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1953
1953

 

 

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O Canto do Mar (1953)

Dirigido por Alberto Cavalcanti

Num litoral nordestino, local de transição entre retirantes do sertão rumo ao sul do Brasil em busca de melhores condições de vida, uma família sofre com a miséria. A mãe assume a responsabilidade da família, já que o pai está louco e isolado de todos. O filho e a filha, inconformados com a situação e as dificuldades, sonham em ir embora, mas enfrentam diversas dificuldades.

Elenco

  • Aurora Duarte
  • Alberto Vilar
  • Margarida Cardoso
  • Ruy Saraiva
  • Cacilda Lanuza
  • Alfredo de Oliveira
  • Antonio Martinelli
  • Débora Borba
  • Ernani Dantas
  • Fernando Becker

Sinhá Moça (1953)

Dirigido por Tom Payne

Elenco

  • Eliane Lage - Sinhá Moça
  • Anselmo Duarte - Rodolfo Fontes
  • Ester Guimarães - Cândida Ferreira
  • José Policena - coronel Lemos Ferreira
  • Ruth de Souza - Sabina
  • Eugênio Kusnet - frei José
  • Marina Freire - Clara
  • Lima Neto - dr. Fontes
  • Virgínia Ferreira - Virgínia
  • Henricão - Justino
  • Labiby Madi - dona Osória
  • Ricardo Campos - Benedito
  • Amélia Souza - Lucinda
  • João da Cunha - Fulgêncio
  • Domingos Terra - Camargo
  • João Franco "Xangô da Vila Maria" - Vicêncio
  • Artur Herculano - boticário
  • Abílio Pereira de Almeida - promotor
  • Renato Consorte - mestre-escola
  • Maurício Barroso - oficial
  • Major Bradaschia - comandante Ponte
  • Abílio F. Guimarães - major reformado
  • Danilo Oliveira - chefe da estação
  • Oswaldo Barros - chefe do correio
  • Valfredo A. Caldas - aposentado
  • João Ribeiro Rosa - juiz de paz

 

Na pequena cidade de Araruna, no fim do século XIX, as contínuas fugas de escravos alarmavam os grandes fazendeiros, em especial o coronel Ferreira (José Policena). É nessa ocasião que sua filha Sinhá Moça (Eliane Lage) regressa de São Paulo, dominada pelos ideais abolicionistas. Em sua viagem de volta, ela conhece Rodolfo Fontes (Anselmo Duarte), filho de um renomado médico de Araruna e advogado recém-formado. No primeiro instante os dois jovens sentem-se mutuamente atraídos, porém, Rodolfo a decepciona ao se mostrar um defensor dos escravocratas. Um dos escravos, o jovem Fulgêncio, se revolta contra os maus tratos do coronel Ferreira e de seu cruel capataz Benedito e é severamente punido. Esse fato causa uma grande rebelião liderada pelo irmão de Fulgêncio, Justino, que leva ao incêndio da senzala e fuga em massa dos escravos. Justino vai a julgamento por assassinato e, para surpresa de todos, Rodolfo serve-lhe de advogado de defesa. Os abolicionistas, entre eles Sinhá Moça, assistem ao julgamento com grande expectativa. É quando chega um mensageiro dando a notícia de que a escravidão acabara de ser abolida no Brasil.

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Uma Pulga na Balança (1953)

Assista On Line

Dirigido pelo italiano Luciano Salce

Um presidiário lê notícia do jornal sobre o falecimento de um milionário e tenta enganar a família, dizendo-se amigo do falecido.

Elenco

  • Waldemar Wey
  • Gilda Nery
  • Luiz Calderaro
  • Paulo Autran
  • Ruy Affonso
  • Lola Brah
  • John Herbert
  • Mário Sérgio
  • Eva Wilma
  • Vicente Leporace
  • Geraldo José de Almeida
  • José Rubens
  • Mario Senna (cedido pela Rádio Record)
  • Célia Biar
  • Labiby Madi
  • Maria L. Splendore
  • Tito L. Baccarim
  • João Rosa
  • Fausto Zip
  • Geraldo C. Ambrosi
  • Xandó Batista
  • Pilade Rossi

Luz Apagada (1953)

Dirigido por Carlos Thiré

ELENCO: Mário Sérgio, Maria Fernanda, Glória, Fernando Pereira, Xandó Batista, Erminio Spalla, Sérgio Hingst, Helena Barreto Leite, Nelson Camargo, Victor Merinow, Luciano Pessoa, Antôn.

