul coreano que lançou o ótimo "I saw the devil" em 2013.
"Noite no Paraíso" é um super filme de gangsters, com muita ação, pancadaria, facadas, tiros, perseguição, sangue, sangue e sangue. A última meia hora final é uma balada triste repleta de violência, uma aula de cinema.
Tae-Gu é um assassino que faz parte parte da gangue de mafiosos de Yang. Quando a irmã e a sobrinha de Tae-Guu são mortos em uma explosão, Yang faz Tae-gu acreditar que foi o rival Doh quem cometeu o crime. Apos matar o rival, Yang aconselha Tae-gu a ficar em uma ilha por um tempo e dali fugirem para a Rússia. Na ilha, tae-Gu conhece o velho Kuto e sua sobrinha Jae-Yeon, uma exímia atiradora, mas portadora de câncer terminal. Tang trai Tae-Gu e os mafiosos vão todos no encalço de Tae-Gu para matá-lo.
Se o filme tivesse 20 minutos a menos, seria uma obra-prima do gênero. Mas ficou longo e cansa lá pela metade. Mas graças ao primor do terceiro ato, repleto de adrenalina e non stop action, o filme acaba ficando num top dos filmes de ação sul coreanos. Há tempos o cinema não trazia vilões tão odiosos como nesse filme. E o final absolutamente épico e avassalador.
Dirigido por: Park Hoon-jung

Elenco

  • Cha Seung-won Director Ma
  • Eom Tae Goo Tae Soo
  • Jeon Yeo-Bin Jae Yun
  • Hyun Bong-Sik Busan Ilbo
  • Jo Dong In Jin Sung
  • Lee Gi-Yeong
  • Park Ho San Gang Boss Yang

Destacamento Blood (Spike Lee) | Crítica | Apostila de Cinema

DESTACAMENTO BLOOD (Da 5 Bloods, 2020)

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 Que um novo filme do Spike Lee é essencial em tempos de “Black Lives Matter” e bem no meio de uma nova onda de protestos raciais pelos Estados Unidos, não há dúvidas. Mas nessas horas também é importante não se deixar levar pelo coração e analisar seu “Da 5 Bloods” como o que ele realmente é: um trabalho irregular, desnecessariamente longo, que se perde da metade para o final; com algumas ideias geniais, mas outras nem tanto. A primeira versão do roteiro, que ficou anos circulando por Hollywood, era da dupla egressa do cinema B Paul De Meo e Danny Bilson (que escreveram “Trancers” e “Rocketeer”). Quando Lee entrou no projeto, reescreveu quase tudo com Kevin Willmott. A trama, que se passa no presente e no passado, mostra quatro veteranos do Vietnã, todos negros, voltando ao país onde lutaram contra a vontade nos anos 1960. O objetivo é tanto resgatar os restos mortais de um quinto companheiro deixado para trás, quanto a fortuna em ouro que eles roubaram e enterraram ainda durante a guerra (uma situação que lembra o excelente “Três Reis”, de David O. Russell, este situado na Guerra do Golfo). O primeiro ato é inspiradíssimo, com os coroas participando de uma animada festinha chamada “Apocalypse Now” e zanzando por um país pelo qual deram o sangue quase meio século atrás, lutando uma guerra que não era deles, numa época em que preferiam estar em casa lutando pelos próprios direitos. Um deles, Delroy Lindo, demonstra-se ele próprio um racista em relação aos vietnamitas, que ainda vê como inimigos de guerra, comprovando que o preconceito não tem cor e nem fim, só muda de alvo. Os flashbacks que remetem ao conflito são igualmente inspirados, com os quatro atores envelhecidos interpretando também suas contrapartes mais jovens, e apenas o quinto homem, o que morreu no Vietnã, representado como era então (pelo Pantera Negra Chadwick Boseman), já que a morte eternizou-lhe naquele visual, à la Bruce Lee ou Marilyn Monroe. O espectador até lamenta que essas memórias de guerra sejam tão poucas ao longo das quase três horas de narrativa. No momento em que o grupo finalmente entra na selva (acompanhado pelo filho de um deles, para fechar o “novo” quinteto), a narrativa começa a se perder em infinitas briguinhas e discussões (revelando feridas abertas do passado), e a apelar cada vez mais para um irritante senso de casualidade e conveniência. Me refiro ao fato de nossos protagonistas serem localizados com facilidade tanto por providenciais aliados, quanto por vilões de olho no ouro, estando numa selva com milhares de quilômetros de extensão (segundo a Wikipédia, metade do país é selva!). E mesmo da localização de providenciais minas terrestres, esquecidas desde os tempos da guerra, sempre que é preciso matar algum personagem. Como já fez várias vezes, o diretor Lee usa impactantes imagens históricas reais para mostrar que pouco mudou em termos de racismo nos Estados Unidos – e fatos como a recente execução de George Floyd, um homem negro desarmado, pela polícia apenas reforçam este sentimento e fazem “Da 5 Bloods” parecer mais atual e pertinente. A trilha sonora regada a Marvin Gaye e os diferentes estilos de filme e filmagem (digital, 16mm, gravações de telefone celular...) valorizam a proposta. Há um belíssimo filme na metade inicial, mas os excessos da outra metade acabam por enfraquecer o conjunto. E os momentos de “crítica política” envolvendo um boné da campanha de Trump (Make America Great Again) têm a mesma “sutileza” das piadas que o cinema brasileiro costuma fazer relacionando classe média e revista Veja. Então que o momento é relevante para o filme de Spike Lee, não há dúvidas; mas creio que o momento também merecia um filme menos titubeante do que este. 

Dirigido por Spike Lee

Elenco

  • Delroy Lindo como Paul
  • Jonathan Majors como David
  • Clarke Peters como Otis
  • Norm Lewis como Eddie
  • Isiah Whitlock Jr. como Melvin
  • Chadwick Boseman como Norman Earl "Stormin' Norman" Holloway
  • Johnny Trí Nguyễn como Vinh
  • Mélanie Thierry como Hedy Bouvier
  • Paul Walter Hauser como Simon
  • Jasper Pääkkönen como Seppo Havelin
  • Jean Reno como Desroche
  • Veronica Ngo como Hanoi Hannah
  • Lê Y Lan como Tiên
  • Nguyễn Ngọc Lâm como Quân
  • Sandy Hương Phạm como Michon

NEOJIBA - Música que Transforma (2020)

UPTOBOX

Direção: George Walker Torres/Sérgio Machado

Criada pelo maestro e pianista Ricardo Castro, a NEOJIBA é formada por jovens baianos em situação de vulnerabilidade social e internacionalmente aclamada por sua excelência e originalidade. O filme revela as dificuldades e conquistas dos jovens músicos, as mudanças que a prática instrumental promove em suas vidas e como isso impacta suas famílias e comunidades. Para aqueles que encararam o desafio de ser músico com determinação e enorme esperança de melhorar suas vidas, o mundo abre suas portas.


Cores da Justiça - Looke

Cores da Justiça (Black And Blue, 2020)

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Uma policial novata captura o assassinato de um jovem traficante em sua câmera. Depois de perceber que o assassinato foi cometido por policiais corruptos, ela se junta a uma pessoa de sua comunidade que está disposta a ajudá-la enquanto ela tenta escapar dos criminosos por vingança e da polícia que está desesperada para destruir a filmagem incriminadora. 

Dirigido por: Deon Taylor

Elenco

  • Beau Knapp Smitty
  • Frank Grillo Terry Malone
  • Mike Colter Darius
  • Naomie Harris Alicia West
  • Reid Scott Kevin
  • Tyrese Gibson Milo 'Mouse' Jackson
  • Carsyn Taylor Jamal
  • Craig Leydecker Shift Sergeant
  • Deneen Tyler Captain Regina Hackett
  • Frankie Smith Tez
  • James Moses Black Officer Deacon Brown
  • John Charles II Zero
  • Kenneth Kynt Bryan Police Officers Friend
  • Kevin Johnson Ox
  • Mark Hicks Tiny
  • Michael Papajohn SRT Leader
  • Mike Whaley Police Officer
  • Nafessa Williams Missy
  • Nelson Bonilla Officer Doyle
  • Oscar Gale Gas Station Owner
  • Rob Mars Aggressive Cop
  • Tim Bell Brody
  • Vermyttya Erahn Kingston's Lady

Atração de Risco - Filme 2020 - AdoroCinema

Atração de Risco - 2020 

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Carlos é um publicitário bem-sucedido, casado com Fabiana, com quem terá um filho. Após um evento na empresa, eles passam a ser atormentados por Jéssica e seu marido Rômulo, um estranho casal que desenvolve uma obsessão doentia pelos dois, colocando suas vidas e a de seus amigos em risco.

