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1953
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Júlio César (1953)

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O imperador César é assassinado pelos senadores, que alegam que sua ambição o transformaria em um tirano. Mas Marco Antonio consegue, em um inflamado discurso, reverter a situação e os conspiradores são obrigados a fugir. A partir de então, dois exércitos são formados, um comandado por Marco Antonio e Otávio e o outro por Cássio e Brutus, sendo que este segundo exército é numericamente inferior, mas os conspiradores preferem cometer suicídio a serem capturados.

O Cangaceiro (1953)

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Dirigido por Lima Barreto

Elenco

  • Alberto Ruschel - Teodoro
  • Marisa Prado - Olívia
  • Milton Ribeiro - Galdino
  • Vanja Orico - Maria Clódia
  • Adoniran Barbosa - Mané Mole
  • Lima Barreto
  • Zé do Norte
  • Antonio V. Almeida
  • Hector Bernabó
  • Horácio Camargo
  • Ricardo Campos
  • Antônio Coelho
  • Cid Leite da Silva
  • Jesuíno Alves Moreira - Tiburcio
  • Jesuíno G. dos Santos
  • Galileu Garcia
  • João Batista Giotti
  • José Herculano
  • Nieta Junqueira
  • Homero Marques
  • Victor Merinow
  • Maurício Morey
  • João Pilon
  • Leonel Pinto
  • Maria Luiza Sabino
  • Nicolau Sala
  • Neusa Veras
  • Pedro Visgo

O cangaceiro "Capitão" Galdino aterroriza vilarejos pobres da Região Nordeste do Brasil, saqueando e matando com frequência com seu bando armado. Num de seus ataques ele rapta a professora Olívia e pede 20 contos de resgate por ela. Mas ele e o seu braço direito, o valente Teodoro, ficam atraídos pela bonita cativa e a discórdia se instaura no bando.

Luz Apagada (1953)

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Dirigido por Carlos Thiré

ELENCO: Mário Sérgio, Maria Fernanda, Glória, Fernando Pereira, Xandó Batista, Erminio Spalla, Sérgio Hingst, Helena Barreto Leite, Nelson Camargo, Victor Merinow, Luciano Pessoa, Antôn.

Uma pequena cidade do litoral vive intrigada com a vida misteriosa do guardião do Farol da Ilha. Olavo, o faroleiro, desde o falecimento de sua mulher nunca mais foi à cidade. Só a filha Glória é vista na cidadezinha, conversando sempre com Tião. Embora corressem as mais estranhas histórias sobre a ilha, Tião sente-se atraído pela figura selvagem de Glória. Um dia o comandante da administração portuária comunica que está enviando um ajudante, Glória pede a Tião que se case imediatamente com ela para que ele seja nomeado ajudante de seu pai. Antes que se decida, Tião pede a Glória que revele o mistério que ronda a ilha. Daniel, o ajudante, chega para trabalhar no farol, mas começa a causar desordem e assediar Glória. Após uma noite de bebedeira de Daniel, ocorre uma tragédia cujos detalhes são escondidos pela noite escura, com a luz do farol apagada. O mistério se desfaz quando Glória acende a luz.

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O Craque (1953)

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Um filme de José Carlos Burle com Carlos Alberto, Eva Wilma, Herval Rossano, Liana Duval

“O Craque” é protagonizado por Eva Wilma, Carlos Alberto (1925-2007) e Herval Rossano (1933-2007). Mostra um jogo real entre Corinthians e o Olímpia, do Paraguai, que na história é um temido time uruguaio. “O Corinthians encara nesta tarde, desportistas amigos, o Carrasco de Montevidéu, o campeão do Uruguai”, narra Blota Júnior (1920-1999). O time que aparece no filme foi um dos mais importantes da história alvinegra ao conquistar o título do Quarto Centenário de São Paulo (1954). Era formado por craques como o goleiro Gilmar e os atacantes Baltazar, Cláudio e Carbone. O longa acaba com a vitória corintiana de virada, uma revanche fictícia à amarga derrota da seleção brasileira na final da Copa de 50, no Maracanã.

O universo futebolístico, com cenas da partida, de treinos, vestiários e do Parque São Jorge, entre outras, serve como pano de fundo para o romance de Elisa (Eva Wilma) e Julinho “Joelho de Vidro” (Carlos Alberto), que tinha o apelido em razão de uma queda sofrida na infância. Rico industrial, o pai da mocinha não aceita o namoro da filha com um jogador em busca do sucesso e a pressiona a ficar noiva do jovem médico Mário (Herval Rossano).