Uma pequena cidade do litoral vive intrigada com a vida misteriosa do guardião do Farol da Ilha. Olavo, o faroleiro, desde o falecimento de sua mulher nunca mais foi à cidade. Só a filha Glória é vista na cidadezinha, conversando sempre com Tião. Embora corressem as mais estranhas histórias sobre a ilha, Tião sente-se atraído pela figura selvagem de Glória. Um dia o comandante da administração portuária comunica que está enviando um ajudante, Glória pede a Tião que se case imediatamente com ela para que ele seja nomeado ajudante de seu pai. Antes que se decida, Tião pede a Glória que revele o mistério que ronda a ilha. Daniel, o ajudante, chega para trabalhar no farol, mas começa a causar desordem e assediar Glória. Após uma noite de bebedeira de Daniel, ocorre uma tragédia cujos detalhes são escondidos pela noite escura, com a luz do farol apagada. O mistério se desfaz quando Glória acende a luz.

 

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O Homem dos Papagaios - 1953

Direção de Armando Couto

Elenco: Procópio Ferreira (Epaminondas), Ludy Veloso, Hélio Souto, Eva Wilma, Elísio de Albuquerque, Herval Rossano, Hamilta Rodrigues, Gino Talamo, Ítalo Rossi, Waldemar Seysel (Arrelia), José Rubens, Mário Benvenutti, João Alberto, os meninos Heráclito e Francisco
Malandro pobretão consegue emprego como zelador de uma mansão de luxo. Ali, ele se faz de milionário, afogando-se em dívidas ("papagaios").
Epaminondas (Procópio Ferreira) vive perdendo emprego e só de aluguel deve oito meses. Então, ele é convidado para trabalhar como zelador de uma mansão que está desocupada.
Pensando que Epaminondas é milionário, os fornecedores correm lá e oferecem seus produtos e serviços. Epaminondas compra do bom e do melhor e paga tudo com notas promissórias (papagaios).
Quando os papagaios vencem, os credores descobrem que o Doutor Epaminondas não tem um tostão para pagar. Eles ficam morrendo de ódio e no fim... Bom. No fim dá tudo certo para o Epaminondas. 

Informações Históricas: É o primeiro filme de Eva Wilma interpretando uma personagem central: antes ela só havia feito uma pontinha em cinema.

A comédia de um pobretão que assina um mundo de promissórias e vive igual milionário. No fim, ele deve tanto dinheiro, mas tanto dinheiro que ... dá certo !
Bom, vale a pena ver o filme !

 

Candinho (1953) /  Minhateca

Assista On Line

Dirigido por Abílio Pereira de Almeida

Elenco

  • Amácio Mazzaropi.... Candinho (Cândido da Silva)
  • Marisa Prado.... Filoca Pereira
  • Ruth de Souza.... Dª Manuela
  • Adoniran Barbosa.... Professor Pancrácio
  • Benedito Corsi.... Pirulito
  • Xandó Batista.... Vicente
  • Domingos Terras.... Coronel Quinzinho (Joaquim Pereira)
  • Nieta Junqueira.... Dª Eponina Pereira
  • Labiby Madi.... Dona Hermione
  • Ayres Campos.... Delegado
  • Sydnea Rossi.... Dª Antonieta
  • John Herbert.... Quincas (Joaquim Pereira Filho)
  • Salvador Daki.... Lalau
  • Manoel Pinto
  • Abílio Pereira de Almeida
  • Pedro Petersen
  • Luiz Calderaro
  • Nélson Camargo
  • Antônio Fragoso
  • Tito Lívio Baccarin
  • Maria Luiza Splendore
  • Eugênio Montesano
  • Lourenço Ferreira
  • Jordano Martinelli
  • Duque (cão).... cão
  • Artur Herculano
  • Figurinha .... monociclo e malabares
  • Antônio Miro
  • Cavagnole Neto
  • Izabel Santos
  • China
  • Maria Olenewa Ballet
O grande momento na carreira de Amácio Mazzaropi viria com o filme Candinho. É nele que o comediante, pela primeira vez na tela grande, casaria de modo único e inconfundível seu estilo cômico com o estereótipo do caipira paulista. O resultado seria, em quase todos os filmes que se seguiriam, utilizado à exaustão.
Abílio Pereira de Almeida parece que levou muito a sério as pesadas críticas da imprensa da época, de que os dois últimos filmes de Mazzaropi foram "mal dirigidos". Porque é só agora (1953) que Abílio toma consciência de que trabalha para a poderosa Companhia Cinematográfica Vera Cruz. O filme tem toda a pujança típica dos estúdios da Vera Cruz: várias locações, uma quantidade gigante de figurantes, uma história rocambolesca, até parece que o diretor mobilizou uma cidade inteira para fazer o registro de cada cena.
É incrível ver Mazzaropi contracenar com o sambista e nunca sempre lembrado humorista da Era do Rádio, Adoniran Barbosa. E é interessante observar Mazzaropi fazer cenas de relativa carga dramática, levando o público facilmente às lágrimas e às gargalhadas.
A história é, de certa forma, paródia do clássico "Cândido", do filósofo francês Voltaire. O otimista incorrigível da novela voltaireana, o prof. Pangloss, vira, através da mente de Abílio, o Prof. Pancrácio (Adoniran Barbosa). Desde Sai da Frente que o mestre Abílio insiste em nomes bizarros e falas pomposas, e canalizar esses vícios no personagem Prof. Pancrácio é, "sem duvidamente" a sua melhor realização.
Na carreira de Mazzaropi, podemos considerar Candinho um marco. Pois é nele que começa um esforço para a construção da identidade do "jeca", o caipira estilizado e imortalizado por Mazzaropi.