Dirigido por: Renato Siqueira

Elenco

  • Angélica Oliveira Jéssica Rodrigues
  • Camila Esteves Fabiana Miranda
  • Luiz Guilherme Joel Carvalho
  • Miguel Nader Rômulo Rodrigues
  • Renato Siqueira Carlos Miranda
  • Aline Mineiro Raquel
  • Carlos Takeshi Sr. Konish
  • Edna Lima Dra. Juliana
  • Gabriela Costa Aline
  • Giulia D'Santi Mariana
  • Julio Salvador Eduardo
  • Khadhu Monteiro Alberto
  • Léo Lins Silvio
  • Luiz Marigo Dr. Sérgio
  • Marcio Cassoni Dr. Pedro
  • Reginaldo Sama Marcos
  • Ricardo Ramory Dr. Felipe Junqueira
  • Rodrigo Fernandes Márcio
  • Ruben Espinoza Rodrigo
  • Vanessa Carvalho Amanda

Meu Pai - Filme 2020 - AdoroCinema

Meu pai (The Father, 2020)

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Adaptação da premiada peça teatral escrita pelo próprio diretor, Florian Zeller, o roteiro foi desenvolvido por Christopher Hampton, vencedor do Oscar de melhor roteiro por "Ligações perigosas".
O filme é uma devastadora representação mental do processo de demência na mente de um idoso de 80 anos, Anthony (Anthony Hopkins). O filme, habilmente, traça o olhar d eum homem que vai perdendo a sua lógica mental, misturando cenários, pessoas, situações. Sua filha, Ann (Olivia Colman) trouxe Anthony para morar com ela e seu marido, Paul, mas a presença do pai irrita o seu parceiro.
A edição do filme é primorosa: atores diferentes interpretam o memso papel, o cenário do apartamento vai mudando de acordo com o grau de demência de Anthony. É um roteiro bastante teatral, mas com as performances intensas de Hopikins e Olivia Colman, se torna um prazer e uma aula assistir. "Meu pai"é um drama bastante doloroso, triste e um tratado impiedoso sobre a velhice e sobre a doença.
Dirigido por Florian Zeller, baseado em sua peça de 2012, Le Père
ELENCO:
Anthony Hopkins
Olivia Colman
Mark Gatiss
Imogen Poots
Rufus Sewell
Olivia Williams

Depois a louca sou eu (2020)

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Fazer comédia com Rivotril e outros tarjas pretas parece ser um lugar bastante perigoso, mas o roteiro de Gustavo Lipenztein e a direção de Julia Rezende entenderam essa demanda e deram a "Depois a louca sou eu", um tratamento mais dramático ao tema da ansiedade, mas tendo como pano de fundo humor e emoção.
Adaptação do livro autobiográfico da escritora e cronista Tati Bernardes, o filme acompanha Dani (Debora Falabella), uma publicitária em crise profissional, amorosa e principalmente, com a sua mãe super protetora, interpretada com inteligência pela atriz Yara de Novaes. Ao conhecer Gilberto (Gustavo Vaz), um psicanalista com ansiedade igual ou mais acentuada que a sua, Dani encontra paz. Mas logo as coisas voltam ao estado crítico, e Dani precisa aprender a lidar com os fantasmas do transtorno mental.
A grande força do filme está no trio Debora Falabella/Yara de Novaes e Gustavo Vaz, que trazem dignidade e respaldo para um tema tão espinhento e necessário. O elenco de apoio conta com atores notáveis, como Debora Lamm, Romulo Arantes, Marcelo Laham e Claudia Ventura.
Dirigido por Julia Rezende, adaptação do best-seller homônimo de Tati Bernardes.

Elenco

  • Débora Falabella ... Dani
  • Yara de Novaes ... Sílvia
  • Gustavo Vaz ... Gilberto
  • Rômulo Arantes Neto ... Kadu
  • Cristina Pereira ... Nona
  • Débora Lamm ... Consteladora
  • Elizângela ... Magda Soares
  • Evandro Mesquita ... apresentador do Johnny Show
  • Duda Batista ... Dani (criança)
  • Beatriz Oblasser ... Dani (adolescente)

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Um Tio Quase Perfeito 2 - 2020

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Em Um Tio Quase Perfeito 2, longe da vida de trambiques e vivendo em harmonia com sua família, Tony (Marcus Majella) reina soberano no coração de seus sobrinhos. Porém, quando sua irmã começa a namorar Beto (Danton Mello), um homem aparentemente exemplar, ele corre o risco de perder a atenção dos pequenos. Determinado a acabar com a "concorrência", Tony vai fazer de tudo para que Beto não entre oficialmente para a família.

Dirigido por Pedro Antônio

Elenco

  • Marcus Majella ... Tony
  • Julia Svacina ... Patricia
  • João Barreto ... João
  • Soffia Monteiro ... Valentina
  • Letícia Isnard ... Ângela
  • Ana Lúcia Torre ... Cecília
  • Danton Mello ... Beto
  • Fhelipe Gomes ... Rodrigo
  • Eduardo Galvão ... Gustavo

Nardjes A. (2020)

ULOZTO

Exibido no Festival de Berlin, "Nadjes A." é um documentário dirigido pelo cearense Karim Ainouz, realizador de "O céu de Suely" e "A vida invisível". O avô de Karim era argelino e acompanhou todo o período de colonização francesa até o seu fim, em 1962. Nesse período, a Argélia experimentou um curto espaço de liberdade e alegria, logo derrubada pelo governo que se instalou no país. Uma grande traição ao povo: os que libertaram o país, se tornaram os novos algozes. O filme é dedicado a Idir Ainouz, avô de karim, falecido em 2004.
O filme, totalmente rodado com smartphones, foi rodado em um único dia, 8 de março de 2019, dia da mulher, mas também dia de manifestação no País contra o anúncio de que o Presidente Bouteflika, de 82 anos, iria se candidatar ao seu quinto mandato, em um período de 20 anos. O povo passou a praticar Harik (manifestações) contra o governo todas as sextas feiras a partir de fevereiro, até que em 2 de abril de 2019, ele renunciou.
O filme acompanha a jovem ativista Nardjes A., desde se arrumando em casa, até chegar no centro de Argel e se juntar aos manifestantes. Com ironia, ela diz que "os homens argelinos, conhecidos pelo bom humor, sugeriram que as mulheres saíssem para as ruas sem maquiagem para assustar os policiais". Nardjes fez ao contrário, se maquiou toda.
Uma cena antológica: toda a manifestação para e se ajoelham nas ruas para fazer a oração a Maomé. No final do dia, Nardjes e amigos seguem para uma boite dançar, em uma linda cena.
Karim novamente traz protagonismo feminino a um filme. A narração de Nadjes traz emoção, força, luta e também sensibilidade à uma causa que perdura por décadas, mas jamais desistindo de seus ideais pacificadores e de igualdade social.

Freaky | Buy, Rent or Watch on FandangoNOW

Freaky - No corpo de um Assassino - 2020

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Ótimo terror juvenil , uma paródia de terror de filmes como "Sexta feira 13", "O iluminado", "Pânico" , "Brinquedo assassino", entre outros, escrito e dirigido por Christopher Landon, misturado ao brasileiro 'Se eu fosse você". O filme homenageia os grandes clássicos slashers dos anos 80, e traz como protagonista Vinve Vaughan, que está se tornando um Rei dos filmes B assim como Nicholas Cage, e a jovem atriz Kathryn Newton. Millie (Kathryn Newton) é uma jovem órfã de pai, que mora com a mãe alcóolatra e a tia policial. Vítima de bullying na escola, Millie só tem dois amigos, Nyla e Josh. Um serial Killer, The butcher (Vaughn) está atacando na região. Quando ele vai atacar Millie, uma conjunção do eclipse lunar faz com que troquem de corpos. Mille agora é The Butcher, e vice versa. Butcher agora precisa retornar ao corpo de Millie em 24 horas, e tentar convencer a todos de que trocou o corpo, enquanto Mille vai matando a todos que a sacanearam na escola.
Hilário, e ainda assim, assustador, o filme recria várias cenas icônicas do terror. Com excelentes performances tanto de Vaughn quanto de Newton, o filme vai ser uma grande farra para fãs de terrr, e para quem curte um passatempo com boas doses de slasher. É violento, apesar de divertido.
Dirigido por Christopher B. Landon, baseado no livro Freaky Friday (1972) de Mary Rodgers.

Elenco

  • Kathryn Newton como Millie Kessler
  • Vince Vaughn como Barney Garris, o Açougueiro de Blissfield
  • Uriah Shelton como Booker
  • Alan Ruck como Sr. Fletcher
  • Katie Finneran como Paula Kessler
  • Celeste O'Connor como Nyla
  • Misha Osherovich como Josh
  • Dana Drori como Maggie

Jiu Jitsu (2020) - IMDb

Jiu Jitsu - 2020

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Em Jiu Jitsu, uma ordem antiga de lutadores precisam enfrentar um invasor alienígena, de seis em seis anos, para garantir a segurança da Terra. Quando Jake Barnes (Alain Moussi), um famoso herói de guerra e mestre de Jiu Jitsu, se recusa a enfrentar Brax, o indomável líder dos invasores, o futuro da humanidade fica por um fio. Ferido e com amnésia, Jake é capturado por um esquadrão militar para combater o intruso, sendo resgatado logo depois por Wylie (Nicolas Cage) e uma equipe de companheiros de Jiu Jitsu, que devem ajudá-lo a recuperar a memória e suas forças.

Diretor: Dimitri Logothetis

Elenco

  • Alain Moussi Jake
  • Frank Grillo Harrigan
  • Nicolas Cage Wylie
  • Rick Yune Capt Sand
  • Tony Jaa Kueng
  • Dan Rizzuto Frankz
  • John D. Hickman Sgt Hickman
  • Juju Chan Carmen
  • Marie Avgeropoulos Myra
  • Marrese Crump Forbes
  • Rigan Machado Viktor
  • Tommy Walker Private Tommy

Resgate - Filme 2020 - AdoroCinema

Resgate (Extraction, 2020)

MEGA

Dirigido por Sam Hargrave, baseado no Romance gráfico de 2014 ciudad de Ande Parks, Joe Russo, Anthony Russo, Fernando Leon Gonzalez e Eric Skillman.