O Homem dos Papagaios - 1953

ASSISTA ON LINE

Direção de Armando Couto

Elenco: Procópio Ferreira (Epaminondas), Ludy Veloso, Hélio Souto, Eva Wilma, Elísio de Albuquerque, Herval Rossano, Hamilta Rodrigues, Gino Talamo, Ítalo Rossi, Waldemar Seysel (Arrelia), José Rubens, Mário Benvenutti, João Alberto, os meninos Heráclito e Francisco
Malandro pobretão consegue emprego como zelador de uma mansão de luxo. Ali, ele se faz de milionário, afogando-se em dívidas ("papagaios").
Epaminondas (Procópio Ferreira) vive perdendo emprego e só de aluguel deve oito meses. Então, ele é convidado para trabalhar como zelador de uma mansão que está desocupada.
Pensando que Epaminondas é milionário, os fornecedores correm lá e oferecem seus produtos e serviços. Epaminondas compra do bom e do melhor e paga tudo com notas promissórias (papagaios).
Quando os papagaios vencem, os credores descobrem que o Doutor Epaminondas não tem um tostão para pagar. Eles ficam morrendo de ódio e no fim... Bom. No fim dá tudo certo para o Epaminondas. 

Informações Históricas: É o primeiro filme de Eva Wilma interpretando uma personagem central: antes ela só havia feito uma pontinha em cinema.

A comédia de um pobretão que assina um mundo de promissórias e vive igual milionário. No fim, ele deve tanto dinheiro, mas tanto dinheiro que ... dá certo !
Bom, vale a pena ver o filme !
 

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Uma Pulga na Balança (1953)

Assista On Line / Ulozto

Dirigido pelo italiano Luciano Salce

Um presidiário lê notícia do jornal sobre o falecimento de um milionário e tenta enganar a família, dizendo-se amigo do falecido.

Elenco

  • Waldemar Wey
  • Gilda Nery
  • Luiz Calderaro
  • Paulo Autran
  • Ruy Affonso
  • Lola Brah
  • John Herbert
  • Mário Sérgio
  • Eva Wilma
  • Vicente Leporace
  • Geraldo José de Almeida
  • José Rubens
  • Mario Senna (cedido pela Rádio Record)
  • Célia Biar
  • Labiby Madi
  • Maria L. Splendore
  • Tito L. Baccarim
  • João Rosa
  • Fausto Zip
  • Geraldo C. Ambrosi
  • Xandó Batista
  • Pilade Rossi

Sinhá Moça (1953)

ASSISTA ON LINE / MEGA

Dirigido por Tom Payne

Elenco

  • Eliane Lage - Sinhá Moça
  • Anselmo Duarte - Rodolfo Fontes
  • Ester Guimarães - Cândida Ferreira
  • José Policena - coronel Lemos Ferreira
  • Ruth de Souza - Sabina
  • Eugênio Kusnet - frei José
  • Marina Freire - Clara
  • Lima Neto - dr. Fontes
  • Virgínia Ferreira - Virgínia
  • Henricão - Justino
  • Labiby Madi - dona Osória
  • Ricardo Campos - Benedito
  • Amélia Souza - Lucinda
  • João da Cunha - Fulgêncio
  • Domingos Terra - Camargo
  • João Franco "Xangô da Vila Maria" - Vicêncio
  • Artur Herculano - boticário
  • Abílio Pereira de Almeida - promotor
  • Renato Consorte - mestre-escola
  • Maurício Barroso - oficial
  • Major Bradaschia - comandante Ponte
  • Abílio F. Guimarães - major reformado
  • Danilo Oliveira - chefe da estação
  • Oswaldo Barros - chefe do correio
  • Valfredo A. Caldas - aposentado
  • João Ribeiro Rosa - juiz de paz

 

Na pequena cidade de Araruna, no fim do século XIX, as contínuas fugas de escravos alarmavam os grandes fazendeiros, em especial o coronel Ferreira (José Policena). É nessa ocasião que sua filha Sinhá Moça (Eliane Lage) regressa de São Paulo, dominada pelos ideais abolicionistas. Em sua viagem de volta, ela conhece Rodolfo Fontes (Anselmo Duarte), filho de um renomado médico de Araruna e advogado recém-formado. No primeiro instante os dois jovens sentem-se mutuamente atraídos, porém, Rodolfo a decepciona ao se mostrar um defensor dos escravocratas. Um dos escravos, o jovem Fulgêncio, se revolta contra os maus tratos do coronel Ferreira e de seu cruel capataz Benedito e é severamente punido. Esse fato causa uma grande rebelião liderada pelo irmão de Fulgêncio, Justino, que leva ao incêndio da senzala e fuga em massa dos escravos. Justino vai a julgamento por assassinato e, para surpresa de todos, Rodolfo serve-lhe de advogado de defesa. Os abolicionistas, entre eles Sinhá Moça, assistem ao julgamento com grande expectativa. É quando chega um mensageiro dando a notícia de que a escravidão acabara de ser abolida no Brasil.