O CANGACEIRO (1953) / Minhateca

Assista on line

Dirigido por Lima Barreto

Elenco:

  • Alberto Ruschel - Teodoro
  • Marisa Prado - Olívia
  • Milton Ribeiro - Galdino
  • Vanja Orico - Maria Clódia
  • Adoniran Barbosa - Mané Mole
  • Lima Barreto
  • Zé do Norte
  • Antonio V. Almeida
  • Hector Bernabó
  • Horácio Camargo
  • Ricardo Campos
  • Antônio Coelho
  • Cid Leite da Silva
  • Jesuíno Alves Moreira - Tiburcio
  • Jesuíno G. dos Santos
  • Galileu Garcia
  • João Batista Giotti
  • José Herculano
  • Nieta Junqueira
  • Homero Marques
  • Victor Merinow
  • Maurício Morey
  • João Pilon
  • Leonel Pinto
  • Maria Luiza Sabino
  • Nicolau Sala
  • Neusa Veras
  • Pedro Visgo

O Cangaceiro é um filme histórico por diversos motivos. O primeiro deles é que, desde a chegada do cinema em terras brasileiras, no exato dia 8 de julho de 1896, quando foi realizada a primeira exibição pública em uma sala no Rio de Janeiro, nenhum filme nacional fez tanto sucesso quanto essa produção de 1953. Curiosamente, a produtora responsável pela realização do filme – a Vera Cruz – já estava à beira da falência quando o lançou no mercado, após uma série de produções deficitárias. Se tivesse encontrado antes a fórmula, certamente teria sobrevivido por mais tempo no difícil e complexo mercado cinematográfico…

O segundo motivo tem a ver com a sua repercussão internacional: em Cannes ganhou o prêmio de melhor filme de aventura, com menção honrosa para a trilha sonora de Gabriel Migliori. Chegou a ser distribuído para cerca de oitenta países e, somente na França, ficou cinco anos em cartaz. Sem dúvidas, O Cangaceiro foi um dos filmes que conseguiram levar a cultura popular brasileira para territórios estrangeiros, ajudando a criar uma certa atmosférica folclórica a respeito do nosso país.

Em terceiro lugar, foi durante as filmagens que Adoniran Barbosa, interpretando (de forma excelente, diga-se) um dos cangaceiros do bando, conheceu o grupo “Demônios da Garoa”, encontro que resultou em uma das grandes parceiras da música brasileira. Além disso, os diálogos do filme foram escritos por Rachel de Queiroz, a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras.

 


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A Família Lero-Lero

MINHATECA

 Taveira é um pacato funcionário público. Em suas mãos passa muito dinheiro. 
Em casa, a função de pagador continua, para atender os desejos de fama dos 
seus três filhos, que querem ser, respectivamente, cantor de rádio, estrela 
de cinema e jogador de futebol, no que são estimulados pela mãe, Dona Isolina. 
Após os fracassos dos talentos da família, Taveira é responsabilizado pela 
esposa por não estimular os filhos. Para se livrar da família, dá um golpe e 
foge para o Guarujá, onde, segundo dizem, leva uma grande vida. Dona Isolina, 
enfurecida, persegue o marido fugitivo, juntamente com os filhos e um velho 
amigo da família. Sem saber, são seguidos por um investigador. 
Depois de várias trapalhadas, Dona Isolina localiza Taveira, mas, na Hora “h”, 
aparece o investigador, a quem Taveira se agarra pedindo que o leve para a 
cadeia, pois prefere a prisão à fúria da mulher. Na prisão, transforma-se no 
famoso bandido Rabo de Arraia, a quem todos obedecem. Tudo continuaria perfeito 
para Taveira, se o velho amigo da família não decidisse cobrir o desfalque, 
colocando-o em liberdade. Escolado pela vida e pela cadeia, volta à família e 
ao trabalho a fim de ajustar suas velhas diferenças.

 Direção: Alberto Pieralisi

 ELENCO

Walter D'Ávila
Marina Freire
Ricardo Bandeira
Renato Consorte
Helena Barreto Leite
Elísio de Albuquerque