Elenco

  • Chris Hemsworth como Tyler Rake, um ex-operador SASR que virou mercenário
  • Rudhraksh Jaiswal como Ovi Mahajan Jr., filho do senhor do crime indiano Ovi Mahajan Sr.
  • Randeep Hooda como Saju, um ex-operador do Pará (Forças Especiais) e capanga de Ovi Mahajan Sr.
  • Golshifteh Farahani como Nik Khan, um mercenário e parceiro de Rake
  • Pankaj Tripathi como Ovi Mahajan Sr., um senhor do crime indiano e pai de Ovi
  • Priyanshu Painyuli como Amir Asif, um senhor do crime de Bangladesh que sequestrou Ovi
  • David Harbour como Gaspar, um companheiro de equipe de Tyler que vive em Dhaka
  • Adam Bessa como Yaz Khan
  • Shataf Figar como coronel da força de elite de Bangladesh trabalhando para Amir
  • Suraj Rikame como Farhad, um garoto que virou capangas de Amir
  • Neha Mahajan como Neysa, esposa de Saju
  • Sam Hargrave como Gaetan

Os filmes de ação mais interessantes da atualidade estão sendo feitos por dublês promovidos a diretores – caso de David Leicht e Chad Stahelski no cinemão classe A, e de Jesse V. Johnson no lado B. Esses caras sabem coreografar e filmar as cenas de tiro, porrada e bomba como ninguém, então por que colocar outro diretor menos experiente só para estragar o resultado final? O novo dublê-cineasta no rolê é Sam Hargrave, que trabalhou com os irmãos Anthony e Joe Russo nos filmes que eles dirigiram para o Marvel Studios, e recebeu as bênçãos da dupla para comandar este “Resgate”. Baseado numa minissérie em quadrinhos dos próprios Irmãos Russo, o filme é adrenalina pura. Não tem absolutamente nada de novo na história ou na forma de contá-la, mas são duas horas de ação incessante e bem dirigida, em que o número de mortos e feridos atinge níveis estratosféricos. O Thor Chris Hemsworth aparece como um mercenário fodaralhaço, enviado para a Índia com a missão de resgatar o filho de um bandidão local das mãos de uma quadrilha rival. Ele cumpre a missão logo no início do filme, porém é traído pelos empregadores (que não querem pagar a conta do resgate), e precisa fugir com o moleque pelas ruas de um país que não conhece, sendo caçado por homens das duas facções, por policiais corruptos e até por bandidos pé-de-chinelo em busca de fama e fortuna. As cenas de ação não se resumem aos tiros e explosões de praxe, com Hemsworth encontrando as maneiras mais dolorosas de espancar, quebrar e eliminar seus inimigos – o que deve ter custado uns bons arranhões (pra não dizer ossos quebrados) à equipe de dublês. E o novato Hargrave visivelmente está se divertindo muito na função. Ele se dá ao capricho de filmar um longo “falso plano sequência” que é de tirar o chapéu: uma explosiva perseguição de carros movida a tiros e colisões que é um prodígio de técnica e execução. Vá lá que o Thor como herói de ação não me convence totalmente, e que o papel ficaria melhor com um brucutu das antigas (se eles não estivessem muito velhos para dar conta do recado). Vá lá, também, que há uns defeitos gritantes, tipo o CGI porco numa cena de mergulho no início, ou a quantidade de vezes em que os personagens principais são atropelados/atingidos por carros e saem ilesos, ou toda a gratuita sequência envolvendo o personagem de David Harbour. Mas o filme nunca fica chato, e cumpre o que promete (ação incessante) como poucas produções recentes. Como curiosidade, a graphic novel que deu origem ao filme, chamada “Ciudad”, não se passava na Índia, e sim em Ciudad del Leste, no Paraguai – e o moleque a ser resgatado na verdade era uma menina, filha de um poderoso traficante brasileiro. A ambientação originalmente sul-americana ajuda a explicar a quantidade de policiais corruptos a serviço dos vilões no filme, bem como o clima meio “Cidade de Deus”, que inclui até uma quadrilha de moleques fortemente armados perseguindo o herói. Já o eletrizante tiroteio numa ponte, que acontece na cena final do filme, nos quadrinhos rola na Ponte da Amizade, que liga o Paraguai ao Brasil! Taí algo que seria interessante de ver, embora eu suspeite que o pobre Hemsworth não iria durar 15 minutos na América do Sul...


O Espelho - 30 de Julho de 2020 | Filmow

O Espelho (Looking Glass, 2020)

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Dirigido por: Tim Hunter

Elenco

Depois de experimentar uma perda trágica, um casal adquire um motel deserto onde descobre uma série de eventos perturbadores e inexplicáveis que ocorrem dentro de um dos quartos frequentemente solicitados.


Critica | Remédio Amargo • Mundo Hype

Remédio amargo (El practicante, 2020)

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O cinema espanhol tem dominado o mundo do streaming com produções do gênero suspense e terror. Em "Remédio amargo”, o filme trata do eterno tema do abuso doméstico e do relacionamento tóxico. Angel (Mario Casas) é casado com Vane (Déborah François). Ele é um paramédico com más intenções: durante os acidentes com as vítimas, ele costuma roubar pertences delas. Durante uma das rondas, a ambulância onde Angel está sofre um acidente e ele se torna paraplégico. Vane de início cuida do marido, mas Angel se torna cada vez mais insuportável, não aceitando a sua condição de cadeirante. Aos poucos, Angel vai se tornando ciumento, e acredita que Vane o está traindo. Quando essa suspeita se confirma, ele sequestra Vane e a deixa trancada em casa. Um filme médio, mas ainda assim, que vale a pena assistir. Pode deixar a platéia feminina bastante irritada com os constantes abusos do personagem de Angel, que não economiza vilania para obter aquilo que ele quer se vingar de sua condição e colocar a culpa em Vane. Pra fazer a história seguir, o filme abusa de situações inverossímeis, mas nada que estrague o prazer da cena final. 

 Dirigido por: Carles Torras

Elenco

  • Mario Casas Ángel
  • Celso Bugallo
  • Déborah François Vane
  • Gerard Oms
  • Guillermo Pfening
  • Maria Rodríguez Soto
  • Pau Escobar Joven 1
  • Pol Monen
  • Raúl Jiménez

Avery Tiiu Essex - Looke

Você Deveria Ter Partido (You Should Have Left, 2020)

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Adaptado do romance de Daniel Kehlmann pelo roteirista e diretor David Koepp, “You should have left” é um drama psicológico de terror muito sem graça. David Koepp é dos roteiristas mais bombados de Hollywood, tendo escrito a última trilogia de Indiana Jones, além da franquia “Jurassic Park”, além de “Missão impossível” e “Jack Ryan“. Com um currículo de mega sucessos desses, é de se impressionar que como diretor, ele ainda não acertou em nenhum filme. Com Kevin Bacon, ele já trabalhou em “Ecos do além”, um filme superior a esse aqui, mas ainda assim, razoável. Kevin Bacon interpreta o roteirista Theo, casado com a atriz Susannah (Amanda Seyfried). Eles têm uma filha pequena, Ella. Theo tem um trauma: sua ex-esposa se suicidou na banheira. Após terminar as filmagens de Susannah, Theo sugere que os três viajem para merecidas férias. O destino é uma casa isolada na região de Gales, na Inglaterra. Chegando lá, o casal se impressiona com o tamanho da casa. Theo no entanto, começa a ter pesadelos com o local, que remetem à morte de sua ex. Kevin Bacon já mostrou ser ótimo ator no drama "O lenhador”. Amanda Seyfred também já revelou seu talento em vários filmes, seja drama, romance ou comédia. Infelizmente, nada funciona a contento. O casal não tem química. Difícil acreditar que a personagem dela tenha se apaixonado por ele. O filme era para ter um suspense crescente como em “O iluminado”, uma referência óbvia. Mas não existe tensão. Para piorar, Theo começa a ter ataque de pelanca por ciúmes de Susannah. E o final, é dos piores que já vi, uma explicação metafísica sobre tudo. O filme foi produzido pela Blumhouse e Universal, as mesmas do sucesso "O homem invisível". Mas a receita da casa mal assombrada dessa vez não funcionou.

Dirigido por: David Koepp

Elenco

  • Amanda Seyfried Susanna Conroy
  • Avery Essex Ella Conroy
  • Kevin Bacon Theo Conroy
  • Geoff Bell Angus
  • Joe Garvey Agent

Sonic - O Filme - Filme 2020 - AdoroCinema

Sonic: O Filme (Sonic the Hedgehog, 2020)

MEGA / LEGENDA

Diretor: Jeff Fowler

Elenco

  • James Marsden como Tom Wachowski: Um recém-nomeado xerife de Green Hills, que sonha ser um policial do Departamento de Polícia de São Francisco. Ele faz amizade com Sonic e ajuda-lo em sua missão de parar o Dr. Robotnik. Sonic se refere a ele como o "Lorde Donut".
  • Ben Schwartz como Sonic, O Ouriço: Um ouriço azul antropomórfico "delinquente juvenil" de outro planeta que pode correr a velocidades supersônicas e está fugindo do governo. Além da voz, Schwartz também faz a captura de movimento facial do personagem. Benjamin L. Valic dá a voz para o Sonic bebê.
  • Tika Sumpter como a Dra. Maddie Wachowski: A esposa de Tom, que o ajuda e Sonic a fugirem de Robotnik. Ela é veterinária e é conhecida como a "Lady Pretzel", por Sonic.
  • Jim Carrey como Dr. Ivo "Eggman" Robotnik: Um cientista brilhante e insano e inventor do governo dos Estados Unidos que traça a dominação do mundo através do poder de velocidade de Sonic. Sonic o apelidou de "Eggman" (seu apelido da série de videogames) em referência aos seus drones de robô em forma de ovo. Carrey descreveu o personagem como "um louco" e acrescentou dizendo; "Ele tem um QI de 300, então demorou uma semana e meia para me preparar" e disse mais tarde; "Robotnik quer controlar a humanidade com as máquinas. Sonic tem o poder que ele precisa para controlar o mundo."