Candinho (1953)

Assista On Line / VK

Dirigido por Abílio Pereira de Almeida

Elenco

  • Amácio Mazzaropi.... Candinho (Cândido da Silva)
  • Marisa Prado.... Filoca Pereira
  • Ruth de Souza.... Dª Manuela
  • Adoniran Barbosa.... Professor Pancrácio
  • Benedito Corsi.... Pirulito
  • Xandó Batista.... Vicente
  • Domingos Terras.... Coronel Quinzinho (Joaquim Pereira)
  • Nieta Junqueira.... Dª Eponina Pereira
  • Labiby Madi.... Dona Hermione
  • Ayres Campos.... Delegado
  • Sydnea Rossi.... Dª Antonieta
  • John Herbert.... Quincas (Joaquim Pereira Filho)
  • Salvador Daki.... Lalau
  • Manoel Pinto
  • Abílio Pereira de Almeida
  • Pedro Petersen
  • Luiz Calderaro
  • Nélson Camargo
  • Antônio Fragoso
  • Tito Lívio Baccarin
  • Maria Luiza Splendore
  • Eugênio Montesano
  • Lourenço Ferreira
  • Jordano Martinelli
  • Duque (cão).... cão
  • Artur Herculano
  • Figurinha .... monociclo e malabares
  • Antônio Miro
  • Cavagnole Neto
  • Izabel Santos
  • China
  • Maria Olenewa Ballet
O grande momento na carreira de Amácio Mazzaropi viria com o filme Candinho. É nele que o comediante, pela primeira vez na tela grande, casaria de modo único e inconfundível seu estilo cômico com o estereótipo do caipira paulista. O resultado seria, em quase todos os filmes que se seguiriam, utilizado à exaustão.
Abílio Pereira de Almeida parece que levou muito a sério as pesadas críticas da imprensa da época, de que os dois últimos filmes de Mazzaropi foram "mal dirigidos". Porque é só agora (1953) que Abílio toma consciência de que trabalha para a poderosa Companhia Cinematográfica Vera Cruz. O filme tem toda a pujança típica dos estúdios da Vera Cruz: várias locações, uma quantidade gigante de figurantes, uma história rocambolesca, até parece que o diretor mobilizou uma cidade inteira para fazer o registro de cada cena.
É incrível ver Mazzaropi contracenar com o sambista e nunca sempre lembrado humorista da Era do Rádio, Adoniran Barbosa. E é interessante observar Mazzaropi fazer cenas de relativa carga dramática, levando o público facilmente às lágrimas e às gargalhadas.
A história é, de certa forma, paródia do clássico "Cândido", do filósofo francês Voltaire. O otimista incorrigível da novela voltaireana, o prof. Pangloss, vira, através da mente de Abílio, o Prof. Pancrácio (Adoniran Barbosa). Desde Sai da Frente que o mestre Abílio insiste em nomes bizarros e falas pomposas, e canalizar esses vícios no personagem Prof. Pancrácio é, "sem duvidamente" a sua melhor realização.
Na carreira de Mazzaropi, podemos considerar Candinho um marco. Pois é nele que começa um esforço para a construção da identidade do "jeca", o caipira estilizado e imortalizado por Mazzaropi.

SÓS E ABANDONADOS (1953)

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Direção: Fernando Gardel Filho

ELENCO:

Maurício Morey, 
Célia Cordeiro, 
José de Araújo Neto, 
Lina Garbo, 
Nelson Fort, 
Ruth Ferreira, 
Pedro Rodrigues, 
Manolo Garcia, 
Sebastião Nascimento, 
Dina Machado, 
Ferreira Neto
Célio Rodrigues, 
Manoel Garcia, 
Neide Landi, 
Bespiaroti
Luiz Baruti, 
Francisco Vale, 
Jeovah Amaral, 
José Medeiros, 