Dentre o elenco de apoio, estão, respectivamente: Adam Pally como Wade Whipple, um policial de Green Hills e amigo de Tom Wachowski; Neal McDonough como Major Bennington, um soldado que detesta o Robotnik; Frank C. Turner como Carl Maluco, um conspirador em Green Hills que se refere a Sonic como "O Demônio Azul"; Tom Butler como Comandante Walters, O vice-presidente dos Chefes de Estado-Maior Conjunto que ordena que o Robotnik investigue os distúrbios causados ​​pelo Sonic; e Lee Majdoub como Rocha, um agente que trabalha em estreita colaboração com o Dr. Robotnik. Melody Niemann e Natasha Rothwell interpretam, respectivamente: JoJo, a sobrinha de Tom e Maddie; e Rachel, a irmã de Maddie e mãe de JoJo. Adicionalmente, Colleen Villard, a voz atual de Miles "Tails" Prower na série de videogames, reprisa seu papel em uma cena pós-créditos. Donna Jay Fulks dubla Garra Longa, uma coruja antropomórfica e mentora de Sonic. Garry Chalk, que já dublou Grounder e Robotnik em Adventures of Sonic the Hedgehog e Sonic Underground, respectivamente, aparece como um oficial militar dos EUA. Debs Howard, Elfina Luk, Riff Raff e Shannon Chan-Kent foram escalados para papéis não revelados. Pachacamac, um equidna que é o líder da tribo de Knuckles nos jogos, faz uma participação especial sem falar no início do filme, como o equidna que atira em Garra Longa.

Cresci jogando “Sonic” (na época, o porco-espinho acelerado era considerado uma alegoria aos efeitos da cocaína!), mas confesso que só assisti esta adaptação para o cinema para alimentar minhas já conhecidas tendências masoquistas. Mordi a língua: “Sonic – O Filme” é divertidíssimo, a primeira surpresa que tive em 2020. É uma adaptação que escapa da armadilha de mirar somente no público infantil; afinal, o pessoal que jogava “Sonic” na época do lançamento do jogo está na faixa dos 40 anos hoje! E considerando a média bisonha das adaptações de games para o cinema (vide “Street Fighter” e “Double Dragon”), esta pelo menos entendeu que você também precisa de uma história razoavelmente interessante para compensar a impossibilidade de se jogar o filme. Assim, o roteiro de Pat Casey e Josh Miller tem várias referências aos games (como a importância dos anéis que Sonic coleta), para a felicidade dos jogadores de ontem e de hoje; mas também tenta criar uma história nova e independente para quem nunca ouviu falar do porco-espinho hiperativo. A origem do personagem, num universo fantástico povoado por animais falantes, é contada rapidão nos dez minutinhos iniciais, e logo depois Sonic acaba exilado no planeta Terra, onde precisa viver escondido para não denunciar sua verdadeira natureza. Ele consegue se virar bem usando sua super-velocidade, até dar bandeira certa noite e atrair a atenção do exército dos Estados Unidos. Entra em cena o arquiinimigo do herói no videogame, o cientista louco Dr. Robotnik, vivido com perceptível satisfação por Jim Carrey (em seu melhor papel no cinema desde sabe-se lá quando). Seu visual bizarro não parece nada com o personagem dos games, mas calma que no final tudo se explica. Como não pretende virar cobaia do excêntrico Robotnik, o porco-espinho precisa aliar-se ao policial interpretado por James Marsden e fazer uma road trip até San Francisco, para recuperar os preciosos anéis que lhe permitirão fugir para outro planeta. O resultado é uma aventura para todas as idades, do tipo que, se tivesse saído nos anos 1980, seria um clássico da Sessão da Tarde. O diretor novato Jeff Fowler fez um ótimo trabalho, aliando o carisma natural de Sonic e os efeitos especiais de praxe com uma trama repleta de humanidade (a importância da amizade é ressaltada o tempo todo), referências à cultura pop (Sonic, quem diria, é um grande cinéfilo!) e bom humor. O momento em que o bichinho usa sua super-velocidade para se deslocar por uma briga de bar, enquanto todos os humanos parecem congelados no tempo, é para fazer pais e filhos rirem juntos. E o resultado é tão positivo que fico a sonhar com novas adaptações de games da Sega (a empresa que criou Sonic) com este mesmo carinho e entusiasmo. Pelo menos a vinheta da multinacional, nos créditos iniciais, lembra bastante a do Marvel Studios, fazendo crer que há a intenção de criar um universo cinematográfico também para seus jogos de videogames. Muito marmanjo certamente vai ficar sonhando com adaptações de “Alex Kidd”, “Shinobi” ou “Streets of Rage”... 


Todos os Mortos - Filme 2020 - AdoroCinema

Todos os Mortos (2020)

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Direção: Caetano Gotardo, Marco Dutra. Elenco: Mawusi Tulani, Clarissa Kiste, Carolina Bianchi, Thaia Perez

Premiado drama alegórico brasileiro, concorreu ao Urso de Ouro em Berlin 2020, sendo o único filme brasileiro a concorrer na Mostra principal. Ganhou no IndieLisboa o prêmio de melhor filme, e em Gramado ganhou os Kikitos de ator e atriz coadjuvante, para Thomas Aquino e Alaíde Costa.
Confesso que tive dificuldades para gostar do filme, sou apaixonado por outros filmes de Dutra, como "Trabalhar cansa" e "As boas maneiras", e de Caetano Gotardo, prefiro "O que te move". "Todos os mortos" é anunciado pela mídia como terror, mas está longe de ser um filme de gênero. Talvez o grande terror seja o roteiro do filme aproximar o Brasil de 1899 do Brasil de 2020, e sofrendo das mesmas mazelas, principalmente no que se refere à questão do racismo e preconceito no país. As sequelas da escravidão permanecem no Brasil de hoje, com um racismo escondido e camuflado na sociedade. Os diretores se utilizam de um recurso que os aproxima de Shayamalan, porém sem querer provocar sustos ou surpresas no espectador, e sim, fazer uma transição discreta temporal.
Em 1899, 10 anos após a abolição da escravatura no país, a família Soarese perde o seu poder econômico. Iná, uma ex-escrava, e seu filho João, agora procuram por trabalho. Ambos acabam parando na fazenda dos Soareses, mas a escravidão segue implícita. Mas Iná representa a força da mulher negra e agora vai se impôr.
O filme tem um elenco excelente dando vida a personagens majoritariamente feminino. São performances mais teatrais, empostadas, mas não menos fortes e vibrantes. Mawusi Tulani, como Iná, e Alaíde Costa são os grandes destaques.
Participação especial das ótimas Gilda Nomacce, Tuna Dwek e Leonor Silveira.

O Diabo de Cada Dia - Vertentes do Cinema

O Diabo de Cada Dia (The Devil All the Time, 2020)

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Dirigido por Antonio Campos. Baseado no romance homônimo de Donald Ray Pollock

Elenco

  • Tom Holland como Arvin Eugene Russell, filho de Willard e Charlotte.
    • Michael Banks Repeta como Arvin Russell com 9 anos
  • Bill Skarsgård como Willard Russell, pai de Arvin, marido de Charlotte e filho de Emma, ​​atormentado por sua experiência servindo na Segunda Guerra Mundial.
  • Robert Pattinson como Reverendo Preston Teagardin, um pregador carismático, mas moralmente corrupto, que estupra e abandona Lenora quando ela fica grávida.
  • Sebastian Stan como o Xerife do Condado de Ross, Lee Bodecker, irmão de Sandy, um policial sujo que protege sua irmã e está disposto a fazer qualquer coisa para manter sua posição.
  • Riley Keough como Sandy Henderson, esposa de Carl e irmã mais nova de Lee. Ao contrário do marido, ela não gosta de matar e começa a pensar em matá-lo.
  • Jason Clarke como Carl Henderson, marido de Sandy, fotógrafo e serial killer que tira fotos de suas vítimas.
  • Eliza Scanlen como Lenora Laferty, a "irmã adotiva" de Arvin; ela é filha de Roy e Helen que foi adotada por Emma.
    • Ever Eloise Landrum como Lenora Laferty (jovem)
  • Haley Bennett como Charlotte Russell, mãe de Arvin e esposa de Willard.
  • Harry Melling como Roy Laferty, o pai de Lenora
  • Kristin Griffith como Emma Russell, avó de Arvin, mãe de Willard e mãe adotiva de Lenora.
  • David Atkinson como Earskell, tio-avô de Arvin e irmão de Emma.
  • Pokey LaFarge como Theodore, primo de Roy que perdeu o uso de suas pernas por beber substâncias venenosas.
  • Luke Whoriskey como o Soldado George ‘Mac’ Maccabe, um jovem soldado em estado de choque.
  • Douglas Hodge como Leroy Brown, um cafetão que mantém o xerife Bodecker em sua folha de pagamento. O xerife mata ele e seu guarda-costas para proteger suas chances de reeleição.
  • Drew Starkey como Tommy Matson, um dos valentões de Lenora.
  • Teddy Cole como o Hippie
  • Mia Wasikowska: Helen Hatton
  • Sebastian Stan: Lee Bodecker
  • Douglas Hodge: Tater Brown
  • Gregory Kelly: BoBo McDaniels
  • Abby Glover: Pamela-Sue Reacher
  • Jason Collett: Gary Matthew Bryson
  • David Maldonado: Henry Dunlop
  • Emma Coulter: Juanita
  • Gabriel Ebert
Filho do jornalista Lucas Mendes, o roteirista e cineasta Antonio Campos adaptou o livro de Donald Ray Pollock e realiza um ambicioso drama de suspense que cobre 20 anos da vida de diversos personagens, indo dos anos 50 a 70, exatamente no pós segunda guerra mundial até a Guerra do Vietnã.
Com um elenco mega estelar: Robert Pattinson, Tom Holland, Bill Skaasgard, Riley Keough, Harry Melling, Mia Wasikowska, JAson Clarke, entre outros, o filme tem como tema a maldade humana baseada em preceitos cristão, usando como argumento a fé em Deus para poder praticar os crimes.
A violência impera no filme: feminicídio, serial killers, vingança, ritual religioso com sacrifícios, suicídio, assassinatos, estupros. O filme é uma compilação do pior da escória humana.
A narração do próprio autor do livro, Donald Ray Pollock , cobre todo o filme, mesclando épocas, personagens e dando mais informações ao espectador, algo como Lars Von Triers em seus filmes, para trazer dados psicológicos dos seus personagens.
A estrutura do filme é em formato filme painel, à la Robert Altman: todos os personagens de certa forma acabam se cruzando, direta ou indiretamente: tem o veterano de guerra Wallace (Skaasgard) e seu filho, Arvin ( Holland). O Pastor abusador (Pattinson). O casal de serial killers (Jason Clarke e Riley). A mulher fervorosa
(Wasikowska) que acredita em seu marido, um pastos psicopata (Melling). Além desses, outros personagens surgem, mais como vítimas da fé, e em nome dela.
Antonio Campos tece cada história com maestria, provocando surpresas o tempo todo e costurando bem todas as sub-tramas. Fico imaginando o grande trabalho que foi editar o filme, e tantos vai e vens narrativos. O elenco todo está excelente, mas o destaque absoluto vai para Holland e Pattinson, saindo de suas vestes de Homem aranha e Batman para enfrentar o maior vilão de todos: o próprio ser humano.  

Ameaça Profunda - Filme 2019 - AdoroCinema

AMEAÇA PROFUNDA (Underwater, 2020)

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Dirigido por William Eubank

Elenco

  • Kristen Stewart como Norah Price, engenheira mecânica da estação Kleper.
  • Vincent Cassel como Capitão Lucien, o capitão da estação Kleper que já trabalhou na estação Sheppard, que aparentemente já sabia sobre a existência das criaturas no fundo do oceano.
  • Jessica Henwick como Emily Haversham, bióloga marinha da estação Kleper, que está em um relacionamento com Smith.
  • John Gallagher Jr. como Liam Smith, engenheiro da estação Kleper, que está em um relacionamento com Emily.
  • Mamoudou Athie como Rodrigo Nagenda, um membro da tripulação que trabalha no turno da manhã na estação Kleper.
  • T.J Miller como Paul Abel.
  • Gunner Wright como Lee Miller, um dos membros da tripulação que é o primeiro a ser atacado pelas criaturas e cuja transmissão é ouvida pelos seis sobreviventes.

Filmado em 2017 e engavetado pelo estúdio (20th Century Fox) durante quase três anos, este é um daqueles filmes que, a julgar pelo pôster e pelo argumento, você não investiria 50 centavos. Todo mundo já viu coisa parecida, e mais de uma vez, no final dos anos 1980, quando de uma tacada só saíram três filmes sobre gente enfrentando monstros no fundo do oceano. Depois de vencer o preconceito inicial e dar play, o espectador percebe o quanto estava enganado. “Ameaça Profunda” já começa a mil por hora, com um terrível desastre acontecendo nos primeiros minutinhos, inundando uma plataforma submarina e matando quase todo mundo a bordo. A personagem de Kristen Stewart, que estava no banheiro escovando os dentes logo após acordar, é atirada no meio de um autêntico inferno e precisa correr e lutar pela sobrevivência, resgatando quem ainda encontra vivo pelo caminho e tentando encontrar uma saída para a trágica situação. A partir daí, o filme não pára mais e simplesmente não dá folga para o espectador. Enquanto enfrentam túneis particialmente submersos ou desmoronados – em cenas que soarão como uma provocação aos claustrofóbicos –, os sobreviventes percebem que o pior ainda está por vir, e há misteriosos monstros aquáticos assassinos louquinhos para devorá-los. Em seu terceiro longa, o diretor Eubank mostra total domínio da narrativa: a ação vai se desenrolando praticamente na corrida, com o pouco de informação sobre os personagens sendo apresentado enquanto eles estão lutando para tentar sobreviver às sucessivas ameaças. Misturando elementos de títulos tão díspares quanto “O Segredo do Abismo”, “Aliens – O Resgate” e “O Destino do Poseidon”, o filme funciona como thriller ou filme-catástrofe, com vários momentos de suspense de prender a respiração, e também como terror (os monstros submarinos são mantidos quase sempre off-screen ou na escuridão, para alimentar a tensão). Já a ambientação numa estação submersa ajuda a criar uma sensação de confinamento e de tragédia iminente para os personagens, rodeados de água numa profundidade impossível de sobreviver. Conhecida por raramente mudar suas expressões faciais na série “Crepúsculo”, Stewart até que convence como uma Tenente Ripley para a nova geração, enquanto o francês Vincent Cassel empresta certa dignidade ao elenco jovem. Como bônus, e última recompensa para o espectador que vencer o preconceito e encarar, “Ameaça Profunda” termina com uma referência direta ao autor de horror H.P. Lovecraft – que não compromete a conclusão para quem não conhece sua obra, mas certamente vai garantir um belo sorriso de satisfação a quem reconhecer a identidade da ameaça submarina em questão. Outra das grandes surpresas de 2020 até o momento. 


Cemitério das Almas Perdidas | mostracrash

O Cemitério das Almas Perdidas (2020)

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Direção: Rodrigo Aragão. ELENCO: Carol Aragão, Renato Chocair, Allana Lopes, Clarissa Pinheiro

Quinto longa do diretor de filmes de gênero terror, nascido no Espírito Santo, "O cemitério das almas perdidas" novamente traz o livro de são Cipriano, associado à magia negra e ao satanismo, como protagonista de suas tramas. Algo como 'Evil dead", a evocação dos textos do livro maldito transforma o seu leitor em uma poderosa evocação do mal, repleto de forças malígnas, sedenta de sangue. O filme começa no Brasil colônia, no estado do Espírito Santo. Um jesuíta ambicioso descobre o livro e junto de seus seguidores, deseja dominar tudo: bandeirantes, a igreja e as comunidades indígenas. Mas eles acabam sendo amaldiçoados e não podem sair de um cemitério maldito. E é para lá que eles voam, durante centenas de anos, vítimas que nutrem seu os desejos de sangue e juventude dos seguidores de São Cipriano. Um dos seguidores se apaixona por uma índia feito prisioneira, e visto como traidor, evoca uma maldição, antes de ser morto. As próximas vítimas são artistas de um circo ambulante.
A filha de Rodrigo Aragão, Carol Aragão, novamente interpreta uma heroína no filme. Marcus Konká e Francisco Gaspar são também habituées do cinema oitocentista de Aragão. O filme tem o maior orçamento já captado, com 2 milhões de reais, e é possível ver o dinheiro gasto em inúmeros e gigantescos cenários, além dos efeitos mecânicos e de pós-produção. Aqui, mais do que nunca, as referências aos cinemas de Lucio Fulcci e Lamberto Bava se faz evidente, com muita gosma, maquiagem pesada, sangue, decapitações e canibalismo. Uma festa visual e trasheira para quem adora o estilo de cinema de Aragão, que aqui, homenageia José Mojica Marins.

 


Arkansas - Rei do Crime - Filme 2020 - AdoroCinema

Arkansas - Rei do Crime (2020)

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Diretor: Clark Duke. ELENCO: Eden Brolin, Clark Duke, Liam Hemsworth, Vince Vaughn, John Malkovich, Vivica A. Fox, Rob Moran

Sob a vigilância atenta de um chefão das drogas do Arkansas chamado Frog, Kyle e Swin operam como mensageiros de baixo nível. Quando um acordo dá terrivelmente errado, os dois acabam se tornando alvos de Frog e seus homens.


 

Quando o Sol se Põe - Trailer (2020) - YouTube

Quando o Sol se Põe (2020)

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Diretor: Fábio Faria

Elenco. Priscilla Alcântara, Lu Alone, Filipe Lancaster, Gabriel Barreto, Ricardo Andrade, Samuel Araújo, Tom Leme, Roberta Foster, Lito Atalaia

A banda de Bruno precisa de um novo vocalista para participar do festival de música da faculdade e, quando tudo parece perdido, uma nova cantora surge para ajudá-lo. Unidos pela música gospel, eles lutam para vencer e encontrar seu destino. 


Clube da Luta para Mulheres - Filme 2020 - AdoroCinema

Clube da Luta para Mulheres (Chick Fight, 2020)

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ELENCO: Bella Thorne, Alec Baldwin e Malin Akerman

Diretor: Paul Leyden

Clube da Luta para Mulheres acompanha Anna (Bella Thorne), uma jovem que acaba se juntado a um clube da luta clandestino só para mulheres e descobre que está mais conectada a história do clube do que pensava.