Maria é uma mulher pobre e doente, que luta para criar os três filhos pequenos. Zozi, o mais velho, é muito apegado à mãe. Quando ela é hospitalizada, o garoto deixa seu irmão e sua irmã aos cuidados de vizinhos e fica no hospital, onde é hostilizado pelos funcionários, ganhando apenas a atenção de um velho jardineiro que o deixa dormir em seus aposentos. Quando Maria e o filho voltam para casa, não encontram nem as duas crianças, nem a vizinha que os abrigara. Desorientada, a mãe enlouquece; numa noite de tempestade, sofre horrível queda e morre. Zozi fica então entregue à própria sorte. Sentado num banco de jardim, em sua inocência, o menino sonha com Jesus, a quem chama de amigo e pede ajuda. No dia seguinte conhece Tininha, uma garota também em dificuldades e sem perspectiva. Zozi tenta animar a amiga e sai em busca de alimentos. No tumulto da cidade grande, é confundido com um ladrão e acaba indo para o reformatório. Mantendo sempre as esperanças, Zozi se recusa a participar de um fuga arquitetada pelos outros garotos. Na noite da fuga, um dos guardas é mortalmente ferido e Zozi acaba ficando com a culpa. Levado para a prisão, junto ao amigo Rouxinol, Zozi conhece um rico empresário. Este, acreditando na boa índole do garoto, ajuda-o a livrar-se da acusação, a estudar e a se tornar um brilhante advogado. Zozi, mesmo levando uma vida confortável, nunca se esqueceu dos irmãos e decide retornar à cidade natal para procurá-los. Sem pistas sobre o paradeiro deles, Zozi, por solidariedade, acaba sendo o advogado de Joca Pernambuco, um jovem que matara o patrão para defender uma prostituta que estava sendo agredida por ele. Zozi reconhece em Joca o seu irmão desaparecido, através de um antigo sinal na nuca, e descobre também que a prostituta era sua irmã Nena, cuja identidade mesmo Joca desconhecia. Em seu discurso no tribunal, ao defender Joca, Zozi enfatiza a triste sina do garoto, que, abandonado, não tivera oportunidade de se desenvolver. Para completar sua felicidade, Zozi reencontra Tininha, a amiga de muitos anos, e descobre também que a moça nunca o esquecera. 

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A Família Lero-Lero (1953)

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 Taveira é um pacato funcionário público. Em suas mãos passa muito dinheiro. 
Em casa, a função de pagador continua, para atender os desejos de fama dos 
seus três filhos, que querem ser, respectivamente, cantor de rádio, estrela 
de cinema e jogador de futebol, no que são estimulados pela mãe, Dona Isolina. 
Após os fracassos dos talentos da família, Taveira é responsabilizado pela 
esposa por não estimular os filhos. Para se livrar da família, dá um golpe e 
foge para o Guarujá, onde, segundo dizem, leva uma grande vida. Dona Isolina, 
enfurecida, persegue o marido fugitivo, juntamente com os filhos e um velho 
amigo da família. Sem saber, são seguidos por um investigador. 
Depois de várias trapalhadas, Dona Isolina localiza Taveira, mas, na Hora “h”, 
aparece o investigador, a quem Taveira se agarra pedindo que o leve para a 
cadeia, pois prefere a prisão à fúria da mulher. Na prisão, transforma-se no 
famoso bandido Rabo de Arraia, a quem todos obedecem. Tudo continuaria perfeito 
para Taveira, se o velho amigo da família não decidisse cobrir o desfalque, 
colocando-o em liberdade. Escolado pela vida e pela cadeia, volta à família e 
ao trabalho a fim de ajustar suas velhas diferenças.

 Direção: Alberto Pieralisi

 ELENCO

Walter D'Ávila
Marina Freire
Ricardo Bandeira
Renato Consorte
Helena Barreto Leite
Elísio de Albuquerque

 

 

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O Canto do Mar (1953)

Dirigido por Alberto Cavalcanti

Num litoral nordestino, local de transição entre retirantes do sertão rumo ao sul do Brasil em busca de melhores condições de vida, uma família sofre com a miséria. A mãe assume a responsabilidade da família, já que o pai está louco e isolado de todos. O filho e a filha, inconformados com a situação e as dificuldades, sonham em ir embora, mas enfrentam diversas dificuldades.

Elenco

  • Aurora Duarte
  • Alberto Vilar
  • Margarida Cardoso
  • Ruy Saraiva
  • Cacilda Lanuza
  • Alfredo de Oliveira
  • Antonio Martinelli
  • Débora Borba
  • Ernani Dantas
  • Fernando Becker