 

Sergio (2020)

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Dirigido por Greg Barker

Elenco

  • Wagner Moura como Sérgio Vieira de Mello
  • Ana de Armas como Carolina Larriera
  • Garret Dillahunt como William von Zehle
  • Brían F. O'Byrne como Gil Loescher
  • Will Dalton como Andre Valenton
  • Clemens Schick como Gaby
  • Bradley Whitford como Paul Bremer
  • Clarisse Abujamra como Gilda Vieira de Mello

Uma cena resume bem o foco da cinebiografia do diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello, morto em ataque terrorista na sede da Onu em Bagdá, Iraque: Sergio (Wagner Moura) almoça com os filhos adolescentes Laurent e Darien no apartamento de sua mãe. Ambos são filhos do primeiro casamento de Sergio com a francesa Annie. A mãe de Sergio, Vera Mello, prepara uma muqueca. Quando Sergio serve para as crianças, elas fazem cara feia. Sergio: "O que foi? não gostam de camarão?". Adrien, o menor: "Pai, eu tenho alergia à camarão". Sergio:" E desde quando? . Laurent: "Desde que ele nasceu, pai." Sergio Vieira sempre deixou sua vida pessoal em 2º plano e focou na sua batalha como funcionário da ONU durante 34 anos e Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos desde 2002. O filme tem uma estrutura narrativa fragmentada, a partir de um recurso já bem comum: logo no início, acompanhamos o dia do atentado, 19 de agosto de 2003. Sergio está sob os escombros, 21 mortos e muitos feridos. Enquanto agoniza e tentam salvá-lo, Sergio vai relembrando fatos de sua vida, como uma mea culpa e arrependimento por não ter aproveitado melhor sua família, amigos e a cidade do Rio de Janeiro, que ele sempre amou. Lembram de "A última tentação de Cristo?", Willen Dafoe agonizando e revendo sua vida? O filme parte então para uma estrutura fragmentada, de momentos chave em sua vida: confronto com ditadores, seu encontro com a economista argentina da Onu Carolina Larriera (a atriz cubana Ana de Armas, de "Entre facas e segredos"). O romance entre Sergio e Carolina ocupa metade do filme, definindo-o como drama e romance. Os atores estão bem em seus papéis, e a parte técnica está deslumbrante em uma produção super caprichada. As cenas de Bagdad foram rodadas em Jordania, e as do Timor Leste na Tailândia. A fotografia e câmera de Adrian Teijido são de encher os olhos, realçando as diferenças de luz entre os 3 países. Mas confesso que eu gostaria de ter amado mais o filme. Talvez essa estrutura de memórias tenha me distanciado um pouco da biografia de Sergio. Mas depois vale rever para tirar essa impressão.   


Luccas Neto Em: Acampamento de Férias 2 - Filme 2019 - AdoroCinema

Luccas Neto em: Acampamento de Férias 2 (2020)

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Direção: Lucas Margutti. Elenco: Luccas Neto, Giovanna Alparone, Vivian Duarte

Luccas e seus amigos fazem um som e aprontam muito no novo acampamento, enfrentando rivais talentosíssimos e sua treinadora super-rigorosa.


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Uma Noite em Banguecoque (One Night In Bangkok, 2020)

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Diretor: Wych Kaosayananda

ELENCO: Mark Dacascos, Kane Kosugi, Vanida Golten, Julie Condra

Um pistoleiro chamado Kai voa para Bangkok, pega uma arma e pede um táxi. Ele oferece muito dinheiro a uma motorista profissional para ser sua motorista a noite toda. Mas quando ela percebe que Kai está cometendo assassinatos brutais em cada parada, é tarde demais para ir embora. Enquanto isso, um detetive da polícia corre para descobrir a sequência de assassinatos antes que mais sangue seja derramado. 


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Mulher-Maravilha 1984 (Wonder Woman 1984, 2020)

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A carreira de Patty Jenkins é impecável. Desde o grande sucesso do drama independente "Monster", com Charlize Theron e Christina Ricci em 2003, passando por "Mulher Maravilha", em 2017, e o recente contrato assinado para dirigir a mais nova franquia "Star Wars", Patty Jenkins conseguiu um feito destinado à muito poucas cineastas: ser reconhecida no mundo dos filmes de super heróis, uma área até pouco tempo reservada aos homens de Hollywood.
A grande delícia dessa continuação, prejudicada no lançamento pela pandemia, é o barato de ser ambientado em 1984, com toda a sua cultura pop, que nas mãos de Almodovar, teriam sido vulgarizados e reservado ao mundo da cafonice, mas com Patty, é apenas diversão. A grande metáfora é associar Donald Trump à Ronald Reagan, presidente de então, e o desejo insaciável de querer ser o homem mais poderoso do mundo. Desejo é a palavra chave do filme, que após associado a Disney, tornou as cenas de ação mais "família", com pouca violência. O elenco como sempre é o ponto forte do filme: Gal Gadot e Chris Pine repetem seus papéis, agora acrescido de dois grandes vilões, interpretados por Kristenn Wiig e por Pedro Pascal, no papel de um Trump chileno dos anos 80. A cena pós créditos reserva uma grande surpresa. E sim, o filme possui duas lindas sequências emocionantes.

Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars - Filme - 2020 -  Vertentes do Cinema

FESTIVAL EUROVISION DA CANÇÃO: A SAGA DE SIGRIT E LARS (Eurovision Song Contest: The Story of Fire Saga, 2020)

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DIREÇÃO: irigido por David Dobkin

Elenco

  • Will Ferrell como Lars Erickssong
  • Rachel McAdams como Sigrit Ericksdottir
  • Pierce Brosnan como Erick Erickssong
  • Dan Stevens como Alexander Lemtov
  • Demi Lovato como Katiana
  • Graham Norton como ele mesmo
  • Ólafur Darri Ólafsson como Neils Brongus
  • Björn Hlynur Haraldsson
  • Nína Dögg Filippusdóttir
  • Jóhannes Haukur Jóhannesson como Johans

Eu não morro de amores pelo Will Ferrell e raramente o acho engraçado (“Os Outros Caras” e “Escorregando para a Glória” são raras exceções). Mas tenho um fraco por comédias sobre o mundo da música, e isso me fez encarar “Eurovision” – sobre a famosa competição de música realizada anualmente na Europa, e conhecida pela sua breguice. Ferrell “interpreta” seu personagem de sempre: o bobalhão que almeja uma conquista relevante na vida, aqui em versão islandesa. Ele e Rachel McAdams formam o duo “Fire Saga”, que não é lá muito respeitado na pequena vila de pescadores na Islândia onde os dois vivem. Até que uma trágica explosão mata todos os candidatos locais ao Eurovision, e resta apenas a famigerada Fire Saga para representar o país na competição! O filme escapa da armadilha de apresentar os protagonistas Lars e Sigrit como completos perdedores. Na verdade eles cantam bem e até parecem ter certo talento musical (“Double Trouble”, a música que a dupla apresenta no torneio, é suficientemente grudenta para virar um desses hits de temporada). Claro que como o protagonista de Will Ferrell é um incorrigível trapalhão, tudo que ele toca vira desastre. Outra surpresa do roteiro é não apresentar o principal rival da dupla no Eurovision – um afetado cantor cantor russo interpretado por Dan Stevens – como “grande vilão” da trama, a exemplo do que é comum nesse tipo de história (o cara até se revela gente boa no final). Mas o humor é extremamente limitado, dividindo-se entre as patetices habituais de Ferrell (aqui nem sempre em seus melhores momentos) e tiradas mais específicas sobre o mundo da música, que somente quem tem mais familiaridade com o assunto vai pegar. Além da participação de vários artistas de verdade, como a cantora Demi Lovato e o apresentador de TV Graham Norton, há ainda uma curiosa aparição de Pierce Brosnan como o pai de Will Ferrell. Seu personagem é um tanto desperdiçado, e mesmo num filme que já é longo demais (duas horas!) fica a impressão de que várias das suas cenas foram cortadas – por exemplo, há um antigo conflito entre Brosnan e a mãe da personagem de McAdams que é mencionado apenas vagamente. No fim, ainda que a duração seja um exagero, o filme tem lá seus méritos e diverte até mesmo quem, como eu, não morre de amores por Will Ferrell. E é tão brega e fiasquento quanto o verdadeiro Eurovision.


Funesc e Galharufas de Teatro apresentam 'Um edifício chamado 200' em  homenagem a Paulo Pontes — Secretaria de Comunicação 

Um Edifício Chamado 200 (2020)

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Direção é de Suzy Lopes, Tony Silva e Leo Palma

Elenco da encenação estão Pedro Delgado, Fernanda Maranho, Erika Paz, Renã Herbert e Elias Matias.


 Power - Filme 2020 - AdoroCinema

Power (2020)

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A Netflix andou na frente e lança a sua versão de "Os novos Mutantes". Dirigido pela dupla de cineastas responsáveis por alguns filmes da franquia "Atividade paranormal", e do cult geração millenium "Nerves", "Power" tem no elenco o luxo total de Jamie Foxx, Rodrigo Santoro e Joseph Gordon Levitt, além da presença magnética de Dominique Fishback, do ótimo drama racial "the hate U give".
O filme lembra um thriller protagonizado por Bradley Cooper em 2011, "Sem limites", sobre uma droga que, quando tomada, ativa os sentidos do usuário, fazendo ele ter poderes jamais imaginados. A diferença aqui, em "Power", é que a droga, que custa uma fortuna, transforma a pessoa em um super heróis pelo período de cinco minutos. O mutante e seu poder varia de pessoa em pessoa, mas tem os que tomam e morrem imediatamente.
Jamie Foxx é Art, um ex-fuzileiro, que serviu de cobaia para um experimento científico, e cuja filha foi sequestrada. Art passa anos em busca da filha, e para tal, conta com a ajuda de Robin (Dominique Fishback), uma traficante que negociou a droga, e Frank (Levitt), policial.
O roteiro em si não traz nenhuma novidade, é a porradaria, efeitos e pós-produção que estamos acostumados a ver. O legal aqui, mesmo, é ver esse elenco giga, se divertindo em tiradas de super heróis, e muito provável, uma continuação estará pro vir. Pipoca de primeira linha.


Brahms: Boneco do Mal II - Filme 2020 - AdoroCinema 

Brahms: Boneco do Mal II - 2020

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Continuação do terror "O boneco do mal" de 2016, dirigido pelo mesmo cineasta, William Brent Bell. A trama lembra todos aqueles filmes de bonecos maléficos que já assistimos: "Annabelle" e "Brinquedo assassino" são os exemplos mais conhecidos, além de buscar referências em “A profecia” até pelo modelito de roupa usada pelo menino. O roteiro é o mesmo de sempre: uma família traumatizada se muda para uma casa nova, que fica afastada da cidade. A família: pai, mãe e o filho pequeno tentam aos poucos se acostumar com o local. O filho encontra na redondeza um boneco enterrado, e resolve adotá-lo. O menino apelida o boneco de Brahms e a partir desse momento, ele muda de atitude, causando estranhamento na mãe, que acha que o filho tem andado muito estranho ultimamente. O que diferencia esse filme de muitos outros, é o seu elenco. Katie Holmes e o ator irlandês Ralph Ineson conferem dignidade ao projeto. Por eles, e por alguns bons sustos, mesmo que óbvios, valem a conferida desse filme de terror.


Bad Boys 3 - Filme 2020 - AdoroCinema

BAD BOYS PARA SEMPRE (Bad Boys for Life, 2020)

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Dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah

ELENCO: Will Smith, Martin Lawrence, Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Paola Núñez, Kate del Castillo, Nicky Jam, Joe Pantoliano, Theresa Randle

Pra começo de conversa, sim, eu gosto bastante da série “Bad Boys”. Acho o original um filmaço (provavelmente um dos melhores filmes de ação dos anos 1990), e o segundo um filme inchado e longo demais, mas ainda assim com alguns momentos bem engraçados. Então é lógico que eu não perderia este “Bad Boys para Sempre”, sequência tardia, lançada quase 20 anos depois, e com o maior cheirinho de caça-níqueis. O fato de ser o primeiro episódio sem a direção de Michael Bay poderia tanto comprovar este argumento quanto servir para injetar sangue novo no negócio. E quer saber? Gostei bastante, dei boas risadas e novamente saí satisfeito do cinema. É nítida a tentativa de transformar “Bad Boys” numa franquia estilo “Máquina Mortífera”, trazendo de volta todo mundo que já apareceu nos filmes anteriores e até fazendo referências obscuras que só quem gosta muito dos outros dois vai pegar (tipo a dificuldade do chefe de polícia interpretado por Joe Pantoliano com o basquete, aqui aparentemente herdada pela filha). As cenas de ação até parecem melhor dirigidas, ou pelo menos você compreende um mínimo do que está acontecendo na tela - bem diferente do “estilo Bay” de direção e edição. Mas a grande sacada do filme, claro, é mais uma vez a química entre os protagonistas. Will Smith e Martin Lawrence continuam ótimos, e muito engraçados, trabalhando juntos, e quase todas as piadas funcionam. É um negócio incrível porque, com raras exceções, eu geralmente não consigo suportar cinco minutos de Smith e Lawrence SOZINHOS, trabalhando separados em seus próprios filmes, mas consigo aceitar numa boa os dois em parceria - quem sabe porque um anula os excessos do outro? O roteiro escrito por (entre outros) Joe Carnahan é muito esperto em fazer brincadeiras com a idade dos heróis. Enquanto Stallone insistiu em fazer seu Rambo septuagenário indestrutível e incansável no novo e horroroso filme da sua série, esse terceiro “Bad Boys” opta por tirar onda do fato de os outrora jovens Smith e Lawrence já parecerem tiozões na balada, e agora precisarem pintar o cavanhaque grisalho ou tomar certas pílulas azuis. Quando finalmente coloca óculos para enxergar melhor ao atirar nos vilões, Lawrence comemora: “Parece imagem em HD!”. Como já acontecia no segundo filme (cuja conclusão era em Cuba), este também termina num país latino onde os policiais supostamente não teriam qualquer jurisdição - agora o México, atual vilão preferido do cinema de ação hollywoodiano. E com uma contagem de cadáveres absurda que deixa o Rambo velhote a passar vergonha. Três belas mulheres de diferentes faixas etárias, duas delas latinas (Paola Nuñez, Kate del Castillo e Vanessa Hudgens), complementam o programa e participam ativamente da ação como heroínas e vilãs. Os dois pontos baixos são a participação muito pequena da impagável Theresa Randle, como a esposa do personagem de Lawrence, e o final difícil de engolir, em que tudo se resolve fácil demais com o grande malvado da trama. Deixa-se as portas escancaradas para um possível quarto filme da ressuscitada franquia, agora quem sabe com uma nova geração de protagonistas. Mas ora bolas, se uma coisa terrível como “Velozes e Furiosos” pode se perpetuar, por que não os “bad boys, bad boys, what you gonna do”


Tudo Bem no Natal que Vem - Filme 2020 - AdoroCinema

Tudo Bem no Natal que Vem - 2020

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O elenco é formado por Leandro Hassum, Danielle Winits, Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Arianne Botelho, Miguel Rômulo, Rodrigo Fagundes, José Rubens e Levi Ferreira.

Direção: Roberto Santucci

Em Tudo Bem no Natal que Vem, Jorge (Leandro Hassum) é um homem rabugento que sempre odiou o Natal e costuma fazer de tudo para evitar as comemorações dessa data. Na véspera do feriado, ele cai do telhado e bate a cabeça. Quando acorda, percebe que está vivendo o Natal do ano seguinte, e continua revivendo diversos Natais em um ciclo interminável.


Oferenda à Tempestade - Filme 2020 - AdoroCinema

Oferenda à Tempestade (Ofrenda a la tormenta, 2020)

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DIREÇÃO: Fernando González Molina

Elenco: Marta Etura, Leonardo Sbaraglia, Paco Tous, Álvaro Cervantes, Marta Larralde, Ana Wagener, Elvira Mínguez

Baseado na obra escrita por Dolores Redondo, publicada originalmente em 2014

A história começa com um bebê sendo sufocado, o que é o ponto de partida para mais uma investigação de Amaia Salazar (Marta Etura), pronta para enfrentar os pesadelos do seu passado e os segredos do Vale de Baztán.


Muito mistério e confusão no trailer de 'FLOPS - Agentes Nada Secretos'!  Vem conferir - Festival Teen

Flops: Agentes Nada Secretos (2020)

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Dirigido por Edu Menin. ELENCO: Kevin Vechiato, Danielle Diz, Lucas Rangel, Alice Oliveira e Matheus Borges

Matheus desaparece misteriosamente e Lucas, Dani e Fu precisam desvendar um esquema sinistro, envolvendo animais indefesos. Com ajuda de uma espiã, eles fazem de tudo para expor uma empresa corrupta.


Troco em Dobro

Troco em Dobro (2020)

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Na trama de Troco em Dobro, Spenser (Mark Wahlberg), um ex-policial mais conhecido por causar problemas do que resolvê-los, acabou de sair da prisão. Mas ele se vê obrigado a ajudar seu antigo treinador de boxe Henry (Alan Arkin) e permanece na cidade de Boston mesmo com a intenção de ir embora. Quando dois ex-colegas de Spenser são assassinados, ele recruta Hawk (Winston Duke), um lutador de MMA, para ajudá-lo a investigar e levar os culpados à justiça.


Lealdade à Prova - 🥇 Max Filmes - Assistir filmes e séries online ...

Lealdade à Prova (2020) 

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Policial e reservista da marinha, Callahan (Jai Courtney) tenta viver ao máximo dentro das regras. No entanto, tudo muda quando seu irmão mais novo, Oyster (Nat Wolff), vai preso após uma briga de bar e pega uma sentença de 25 anos atrás das grades. Indignado, o policial questiona sua posição, se vendo obrigado a escolher entre a dedicação à carreira e a devoção à família.


Assista online ao filme High Life - Uma Nova Vida | Telecine

High Life: Uma Nova Vida (2020)

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Um Grupo de criminosos aceita um acordo para trocar suas penas pela participação em uma missão espacial à procura de energias alternativas, mas a viagem toma rumos inesperados quando uma tempestade de raios cósmicos atinge a nave.


 Ligue Djá': Netflix divulga pôster oficial do documentário sobre o ...

Ligue Djá: o legado de Walter Mercado (2020)

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Exibido com grande sucesso no Festival de Sundance 2020, e adquirido pela Netflix, “Ligue djá” é um delicioso e extravagante filme sobre uma das personagens mais icônicas da televisão mundial: Walter Mercado, o mais famoso astrólogo da mídia, que em tempos áureos, atingiu 120 milhões de espectadores na comunidade hispânica. O astro mexicano Eugenio Derbez define quem foi Walter Mercado: “Quando o vi pela primeira vez, levei um choque: ele era homem, mulher, uma espécie de feiticeiro? Nascido em Porto Rico em 1932, no berço de uma família pobre de plantadores de cana, Walter desde criança já se via diferente de seus irmãos. Sua mãe percebeu e disse que o apoiava no que ele quisesse ser. Quando um dia, ainda criança, um pássaro caiu em sua frente, quase morto, Walter o pegou, assoprou e assim, o pássaro ressuscitou e voou. Uma vizinha viu e avisou a todos, e logo, uma longa fila se fez na sua casa, de pessoas querendo sua benção. Walter trabalhou como ator em telenovelas. Quando entrou no elenco de uma peça, foi chamado para gravar uma promo em uma rede de televisão. O produtor pediu para que Walter apresentasse um programa de astrologia, pois o viu pegando a mão de toda a equipe e lendo a sorte de todos. A partir daí, surgiu o astrólogo Walter Mercado, famoso pelo bordão “Mucho, mucho amor”. Em 2019, ano de sua morte, aos 87 anos, de insuficiência renal, Walter teve uma exposição em Miami, comemorando seus 50 anos de televisão. No Brasil, o seu ex-agente, Bill Bakula, diz que ele era conhecido pelo bordão ”Ligue djá”, rendendo até uma entrevista com Marilia Gabriela. Suas famosas capas e cristais começaram a ser confeccionados por estilistas famosos, como Versace, e as pedras, da Swarowsky. O filme se atém a vários aspectos de sua vida: a briga judicial com o ex-agente Bill Bakula, acusado de roubar milhões e tê-lo enganado; a forma como a mídia e programas de humor começara a ridicularizar a sua figura, com trejeitos afeminados e questionando a sua sexualidade; a sua vanguarda, que inspirou muitos da comunidade LGBTQIA+, sendo um pioneiro no não binarismo e assexuado; os memes da geração Millenium, que o reverenciam e perpetuam sua imagem. Celebridades como o ator porto riquinho Lin Manuel Miranda, que interpreta o musical “Hamilton” na Broadway, se enche de amores e carinho quando encontra Walter. Para quem ficou apaixonado pelo documentário da Netflix, “Tiger King”, que fala de um universo Kistch, brega e bizarro, não pode perder ‘Ligue djá”. Uma aula de extravagância e de criação de uma persona que revolucionou a cultura pop. 


Poster A Menininha Torrent (2020) Nacional WEB-DL 720p – Download

A Menininha (2020)

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Uma casa guarda mais que segredos. Guarda uma estranha Menininha, que consegue alterar para sempre a vida e a morte de quem chegar para ser o novo residente do local.


Segredos Mágicos - 22 de Maio de 2020 | Filmow

Out (Segredos Mágicos, 2020)

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Em um dia normal, a vida de Greg é cheia de família, amor e um cachorrinho indisciplinado - mas apesar de tudo isso, Greg tem um segredo. Hoje é diferente, porque ele pode aprender que não tem nada a esconder.


Filme de terror brasileiro

A Gruta (2020)

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Após um grave acidente em uma gruta interditada, Jesus se torna o único sobrevivente. No local foram encontrados, além dele, quatro corpos. A perícia indica que esse mesmo jovem assassinou brutalmente seus amigos, esposa e a guia de turismo. Em estado grave, o rapaz nega os assassinatos e recusa-se a colaborar com a polícia. Certo de que sua esposa foi possuída por uma força demoníaca, ele pede ajuda a uma madre.


O Homem Invisível - Filme 2020 - AdoroCinema

O homem invisível (2020)

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Com o perdão do trocadilho, a melhor coisa desta nova versão de “O Homem Invisível” é o que NÃO vemos. O diretor-roteirista Leigh Whannell (vindo do ótimo “Upgrade” e das séries “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”) utiliza planos abertos em que os personagens parecem sozinhos, sugerindo (porém sem mostrar nada) a presença do vilão invisível em algum ponto do enquadramento. Às vezes, até, o personagem visível sai do quadro e a câmera continua filmando o cenário vazio, forçando o espectador a esquadrinhá-lo de cabo a rabo em busca de qualquer elemento que possa denunciar a presença de um homem invisível ali (o pequeno movimento de algum objeto, a respiração do vilão...). Nem sempre isso acontece, claro, e é possível que Whannell esteja apenas brincando com as nossas expectativas – não há ninguém ali, mesmo invisível. E assim, de maneira especialmente criativa, ele acaba jogando o próprio espectador no pesadelo de paranóia da protagonista: mas E SE houvesse alguém ali? Ao contrário de outras adaptações do tema, cujo foco está no cientista que se torna invisível (desde a primeira adaptação para o cinema, em 1933, até “O Homem Sem Sombra”, de Paul Verhoeven, anos atrás), em “O Homem Invisível” nós enxergamos (ou não) pelos olhos de uma de suas vítimas. Elisabeth Moss, da série “The Handmaid’s Tale”, é a esposa que resolve fugir de casa à la Julia Roberts em “Dormindo com o Inimigo” após anos de uma relação tóxica. O problema é que o ex-marido possessivo, do qual não vemos a cara até a cena final (outra inspirada brincadeira do diretor), é um cientista que pesquisa a invisibilidade, e que usará sua criação para perseguir e enlouquecer a esposa fujona. Também ao contrário de outros homens invisíveis do cinema, que usam sua condição para se gabar e aterrorizar o mundo, o Griffin de 2020 prefere permanecer low profile e err... invisível, para que todos os outros pensem que a pobre protagonista está louca. Whannell sadicamente leva o próprio espectador a considerar que a mocinha está imaginando coisas no início. Mas é claro que, como o filme se chama “O Homem Invisível”, a ameaça anunciada acabará se apresentando. É impressionante o contraste entre este filme e “O Homem Sem Sombra”, lançado 20 anos atrás. Enquanto o filme de Verhoeven usava impressionantes efeitos especiais em CGI para demonstrar a condição do vilão (ele aparece sendo “moldado” por água, fumaça e até sangue), aqui Whannell optou por uma surpreendente abordagem minimalista, limitando as manifestações do seu homem invisível. É somente na meia hora final que a coisa começa a pegar, e curiosamente é nesse ponto que o filme fica mais fraco. Primeiro porque passa do momento ideal para terminar (no ataque de Griffin ao sanatório onde a esposa está internada); depois porque apela para uma lamentável “reviravolta” na identidade do vilão; e finalmente por recorrer a uma cena final desnecessária e absurda. Não chega a estragar o filme, e Whannell volta a se firmar como um dos diretores-roteiristas mais imaginativos da nova geração. Mas, como já acontecera em “O Homem Sem Sombra”, o ato final novamente é o mais problemático – como se nem Whannell, nem Verhoeven soubessem como terminar seus filmes. Ainda assim, dentro do tema, este novo “O Homem Invisível” é (novamente com o perdão do trocadilho) um filme que deve ser visto. 


FILME

O Braço Direito (2020)

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O Grito - Filme 2020 - AdoroCinema

O Grito (2020)

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Reboot da famosa série de terror japonesa iniciada em 2004 e que teve uma versão americana dirigida pelo mesmo cineasta japonês do filme original, "O Grito" agora vem com um diretor totalmente novo, Nicolas Pesce, que também escreveu o roteiro. Nicolas dirigiu o excelente filme de terror independente "Os olhos de minha mãe", em 2016, e em 2018, dirigiu o estranho "Piercing". em seus filmes, Nicolas mostrava uma predileção pelo sinistro e pelo mórbido. No entanto, em "O grito", infelizmente o diretor "segurou" um pouco o seu olhar mais autoral sobre o gênero terror e preferiu seguir a cartilha dos sustos fáceis e previsíveis. Samara, a fantasma cabeluda, agora vem na pele e osso de outros personagens, mais precisamente, de um casal e sua filha pequena, que morreram por conta da maldição da casa assombrada. Todos os que vão morar na casa, e consequentemente, quem cruza o caminho dos amaldiçoados, irão sofrer nas mãos dos possuídos pela Samara. O roteiro do filme é bastante confuso no seu vai e vem temporal. Nicolas conta pelo menos umas 5 histórias paralelas, que acontecem em épocas distintas, apenas para fazer um cruzamento entre todos os personagens. O destino de todos é o mesmo: serem amaldiçoados e mortos pelos fantasmas da família que habitou em uma casa mal assombrada. No elenco, alguns nomes famosos: o mexicano Damien Bichir, a australiana Jackie Weaver, o chinês John Choo...mas não são o suficiente para segurar toda a atenção do espectador. Nesse mundo de previsibilidade de Samara e seu som gutural, fica apenas o desejo de que esse reboot fosse original e surpreendente. Infelizmente, tudo é bastante batido, inclusive a famosa cena dos filmes originais e é copiada, que é a da mão de Samara surgindo no couro cabeludo de um personagem que toma banho. 


Borat: Fita de Cinema Seguinte (2020)

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14 anos depois de "Borat", filme que trouxe a glória e o estrelato para o seu protagonista, Sacha Baron Cohen, eis que surge uma inusitada continuação. E para minha surpresa, tão boa quanto à original. Eu na verdade ri do início ao fim, com cenas de gargalhar aos gritos. Tudo aquilo que tinha no filme original está aqui: deboche com o modo de vida americano, mostrando as bizarrices em todas as esferas da sociedade do consumismo, da cirurgia plástica, da religião, dos judeus, da política. O alvo principal de Borat é o Governo de Donald Trump, que ele chama de Macdonald's Trump. Nessa crítica ácida à extrema direita, sobra até para Bolsonaro.
O filme começa com Borat no Cazaquistão, em um campo de concentração quebrando pedras. Ele foi acusado de ridizularizar o Cazaquistão perante o mundo, após o sucesso do primeiro filme. Mas aí ele tem a chance de se redimir, sendo enviado até os Estados Unidos novamente para acabar com Trump. Só que ao invés de seu fiel produtor, Azamat, dessa vez Borat é acompanhado de sua filha de 15 anos, Sandra Jessica Parker (Maria Bakalova). Ela foi criada com todos os preceitos da sociedade machista e fanática religiosa, onde a mulher não tem direito a nada. Mas em solo americano, ela descobre que a mulher sim, pode ter seus direitos. Esse é o grande diferencial e o grande mérito dessa continuação: o roteirista e o próprio Borat entenderem a evolução da sociedade nesses 14 anos que separam os dois filmes, e deixar claro que tudo mudou referente ao movimento de luta de direitos das mulheres e dos negros. O humor escatológico e politicamente incorreto de Borat continuam o mesmo, mas a mensagem final faz a diferença. Sacha Baron Cohen parece que ficou em uma redoma nesses 14 anos pois está igualzinho, e claro, mega talentoso e hilário. A jovem atriz búlgara Maria Bakalova é uma imensa revelação: divertida, e ao mesmo tempo, trazendo um enorme carisma a um papel bastante complexo. Para variar, o filme é recheado de participações: incluindo Tom Hanks. Outra crítica que o filme faz, e muito bem sacado, é ao mundo das celebridades instantâneas: por conta do sucesso do primeiro filme, o repórter Borat agora é reconhecido em todos os lugares, e os fãs vão atrás dele.